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PEDROGÃO GRANDE - LEIRIA


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


Pedrogão Grande, na primeira leitura a confusão poderá permitir que associemos Pedrogão Pequeno a Pedrogão Grande! mas o facto é que não têm nada a vêr apesar de estarem próximas. Pedrogão Pequeno pertence ao Concelho da Sertã, enquanto Pedrogão Grande é Sede de Concelho, e apenas tem 3 Freguesias, a saber:
Freguesias: Freguesia da Graça, Freguesia de Pedrógão Grande, Freguesia de Vila Facaia. Está integrada no distrito de Leiria.

             HISTÓRIA:
De uma forma directa ou indirecta, muitos dos autores que se têm referido ao Concelho de Pedrógão Grande, situam o povoamento da zona cronologicamente tardio, ou quando o pretenderam situar em épocas mais recuadas não apresentam provas concludentes que possam comprovar tal situação. Face à investigação arqueológica desenvolvida no Concelho nas últimas décadas, sabemos hoje que o povoamento da região se terá processado no segundo milénio a.C. quando as primeiras comunidades humanas se estabeleceram na confluência da Ribeira de Pêra com o Zêzere, nos esporões do Penedo do Granada e de Nossa Senhora dos Milagres, ancestralmente conhecido por “Castelo Velho”. Também os romanos demandaram estas paragens. Datam do Século II d.C. a Estação Arqueológica Calvário/Devesa, em plena zona urbana de Pedrógão Grande, a unidade industrial de fabrico de materiais de construção (telhas) no Cabeço da Cotovia e, provavelmente, a Ponte Romana do Cabril (actualmente submersa pelas águas da Albufeira da Barragem da Bouçã).

As invasões bárbaras irão provocar a deslocação da população do Calvário/Devesa para a área do Penedo (Centro Histórico de Pedrógão Grande), ao redor do qual a Vila vai crescer, ao ponto de aparecer referenciada nos inícios do Século XII como centro de um vasto território, abrangendo os actuais territórios dos Concelhos de Pedrógão Grande, Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos. De facto, data de 1135 a primeira referência escrita a Pedrógão Grande, quando D. Afonso Henriques (ainda príncipe) fez a doação da “Hereditate Petragonum” a Uzbert, Monioni Martiniz e Fernando Martiniz. Não sabemos o que fizeram destas terras estes três fidalgos, mas na Era MªCª LXXªIIIª (1195) D. Pedro Afonso concede a Pedrógão Grande a sua primeira Carta de Foral, confirmada por D. Afonso II em Coimbra na Era MªCCªLªVª (1203) e, em 1513 D. Manuel I atribui a Pedrógão Grande a sua segunda Carta de Foral, da qual se guarda no Município um dos exemplares. Por volta dos inícios do Século XIV D. João Fernandes de Limia e sua mulher Dª Maria Anes, permutam com o Rei D. Dinis as Vilas de Évora Monte, Vila Boim e Aguiar de Neiva, por Vimieiro, Almada, Povos, Figueiró e Pedrógão. Acompanhando o surto de progresso e desenvolvimento que se verifica no País durante o período dos descobrimentos Pedrógão Grande, chega ao ano de 1640 com uma população estimada em cerca de 1600/2000 almas, a qual, naquela época, não encontra paralelo no centro interior do País.

Deste período poderão ser admirados no Centro Histórico diversas construções, das quais destacamos: Igreja da Misericórdia (1470), Púlpito da Igreja Matriz e Sacristia (1537-1539), Torre Sineira da Igreja Matriz (1553), Retábulo da Matriz de João de Ruão (1554), reconstrução e ampliação do Convento de Nossa Senhora da Luz (1560), Pelourinho (Séc.XVI), execução do Retábulo da Igreja da Misericórdia (1606), construção da Ponte Filipina do Cabril (1607-1610) e da Ponte de Pêra (1621). Na actualidade, Pedrógão Grande continua a desenvolver-se e a crescer em torno do seu Centro Histórico. A par da preservação dos becos e ruelas características do período medieval rasgam-se novas ruas e avenidas capazes de dar resposta ao mercado habitacional e comercial em constante crescimento. Redefinem-se zonas de convívio e lazer como o Largo da Devesa e o Parque Municipal de Campismo do Vale de Góis, local paradisíaco à beira da Albufeira da Barragem do Cabril. "Preservar o passado com os olhos no futuro é, sem dúvida, o lema desta terra de lendas e de fadas de trabalho e de paz."
Fonte: http://www.cm-pedrogaogrande.pt

