Múrcia é uma província costeira do Este de Espanha, que constitui uma Região e uma Comunidade Autónoma. Faz fronteira com a Andaluzia, com Castilla-La Mancha e com a Comunidade Valenciana. A sua capital, Múrcia, conta com 400000 habitantes.
Múrcia é uma província situada no Este Espanhol, imediatamente a Sul da Província de Alicante e a Norte da Província de Almeria, fazendo também fronteira com as Províncias de Albacete e de Granada. Actualmente, a cidade de Múrcia é a sétima cidade espanhola em população, ascendendo, segundo o censo municipal, aos 400000 habitantes.
A extensão aproximada da Província de Múrcia é de 881860 km2, encontrando-se dividida, de Este a Oeste, pelas serras de Carrascoy, de El Puerto, de Villares, de Columbares, de Altaona e de Escalona. Esta singularidade divide a Província de Múrcia em duas zonas, por um lado, o Campo de Múrcia, e, por outro lado, a Huerta.
Relativamente a praias, a cidade de Múrcia não conta com praias, mas a sua província conta com as praias de San Pedro de Pinatar e de La Manga del Mar Menor, praias turisticamente muito concorridas, uma vez que estamos perante uma das mais desenvolvidas zonas do litoral espanhol , com numerosos hotéis, hospedarias, aparthotéis, apartamentos turísticos, casas e vivendas.
A cidade de Múrcia conta com mais de 50 pequenas localidades, como Albatalía, Alberca, Barqueros, Carrascoy, El Esparragal, La Ñora, Rincón de Seca, San Ginés, Sangonera la Seca, Sucina e Zeneta, entre outras.
O clima, no geral ameno, faz com que a Primavera pareça permanenente em Múrcia, com uma temperatura média anual de 18ºC. As chuvas são escassas e irregulares, o que faz com que a água tenha tido, desde tempos imemoriais, um enorme valor entre as suas gentes, o que levou à criação de uma trama de canais de dimensões variadas, que distribuem a água do Rio Segura por todas as hortas da região.
No que diz respeito às ofertas de lazer, Múrcia conta com uma grande variedade. Entre outras coisas, conta com a Universidade de Múrcia, o que confere à cidade um ambiente jovem, fazendo com que aqui proliferem bares, restaurantes, cinemas, teatros... Culturalmente, Múrcia é uma cidade que inclui legados do período muçulmano, do Renascimento, do Barroco e da Arte Contemporânea.
Turisticamente, Múrcia tem um nome, Manga del Mar Menor, bem como as localidades que rodeiam este pequeno mar, entre as quais se contam Los Alcázares, San Pedro de Pinatar, San Javier e a própria povoação de Manga del Mar Menor. Passe as suas férias na zona de Múrcia para conhecer a nossa região !
Múrcia é uma província costeira do Este de Espanha, que constitui uma Região e uma Comunidade Autónoma. Faz fronteira com a Andaluzia, com Castilla-La Mancha e com a Comunidade Valenciana. A sua capital, Múrcia, conta com 400000 habitantes.
Múrcia é uma província situada no Este Espanhol, imediatamente a Sul da Província de Alicante e a Norte da Província de Almeria, fazendo também fronteira com as Províncias de Albacete e de Granada. Actualmente, a cidade de Múrcia é a sétima cidade espanhola em população, ascendendo, segundo o censo municipal, aos 400000 habitantes.
A extensão aproximada da Província de Múrcia é de 881860 km2, encontrando-se dividida, de Este a Oeste, pelas serras de Carrascoy, de El Puerto, de Villares, de Columbares, de Altaona e de Escalona. Esta singularidade divide a Província de Múrcia em duas zonas, por um lado, o Campo de Múrcia, e, por outro lado, a Huerta.
Relativamente a praias, a cidade de Múrcia não conta com praias, mas a sua província conta com as praias de San Pedro de Pinatar e de La Manga del Mar Menor, praias turisticamente muito concorridas, uma vez que estamos perante uma das mais desenvolvidas zonas do litoral espanhol , com numerosos hotéis, hospedarias, aparthotéis, apartamentos turísticos, casas e vivendas.
A cidade de Múrcia conta com mais de 50 pequenas localidades, como Albatalía, Alberca, Barqueros, Carrascoy, El Esparragal, La Ñora, Rincón de Seca, San Ginés, Sangonera la Seca, Sucina e Zeneta, entre outras.
O clima, no geral ameno, faz com que a Primavera pareça permanenente em Múrcia, com uma temperatura média anual de 18ºC. As chuvas são escassas e irregulares, o que faz com que a água tenha tido, desde tempos imemoriais, um enorme valor entre as suas gentes, o que levou à criação de uma trama de canais de dimensões variadas, que distribuem a água do Rio Segura por todas as hortas da região.
No que diz respeito às ofertas de lazer, Múrcia conta com uma grande variedade. Entre outras coisas, conta com a Universidade de Múrcia, o que confere à cidade um ambiente jovem, fazendo com que aqui proliferem bares, restaurantes, cinemas, teatros... Culturalmente, Múrcia é uma cidade que inclui legados do período muçulmano, do Renascimento, do Barroco e da Arte Contemporânea.
