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LORDELO - PAREDES


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


A Area de Serviço para Autocaravanas fica situada na Vila de Lordelo - Paredes - junto á igreja e jardins envolventes, de área abrangente, com espaços lúdicos e de lazer, beira-rio, que convidam em tempos de verão a pic-nics à sombra de videiras e cheiro a uvas. O espaço está ainda dotado de bares, esplanadas, e amplos estacionamentos.




             HISTÓRIA:

Lordelo é, indiscutivelmente, um nome de origem latina. Remontando no tempo, aparece sob as formas de Lordelo – Loordello – Laordello, derivadas do diminutivo do latim medieval Lauretellum , feito sobre a palavra lauretum, isto é, louredo, loureiro. Este processo de formação vocabular toponímica não tem nada de singular e aparece em nomes de muitas terras portuguesas. Nada tem haver com lord inglês, e nunca aqui houve qualquer história sobre um lord encantado.</span>



Lordelo,de Lauretellum , é, portanto, um pequeno loureiro e, por metonímia do continente, pelo conteúdo, ou por extensão, passou a indicar terra de loureiros. Trata-se, pois, de um topónimo latino, relacionado com a flora, derivado, sem dúvida, da abundância de moitas de loureiro que, ainda hoje, se encontram na nossa terra. O nome anda ligado à realidade telúrica e aparece associado a outros tipos de vegetação da freguesia de Lordelo, tais como Giesteira, Pinheiro, Codeçal, Souto, Seara, Escalheiros.


Estes nomes actuais levam-nos a um passado distante, de carácter eminentemente rural e agrícola; eles permitem-nos, ao menos em espírito, aspirar ainda o cheiro forte dos loureiros, giestas, pinheiros, carvalhos e codeços e contemplar, sôfregos e esperançados,ao longo da estrada moderna, os campos de milho, centeio e trigo em searas ondulantes beijadas pela brisa. Com estas plantas, a que é preciso agora acrescentar os eucaliptos e as videiras, podemos reconstituir, na actualidade, o manto florestal da nossa terra. Floresta e campo foram as matrizes geradoras desta freguesia e o incentivo do trabalho dos humildes lordelenses de antanho. De resto, os nomes de lugares como Alvarinhos, Lubazim, Gaínde, Ataínde,Mide, Paço, Paço de Álem, ou nos transportam à ocupação da terra pelos bárbaros com as quintas que então se formaram ou nos mostram a caracterização do terreno, como Fundão, Monte, Venal, Boavista, Alto da Ribeira. Outros nomes denunciam a posterior partilha da terra ou o seu desenvolvimento: Carreiro, Entre Bouças, Rua Nova, Paredes Alagadas, Azenha, João XXIII, Paulo XI, Varziela.</span>




Historicamente, o nome de Lordelo aparece pela primeira vez, segundo julgamos saber, nas Inquirições de D. Afonso II, em 1220, lá aparece a "Collatio Sancti Iacob de Lordelo". Era assim que se chamava a nossa terra, quando Portugal ganhava espaço no continente europeu afirmando-se como nação no contexto das nações e a língua portuguesa ensaiava os primeiros passos, que a trouxeram da latinidade à lusofonia. Mas a povoação é anterior, com certeza, como o demonstra a onomástica de alguns lugares de evidente proveniência suevo-visigótica.</span>


Na ordenação do território nacional, Lordelo manteve-se séculos no Julgado de Vermoim, termo de Barcelos, passando, entretanto, na divisão administrativa de Mouzinho da Silveira em 1836, para o Concelho de Guimarães, ficando a fazer parte do "Berço da Nacionalidade".

Lordelo é, por conseguinte, o nome medieval duma paróquia que abrange, actualmente, toda a freguesia de Lordelo, inclusive a extinta de S. João de Calvos. O nome Lordelo está também ligado ao lugar de Lordelo, no alto da freguesia a caminho de Guimarães.
Fotos: F.D.Silva</span>
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LORDELO - PAREDES


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


A Area de Serviço para Autocaravanas fica situada na Vila de Lordelo - Paredes - junto á igreja e jardins envolventes, de área abrangente, com espaços lúdicos e de lazer, beira-rio, que convidam em tempos de verão a pic-nics à sombra de videiras e cheiro a uvas. O espaço está ainda dotado de bares, esplanadas, e amplos estacionamentos.




             HISTÓRIA:

Lordelo é, indiscutivelmente, um nome de origem latina. Remontando no tempo, aparece sob as formas de Lordelo – Loordello – Laordello, derivadas do diminutivo do latim medieval Lauretellum , feito sobre a palavra lauretum, isto é, louredo, loureiro. Este processo de formação vocabular toponímica não tem nada de singular e aparece em nomes de muitas terras portuguesas. Nada tem haver com lord inglês, e nunca aqui houve qualquer história sobre um lord encantado.



Lordelo,de Lauretellum , é, portanto, um pequeno loureiro e, por metonímia do continente, pelo conteúdo, ou por extensão, passou a indicar terra de loureiros. Trata-se, pois, de um topónimo latino, relacionado com a flora, derivado, sem dúvida, da abundância de moitas de loureiro que, ainda hoje, se encontram na nossa terra. O nome anda ligado à realidade telúrica e aparece associado a outros tipos de vegetação da freguesia de Lordelo, tais como Giesteira, Pinheiro, Codeçal, Souto, Seara, Escalheiros.