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PEDROGÃO GRANDE - LEIRIA


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Pedrogão Grande, na primeira leitura a confusão poderá permitir que associemos Pedrogão Pequeno a Pedrogão Grande! mas o facto é que não têm nada a vêr apesar de estarem próximas. Pedrogão Pequeno pertence ao Concelho da Sertã, enquanto Pedrogão Grande é Sede de Concelho, e apenas tem 3 Freguesias, a saber:
Freguesias: Freguesia da Graça, Freguesia de Pedrógão Grande, Freguesia de Vila Facaia. Está integrada no distrito de Leiria.

             HISTÓRIA:
De uma forma directa ou indirecta, muitos dos autores que se têm referido ao Concelho de Pedrógão Grande, situam o povoamento da zona cronologicamente tardio, ou quando o pretenderam situar em épocas mais recuadas não apresentam provas concludentes que possam comprovar tal situação. Face à investigação arqueológica desenvolvida no Concelho nas últimas décadas, sabemos hoje que o povoamento da região se terá processado no segundo milénio a.C. quando as primeiras comunidades humanas se estabeleceram na confluência da Ribeira de Pêra com o Zêzere, nos esporões do Penedo do Granada e de Nossa Senhora dos Milagres, ancestralmente conhecido por “Castelo Velho”. Também os romanos demandaram estas paragens. Datam do Século II d.C. a Estação Arqueológica Calvário/Devesa, em plena zona urbana de Pedrógão Grande, a unidade industrial de fabrico de materiais de construção (telhas) no Cabeço da Cotovia e, provavelmente, a Ponte Romana do Cabril (actualmente submersa pelas águas da Albufeira da Barragem da Bouçã).

As invasões bárbaras irão provocar a deslocação da população do Calvário/Devesa para a área do Penedo (Centro Histórico de Pedrógão Grande), ao redor do qual a Vila vai crescer, ao ponto de aparecer referenciada nos inícios do Século XII como centro de um vasto território, abrangendo os actuais territórios dos Concelhos de Pedrógão Grande, Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos. De facto, data de 1135 a primeira referência escrita a Pedrógão Grande, quando D. Afonso Henriques (ainda príncipe) fez a doação da “Hereditate Petragonum” a Uzbert, Monioni Martiniz e Fernando Martiniz. Não sabemos o que fizeram destas terras estes três fidalgos, mas na Era MªCª LXXªIIIª (1195) D. Pedro Afonso concede a Pedrógão Grande a sua primeira Carta de Foral, confirmada por D. Afonso II em Coimbra na Era MªCCªLªVª (1203) e, em 1513 D. Manuel I atribui a Pedrógão Grande a sua segunda Carta de Foral, da qual se guarda no Município um dos exemplares. Por volta dos inícios do Século XIV D. João Fernandes de Limia e sua mulher Dª Maria Anes, permutam com o Rei D. Dinis as Vilas de Évora Monte, Vila Boim e Aguiar de Neiva, por Vimieiro, Almada, Povos, Figueiró e Pedrógão. Acompanhando o surto de progresso e desenvolvimento que se verifica no País durante o período dos descobrimentos Pedrógão Grande, chega ao ano de 1640 com uma população estimada em cerca de 1600/2000 almas, a qual, naquela época, não encontra paralelo no centro interior do País.

Deste período poderão ser admirados no Centro Histórico diversas construções, das quais destacamos: Igreja da Misericórdia (1470), Púlpito da Igreja Matriz e Sacristia (1537-1539), Torre Sineira da Igreja Matriz (1553), Retábulo da Matriz de João de Ruão (1554), reconstrução e ampliação do Convento de Nossa Senhora da Luz (1560), Pelourinho (Séc.XVI), execução do Retábulo da Igreja da Misericórdia (1606), construção da Ponte Filipina do Cabril (1607-1610) e da Ponte de Pêra (1621). Na actualidade, Pedrógão Grande continua a desenvolver-se e a crescer em torno do seu Centro Histórico. A par da preservação dos becos e ruelas características do período medieval rasgam-se novas ruas e avenidas capazes de dar resposta ao mercado habitacional e comercial em constante crescimento. Redefinem-se zonas de convívio e lazer como o Largo da Devesa e o Parque Municipal de Campismo do Vale de Góis, local paradisíaco à beira da Albufeira da Barragem do Cabril. "Preservar o passado com os olhos no futuro é, sem dúvida, o lema desta terra de lendas e de fadas de trabalho e de paz."
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PEDROGÃO GRANDE

