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Nª. Sª. DO ALÍVIO - VILA VERDE - BRAGA

Apontamento AuToCaRaVaNiStA:
Visita ao Santuário de Nª. Sª. do Alívio, de passagem por Vila Verde, em direcção a Mixões da Serra, com paragem programada no roteiro, o Mosteiro de Randufe que daremos conta aquí no Portal. Toda esta Região pertencente ao Distrito de Braga ( a cidade dos Arcebispos) é rica em património religioso, as ordens religiosas foram o principal motor das grandiosas construções de Santuários, Mosteiros, etc. Com o Fim das Ordens, ficou tudo a saque, e perdeu-se um vasto e extenso património que hoje seriam a delícia de muito turismo no nosso País.

Porque deixaram pilhar as estruturas!? Essa é a grande questão, o que é certo, é muitas moradias dessas zonas de pilhagem, estão construídas com as pedras destes monumentos Nacionais de todos nós. Agora não há remédio, e não há culpados, o que equivale a dizer que é um alívio para quem pilhou mesmo não estando já neste mundo. Que a Nª Senhora do Alívio lhes dê alguma paz.



              HISTÓRIA:
O Santuário de Nossa Senhora do Alívio, localiza-se no lugar do Alívio, em Soutelo, junto à EN que liga Vila Verde a Braga. É um edifício de características muito simples, de planta rectangular, cuja frontaria apresenta duas torres e um frontãotriangular encimado pela imagem da Virgem com o Menino.O interior caracteriza-se pela existência de seis pilastras, entre as quais se abrem grandes janelas que sustêm os arcosque estruturam o tecto em abóbada.A sua construção, que se iniciou por uma Capela, deve-se ao Reverendo Francisco Leite Fragoas, no cumprimento deuma promessa a Nossa Senhora, na sequência de uma grave doença que o afectou.O santuário do Alívio é um importante centro de peregrinação, como se comprova pela presença permanente de peregrinos, em especial ao Domingo, dia em que também se realiza uma pequena feira. Porém, os dias mais importantes, são o segundo e terceiro Domingos de Setembro, altura em que ocorre a romaria em honra de Nossa Senhora do Alívio, na qual as procissões adquirem particular destaque.

A procissão do primeiro Domingo, que sai do Santuário e ali regressa, caracteriza-se pela existência de vários andores, com destaque para o de Nossa Senhora do Alívio e muitos figurantes com bandeiras e outros estandartes. A procissão do segundo Domingo é marcada pela concentração dos peregrinos em dois locais distintos: o centro de Vila Verde e o cruzeiro dos Quatro Evangelistas em Soutelo. Destes locais, os peregrinos vão, em procissão, até ao Santuário. Para além das procissões, realiza-se em ambos os dias, missa campal, cumprimento de promessas e feira.A participação de milhares de pessoas nas diferentes actividades que se realizam nestes dias, constitui a expressão da profunda religiosidade do povo da região, também observável nas ofertas ao Santuário. Ex-votos e iconografia dos mais variados tipos concentram-se na Capela das promessas. De particular destaque é um conjunto de quatro jibóias, uma das quais oferecidas em 1818 por um emigrante no Brasil.
Fonte: cm-vilaverde.pt

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Nª. Sª. DO ALÍVIO - VILA VERDE - BRAGA

Breve Apontamento AuToCaRaVaNiStA:

Visita ao Santuário de Nª. Sª. do Alívio, de passagem por Vila Verde, em direcção a Mixões da Serra, com paragem programada no traçado, no Mosteiro de Randufe.

HISTÓRIA:

O Santuário de Nossa Senhora do Alívio, localiza-se no lugar do Alívio, em Soutelo, junto à EN que liga Vila Verde a Braga. É um edifício de características muito simples, de planta rectangular, cuja frontaria apresenta duas torres e um frontãotriangular encimado pela imagem da Virgem com o Menino.O interior caracteriza-se pela existência de seis pilastras, entre as quais se abrem grandes janelas que sustêm os arcosque estruturam o tecto em abóbada.A sua construção, que se iniciou por uma Capela, deve-se ao Reverendo Francisco Leite Fragoas, no cumprimento deuma promessa a Nossa Senhora, na sequência de uma grave doença que o afectou.O santuário do Alívio é um importante centro de peregrinação, como se comprova pela presença permanente de peregrinos, em especial ao Domingo, dia em que também se realiza uma pequena feira. Porém, os dias mais importantes, são o segundo e terceiro Domingos de Setembro, altura em que ocorre a romaria em honra de Nossa Senhora do Alívio, na qual as procissões adquirem particular destaque. A procissão do primeiro Domingo, que sai do Santuário e ali regressa, caracteriza-se pela existência de vários andores, com destaque para o de Nossa Senhora do Alívio e muitos figurantes com bandeiras e outros estandartes. A procissão do segundo Domingo é marcada pela concentração dos peregrinos em dois locais distintos: o centro de Vila Verde e o cruzeiro dos Quatro Evangelistas em Soutelo. Destes locais, os peregrinos vão, em procissão, até ao Santuário. Para além das procissões, realiza-se em ambos os dias, missa campal, cumprimento de promessas e feira.A participação de milhares de pessoas nas diferentes actividades que se realizam nestes dias, constitui a expressão da profunda religiosidade do povo da região, também observável nas ofertas ao Santuário. Ex-votos e iconografia dos mais variados tipos concentram-se na Capela das promessas. De particular destaque é um conjunto de quatro jibóias, uma das quais oferecidas em 1818 por um emigrante no Brasil.