Estes nomes actuais levam-nos a um passado distante, de carácter eminentemente rural e agrícola; eles permitem-nos, ao menos em espírito, aspirar ainda o cheiro forte dos loureiros, giestas, pinheiros, carvalhos e codeços e contemplar, sôfregos e esperançados,ao longo da estrada moderna, os campos de milho, centeio e trigo em searas ondulantes beijadas pela brisa. Com estas plantas, a que é preciso agora acrescentar os eucaliptos e as videiras, podemos reconstituir, na actualidade, o manto florestal da nossa terra. Floresta e campo foram as matrizes geradoras desta freguesia e o incentivo do trabalho dos humildes lordelenses de antanho. De resto, os nomes de lugares como Alvarinhos, Lubazim, Gaínde, Ataínde,Mide, Paço, Paço de Álem, ou nos transportam à ocupação da terra pelos bárbaros com as quintas que então se formaram ou nos mostram a caracterização do terreno, como Fundão, Monte, Venal, Boavista, Alto da Ribeira. Outros nomes denunciam a posterior partilha da terra ou o seu desenvolvimento: Carreiro, Entre Bouças, Rua Nova, Paredes Alagadas, Azenha, João XXIII, Paulo XI, Varziela.




Historicamente, o nome de Lordelo aparece pela primeira vez, segundo julgamos saber, nas Inquirições de D. Afonso II, em 1220, lá aparece a "Collatio Sancti Iacob de Lordelo". Era assim que se chamava a nossa terra, quando Portugal ganhava espaço no continente europeu afirmando-se como nação no contexto das nações e a língua portuguesa ensaiava os primeiros passos, que a trouxeram da latinidade à lusofonia. Mas a povoação é anterior, com certeza, como o demonstra a onomástica de alguns lugares de evidente proveniência suevo-visigótica.


Na ordenação do território nacional, Lordelo manteve-se séculos no Julgado de Vermoim, termo de Barcelos, passando, entretanto, na divisão administrativa de Mouzinho da Silveira em 1836, para o Concelho de Guimarães, ficando a fazer parte do "Berço da Nacionalidade".

Lordelo é, por conseguinte, o nome medieval duma paróquia que abrange, actualmente, toda a freguesia de Lordelo, inclusive a extinta de S. João de Calvos. O nome Lordelo está também ligado ao lugar de Lordelo, no alto da freguesia a caminho de Guimarães.
Fonte: http://www.jf-lordelo.pt
Fotos: F.D.Silva

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A.S. DE LORDELO - PAREDES

Breve Apontamento AuToCaRaVaNiStA:

Já tinhamos referenciado superficialmente esta área de serviço para autocaravanas em outro Slideshow aquí no sítio do AuToCaRaVaNiStA. Situada em Lordelo - Paredes - junto á igreja e jardins envolventes, de área abrangente, com espaços lúdicos e de lazer, beira-rio, que convidam em tempos de verão a pic-nics á sombra de videiras e cheiro a uvas. O espaço está ainda dotado de bares, e amplos estacionamentos.

Fotos: F.D.Silva

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Já tinhamos referenciado superficialmente esta área de serviço para autocaravanas em outro Slideshow aquí no sítio do AuToCaRaVaNiStA. Situada em Lordelo - Paredes - junto á igreja e jardins envolventes, de área abrangente, com espaços lúdicos e de lazer, beira-rio, que convidam em tempos de verão a pic-nics á sombra de videiras e cheiro a uvas. O espaço está ainda dotado de bares, e amplos estacionamentos.

Fotos: F.D.Silva

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Já tinhamos referenciado superficialmente esta área de serviço para autocaravanas em outro Slideshow aquí no sítio do AuToCaRaVaNiStA.
Situada em Lordelo - Paredes - junto á igreja e jardins envolventes, de área abrangente, com espaços lúdicos e de lazer, beira-rio, que convidam em tempos de verão a pic-nics á sombra de videiras e cheiro a uvas. O espaço está ainda dotado de bares, e amplos estacionamentos.


Fotos: F.D.Silva


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Já tinhamos referenciado superficialmente esta área de serviço para autocaravanas em outro Slideshow aquí no sítio do AuToCaRaVaNiStA.
Situada em Lordelo - Paredes - junto á igreja e jardins envolventes, de área abrangente, com espaços lúdicos e de lazer, beira-rio, que convidam em tempos de verão a pic-nics á sombra de videiras e cheiro a uvas. O espaço está ainda dotado de bares, e amplos estacionamentos.


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Já tinhamos referenciado superficialmente esta área de serviço para autocaravanas em outro Slideshow aquí no sítio do AuToCaRaVaNiStA.
Situada em Lordelo - Paredes - junto á igreja e jardins envolventes, de área abrangente, com espaços lúdicos e de lazer, beira-rio, que convidam em tempos de verão a pic-nics á sombra de videiras e cheiro a uvas. O espaço está ainda dotado de bares, e amplos estacionamentos.


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Já tinhamos referenciado superficialmente esta área de serviço para autocaravanas em outro Slideshow aquí no sítio do AuToCaRaVaNiStA.
Situada em Lordelo - Paredes - junto á igreja e jardins envolventes, de área abrangente, com espaços lúdicos e de lazer, beira-rio, que convidam em tempos de verão a pic-nics á sombra de videiras e cheiro a uvas. O espaço está ainda dotado de bares, e amplos estacionamentos.


Fotos: F.D.Silva


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Breve Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


Já tinhamos referenciado superficialmente esta área de serviço para autocaravanas em outro Slideshow aquí no sítio do AuToCaRaVaNiStA.
Situada em Lordelo - Paredes - junto á igreja e jardins envolventes, de área abrangente, com espaços lúdicos e de lazer, beira-rio, que convidam em tempos de verão a pic-nics á sombra de videiras e cheiro a uvas. O espaço está ainda dotado de bares, e amplos estacionamentos.


Fotos: F.D.Silva


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A.S. DE LORDELO - PAREDES



Breve Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


Já tinhamos referenciado superficialmente esta área de serviço para autocaravanas em outro Slideshow aquí no sítio do AuToCaRaVaNiStA.
Situada em Lordelo - Paredes - junto á igreja e jardins envolventes, de área abrangente, com espaços lúdicos e de lazer, beira-rio, que convidam em tempos de verão a pic-nics á sombra de videiras e cheiro a uvas. O espaço está ainda dotado de bares, e amplos estacionamentos.