Breve Apontamento AuToCaRaVaNiStA:

Pedrogão Grande, na primeira leitura a confusão poderá permitir que associemos Pedrogão Pequeno a Pedrogão Grande! mas o facto é que não têm nada a vêr apesar de estarem próximas. Pedrogão Pequeno pertence ao Concelho da Sertã, enquanto Pedrogão Grande é Sede de Concelho, e apenas tem 3 Freguesias, a saber:FreguesiasFreguesia da Graça Freguesia de Pedrógão Grande, Freguesia de Vila Facaia. Está integrada no distrito de Leiria.

HISTÓRIA:

De uma forma directa ou indirecta, muitos dos autores que se têm referido ao Concelho de Pedrógão Grande, situam o povoamento da zona cronologicamente tardio, ou quando o pretenderam situar em épocas mais recuadas não apresentam provas concludentes que possam comprovar tal situação. Face à investigação arqueológica desenvolvida no Concelho nas últimas décadas, sabemos hoje que o povoamento da região se terá processado no segundo milénio a.C. quando as primeiras comunidades humanas se estabeleceram na confluência da Ribeira de Pêra com o Zêzere, nos esporões do Penedo do Granada e de Nossa Senhora dos Milagres, ancestralmente conhecido por “Castelo Velho”. Também os romanos demandaram estas paragens. Datam do Século II d.C. a Estação Arqueológica Calvário/Devesa, em plena zona urbana de Pedrógão Grande, a unidade industrial de fabrico de materiais de construção (telhas) no Cabeço da Cotovia e, provavelmente, a Ponte Romana do Cabril (actualmente submersa pelas águas da Albufeira da Barragem da Bouçã). As invasões bárbaras irão provocar a deslocação da população do Calvário/Devesa para a área do Penedo (Centro Histórico de Pedrógão Grande), ao redor do qual a Vila vai crescer, ao ponto de aparecer referenciada nos inícios do Século XII como centro de um vasto território, abrangendo os actuais territórios dos Concelhos de Pedrógão Grande, Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos. De facto, data de 1135 a primeira referência escrita a Pedrógão Grande, quando D. Afonso Henriques (ainda príncipe) fez a doação da “Hereditate Petragonum” a Uzbert, Monioni Martiniz e Fernando Martiniz.Não sabemos o que fizeram destas terras estes três fidalgos, mas na Era MªCª LXXªIIIª (1195) D. Pedro Afonso concede a Pedrógão Grande a sua primeira Carta de Foral, confirmada por D. Afonso II em Coimbra na Era MªCCªLªVª (1203) e, em 1513 D. Manuel I atribui a Pedrógão Grande a sua segunda Carta de Foral, da qual se guarda no Município um dos exemplares. Por volta dos inícios do Século XIV D. João Fernandes de Limia e sua mulher Dª Maria Anes, permutam com o Rei D. Dinis as Vilas de Évora Monte, Vila Boim e Aguiar de Neiva, por Vimieiro, Almada, Povos, Figueiró e Pedrógão. Acompanhando o surto de progresso e desenvolvimento que se verifica no País durante o período dos descobrimentos Pedrógão Grande, chega ao ano de 1640 com uma população estimada em cerca de 1600/2000 almas, a qual, naquela época, não encontra paralelo no centro interior do País. Deste período poderão ser admirados no Centro Histórico diversas construções, das quais destacamos: Igreja da Misericórdia (1470), Púlpito da Igreja Matriz e Sacristia (1537-1539), Torre Sineira da Igreja Matriz (1553), Retábulo da Matriz de João de Ruão (1554), reconstrução e ampliação do Convento de Nossa Senhora da Luz (1560), Pelourinho (Séc.XVI), execução do Retábulo da Igreja da Misericórdia (1606), construção da Ponte Filipina do Cabril (1607-1610) e da Ponte de Pêra (1621). Na actualidade, Pedrógão Grande continua a desenvolver-se e a crescer em torno do seu Centro Histórico. A par da preservação dos becos e ruelas características do período medieval rasgam-se novas ruas e avenidas capazes de dar resposta ao mercado habitacional e comercial em constante crescimento. Redefinem-se zonas de convívio e lazer como o Largo da Devesa e o Parque Municipal de Campismo do Vale de Góis, local paradisíaco à beira da Albufeira da Barragem do Cabril. "Preservar o passado com os olhos no futuro é, sem dúvida, o lema desta terra de lendas e de fadas de trabalho e de paz."