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O Santuário de Nossa Senhora do Alívio, localiza-se no lugar do Alívio, em Soutelo, junto à EN que liga Vila Verde a Braga. É um edifício de características muito simples, de planta rectangular, cuja frontaria apresenta duas torres e um frontãotriangular encimado pela imagem da Virgem com o Menino.O interior caracteriza-se pela existência de seis pilastras, entre as quais se abrem grandes janelas que sustêm os arcosque estruturam o tecto em abóbada.A sua construção, que se iniciou por uma Capela, deve-se ao Reverendo Francisco Leite Fragoas, no cumprimento deuma promessa a Nossa Senhora, na sequência de uma grave doença que o afectou.O santuário do Alívio é um importante centro de peregrinação, como se comprova pela presença permanente de peregrinos, em especial ao Domingo, dia em que também se realiza uma pequena feira. Porém, os dias mais importantes, são o segundo e terceiro Domingos de Setembro, altura em que ocorre a romaria em honra de Nossa Senhora do Alívio, na qual as procissões adquirem particular destaque. A procissão do primeiro Domingo, que sai do Santuário e ali regressa, caracteriza-se pela existência de vários andores, com destaque para o de Nossa Senhora do Alívio e muitos figurantes com bandeiras e outros estandartes. A procissão do segundo Domingo é marcada pela concentração dos peregrinos em dois locais distintos: o centro de Vila Verde e o cruzeiro dos Quatro Evangelistas em Soutelo. Destes locais, os peregrinos vão, em procissão, até ao Santuário. Para além das procissões, realiza-se em ambos os dias, missa campal, cumprimento de promessas e feira.A participação de milhares de pessoas nas diferentes actividades que se realizam nestes dias, constitui a expressão da profunda religiosidade do povo da região, também observável nas ofertas ao Santuário. Ex-votos e iconografia dos mais variados tipos concentram-se na Capela das promessas. De particular destaque é um conjunto de quatro jibóias, uma das quais oferecidas em 1818 por um emigrante no Brasil.

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O Santuário de Nossa Senhora do Alívio, localiza-se no lugar do Alívio, em Soutelo, junto à EN que liga Vila Verde a Braga. É um edifício de características muito simples, de planta rectangular, cuja frontaria apresenta duas torres e um frontãotriangular encimado pela imagem da Virgem com o Menino.O interior caracteriza-se pela existência de seis pilastras, entre as quais se abrem grandes janelas que sustêm os arcosque estruturam o tecto em abóbada.A sua construção, que se iniciou por uma Capela, deve-se ao Reverendo Francisco Leite Fragoas, no cumprimento deuma promessa a Nossa Senhora, na sequência de uma grave doença que o afectou.O santuário do Alívio é um importante centro de peregrinação, como se comprova pela presença permanente de peregrinos, em especial ao Domingo, dia em que também se realiza uma pequena feira. Porém, os dias mais importantes, são o segundo e terceiro Domingos de Setembro, altura em que ocorre a romaria em honra de Nossa Senhora do Alívio, na qual as procissões adquirem particular destaque. A procissão do primeiro Domingo, que sai do Santuário e ali regressa, caracteriza-se pela existência de vários andores, com destaque para o de Nossa Senhora do Alívio e muitos figurantes com bandeiras e outros estandartes. A procissão do segundo Domingo é marcada pela concentração dos peregrinos em dois locais distintos: o centro de Vila Verde e o cruzeiro dos Quatro Evangelistas em Soutelo. Destes locais, os peregrinos vão, em procissão, até ao Santuário. Para além das procissões, realiza-se em ambos os dias, missa campal, cumprimento de promessas e feira.A participação de milhares de pessoas nas diferentes actividades que se realizam nestes dias, constitui a expressão da profunda religiosidade do povo da região, também observável nas ofertas ao Santuário. Ex-votos e iconografia dos mais variados tipos concentram-se na Capela das promessas. De particular destaque é um conjunto de quatro jibóias, uma das quais oferecidas em 1818 por um emigrante no Brasil.

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HISTÓRIA:


O Santuário de Nossa Senhora do Alívio, localiza-se no lugar do Alívio, em Soutelo, junto à EN que liga Vila Verde a Braga.
É um edifício de características muito simples, de planta rectangular, cuja frontaria apresenta duas torres e um frontão
triangular encimado pela imagem da Virgem com o Menino.
O interior caracteriza-se pela existência de seis pilastras, entre as quais se abrem grandes janelas que sustêm os arcos
que estruturam o tecto em abóbada.
A sua construção, que se iniciou por uma Capela, deve-se ao Reverendo Francisco Leite Fragoas, no cumprimento de
uma promessa a Nossa Senhora, na sequência de uma grave doença que o afectou.
O santuário do Alívio é um importante centro de peregrinação, como se comprova pela presença permanente de peregrinos, em especial ao Domingo, dia em que também se realiza uma pequena feira.

Porém, os dias mais importantes, são o segundo e terceiro Domingos de Setembro, altura em que ocorre a romaria em honra de Nossa Senhora do Alívio, na qual as procissões adquirem particular destaque. A procissão do primeiro Domingo, que sai do Santuário e ali regressa, caracteriza-se pela existência de vários andores, com destaque para o de Nossa Senhora do Alívio e muitos figurantes com bandeiras e outros estandartes. A procissão do segundo Domingo é marcada pela concentração dos peregrinos em dois locais distintos: o centro de Vila Verde e o cruzeiro dos Quatro Evangelistas em Soutelo. Destes locais, os peregrinos vão, em procissão, até ao Santuário.

Para além das procissões, realiza-se em ambos os dias, missa campal, cumprimento de promessas e feira.
A participação de milhares de pessoas nas diferentes actividades que se realizam nestes dias, constitui a expressão da profunda religiosidade do povo da região, também observável nas ofertas ao Santuário. Ex-votos e iconografia dos mais variados tipos concentram-se na Capela das promessas. De particular destaque é um conjunto de quatro jibóias, uma das quais oferecidas em 1818 por um emigrante no Brasil.