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ARCOS DE VALDEVEZ - VIANA DO CASTELO

Apontamento AuToCaRaVaNiStA:
Arcos de Valdevez é sede de Concelho, pertence ao Distrito de Viana do Castelo, é atualmente uma Vila moderna e arejada, tem uma magnífica vista noturna, com a luz amarela a espelhar o rio sobre a ponte, misturando o verde dos jardins com o susurrar das aguas, os espaços de lazer bem ordenados, e a zona histórica. Local aprazível de grande qualidade para visitar.



              HISTÓRIA:
O território de Arcos de Valdevez apresenta uma vasta panóplia de espaços, onde o convívio entre História milenar, Natureza e intervenção humana assumem uma peculiar feição, por trajectos que se estendem por uma mancha de território de cerca de 450 metros quadrados, uma das mais significativas do país.A relação histórica entre a ocupação humana dos espaços e a organização natural dos mesmos assume no caso do vale do Rio Vez um papel de primordial importância. As múltiplas áreas de regadio e de terrenos férteis proporcionados pelo rio e seus afluentes e a existência de amplos anfiteatros naturais, opondo zonas de serra e de planície, favoreceu desde muito cedo o estabelecimento de comunidades humanas neste espaço.As primeiras fixações, ocorridas entre os finais do Vº e inícios do IIIº milénio antes de Cristo, são verificadas arqueologicamente nas dezenas de monumentos funerários (mamoas e antas) existentes no aro do concelho, observáveis, por exemplo, no Núcleo Megalítico do Mezio, bem como nas manifestações de arte rupestre, notavelmente representada na estação arqueológica do Gião. O período proto-histórico e de ocupação romana revela vestígios diversos, não só na toponímia local, mas, sobretudo, na quantidade significativa de recintos defensivos e habitacionais, os "castros", existentes por todo o concelho, e onde os casos de Ázere, Álvora e Cendufe serão, provavelmente, os mais conhecidos.A Idade Média trás consigo uma organização do território e do espaço que será também ela um reflexo das condicionantes naturais e da geografia. A distribuição das paróquias medievais e dos primeiros mosteiros aproveita os recursos das áreas planálticas e de monte, como os casos exemplares dos mosteiros de Ermelo (cisterciense) e Santa Maria de Miranda (de base beneditina). As áreas de serrania facilitaram a fixação das populações baseadas essencialmente numa tradição de pastorícia e de uso sazonal, recuperada pelas actuais "brandas" e "inverneiras". A montanha favoreceu o desenvolvimento de recursos naturais abundantes, sobretudo de caça diversa, que juntamente com a sua posição estratégica de fronteira, cedo impeliram os primeiros monarcas nacionais a visitar e a incentivar a fixação de populações nessas zonas. Espelho da importância como via de comunicação natural entre o Norte do pais e a vizinha Galiza, é o número significativo de pontes de origem medieval, representadas, entre outras, em exemplares únicos como os de Vilela e Cabreiro. A sua posição estratégica natural destacou as terras de Valdevez como lugar primordial de organização militar e social, atestada já em documentação dos Séculos X e XI. Apesar de abandonado em meados do Século XIII, o castelo de Santa Cruz, em Vila Fonche, sobranceiro à actual vila, foi um dos primeiros elementos de suporte à fixação humana nesta zona precisa, solidificada pela fácil comunicação das diferentes vias que confluíam na ponte medieval do Rio Vez, e favorecendo, deste modo, o desenvolvimento de um pólo urbano dinâmico e fundamental, que já em 1258 controlava uma mancha geográfica próxima da do actual concelho de Arcos de Valdevez. A importância de toda esta área como vector de evidente desenvolvimento leva D. Manuel I a conceder foral à vila em 1515. A reforma liberal oitocentista viria a traçar os limites definitivos do actual concelho, com a introdução das áreas de Soajo, Ermelo e Gavieira.
Fonte: cm-arcosdevaldevez.pt

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ARCOS DE VALDEVEZ - VIANA DO CASTELO

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Arcos de Valdevez é sede de Concelho, pertence ao Distrito de Viana do Castelo, é atualmente uma Vila moderna e arejada, tem uma magnífica vista noturna, com a luz amarela a espelhar o rio sobre a ponte, misturando o verde dos jardins com o susurrar das aguas, os espaços de lazer bem ordenados, e a zona histórica. Local aprazível de grande qualidade para visitar.



