Aldeias de Xisto, pertencentes ao concelho da Pampilhosa da Serra, Janeiro de Cima e Janeiro de Baixo, esta última calcorreada de cima a baixo. Praia Fluvial muito agradável, envolvida por uma vegetação puramente serrana, onde não faltam a sobrevoar o espaço diversas aves, que encontram nestas paragens o lugar ideal para viverem e nidificarem.
A pouca população existente, dá alguma vida á aldeia que tem um pequeno parque de campismo, churrasqueiras e mesas de uso livre no parque de merendas que serve a praia fluvial. O único bar de serviço está habitualmente aberto para recepção aos turistas e principalmente para as pessoas da aldeia. Caminhando um pouco pelo interior da aldeia, logo se dá com o adro da igreja, e o conhecido TRONCO, uma réplica de uma especie de mini-curral, onde metiam os animais, a fim de os ferrarem com facilidade.
Descendo a encosta do rio, e com algum equilibrio, lá demos com a Azenha escavada na rocha. Contaram-nos que o dono da Azenha não a vende á Câmara enquanto fôr vivo, pelo que se quiserem vêr a Azenha recuperada terão que esperar que o sujeito morra, até lá ficam as imagens da Azenha em ruínas.
Atenção que a entrada para Janeiro de baixo se faz com alguma dificuldade, já que a entrada entre casas, é muito estreita, mas passa uma Autocaravana com dimensões normais.
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Aldeias de Xisto, pertencentes ao concelho da Pampilhosa da Serra, Janeiro de Cima e Janeiro de Baixo, esta última calcorreada de cima a baixo. Praia Fluvial muito agradável, envolvida por uma vegetação puramente serrana, onde não faltam a sobrevoar o espaço diversas aves, que encontram nestas paragens o lugar ideal para viverem e nidificarem.
A pouca população existente, dá alguma vida á aldeia que tem um pequeno parque de campismo, churrasqueiras e mesas de uso livre no parque de merendas que serve a praia fluvial. O único bar de serviço está habitualmente aberto para recepção aos turistas e principalmente para as pessoas da aldeia. Caminhando um pouco pelo interior da aldeia, logo se dá com o adro da igreja, e o conhecido TRONCO, uma réplica de uma especie de mini-curral, onde metiam os animais, a fim de os ferrarem com facilidade.
Descendo a encosta do rio, e com algum equilibrio, lá demos com a Azenha escavada na rocha. Contaram-nos que o dono da Azenha não a vende á Câmara enquanto fôr vivo, pelo que se quiserem vêr a Azenha recuperada terão que esperar que o sujeito morra, até lá ficam as imagens da Azenha em ruínas.
Atenção que a entrada para Janeiro de baixo se faz com alguma dificuldade, já que a entrada entre casas, é muito estreita, mas passa uma Autocaravana com dimensões normais.
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Aldeias de Xisto, pertencentes ao concelho da Pampilhosa da Serra, Janeiro de Cima e Janeiro de Baixo, esta última calcorreada de cima a baixo. Praia Fluvial muito agradável, envolvida por uma vegetação puramente serrana, onde não faltam a sobrevoar o espaço diversas aves, que encontram nestas paragens o lugar ideal para viverem e nidificarem. A pouca população existente, dá alguma vida á aldeia que tem um pequeno parque de campismo, churrasqueiras e mesas de uso livre no parque de merendas que serve a praia fluvial. O único bar de serviço está habitualmente aberto para recepção aos turistas e principalmente para as pessoas da aldeia. Caminhando um pouco pelo interior da aldeia, logo se dá com o adro da igreja, e o conhecido TRONCO, uma réplica de uma especie de mini-curral, onde metiam os animais, a fim de os ferrarem com facilidade. Descendo a encosta do rio, e com algum equilibrio, lá demos com a Azenha escavada na rocha. Contaram-nos que o dono da Azenha não a vende á Câmara enquanto fôr vivo, pelo que se quiserem vêr a Azenha recuperada terão que esperar que o sujeito morra, até lá ficam as imagens da Azenha em ruínas. Atenção que a entrada para Janeiro de baixo se faz com alguma dificuldade, já que a entrada entre casas, é muito estreita, mas passa uma Autocaravana com dimensões normais.