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O Santuário de Nossa Senhora do Alívio, localiza-se no lugar do Alívio, em Soutelo, junto à EN que liga Vila Verde a Braga.
É um edifício de características muito simples, de planta rectangular, cuja frontaria apresenta duas torres e um frontão
triangular encimado pela imagem da Virgem com o Menino.
O interior caracteriza-se pela existência de seis pilastras, entre as quais se abrem grandes janelas que sustêm os arcos
que estruturam o tecto em abóbada.
A sua construção, que se iniciou por uma Capela, deve-se ao Reverendo Francisco Leite Fragoas, no cumprimento de
uma promessa a Nossa Senhora, na sequência de uma grave doença que o afectou.
O santuário do Alívio é um importante centro de peregrinação, como se comprova pela presença permanente de peregrinos, em especial ao Domingo, dia em que também se realiza uma pequena feira.

Porém, os dias mais importantes, são o segundo e terceiro Domingos de Setembro, altura em que ocorre a romaria em honra de Nossa Senhora do Alívio, na qual as procissões adquirem particular destaque. A procissão do primeiro Domingo, que sai do Santuário e ali regressa, caracteriza-se pela existência de vários andores, com destaque para o de Nossa Senhora do Alívio e muitos figurantes com bandeiras e outros estandartes. A procissão do segundo Domingo é marcada pela concentração dos peregrinos em dois locais distintos: o centro de Vila Verde e o cruzeiro dos Quatro Evangelistas em Soutelo. Destes locais, os peregrinos vão, em procissão, até ao Santuário.

Para além das procissões, realiza-se em ambos os dias, missa campal, cumprimento de promessas e feira.
A participação de milhares de pessoas nas diferentes actividades que se realizam nestes dias, constitui a expressão da profunda religiosidade do povo da região, também observável nas ofertas ao Santuário. Ex-votos e iconografia dos mais variados tipos concentram-se na Capela das promessas. De particular destaque é um conjunto de quatro jibóias, uma das quais oferecidas em 1818 por um emigrante no Brasil.


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O Santuário de Nossa Senhora do Alívio, localiza-se no lugar do Alívio, em Soutelo, junto à EN que liga Vila Verde a Braga.
É um edifício de características muito simples, de planta rectangular, cuja frontaria apresenta duas torres e um frontão
triangular encimado pela imagem da Virgem com o Menino.
O interior caracteriza-se pela existência de seis pilastras, entre as quais se abrem grandes janelas que sustêm os arcos
que estruturam o tecto em abóbada.
A sua construção, que se iniciou por uma Capela, deve-se ao Reverendo Francisco Leite Fragoas, no cumprimento de
uma promessa a Nossa Senhora, na sequência de uma grave doença que o afectou.
O santuário do Alívio é um importante centro de peregrinação, como se comprova pela presença permanente de peregrinos, em especial ao Domingo, dia em que também se realiza uma pequena feira.

Porém, os dias mais importantes, são o segundo e terceiro Domingos de Setembro, altura em que ocorre a romaria em honra de Nossa Senhora do Alívio, na qual as procissões adquirem particular destaque. A procissão do primeiro Domingo, que sai do Santuário e ali regressa, caracteriza-se pela existência de vários andores, com destaque para o de Nossa Senhora do Alívio e muitos figurantes com bandeiras e outros estandartes. A procissão do segundo Domingo é marcada pela concentração dos peregrinos em dois locais distintos: o centro de Vila Verde e o cruzeiro dos Quatro Evangelistas em Soutelo. Destes locais, os peregrinos vão, em procissão, até ao Santuário.

Para além das procissões, realiza-se em ambos os dias, missa campal, cumprimento de promessas e feira.
A participação de milhares de pessoas nas diferentes actividades que se realizam nestes dias, constitui a expressão da profunda religiosidade do povo da região, também observável nas ofertas ao Santuário. Ex-votos e iconografia dos mais variados tipos concentram-se na Capela das promessas. De particular destaque é um conjunto de quatro jibóias, uma das quais oferecidas em 1818 por um emigrante no Brasil.


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É um edifício de características muito simples, de planta rectangular, cuja frontaria apresenta duas torres e um frontão
triangular encimado pela imagem da Virgem com o Menino.
O interior caracteriza-se pela existência de seis pilastras, entre as quais se abrem grandes janelas que sustêm os arcos
que estruturam o tecto em abóbada.
A sua construção, que se iniciou por uma Capela, deve-se ao Reverendo Francisco Leite Fragoas, no cumprimento de
uma promessa a Nossa Senhora, na sequência de uma grave doença que o afectou.
O santuário do Alívio é um importante centro de peregrinação, como se comprova pela presença permanente de peregrinos, em especial ao Domingo, dia em que também se realiza uma pequena feira.

Porém, os dias mais importantes, são o segundo e terceiro Domingos de Setembro, altura em que ocorre a romaria em honra de Nossa Senhora do Alívio, na qual as procissões adquirem particular destaque. A procissão do primeiro Domingo, que sai do Santuário e ali regressa, caracteriza-se pela existência de vários andores, com destaque para o de Nossa Senhora do Alívio e muitos figurantes com bandeiras e outros estandartes. A procissão do segundo Domingo é marcada pela concentração dos peregrinos em dois locais distintos: o centro de Vila Verde e o cruzeiro dos Quatro Evangelistas em Soutelo. Destes locais, os peregrinos vão, em procissão, até ao Santuário.

Para além das procissões, realiza-se em ambos os dias, missa campal, cumprimento de promessas e feira.
A participação de milhares de pessoas nas diferentes actividades que se realizam nestes dias, constitui a expressão da profunda religiosidade do povo da região, também observável nas ofertas ao Santuário. Ex-votos e iconografia dos mais variados tipos concentram-se na Capela das promessas. De particular destaque é um conjunto de quatro jibóias, uma das quais oferecidas em 1818 por um emigrante no Brasil.