              HISTÓRIA:
O território de Arcos de Valdevez apresenta uma vasta panóplia de espaços, onde o convívio entre História milenar, Natureza e intervenção humana assumem uma peculiar feição, por trajectos que se estendem por uma mancha de território de cerca de 450 metros quadrados, uma das mais significativas do país.A relação histórica entre a ocupação humana dos espaços e a organização natural dos mesmos assume no caso do vale do Rio Vez um papel de primordial importância. As múltiplas áreas de regadio e de terrenos férteis proporcionados pelo rio e seus afluentes e a existência de amplos anfiteatros naturais, opondo zonas de serra e de planície, favoreceu desde muito cedo o estabelecimento de comunidades humanas neste espaço.As primeiras fixações, ocorridas entre os finais do Vº e inícios do IIIº milénio antes de Cristo, são verificadas arqueologicamente nas dezenas de monumentos funerários (mamoas e antas) existentes no aro do concelho, observáveis, por exemplo, no Núcleo Megalítico do Mezio, bem como nas manifestações de arte rupestre, notavelmente representada na estação arqueológica do Gião. O período proto-histórico e de ocupação romana revela vestígios diversos, não só na toponímia local, mas, sobretudo, na quantidade significativa de recintos defensivos e habitacionais, os "castros", existentes por todo o concelho, e onde os casos de Ázere, Álvora e Cendufe serão, provavelmente, os mais conhecidos.A Idade Média trás consigo uma organização do território e do espaço que será também ela um reflexo das condicionantes naturais e da geografia. A distribuição das paróquias medievais e dos primeiros mosteiros aproveita os recursos das áreas planálticas e de monte, como os casos exemplares dos mosteiros de Ermelo (cisterciense) e Santa Maria de Miranda (de base beneditina). As áreas de serrania facilitaram a fixação das populações baseadas essencialmente numa tradição de pastorícia e de uso sazonal, recuperada pelas actuais "brandas" e "inverneiras". A montanha favoreceu o desenvolvimento de recursos naturais abundantes, sobretudo de caça diversa, que juntamente com a sua posição estratégica de fronteira, cedo impeliram os primeiros monarcas nacionais a visitar e a incentivar a fixação de populações nessas zonas. Espelho da importância como via de comunicação natural entre o Norte do pais e a vizinha Galiza, é o número significativo de pontes de origem medieval, representadas, entre outras, em exemplares únicos como os de Vilela e Cabreiro. A sua posição estratégica natural destacou as terras de Valdevez como lugar primordial de organização militar e social, atestada já em documentação dos Séculos X e XI. Apesar de abandonado em meados do Século XIII, o castelo de Santa Cruz, em Vila Fonche, sobranceiro à actual vila, foi um dos primeiros elementos de suporte à fixação humana nesta zona precisa, solidificada pela fácil comunicação das diferentes vias que confluíam na ponte medieval do Rio Vez, e favorecendo, deste modo, o desenvolvimento de um pólo urbano dinâmico e fundamental, que já em 1258 controlava uma mancha geográfica próxima da do actual concelho de Arcos de Valdevez. A importância de toda esta área como vector de evidente desenvolvimento leva D. Manuel I a conceder foral à vila em 1515. A reforma liberal oitocentista viria a traçar os limites definitivos do actual concelho, com a introdução das áreas de Soajo, Ermelo e Gavieira.
Fonte: cm-arcosdevaldevez.pt

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ARCOS DE VALDEVEZ

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Arcos de Valdevez é atualmente uma Vila moderna e arejada, tem uma magnífica vista noturna, com a luz amarela a espelhar o rio sobre a ponte, misturando o verde dos jardins com o susurro das aguas, os espaços de lazer bem ordenados, e a zona histórica.

HISTÓRIA:

O território de Arcos de Valdevez apresenta uma vasta panóplia de espaços, onde o convívio entre História milenar, Natureza e intervenção humana assumem uma peculiar feição, por trajectos que se estendem por uma mancha de território de cerca de 450 metros quadrados, uma das mais significativas do país.A relação histórica entre a ocupação humana dos espaços e a organização natural dos mesmos assume no caso do vale do Rio Vez um papel de primordial importância. As múltiplas áreas de regadio e de terrenos férteis proporcionados pelo rio e seus afluentes e a existência de amplos anfiteatros naturais, opondo zonas de serra e de planície, favoreceu desde muito cedo o estabelecimento de comunidades humanas neste espaço.As primeiras fixações, ocorridas entre os finais do Vº e inícios do IIIº milénio antes de Cristo, são verificadas arqueologicamente nas dezenas de monumentos funerários (mamoas e antas) existentes no aro do concelho, observáveis, por exemplo, no Núcleo Megalítico do Mezio, bem como nas manifestações de arte rupestre, notavelmente representada na estação arqueológica do Gião. O período proto-histórico e de ocupação romana revela vestígios diversos, não só na toponímia local, mas, sobretudo, na quantidade significativa de recintos defensivos e habitacionais, os "castros", existentes por todo o concelho, e onde os casos de Ázere, Álvora e Cendufe serão, provavelmente, os mais conhecidos.A Idade Média trás consigo uma organização do território e do espaço que será também ela um reflexo das condicionantes naturais e da geografia. A distribuição das paróquias medievais e dos primeiros mosteiros aproveita os recursos das áreas planálticas e de monte, como os casos exemplares dos mosteiros de Ermelo (cisterciense) e Santa Maria de Miranda (de base beneditina). As áreas de serrania facilitaram a fixação das populações baseadas essencialmente numa tradição de pastorícia e de uso sazonal, recuperada pelas actuais "brandas" e "inverneiras". A montanha favoreceu o desenvolvimento de recursos naturais abundantes, sobretudo de caça diversa, que juntamente com a sua posição estratégica de fronteira, cedo impeliram os primeiros monarcas nacionais a visitar e a incentivar a fixação de populações nessas zonas. Espelho da importância como via de comunicação natural entre o Norte do pais e a vizinha Galiza, é o número significativo de pontes de origem medieval, representadas, entre outras, em exemplares únicos como os de Vilela e Cabreiro. A sua posição estratégica natural destacou as terras de Valdevez como lugar primordial de organização militar e social, atestada já em documentação dos Séculos X e XI. Apesar de abandonado em meados do Século XIII, o castelo de Santa Cruz, em Vila Fonche, sobranceiro à actual vila, foi um dos primeiros elementos de suporte à fixação humana nesta zona precisa, solidificada pela fácil comunicação das diferentes vias que confluíam na ponte medieval do Rio Vez, e favorecendo, deste modo, o desenvolvimento de um pólo urbano dinâmico e fundamental, que já em 1258 controlava uma mancha geográfica próxima da do actual concelho de Arcos de Valdevez. A importância de toda esta área como vector de evidente desenvolvimento leva D. Manuel I a conceder foral à vila em 1515. A reforma liberal oitocentista viria a traçar os limites definitivos do actual concelho, com a introdução das áreas de Soajo, Ermelo e Gavieira.

Fonte: cm-arcosdevaldevez.pt

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Arcos de Valdevez é atualmente uma Vila moderna e arejada, tem uma magnífica vista noturna, com a luz amarela a espelhar o rio sobre a ponte, misturando o verde dos jardins com o susurro das aguas, os espaços de lazer bem ordenados, e a zona histórica.