Turisticamente, Múrcia tem um nome, Manga del Mar Menor, bem como as localidades que rodeiam este pequeno mar, entre as quais se contam Los Alcázares, San Pedro de Pinatar, San Javier e a própria povoação de Manga del Mar Menor. Passe as suas férias na zona de Múrcia para conhecer a nossa região !
Durante os sete longos séculos em que ditaram as regras na Península Ibérica, os mouros ergueram grandes monumentos e deixaram um riquíssimo legado cultural, que resistiu bravamente principalmente em terras andaluzas. Granada foi o último posto de resistência antes da retomada da região pelos cristãos, em 1492 (Córdoba e Sevilha caíram ainda no século 13). E guarda, no alto da montanha de La Sabika, o seu maior tesouro: o Alhambra, um complexo de fortalezas, palácios e jardins emoldurados por belas muralhas avermelhadas que foi o centro do poder muçulmano durante séculos. É uma das principais atrações de toda a Espanha, atraindo mais de 2 milhões de visitantes a cada ano. Os monumentos mais impressionantes são os Palácios Nazaríes, com suas salas de paredes rendilhadas, pátios e espelhos d'água, e os jardins do Generalife. Mas os ares de mil e uma noites desceram o morro e impregnaram toda a cidade. Lanternas à luz de velas, narguilês, tapetes e bules de chá enfeitam as vitrines das lojas às margens do Rio Darro, enquanto as teterías servem as maiores delícias da confeitaria árabe, transbordando mel, pistache e castanhas. O bairro de Albaycín, antigo reduto mouro, foi declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Viajar a Granada é dar um pulinho ali no Oriente sem tirar os pés da Europa (e ainda com a possibilidade de esquiar numa das mais famosas estações espanholas, Sierra Nevada, nos arredores da cidade).
Durante os sete longos séculos em que ditaram as regras na Península Ibérica, os mouros ergueram grandes monumentos e deixaram um riquíssimo legado cultural, que resistiu bravamente principalmente em terras andaluzas. Granada foi o último posto de resistência antes da retomada da região pelos cristãos, em 1492 (Córdoba e Sevilha caíram ainda no século 13). E guarda, no alto da montanha de La Sabika, o seu maior tesouro: o Alhambra, um complexo de fortalezas, palácios e jardins emoldurados por belas muralhas avermelhadas que foi o centro do poder muçulmano durante séculos. É uma das principais atrações de toda a Espanha, atraindo mais de 2 milhões de visitantes a cada ano. Os monumentos mais impressionantes são os Palácios Nazaríes, com suas salas de paredes rendilhadas, pátios e espelhos d'água, e os jardins do Generalife. Mas os ares de mil e uma noites desceram o morro e impregnaram toda a cidade. Lanternas à luz de velas, narguilês, tapetes e bules de chá enfeitam as vitrines das lojas às margens do Rio Darro, enquanto as teterías servem as maiores delícias da confeitaria árabe, transbordando mel, pistache e castanhas. O bairro de Albaycín, antigo reduto mouro, foi declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Viajar a Granada é dar um pulinho ali no Oriente sem tirar os pés da Europa (e ainda com a possibilidade de esquiar numa das mais famosas estações espanholas, Sierra Nevada, nos arredores da cidade).
Durante os sete longos séculos em que ditaram as regras na Península Ibérica, os mouros ergueram grandes monumentos e deixaram um riquíssimo legado cultural, que resistiu bravamente principalmente em terras andaluzas. Granada foi o último posto de resistência antes da retomada da região pelos cristãos, em 1492 (Córdoba e Sevilha caíram ainda no século 13). E guarda, no alto da montanha de La Sabika, o seu maior tesouro: o Alhambra, um complexo de fortalezas, palácios e jardins emoldurados por belas muralhas avermelhadas que foi o centro do poder muçulmano durante séculos. É uma das principais atrações de toda a Espanha, atraindo mais de 2 milhões de visitantes a cada ano. Os monumentos mais impressionantes são os Palácios Nazaríes, com suas salas de paredes rendilhadas, pátios e espelhos d'água, e os jardins do Generalife. Mas os ares de mil e uma noites desceram o morro e impregnaram toda a cidade. Lanternas à luz de velas, narguilês, tapetes e bules de chá enfeitam as vitrines das lojas às margens do Rio Darro, enquanto as teterías servem as maiores delícias da confeitaria árabe, transbordando mel, pistache e castanhas. O bairro de Albaycín, antigo reduto mouro, foi declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Viajar a Granada é dar um pulinho ali no Oriente sem tirar os pés da Europa (e ainda com a possibilidade de esquiar numa das mais famosas estações espanholas, Sierra Nevada, nos arredores da cidade).