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HISTÓRIA:


O Santuário de Nossa Senhora do Alívio, localiza-se no lugar do Alívio, em Soutelo, junto à EN que liga Vila Verde a Braga.
É um edifício de características muito simples, de planta rectangular, cuja frontaria apresenta duas torres e um frontão
triangular encimado pela imagem da Virgem com o Menino.
O interior caracteriza-se pela existência de seis pilastras, entre as quais se abrem grandes janelas que sustêm os arcos
que estruturam o tecto em abóbada.
A sua construção, que se iniciou por uma Capela, deve-se ao Reverendo Francisco Leite Fragoas, no cumprimento de
uma promessa a Nossa Senhora, na sequência de uma grave doença que o afectou.
O santuário do Alívio é um importante centro de peregrinação, como se comprova pela presença permanente de peregrinos, em especial ao Domingo, dia em que também se realiza uma pequena feira.

Porém, os dias mais importantes, são o segundo e terceiro Domingos de Setembro, altura em que ocorre a romaria em honra de Nossa Senhora do Alívio, na qual as procissões adquirem particular destaque. A procissão do primeiro Domingo, que sai do Santuário e ali regressa, caracteriza-se pela existência de vários andores, com destaque para o de Nossa Senhora do Alívio e muitos figurantes com bandeiras e outros estandartes. A procissão do segundo Domingo é marcada pela concentração dos peregrinos em dois locais distintos: o centro de Vila Verde e o cruzeiro dos Quatro Evangelistas em Soutelo. Destes locais, os peregrinos vão, em procissão, até ao Santuário.

Para além das procissões, realiza-se em ambos os dias, missa campal, cumprimento de promessas e feira.
A participação de milhares de pessoas nas diferentes actividades que se realizam nestes dias, constitui a expressão da profunda religiosidade do povo da região, também observável nas ofertas ao Santuário. Ex-votos e iconografia dos mais variados tipos concentram-se na Capela das promessas. De particular destaque é um conjunto de quatro jibóias, uma das quais oferecidas em 1818 por um emigrante no Brasil.


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HISTÓRIA:


O Santuário de Nossa Senhora do Alívio, localiza-se no lugar do Alívio, em Soutelo, junto à EN que liga Vila Verde a Braga.
É um edifício de características muito simples, de planta rectangular, cuja frontaria apresenta duas torres e um frontão
triangular encimado pela imagem da Virgem com o Menino.
O interior caracteriza-se pela existência de seis pilastras, entre as quais se abrem grandes janelas que sustêm os arcos
que estruturam o tecto em abóbada.
A sua construção, que se iniciou por uma Capela, deve-se ao Reverendo Francisco Leite Fragoas, no cumprimento de
uma promessa a Nossa Senhora, na sequência de uma grave doença que o afectou.
O santuário do Alívio é um importante centro de peregrinação, como se comprova pela presença permanente de peregrinos, em especial ao Domingo, dia em que também se realiza uma pequena feira.

Porém, os dias mais importantes, são o segundo e terceiro Domingos de Setembro, altura em que ocorre a romaria em honra de Nossa Senhora do Alívio, na qual as procissões adquirem particular destaque. A procissão do primeiro Domingo, que sai do Santuário e ali regressa, caracteriza-se pela existência de vários andores, com destaque para o de Nossa Senhora do Alívio e muitos figurantes com bandeiras e outros estandartes. A procissão do segundo Domingo é marcada pela concentração dos peregrinos em dois locais distintos: o centro de Vila Verde e o cruzeiro dos Quatro Evangelistas em Soutelo. Destes locais, os peregrinos vão, em procissão, até ao Santuário.

Para além das procissões, realiza-se em ambos os dias, missa campal, cumprimento de promessas e feira.
A participação de milhares de pessoas nas diferentes actividades que se realizam nestes dias, constitui a expressão da profunda religiosidade do povo da região, também observável nas ofertas ao Santuário. Ex-votos e iconografia dos mais variados tipos concentram-se na Capela das promessas. De particular destaque é um conjunto de quatro jibóias, uma das quais oferecidas em 1818 por um emigrante no Brasil.


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MOSTEIRO DE SÃO MIGUEL DE REFOJOS - CABECEIRAS DE BASTO


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São Miguel de Refojos, Cabeceiras de Basto, vem na sequência de uma outra visita feita anteriormente, com o inconveniente de têr sido de noite, e por consequencia disso não tive acesso ao interior do Mosteiro, e por esse motivo a ausência de imagens do seu interior obrigou-me a uma segunda visita. Desta feita, apesar da chuva que se fazia sentir, o mosteiro estava aberto para tirar umas fotos, e eu não me fiz rogado.

HISTÓRIA:

Os cronistas regulares não acordam no nome do fundador deste notável Mosteiro, para uns Hermínio Fafes, para outros Gomes Soeiro. Porém estas afirmações não merecem crédito, embora na então sala do Capítulo do Mosteiro se tivesse colocado um pretenso retrato do segundo, como fundador, nem deverá conceder-se maior importância ao informe de Frei Leão de S. Tomás, de que no Mosteiro haviam aparecido sepulturas datadas de 670 e 701. Certo é que o Mosteiro existia já em princípios do Séc. XII, não se conhecendo com exactidão desde quando, e que os seus padroeiros eram os descendentes do rico-homem D. Gomes Mendes, “Guedeão”, que viveu em meados desse século, certamente porque foi dele o Mosteiro próprio de seus antepassados, dominantes na terra de Basto e, por aquela possessão, seus fundadores e senhores do luar de “Refúgios”.
O mais antigo desses nobres possessores é um “domno” Mendo, que viveu na segunda metade do século XI e de cuja ascendência nada se pode determinar de provável. Sucedeu-lhe nestas propriedades – “Villa” e respectivo “acistério” de S. Miguel – o filho, que os linhagistas medievais registaram com o nome de D. Gueda “O Velho”, para o distinguirem de outros homónimos, seus descendentes. É, indubitavelmente, um grande rico-homem da “escola” do Conde D. Henrique, D. Teresa e de D. Afonso Henriques.