HISTÓRIA:

O território de Arcos de Valdevez apresenta uma vasta panóplia de espaços, onde o convívio entre História milenar, Natureza e intervenção humana assumem uma peculiar feição, por trajectos que se estendem por uma mancha de território de cerca de 450 metros quadrados, uma das mais significativas do país.A relação histórica entre a ocupação humana dos espaços e a organização natural dos mesmos assume no caso do vale do Rio Vez um papel de primordial importância. As múltiplas áreas de regadio e de terrenos férteis proporcionados pelo rio e seus afluentes e a existência de amplos anfiteatros naturais, opondo zonas de serra e de planície, favoreceu desde muito cedo o estabelecimento de comunidades humanas neste espaço.As primeiras fixações, ocorridas entre os finais do Vº e inícios do IIIº milénio antes de Cristo, são verificadas arqueologicamente nas dezenas de monumentos funerários (mamoas e antas) existentes no aro do concelho, observáveis, por exemplo, no Núcleo Megalítico do Mezio, bem como nas manifestações de arte rupestre, notavelmente representada na estação arqueológica do Gião. O período proto-histórico e de ocupação romana revela vestígios diversos, não só na toponímia local, mas, sobretudo, na quantidade significativa de recintos defensivos e habitacionais, os "castros", existentes por todo o concelho, e onde os casos de Ázere, Álvora e Cendufe serão, provavelmente, os mais conhecidos.A Idade Média trás consigo uma organização do território e do espaço que será também ela um reflexo das condicionantes naturais e da geografia. A distribuição das paróquias medievais e dos primeiros mosteiros aproveita os recursos das áreas planálticas e de monte, como os casos exemplares dos mosteiros de Ermelo (cisterciense) e Santa Maria de Miranda (de base beneditina). As áreas de serrania facilitaram a fixação das populações baseadas essencialmente numa tradição de pastorícia e de uso sazonal, recuperada pelas actuais "brandas" e "inverneiras". A montanha favoreceu o desenvolvimento de recursos naturais abundantes, sobretudo de caça diversa, que juntamente com a sua posição estratégica de fronteira, cedo impeliram os primeiros monarcas nacionais a visitar e a incentivar a fixação de populações nessas zonas. Espelho da importância como via de comunicação natural entre o Norte do pais e a vizinha Galiza, é o número significativo de pontes de origem medieval, representadas, entre outras, em exemplares únicos como os de Vilela e Cabreiro. A sua posição estratégica natural destacou as terras de Valdevez como lugar primordial de organização militar e social, atestada já em documentação dos Séculos X e XI. Apesar de abandonado em meados do Século XIII, o castelo de Santa Cruz, em Vila Fonche, sobranceiro à actual vila, foi um dos primeiros elementos de suporte à fixação humana nesta zona precisa, solidificada pela fácil comunicação das diferentes vias que confluíam na ponte medieval do Rio Vez, e favorecendo, deste modo, o desenvolvimento de um pólo urbano dinâmico e fundamental, que já em 1258 controlava uma mancha geográfica próxima da do actual concelho de Arcos de Valdevez. A importância de toda esta área como vector de evidente desenvolvimento leva D. Manuel I a conceder foral à vila em 1515. A reforma liberal oitocentista viria a traçar os limites definitivos do actual concelho, com a introdução das áreas de Soajo, Ermelo e Gavieira.

Fonte: cm-arcosdevaldevez.pt

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ARCOS DE VALDEVEZ



BREVE HISTÓRIA:


O território de Arcos de Valdevez apresenta uma vasta panóplia de espaços, onde o convívio entre História milenar, Natureza e intervenção humana assumem uma peculiar feição, por trajectos que se estendem por uma mancha de território de cerca de 450 metros quadrados, uma das mais significativas do país.
A relação histórica entre a ocupação humana dos espaços e a organização natural dos mesmos assume no caso do vale do Rio Vez um papel de primordial importância. As múltiplas áreas de regadio e de terrenos férteis proporcionados pelo rio e seus afluentes e a existência de amplos anfiteatros naturais, opondo zonas de serra e de planície, favoreceu desde muito cedo o estabelecimento de comunidades humanas neste espaço.
As primeiras fixações, ocorridas entre os finais do Vº e inícios do IIIº milénio antes de Cristo, são verificadas arqueologicamente nas dezenas de monumentos funerários (mamoas e antas) existentes no aro do concelho, observáveis, por exemplo, no Núcleo Megalítico do Mezio, bem como nas manifestações de arte rupestre, notavelmente representada na estação arqueológica do Gião. O período proto-histórico e de ocupação romana revela vestígios diversos, não só na toponímia local, mas, sobretudo, na quantidade significativa de recintos defensivos e habitacionais, os "castros", existentes por todo o concelho, e onde os casos de Ázere, Álvora e Cendufe serão, provavelmente, os mais conhecidos.
A Idade Média trás consigo uma organização do território e do espaço que será também ela um reflexo das condicionantes naturais e da geografia. A distribuição das paróquias medievais e dos primeiros mosteiros aproveita os recursos das áreas planálticas e de monte, como os casos exemplares dos mosteiros de Ermelo (cisterciense) e Santa Maria de Miranda (de base beneditina). As áreas de serrania facilitaram a fixação das populações baseadas essencialmente numa tradição de pastorícia e de uso sazonal, recuperada pelas actuais "brandas" e "inverneiras". A montanha favoreceu o desenvolvimento de recursos naturais abundantes, sobretudo de caça diversa, que juntamente com a sua posição estratégica de fronteira, cedo impeliram os primeiros monarcas nacionais a visitar e a incentivar a fixação de populações nessas zonas. Espelho da importância como via de comunicação natural entre o Norte do pais e a vizinha Galiza, é o número significativo de pontes de origem medieval, representadas, entre outras, em exemplares únicos como os de Vilela e Cabreiro.
A sua posição estratégica natural destacou as terras de Valdevez como lugar primordial de organização militar e social, atestada já em documentação dos Séculos X e XI. Apesar de abandonado em meados do Século XIII, o castelo de Santa Cruz, em Vila Fonche, sobranceiro à actual vila, foi um dos primeiros elementos de suporte à fixação humana nesta zona precisa, solidificada pela fácil comunicação das diferentes vias que confluíam na ponte medieval do Rio Vez, e favorecendo, deste modo, o desenvolvimento de um pólo urbano dinâmico e fundamental, que já em 1258 controlava uma mancha geográfica próxima da do actual concelho de Arcos de Valdevez. A importância de toda esta área como vector de evidente desenvolvimento leva D. Manuel I a conceder foral à vila em 1515.
A reforma liberal oitocentista viria a traçar os limites definitivos do actual concelho, com a introdução das áreas de Soajo, Ermelo e Gavieira.