Durante os sete longos séculos em que ditaram as regras na Península Ibérica, os mouros ergueram grandes monumentos e deixaram um riquíssimo legado cultural, que resistiu bravamente principalmente em terras andaluzas. Granada foi o último posto de resistência antes da retomada da região pelos cristãos, em 1492 (Córdoba e Sevilha caíram ainda no século 13). E guarda, no alto da montanha de La Sabika, o seu maior tesouro: o Alhambra, um complexo de fortalezas, palácios e jardins emoldurados por belas muralhas avermelhadas que foi o centro do poder muçulmano durante séculos. É uma das principais atrações de toda a Espanha, atraindo mais de 2 milhões de visitantes a cada ano. Os monumentos mais impressionantes são os Palácios Nazaríes, com suas salas de paredes rendilhadas, pátios e espelhos d'água, e os jardins do Generalife. Mas os ares de mil e uma noites desceram o morro e impregnaram toda a cidade. Lanternas à luz de velas, narguilês, tapetes e bules de chá enfeitam as vitrines das lojas às margens do Rio Darro, enquanto as teterías servem as maiores delícias da confeitaria árabe, transbordando mel, pistache e castanhas. O bairro de Albaycín, antigo reduto mouro, foi declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Viajar a Granada é dar um pulinho ali no Oriente sem tirar os pés da Europa (e ainda com a possibilidade de esquiar numa das mais famosas estações espanholas, Sierra Nevada, nos arredores da cidade).
Durante os sete longos séculos em que ditaram as regras na Península Ibérica, os mouros ergueram grandes monumentos e deixaram um riquíssimo legado cultural, que resistiu bravamente principalmente em terras andaluzas. Granada foi o último posto de resistência antes da retomada da região pelos cristãos, em 1492 (Córdoba e Sevilha caíram ainda no século 13). E guarda, no alto da montanha de La Sabika, o seu maior tesouro: o Alhambra, um complexo de fortalezas, palácios e jardins emoldurados por belas muralhas avermelhadas que foi o centro do poder muçulmano durante séculos. É uma das principais atrações de toda a Espanha, atraindo mais de 2 milhões de visitantes a cada ano. Os monumentos mais impressionantes são os Palácios Nazaríes, com suas salas de paredes rendilhadas, pátios e espelhos d'água, e os jardins do Generalife. Mas os ares de mil e uma noites desceram o morro e impregnaram toda a cidade. Lanternas à luz de velas, narguilês, tapetes e bules de chá enfeitam as vitrines das lojas às margens do Rio Darro, enquanto as teterías servem as maiores delícias da confeitaria árabe, transbordando mel, pistache e castanhas. O bairro de Albaycín, antigo reduto mouro, foi declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Viajar a Granada é dar um pulinho ali no Oriente sem tirar os pés da Europa (e ainda com a possibilidade de esquiar numa das mais famosas estações espanholas, Sierra Nevada, nos arredores da cidade).
Durante os sete longos séculos em que ditaram as regras na Península Ibérica, os mouros ergueram grandes monumentos e deixaram um riquíssimo legado cultural, que resistiu bravamente principalmente em terras andaluzas. Granada foi o último posto de resistência antes da retomada da região pelos cristãos, em 1492 (Córdoba e Sevilha caíram ainda no século 13). E guarda, no alto da montanha de La Sabika, o seu maior tesouro: o Alhambra, um complexo de fortalezas, palácios e jardins emoldurados por belas muralhas avermelhadas que foi o centro do poder muçulmano durante séculos. É uma das principais atrações de toda a Espanha, atraindo mais de 2 milhões de visitantes a cada ano. Os monumentos mais impressionantes são os Palácios Nazaríes, com suas salas de paredes rendilhadas, pátios e espelhos d'água, e os jardins do Generalife. Mas os ares de mil e uma noites desceram o morro e impregnaram toda a cidade. Lanternas à luz de velas, narguilês, tapetes e bules de chá enfeitam as vitrines das lojas às margens do Rio Darro, enquanto as teterías servem as maiores delícias da confeitaria árabe, transbordando mel, pistache e castanhas. O bairro de Albaycín, antigo reduto mouro, foi declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Viajar a Granada é dar um pulinho ali no Oriente sem tirar os pés da Europa (e ainda com a possibilidade de esquiar numa das mais famosas estações espanholas, Sierra Nevada, nos arredores da cidade).
Loja é uma pequena localidade pertencente a Granada Região da Andaluzia. Tem uma entrada na vila agradável e é muralhada por um Castelo. Tem uma bela Igreja (em recuperação) S. Gabriel (séc.XVI) como se pode vêr pelas poucas fotos disponíveis. Foi uma visita rápida, já que estava tudo fechado e em obras, é seguramente uma terra com muita história. Há pouca informação Histórica sobre esta terra Granadina.
Loja é uma pequena localidade pertencente a Granada Região da Andaluzia. Tem uma entrada na vila agradável e é muralhada por um Castelo. Tem uma bela Igreja (em recuperação) S. Gabriel (séc.XVI) como se pode vêr pelas poucas fotos disponíveis. Foi uma visita rápida, já que estava tudo fechado e em obras, é seguramente uma terra com muita história. Há pouca informação Histórica sobre esta terra Granadina.