No século XIII, a maior parte do padroado do Mosteiro passou de Gomes Mendes “Guedeão” a seu filho D. Egas Gomes Barroso. Dele passou à sua descendência, principalmente Gonçalo Viegas e Gomes Viegas “de Basto”. Estes e muitos outros padroeiros de Refojos eram proprietários nobres de locais à roda do convento nos séculos XII e XIII.
No século XIV, foi o Vasco Gonçalves “Barroso”, primeiro marido da que foi esposa do condestável D. Nuno Álvares Pereira, D. Leonor de Alvim; e esse seu filho de algo dotou o Mosteiro com muitos haveres. O rei D. Afonso Henriques havia coutado este Mosteiro ao seu abade Bento Mendes, por 800 maravedis; e pela inquirição se vê que nele se compreenderam, além do Mosteiro, as paróquias de S. Pedro de Alvite e Sta. Maria de Outeiro, respectivamente com dezassete e trinta casas. A igreja do Mosteiro era obrigada a dar apenas por ano quarenta maravedis velhos à Coroa.


D. Dinis, em 20/12/1223, deu carta “a Martim Gil priol do mosteyro de Reffojos de Basto e procurador do Abade e Convento do dito mosteyro” a respeito do escambo que Pero Foncinha e o comendador do “Barro” – Rio Gonçalves “tinham feito pelo rei e em seu nome pelas herdades em Adaúfe e em Crespos” por outros que os monges tinham em Vilalva dadas "pera sua pobra de Vila Real".
O Mosteiro de Refojos de Basto era governado por abades perpétuos, mas no reinado de D. Duarte passou a sê-lo por abades comendatários. Foi o primeiro D. Gonçalo Borges, em cuja família o cargo de manteve por 109 anos. Depois da morte de Francisco Borges, último daquela família, sucedeu-lhe D. Duarte, filho bastardo de D. João III, que veio a ascender ao arcebispado de Braga.
Foi seu sucessor o ilustre Frei Diogo de Murça, jerónimo, que governou a casa com o título de administrador perpétuo. Pediu este ao Papa Paulo III que extinguisse o Mosteiro e permitisse que as suas rendas fossem aplicadas a dois colégios que se deveriam fundar em Coimbra, um de S. Bento e outro de S. Jerónimo. O sobrante seria para construir um outro colégio para 12 pobres. O pontífice anuiu ao pedido e expediram-se as bulas nesse sentido, recebidas por Frei Diogo de Murça, em Coimbra, onde então reitorava a Universidade. Os padres, porém apelaram destas bulas e Frei Diogo reconsiderou, rogando para Roma que se mantivesse o Mosteiro com 12 padres e um prior e fosse reformado com os demais. Paulo IV acedeu a este novo pedido em 1555. Frei Diogo de Murça morreu no Mosteiro em 1570 e nele foi sepultado.

D. João Pinto, Cónego regrante de Sta. Cruz de Coimbra foi o último abade comendatário e, por bula de S. Pio V, o governo do Mosteiro foi entregue a abades trienais.
Gozou o Mosteiro de Refojos de Basto de avultadas rendas, quase todas em Trás-os-Montes, que eram divididas a meio com a Casa de Bragança, por serem herança do já referido Vasco Gonçalves “Barroso”, que foi sepultado no Mosteiro. A Igreja do Convento foi reconstruída em 1690, ficando com duas torres soberbas e muito elegantes.
O Mosteiro foi vendido pelo Estado, depois da extinção das Ordens Religiosas, em 1834.
Arte
A Igreja do Mosteiro é toda de estilo Barroco. São de realçar as seguintes partes da Igreja:

•Na fachada dos lados direito e esquerdo estão colocadas as estátuas em tamanho natural do fundador da Ordem de S. Bento – São Bento de Núrcia, e de Santa Escolástica. •Ala exterior em forma de varandim, tendo ao fundo, em nicho, a imagem de S. Miguel, e onde se celebrava missa campal no dia do padroeiro, S. Miguel, dia 29 de Setembro, em que o povo enchia toda a Alameda do Convento, hoje Praça da República. •Figuras demoníacas, máscaras e também conhecidas por carrancas colocadas dos dois lados interiores logo a seguir à entrada da Igreja. •Órgão duplo nas duas laterais, sendo um mudo. •Dois púlpitos em castanho, pintados, em imitação de mármores e parcialmente dourados (data: 1777/1780). Pintados e dourados em 1786/1789. Gradeamento em pau ébano. •Capela do Santíssimo Sacramento em castanho pintado e dourado (data: 1780/1789) – com dois anjos tocheiros de madeira estofada, e o Santo Cristo da Capela do SS. Sacramento em castanho estofado (data: 1783/1786?). •Altar-Mor com credencia. Do esplendor da talha são de salientar alguns efeitos especiais, como a orla de “chamas” do pináculo da obra, as fitas de folhas cingindo as molduras convexas e o formoso festão de margaridas e rosas no remate da portada. A Capela do Altar-Mor é em castanho dourado (1764/1767). Dourada em 1780/1783. A Capela e o Altar-Mor foram concebidos por Frei José de Santo António. •A Sacristia seiscentista possui, além de outros elementos de interesse, um arco inclinado, único nos monumentos do país, quatro espelhos em castanho (1767/1770) e dois contadores da mesma data. Os espelhos foram baseados num modelo inglês. •Claustros com elegantes colunas de pedra e ao centro com uma taça também de granito. •Zimbório em circunferência e rodeado por uma varanda interior e exterior e tendo ainda as esbeltas estátuas dos doze apóstolos, em tamanho natural e no remate, a do arcanjo São Miguel, rodeada por outra varanda. •As cadeiras do Coro são em castanho (1767/1770) do qual o Coro consta o cadeiral, as sanefas e portas das portadas e três sanefas dos janelões. O grande cadeiral foi composto em dois andares com 45 assentos em forma de U com cadeira do D. Abade no centro, segundo a tradição beneditina. •A igreja possui ainda uma mísula com a imagem de S. Miguel Arcanjo (data: 1767/1770).
FONTE: www.cm-cabeceiras-basto.pt