Aldeias de Xisto, pertencentes ao concelho da Pampilhosa da Serra, Janeiro de Cima e Janeiro de Baixo, esta última calcorreada de cima a baixo. Praia Fluvial muito agradável, envolvida por uma vegetação puramente serrana, onde não faltam a sobrevoar o espaço diversas aves, que encontram nestas paragens o lugar ideal para viverem e nidificarem. A pouca população existente, dá alguma vida á aldeia que tem um pequeno parque de campismo, churrasqueiras e mesas de uso livre no parque de merendas que serve a praia fluvial. O único bar de serviço está habitualmente aberto para recepção aos turistas e principalmente para as pessoas da aldeia. Caminhando um pouco pelo interior da aldeia, logo se dá com o adro da igreja, e o conhecido TRONCO, uma réplica de uma especie de mini-curral, onde metiam os animais, a fim de os ferrarem com facilidade. Descendo a encosta do rio, e com algum equilibrio, lá demos com a Azenha escavada na rocha. Contaram-nos que o dono da Azenha não a vende á Câmara enquanto fôr vivo, pelo que se quiserem vêr a Azenha recuperada terão que esperar que o sujeito morra, até lá ficam as imagens da Azenha em ruínas. Atenção que a entrada para Janeiro de baixo se faz com alguma dificuldade, já que a entrada entre casas, é muito estreita, mas passa uma Autocaravana com dimensões normais.
Aldeias de Xisto, pertencentes ao concelho da Pampilhosa da Serra, Janeiro de Cima e Janeiro de Baixo, esta última calcorreada de cima a baixo. Praia Fluvial muito agradável, envolvida por uma vegetação puramente serrana, onde não faltam a sobrevoar o espaço diversas aves, que encontram nestas paragens o lugar ideal para viverem e nidificarem. A pouca população existente, dá alguma vida á aldeia que tem um pequeno parque de campismo, churrasqueiras e mesas de uso livre no parque de merendas que serve a praia fluvial. O único bar de serviço está habitualmente aberto para recepção aos turistas e principalmente para as pessoas da aldeia. Caminhando um pouco pelo interior da aldeia, logo se dá com o adro da igreja, e o conhecido TRONCO, uma réplica de uma especie de mini-curral, onde metiam os animais, a fim de os ferrarem com facilidade. Descendo a encosta do rio, e com algum equilibrio, lá demos com a Azenha escavada na rocha. Contaram-nos que o dono da Azenha não a vende á Câmara enquanto fôr vivo, pelo que se quiserem vêr a Azenha recuperada terão que esperar que o sujeito morra, até lá ficam as imagens da Azenha em ruínas. Atenção que a entrada para Janeiro de baixo se faz com alguma dificuldade, já que a entrada entre casas, é muito estreita, mas passa uma Autocaravana com dimensões normais.
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Aldeias de Xisto, pertencentes ao concelho da Pampilhosa da Serra, Janeiro de Cima e Janeiro de Baixo, esta última calcorreada de cima a baixo. Praia Fluvial muito agradável, envolvida por uma vegetação puramente serrana, onde não faltam a sobrevoar o espaço diversas aves, que encontram nestas paragens o lugar ideal para viverem e nidificarem. A pouca população existente, dá alguma vida á aldeia que tem um pequeno parque de campismo, churrasqueiras e mesas de uso livre no parque de merendas que serve a praia fluvial. O único bar de serviço está habitualmente aberto para recepção aos turistas e principalmente para as pessoas da aldeia. Caminhando um pouco pelo interior da aldeia, logo se dá com o adro da igreja, e o conhecido TRONCO, uma réplica de uma especie de mini-curral, onde metiam os animais, a fim de os ferrarem com facilidade. Descendo a encosta do rio, e com algum equilibrio, lá demos com a Azenha escavada na rocha. Contaram-nos que o dono da Azenha não a vende á Câmara enquanto fôr vivo, pelo que se quiserem vêr a Azenha recuperada terão que esperar que o sujeito morra, até lá ficam as imagens da Azenha em ruínas. Atenção que a entrada para Janeiro de baixo se faz com alguma dificuldade, já que a entrada entre casas, é muito estreita, mas passa uma Autocaravana com dimensões normais.
Aldeias de Xisto, pertencentes ao concelho da Pampilhosa da Serra, Janeiro de Cima e Janeiro de Baixo, esta última calcorreada de cima a baixo. Praia Fluvial muito agradável, envolvida por uma vegetação puramente serrana, onde não faltam a sobrevoar o espaço diversas aves, que encontram nestas paragens o lugar ideal para viverem e nidificarem. A pouca população existente, dá alguma vida á aldeia que tem um pequeno parque de campismo, churrasqueiras e mesas de uso livre no parque de merendas que serve a praia fluvial. O único bar de serviço está habitualmente aberto para recepção aos turistas e principalmente para as pessoas da aldeia. Caminhando um pouco pelo interior da aldeia, logo se dá com o adro da igreja, e o conhecido TRONCO, uma réplica de uma especie de mini-curral, onde metiam os animais, a fim de os ferrarem com facilidade. Descendo a encosta do rio, e com algum equilibrio, lá demos com a Azenha escavada na rocha. Contaram-nos que o dono da Azenha não a vende á Câmara enquanto fôr vivo, pelo que se quiserem vêr a Azenha recuperada terão que esperar que o sujeito morra, até lá ficam as imagens da Azenha em ruínas. Atenção que a entrada para Janeiro de baixo se faz com alguma dificuldade, já que a entrada entre casas, é muito estreita, mas passa uma Autocaravana com dimensões normais.