Fonte: cm-arcosdevaldevez.pt


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ARCOS DE VALDEVEZ



BREVE HISTÓRIA:


O território de Arcos de Valdevez apresenta uma vasta panóplia de espaços, onde o convívio entre História milenar, Natureza e intervenção humana assumem uma peculiar feição, por trajectos que se estendem por uma mancha de território de cerca de 450 metros quadrados, uma das mais significativas do país.
A relação histórica entre a ocupação humana dos espaços e a organização natural dos mesmos assume no caso do vale do Rio Vez um papel de primordial importância. As múltiplas áreas de regadio e de terrenos férteis proporcionados pelo rio e seus afluentes e a existência de amplos anfiteatros naturais, opondo zonas de serra e de planície, favoreceu desde muito cedo o estabelecimento de comunidades humanas neste espaço.
As primeiras fixações, ocorridas entre os finais do Vº e inícios do IIIº milénio antes de Cristo, são verificadas arqueologicamente nas dezenas de monumentos funerários (mamoas e antas) existentes no aro do concelho, observáveis, por exemplo, no Núcleo Megalítico do Mezio, bem como nas manifestações de arte rupestre, notavelmente representada na estação arqueológica do Gião. O período proto-histórico e de ocupação romana revela vestígios diversos, não só na toponímia local, mas, sobretudo, na quantidade significativa de recintos defensivos e habitacionais, os "castros", existentes por todo o concelho, e onde os casos de Ázere, Álvora e Cendufe serão, provavelmente, os mais conhecidos.
A Idade Média trás consigo uma organização do território e do espaço que será também ela um reflexo das condicionantes naturais e da geografia. A distribuição das paróquias medievais e dos primeiros mosteiros aproveita os recursos das áreas planálticas e de monte, como os casos exemplares dos mosteiros de Ermelo (cisterciense) e Santa Maria de Miranda (de base beneditina). As áreas de serrania facilitaram a fixação das populações baseadas essencialmente numa tradição de pastorícia e de uso sazonal, recuperada pelas actuais "brandas" e "inverneiras". A montanha favoreceu o desenvolvimento de recursos naturais abundantes, sobretudo de caça diversa, que juntamente com a sua posição estratégica de fronteira, cedo impeliram os primeiros monarcas nacionais a visitar e a incentivar a fixação de populações nessas zonas. Espelho da importância como via de comunicação natural entre o Norte do pais e a vizinha Galiza, é o número significativo de pontes de origem medieval, representadas, entre outras, em exemplares únicos como os de Vilela e Cabreiro.
A sua posição estratégica natural destacou as terras de Valdevez como lugar primordial de organização militar e social, atestada já em documentação dos Séculos X e XI. Apesar de abandonado em meados do Século XIII, o castelo de Santa Cruz, em Vila Fonche, sobranceiro à actual vila, foi um dos primeiros elementos de suporte à fixação humana nesta zona precisa, solidificada pela fácil comunicação das diferentes vias que confluíam na ponte medieval do Rio Vez, e favorecendo, deste modo, o desenvolvimento de um pólo urbano dinâmico e fundamental, que já em 1258 controlava uma mancha geográfica próxima da do actual concelho de Arcos de Valdevez. A importância de toda esta área como vector de evidente desenvolvimento leva D. Manuel I a conceder foral à vila em 1515.
A reforma liberal oitocentista viria a traçar os limites definitivos do actual concelho, com a introdução das áreas de Soajo, Ermelo e Gavieira.


Fonte: cm-arcosdevaldevez.pt


COPYRIGHT AuToCaRaVaNiStA


by jbmendes

ARCOS DE VALDEVEZ



BREVE HISTÓRIA:


O território de Arcos de Valdevez apresenta uma vasta panóplia de espaços, onde o convívio entre História milenar, Natureza e intervenção humana assumem uma peculiar feição, por trajectos que se estendem por uma mancha de território de cerca de 450 metros quadrados, uma das mais significativas do país.
A relação histórica entre a ocupação humana dos espaços e a organização natural dos mesmos assume no caso do vale do Rio Vez um papel de primordial importância. As múltiplas áreas de regadio e de terrenos férteis proporcionados pelo rio e seus afluentes e a existência de amplos anfiteatros naturais, opondo zonas de serra e de planície, favoreceu desde muito cedo o estabelecimento de comunidades humanas neste espaço.
As primeiras fixações, ocorridas entre os finais do Vº e inícios do IIIº milénio antes de Cristo, são verificadas arqueologicamente nas dezenas de monumentos funerários (mamoas e antas) existentes no aro do concelho, observáveis, por exemplo, no Núcleo Megalítico do Mezio, bem como nas manifestações de arte rupestre, notavelmente representada na estação arqueológica do Gião. O período proto-histórico e de ocupação romana revela vestígios diversos, não só na toponímia local, mas, sobretudo, na quantidade significativa de recintos defensivos e habitacionais, os "castros", existentes por todo o concelho, e onde os casos de Ázere, Álvora e Cendufe serão, provavelmente, os mais conhecidos.
A Idade Média trás consigo uma organização do território e do espaço que será também ela um reflexo das condicionantes naturais e da geografia. A distribuição das paróquias medievais e dos primeiros mosteiros aproveita os recursos das áreas planálticas e de monte, como os casos exemplares dos mosteiros de Ermelo (cisterciense) e Santa Maria de Miranda (de base beneditina). As áreas de serrania facilitaram a fixação das populações baseadas essencialmente numa tradição de pastorícia e de uso sazonal, recuperada pelas actuais "brandas" e "inverneiras". A montanha favoreceu o desenvolvimento de recursos naturais abundantes, sobretudo de caça diversa, que juntamente com a sua posição estratégica de fronteira, cedo impeliram os primeiros monarcas nacionais a visitar e a incentivar a fixação de populações nessas zonas. Espelho da importância como via de comunicação natural entre o Norte do pais e a vizinha Galiza, é o número significativo de pontes de origem medieval, representadas, entre outras, em exemplares únicos como os de Vilela e Cabreiro.
A sua posição estratégica natural destacou as terras de Valdevez como lugar primordial de organização militar e social, atestada já em documentação dos Séculos X e XI. Apesar de abandonado em meados do Século XIII, o castelo de Santa Cruz, em Vila Fonche, sobranceiro à actual vila, foi um dos primeiros elementos de suporte à fixação humana nesta zona precisa, solidificada pela fácil comunicação das diferentes vias que confluíam na ponte medieval do Rio Vez, e favorecendo, deste modo, o desenvolvimento de um pólo urbano dinâmico e fundamental, que já em 1258 controlava uma mancha geográfica próxima da do actual concelho de Arcos de Valdevez. A importância de toda esta área como vector de evidente desenvolvimento leva D. Manuel I a conceder foral à vila em 1515.
A reforma liberal oitocentista viria a traçar os limites definitivos do actual concelho, com a introdução das áreas de Soajo, Ermelo e Gavieira.


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O território de Arcos de Valdevez apresenta uma vasta panóplia de espaços, onde o convívio entre História milenar, Natureza e intervenção humana assumem uma peculiar feição, por trajectos que se estendem por uma mancha de território de cerca de 450 metros quadrados, uma das mais significativas do país.
A relação histórica entre a ocupação humana dos espaços e a organização natural dos mesmos assume no caso do vale do Rio Vez um papel de primordial importância. As múltiplas áreas de regadio e de terrenos férteis proporcionados pelo rio e seus afluentes e a existência de amplos anfiteatros naturais, opondo zonas de serra e de planície, favoreceu desde muito cedo o estabelecimento de comunidades humanas neste espaço.
As primeiras fixações, ocorridas entre os finais do Vº e inícios do IIIº milénio antes de Cristo, são verificadas arqueologicamente nas dezenas de monumentos funerários (mamoas e antas) existentes no aro do concelho, observáveis, por exemplo, no Núcleo Megalítico do Mezio, bem como nas manifestações de arte rupestre, notavelmente representada na estação arqueológica do Gião. O período proto-histórico e de ocupação romana revela vestígios diversos, não só na toponímia local, mas, sobretudo, na quantidade significativa de recintos defensivos e habitacionais, os "castros", existentes por todo o concelho, e onde os casos de Ázere, Álvora e Cendufe serão, provavelmente, os mais conhecidos.
A Idade Média trás consigo uma organização do território e do espaço que será também ela um reflexo das condicionantes naturais e da geografia. A distribuição das paróquias medievais e dos primeiros mosteiros aproveita os recursos das áreas planálticas e de monte, como os casos exemplares dos mosteiros de Ermelo (cisterciense) e Santa Maria de Miranda (de base beneditina). As áreas de serrania facilitaram a fixação das populações baseadas essencialmente numa tradição de pastorícia e de uso sazonal, recuperada pelas actuais "brandas" e "inverneiras". A montanha favoreceu o desenvolvimento de recursos naturais abundantes, sobretudo de caça diversa, que juntamente com a sua posição estratégica de fronteira, cedo impeliram os primeiros monarcas nacionais a visitar e a incentivar a fixação de populações nessas zonas. Espelho da importância como via de comunicação natural entre o Norte do pais e a vizinha Galiza, é o número significativo de pontes de origem medieval, representadas, entre outras, em exemplares únicos como os de Vilela e Cabreiro.
A sua posição estratégica natural destacou as terras de Valdevez como lugar primordial de organização militar e social, atestada já em documentação dos Séculos X e XI. Apesar de abandonado em meados do Século XIII, o castelo de Santa Cruz, em Vila Fonche, sobranceiro à actual vila, foi um dos primeiros elementos de suporte à fixação humana nesta zona precisa, solidificada pela fácil comunicação das diferentes vias que confluíam na ponte medieval do Rio Vez, e favorecendo, deste modo, o desenvolvimento de um pólo urbano dinâmico e fundamental, que já em 1258 controlava uma mancha geográfica próxima da do actual concelho de Arcos de Valdevez. A importância de toda esta área como vector de evidente desenvolvimento leva D. Manuel I a conceder foral à vila em 1515.
A reforma liberal oitocentista viria a traçar os limites definitivos do actual concelho, com a introdução das áreas de Soajo, Ermelo e Gavieira.