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MOSTEIRO DE SÃO MIGUEL DE REFOJOS - CABECEIRAS DE BASTO


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:

São Miguel de Refojos, Cabeceiras de Basto, vem na sequência de uma outra visita feita anteriormente, com o inconveniente de têr sido de noite, e por consequencia disso não tive acesso ao interior do Mosteiro, e por esse motivo a ausência de imagens do seu interior obrigou-me a uma segunda visita. Desta feita, apesar da chuva que se fazia sentir, o mosteiro estava aberto para tirar umas fotos, e eu não me fiz rogado.

HISTÓRIA:

Os cronistas regulares não acordam no nome do fundador deste notável Mosteiro, para uns Hermínio Fafes, para outros Gomes Soeiro. Porém estas afirmações não merecem crédito, embora na então sala do Capítulo do Mosteiro se tivesse colocado um pretenso retrato do segundo, como fundador, nem deverá conceder-se maior importância ao informe de Frei Leão de S. Tomás, de que no Mosteiro haviam aparecido sepulturas datadas de 670 e 701. Certo é que o Mosteiro existia já em princípios do Séc. XII, não se conhecendo com exactidão desde quando, e que os seus padroeiros eram os descendentes do rico-homem D. Gomes Mendes, “Guedeão”, que viveu em meados desse século, certamente porque foi dele o Mosteiro próprio de seus antepassados, dominantes na terra de Basto e, por aquela possessão, seus fundadores e senhores do luar de “Refúgios”.
O mais antigo desses nobres possessores é um “domno” Mendo, que viveu na segunda metade do século XI e de cuja ascendência nada se pode determinar de provável. Sucedeu-lhe nestas propriedades – “Villa” e respectivo “acistério” de S. Miguel – o filho, que os linhagistas medievais registaram com o nome de D. Gueda “O Velho”, para o distinguirem de outros homónimos, seus descendentes. É, indubitavelmente, um grande rico-homem da “escola” do Conde D. Henrique, D. Teresa e de D. Afonso Henriques.

No século XIII, a maior parte do padroado do Mosteiro passou de Gomes Mendes “Guedeão” a seu filho D. Egas Gomes Barroso. Dele passou à sua descendência, principalmente Gonçalo Viegas e Gomes Viegas “de Basto”. Estes e muitos outros padroeiros de Refojos eram proprietários nobres de locais à roda do convento nos séculos XII e XIII.
No século XIV, foi o Vasco Gonçalves “Barroso”, primeiro marido da que foi esposa do condestável D. Nuno Álvares Pereira, D. Leonor de Alvim; e esse seu filho de algo dotou o Mosteiro com muitos haveres. O rei D. Afonso Henriques havia coutado este Mosteiro ao seu abade Bento Mendes, por 800 maravedis; e pela inquirição se vê que nele se compreenderam, além do Mosteiro, as paróquias de S. Pedro de Alvite e Sta. Maria de Outeiro, respectivamente com dezassete e trinta casas. A igreja do Mosteiro era obrigada a dar apenas por ano quarenta maravedis velhos à Coroa.


D. Dinis, em 20/12/1223, deu carta “a Martim Gil priol do mosteyro de Reffojos de Basto e procurador do Abade e Convento do dito mosteyro” a respeito do escambo que Pero Foncinha e o comendador do “Barro” – Rio Gonçalves “tinham feito pelo rei e em seu nome pelas herdades em Adaúfe e em Crespos” por outros que os monges tinham em Vilalva dadas "pera sua pobra de Vila Real".
O Mosteiro de Refojos de Basto era governado por abades perpétuos, mas no reinado de D. Duarte passou a sê-lo por abades comendatários. Foi o primeiro D. Gonçalo Borges, em cuja família o cargo de manteve por 109 anos. Depois da morte de Francisco Borges, último daquela família, sucedeu-lhe D. Duarte, filho bastardo de D. João III, que veio a ascender ao arcebispado de Braga.
Foi seu sucessor o ilustre Frei Diogo de Murça, jerónimo, que governou a casa com o título de administrador perpétuo. Pediu este ao Papa Paulo III que extinguisse o Mosteiro e permitisse que as suas rendas fossem aplicadas a dois colégios que se deveriam fundar em Coimbra, um de S. Bento e outro de S. Jerónimo. O sobrante seria para construir um outro colégio para 12 pobres. O pontífice anuiu ao pedido e expediram-se as bulas nesse sentido, recebidas por Frei Diogo de Murça, em Coimbra, onde então reitorava a Universidade. Os padres, porém apelaram destas bulas e Frei Diogo reconsiderou, rogando para Roma que se mantivesse o Mosteiro com 12 padres e um prior e fosse reformado com os demais. Paulo IV acedeu a este novo pedido em 1555. Frei Diogo de Murça morreu no Mosteiro em 1570 e nele foi sepultado.

D. João Pinto, Cónego regrante de Sta. Cruz de Coimbra foi o último abade comendatário e, por bula de S. Pio V, o governo do Mosteiro foi entregue a abades trienais.
Gozou o Mosteiro de Refojos de Basto de avultadas rendas, quase todas em Trás-os-Montes, que eram divididas a meio com a Casa de Bragança, por serem herança do já referido Vasco Gonçalves “Barroso”, que foi sepultado no Mosteiro. A Igreja do Convento foi reconstruída em 1690, ficando com duas torres soberbas e muito elegantes.
O Mosteiro foi vendido pelo Estado, depois da extinção das Ordens Religiosas, em 1834.
Arte
A Igreja do Mosteiro é toda de estilo Barroco. São de realçar as seguintes partes da Igreja:

•Na fachada dos lados direito e esquerdo estão colocadas as estátuas em tamanho natural do fundador da Ordem de S. Bento – São Bento de Núrcia, e de Santa Escolástica. •Ala exterior em forma de varandim, tendo ao fundo, em nicho, a imagem de S. Miguel, e onde se celebrava missa campal no dia do padroeiro, S. Miguel, dia 29 de Setembro, em que o povo enchia toda a Alameda do Convento, hoje Praça da República. •Figuras demoníacas, máscaras e também conhecidas por carrancas colocadas dos dois lados interiores logo a seguir à entrada da Igreja. •Órgão duplo nas duas laterais, sendo um mudo. •Dois púlpitos em castanho, pintados, em imitação de mármores e parcialmente dourados (data: 1777/1780). Pintados e dourados em 1786/1789. Gradeamento em pau ébano. •Capela do Santíssimo Sacramento em castanho pintado e dourado (data: 1780/1789) – com dois anjos tocheiros de madeira estofada, e o Santo Cristo da Capela do SS. Sacramento em castanho estofado (data: 1783/1786?). •Altar-Mor com credencia. Do esplendor da talha são de salientar alguns efeitos especiais, como a orla de “chamas” do pináculo da obra, as fitas de folhas cingindo as molduras convexas e o formoso festão de margaridas e rosas no remate da portada. A Capela do Altar-Mor é em castanho dourado (1764/1767). Dourada em 1780/1783. A Capela e o Altar-Mor foram concebidos por Frei José de Santo António. •A Sacristia seiscentista possui, além de outros elementos de interesse, um arco inclinado, único nos monumentos do país, quatro espelhos em castanho (1767/1770) e dois contadores da mesma data. Os espelhos foram baseados num modelo inglês. •Claustros com elegantes colunas de pedra e ao centro com uma taça também de granito. •Zimbório em circunferência e rodeado por uma varanda interior e exterior e tendo ainda as esbeltas estátuas dos doze apóstolos, em tamanho natural e no remate, a do arcanjo São Miguel, rodeada por outra varanda. •As cadeiras do Coro são em castanho (1767/1770) do qual o Coro consta o cadeiral, as sanefas e portas das portadas e três sanefas dos janelões. O grande cadeiral foi composto em dois andares com 45 assentos em forma de U com cadeira do D. Abade no centro, segundo a tradição beneditina. •A igreja possui ainda uma mísula com a imagem de S. Miguel Arcanjo (data: 1767/1770).
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São Miguel de Refojos, Cabeceiras de Basto, vem na sequência de uma outra visita feita anteriormente, com o inconveniente de têr sido de noite, e por consequencia disso não tive acesso ao interior do Mosteiro, e por esse motivo a ausência de imagens do seu interior obrigou-me a uma segunda visita. Desta feita, apesar da chuva que se fazia sentir, o mosteiro estava aberto para tirar umas fotos, e eu não me fiz rogado.

HISTÓRIA:

Os cronistas regulares não acordam no nome do fundador deste notável Mosteiro, para uns Hermínio Fafes, para outros Gomes Soeiro. Porém estas afirmações não merecem crédito, embora na então sala do Capítulo do Mosteiro se tivesse colocado um pretenso retrato do segundo, como fundador, nem deverá conceder-se maior importância ao informe de Frei Leão de S. Tomás, de que no Mosteiro haviam aparecido sepulturas datadas de 670 e 701. Certo é que o Mosteiro existia já em princípios do Séc. XII, não se conhecendo com exactidão desde quando, e que os seus padroeiros eram os descendentes do rico-homem D. Gomes Mendes, “Guedeão”, que viveu em meados desse século, certamente porque foi dele o Mosteiro próprio de seus antepassados, dominantes na terra de Basto e, por aquela possessão, seus fundadores e senhores do luar de “Refúgios”.
O mais antigo desses nobres possessores é um “domno” Mendo, que viveu na segunda metade do século XI e de cuja ascendência nada se pode determinar de provável. Sucedeu-lhe nestas propriedades – “Villa” e respectivo “acistério” de S. Miguel – o filho, que os linhagistas medievais registaram com o nome de D. Gueda “O Velho”, para o distinguirem de outros homónimos, seus descendentes. É, indubitavelmente, um grande rico-homem da “escola” do Conde D. Henrique, D. Teresa e de D. Afonso Henriques.

No século XIII, a maior parte do padroado do Mosteiro passou de Gomes Mendes “Guedeão” a seu filho D. Egas Gomes Barroso. Dele passou à sua descendência, principalmente Gonçalo Viegas e Gomes Viegas “de Basto”. Estes e muitos outros padroeiros de Refojos eram proprietários nobres de locais à roda do convento nos séculos XII e XIII.
No século XIV, foi o Vasco Gonçalves “Barroso”, primeiro marido da que foi esposa do condestável D. Nuno Álvares Pereira, D. Leonor de Alvim; e esse seu filho de algo dotou o Mosteiro com muitos haveres. O rei D. Afonso Henriques havia coutado este Mosteiro ao seu abade Bento Mendes, por 800 maravedis; e pela inquirição se vê que nele se compreenderam, além do Mosteiro, as paróquias de S. Pedro de Alvite e Sta. Maria de Outeiro, respectivamente com dezassete e trinta casas. A igreja do Mosteiro era obrigada a dar apenas por ano quarenta maravedis velhos à Coroa.