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A relação histórica entre a ocupação humana dos espaços e a organização natural dos mesmos assume no caso do vale do Rio Vez um papel de primordial importância. As múltiplas áreas de regadio e de terrenos férteis proporcionados pelo rio e seus afluentes e a existência de amplos anfiteatros naturais, opondo zonas de serra e de planície, favoreceu desde muito cedo o estabelecimento de comunidades humanas neste espaço.
As primeiras fixações, ocorridas entre os finais do Vº e inícios do IIIº milénio antes de Cristo, são verificadas arqueologicamente nas dezenas de monumentos funerários (mamoas e antas) existentes no aro do concelho, observáveis, por exemplo, no Núcleo Megalítico do Mezio, bem como nas manifestações de arte rupestre, notavelmente representada na estação arqueológica do Gião. O período proto-histórico e de ocupação romana revela vestígios diversos, não só na toponímia local, mas, sobretudo, na quantidade significativa de recintos defensivos e habitacionais, os "castros", existentes por todo o concelho, e onde os casos de Ázere, Álvora e Cendufe serão, provavelmente, os mais conhecidos.
A Idade Média trás consigo uma organização do território e do espaço que será também ela um reflexo das condicionantes naturais e da geografia. A distribuição das paróquias medievais e dos primeiros mosteiros aproveita os recursos das áreas planálticas e de monte, como os casos exemplares dos mosteiros de Ermelo (cisterciense) e Santa Maria de Miranda (de base beneditina). As áreas de serrania facilitaram a fixação das populações baseadas essencialmente numa tradição de pastorícia e de uso sazonal, recuperada pelas actuais "brandas" e "inverneiras". A montanha favoreceu o desenvolvimento de recursos naturais abundantes, sobretudo de caça diversa, que juntamente com a sua posição estratégica de fronteira, cedo impeliram os primeiros monarcas nacionais a visitar e a incentivar a fixação de populações nessas zonas. Espelho da importância como via de comunicação natural entre o Norte do pais e a vizinha Galiza, é o número significativo de pontes de origem medieval, representadas, entre outras, em exemplares únicos como os de Vilela e Cabreiro.
A sua posição estratégica natural destacou as terras de Valdevez como lugar primordial de organização militar e social, atestada já em documentação dos Séculos X e XI. Apesar de abandonado em meados do Século XIII, o castelo de Santa Cruz, em Vila Fonche, sobranceiro à actual vila, foi um dos primeiros elementos de suporte à fixação humana nesta zona precisa, solidificada pela fácil comunicação das diferentes vias que confluíam na ponte medieval do Rio Vez, e favorecendo, deste modo, o desenvolvimento de um pólo urbano dinâmico e fundamental, que já em 1258 controlava uma mancha geográfica próxima da do actual concelho de Arcos de Valdevez. A importância de toda esta área como vector de evidente desenvolvimento leva D. Manuel I a conceder foral à vila em 1515.
A reforma liberal oitocentista viria a traçar os limites definitivos do actual concelho, com a introdução das áreas de Soajo, Ermelo e Gavieira.


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O território de Arcos de Valdevez apresenta uma vasta panóplia de espaços, onde o convívio entre História milenar, Natureza e intervenção humana assumem uma peculiar feição, por trajectos que se estendem por uma mancha de território de cerca de 450 metros quadrados, uma das mais significativas do país.
A relação histórica entre a ocupação humana dos espaços e a organização natural dos mesmos assume no caso do vale do Rio Vez um papel de primordial importância. As múltiplas áreas de regadio e de terrenos férteis proporcionados pelo rio e seus afluentes e a existência de amplos anfiteatros naturais, opondo zonas de serra e de planície, favoreceu desde muito cedo o estabelecimento de comunidades humanas neste espaço.
As primeiras fixações, ocorridas entre os finais do Vº e inícios do IIIº milénio antes de Cristo, são verificadas arqueologicamente nas dezenas de monumentos funerários (mamoas e antas) existentes no aro do concelho, observáveis, por exemplo, no Núcleo Megalítico do Mezio, bem como nas manifestações de arte rupestre, notavelmente representada na estação arqueológica do Gião. O período proto-histórico e de ocupação romana revela vestígios diversos, não só na toponímia local, mas, sobretudo, na quantidade significativa de recintos defensivos e habitacionais, os "castros", existentes por todo o concelho, e onde os casos de Ázere, Álvora e Cendufe serão, provavelmente, os mais conhecidos.
A Idade Média trás consigo uma organização do território e do espaço que será também ela um reflexo das condicionantes naturais e da geografia. A distribuição das paróquias medievais e dos primeiros mosteiros aproveita os recursos das áreas planálticas e de monte, como os casos exemplares dos mosteiros de Ermelo (cisterciense) e Santa Maria de Miranda (de base beneditina). As áreas de serrania facilitaram a fixação das populações baseadas essencialmente numa tradição de pastorícia e de uso sazonal, recuperada pelas actuais "brandas" e "inverneiras". A montanha favoreceu o desenvolvimento de recursos naturais abundantes, sobretudo de caça diversa, que juntamente com a sua posição estratégica de fronteira, cedo impeliram os primeiros monarcas nacionais a visitar e a incentivar a fixação de populações nessas zonas. Espelho da importância como via de comunicação natural entre o Norte do pais e a vizinha Galiza, é o número significativo de pontes de origem medieval, representadas, entre outras, em exemplares únicos como os de Vilela e Cabreiro.
A sua posição estratégica natural destacou as terras de Valdevez como lugar primordial de organização militar e social, atestada já em documentação dos Séculos X e XI. Apesar de abandonado em meados do Século XIII, o castelo de Santa Cruz, em Vila Fonche, sobranceiro à actual vila, foi um dos primeiros elementos de suporte à fixação humana nesta zona precisa, solidificada pela fácil comunicação das diferentes vias que confluíam na ponte medieval do Rio Vez, e favorecendo, deste modo, o desenvolvimento de um pólo urbano dinâmico e fundamental, que já em 1258 controlava uma mancha geográfica próxima da do actual concelho de Arcos de Valdevez. A importância de toda esta área como vector de evidente desenvolvimento leva D. Manuel I a conceder foral à vila em 1515.
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