D. Dinis, em 20/12/1223, deu carta “a Martim Gil priol do mosteyro de Reffojos de Basto e procurador do Abade e Convento do dito mosteyro” a respeito do escambo que Pero Foncinha e o comendador do “Barro” – Rio Gonçalves “tinham feito pelo rei e em seu nome pelas herdades em Adaúfe e em Crespos” por outros que os monges tinham em Vilalva dadas "pera sua pobra de Vila Real".
O Mosteiro de Refojos de Basto era governado por abades perpétuos, mas no reinado de D. Duarte passou a sê-lo por abades comendatários. Foi o primeiro D. Gonçalo Borges, em cuja família o cargo de manteve por 109 anos. Depois da morte de Francisco Borges, último daquela família, sucedeu-lhe D. Duarte, filho bastardo de D. João III, que veio a ascender ao arcebispado de Braga.
Foi seu sucessor o ilustre Frei Diogo de Murça, jerónimo, que governou a casa com o título de administrador perpétuo. Pediu este ao Papa Paulo III que extinguisse o Mosteiro e permitisse que as suas rendas fossem aplicadas a dois colégios que se deveriam fundar em Coimbra, um de S. Bento e outro de S. Jerónimo. O sobrante seria para construir um outro colégio para 12 pobres. O pontífice anuiu ao pedido e expediram-se as bulas nesse sentido, recebidas por Frei Diogo de Murça, em Coimbra, onde então reitorava a Universidade. Os padres, porém apelaram destas bulas e Frei Diogo reconsiderou, rogando para Roma que se mantivesse o Mosteiro com 12 padres e um prior e fosse reformado com os demais. Paulo IV acedeu a este novo pedido em 1555. Frei Diogo de Murça morreu no Mosteiro em 1570 e nele foi sepultado.

D. João Pinto, Cónego regrante de Sta. Cruz de Coimbra foi o último abade comendatário e, por bula de S. Pio V, o governo do Mosteiro foi entregue a abades trienais.
Gozou o Mosteiro de Refojos de Basto de avultadas rendas, quase todas em Trás-os-Montes, que eram divididas a meio com a Casa de Bragança, por serem herança do já referido Vasco Gonçalves “Barroso”, que foi sepultado no Mosteiro. A Igreja do Convento foi reconstruída em 1690, ficando com duas torres soberbas e muito elegantes.
O Mosteiro foi vendido pelo Estado, depois da extinção das Ordens Religiosas, em 1834.
Arte
A Igreja do Mosteiro é toda de estilo Barroco. São de realçar as seguintes partes da Igreja:

•Na fachada dos lados direito e esquerdo estão colocadas as estátuas em tamanho natural do fundador da Ordem de S. Bento – São Bento de Núrcia, e de Santa Escolástica. •Ala exterior em forma de varandim, tendo ao fundo, em nicho, a imagem de S. Miguel, e onde se celebrava missa campal no dia do padroeiro, S. Miguel, dia 29 de Setembro, em que o povo enchia toda a Alameda do Convento, hoje Praça da República. •Figuras demoníacas, máscaras e também conhecidas por carrancas colocadas dos dois lados interiores logo a seguir à entrada da Igreja. •Órgão duplo nas duas laterais, sendo um mudo. •Dois púlpitos em castanho, pintados, em imitação de mármores e parcialmente dourados (data: 1777/1780). Pintados e dourados em 1786/1789. Gradeamento em pau ébano. •Capela do Santíssimo Sacramento em castanho pintado e dourado (data: 1780/1789) – com dois anjos tocheiros de madeira estofada, e o Santo Cristo da Capela do SS. Sacramento em castanho estofado (data: 1783/1786?). •Altar-Mor com credencia. Do esplendor da talha são de salientar alguns efeitos especiais, como a orla de “chamas” do pináculo da obra, as fitas de folhas cingindo as molduras convexas e o formoso festão de margaridas e rosas no remate da portada. A Capela do Altar-Mor é em castanho dourado (1764/1767). Dourada em 1780/1783. A Capela e o Altar-Mor foram concebidos por Frei José de Santo António. •A Sacristia seiscentista possui, além de outros elementos de interesse, um arco inclinado, único nos monumentos do país, quatro espelhos em castanho (1767/1770) e dois contadores da mesma data. Os espelhos foram baseados num modelo inglês. •Claustros com elegantes colunas de pedra e ao centro com uma taça também de granito. •Zimbório em circunferência e rodeado por uma varanda interior e exterior e tendo ainda as esbeltas estátuas dos doze apóstolos, em tamanho natural e no remate, a do arcanjo São Miguel, rodeada por outra varanda. •As cadeiras do Coro são em castanho (1767/1770) do qual o Coro consta o cadeiral, as sanefas e portas das portadas e três sanefas dos janelões. O grande cadeiral foi composto em dois andares com 45 assentos em forma de U com cadeira do D. Abade no centro, segundo a tradição beneditina. •A igreja possui ainda uma mísula com a imagem de S. Miguel Arcanjo (data: 1767/1770).
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São Miguel de Refojos 2,Cabeceiras de Basto, vem na sequência do SlideShow já exibido em outra visita feita anteriormente, mas com o inconveniente de têr sido de noite, e por consequencia disso não tive acesso ao interior do Mosteiro, e por esse motivo a ausência de imagens do seu interior. Desta feita, apesar da chuva que se fazia sentir, o mosteiro estava aberto, e as fotos que faltaram no primeiro SlideShow

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