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PEDROGÃO GRANDE

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Pedrogão Grande, na primeira leitura a confusão poderá permitir que associemos Pedrogão Pequeno a Pedrogão Grande! mas o facto é que não têm nada a vêr apesar de estarem próximas. Pedrogão Pequeno pertence ao Concelho da Sertã, enquanto Pedrogão Grande é Sede de Concelho, e apenas tem 3 Freguesias, a saber:FreguesiasFreguesia da Graça Freguesia de Pedrógão Grande, Freguesia de Vila Facaia. Está integrada no distrito de Leiria.

HISTÓRIA:

De uma forma directa ou indirecta, muitos dos autores que se têm referido ao Concelho de Pedrógão Grande, situam o povoamento da zona cronologicamente tardio, ou quando o pretenderam situar em épocas mais recuadas não apresentam provas concludentes que possam comprovar tal situação. Face à investigação arqueológica desenvolvida no Concelho nas últimas décadas, sabemos hoje que o povoamento da região se terá processado no segundo milénio a.C. quando as primeiras comunidades humanas se estabeleceram na confluência da Ribeira de Pêra com o Zêzere, nos esporões do Penedo do Granada e de Nossa Senhora dos Milagres, ancestralmente conhecido por “Castelo Velho”. Também os romanos demandaram estas paragens. Datam do Século II d.C. a Estação Arqueológica Calvário/Devesa, em plena zona urbana de Pedrógão Grande, a unidade industrial de fabrico de materiais de construção (telhas) no Cabeço da Cotovia e, provavelmente, a Ponte Romana do Cabril (actualmente submersa pelas águas da Albufeira da Barragem da Bouçã). As invasões bárbaras irão provocar a deslocação da população do Calvário/Devesa para a área do Penedo (Centro Histórico de Pedrógão Grande), ao redor do qual a Vila vai crescer, ao ponto de aparecer referenciada nos inícios do Século XII como centro de um vasto território, abrangendo os actuais territórios dos Concelhos de Pedrógão Grande, Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos. De facto, data de 1135 a primeira referência escrita a Pedrógão Grande, quando D. Afonso Henriques (ainda príncipe) fez a doação da “Hereditate Petragonum” a Uzbert, Monioni Martiniz e Fernando Martiniz.Não sabemos o que fizeram destas terras estes três fidalgos, mas na Era MªCª LXXªIIIª (1195) D. Pedro Afonso concede a Pedrógão Grande a sua primeira Carta de Foral, confirmada por D. Afonso II em Coimbra na Era MªCCªLªVª (1203) e, em 1513 D. Manuel I atribui a Pedrógão Grande a sua segunda Carta de Foral, da qual se guarda no Município um dos exemplares. Por volta dos inícios do Século XIV D. João Fernandes de Limia e sua mulher Dª Maria Anes, permutam com o Rei D. Dinis as Vilas de Évora Monte, Vila Boim e Aguiar de Neiva, por Vimieiro, Almada, Povos, Figueiró e Pedrógão. Acompanhando o surto de progresso e desenvolvimento que se verifica no País durante o período dos descobrimentos Pedrógão Grande, chega ao ano de 1640 com uma população estimada em cerca de 1600/2000 almas, a qual, naquela época, não encontra paralelo no centro interior do País. Deste período poderão ser admirados no Centro Histórico diversas construções, das quais destacamos: Igreja da Misericórdia (1470), Púlpito da Igreja Matriz e Sacristia (1537-1539), Torre Sineira da Igreja Matriz (1553), Retábulo da Matriz de João de Ruão (1554), reconstrução e ampliação do Convento de Nossa Senhora da Luz (1560), Pelourinho (Séc.XVI), execução do Retábulo da Igreja da Misericórdia (1606), construção da Ponte Filipina do Cabril (1607-1610) e da Ponte de Pêra (1621). Na actualidade, Pedrógão Grande continua a desenvolver-se e a crescer em torno do seu Centro Histórico. A par da preservação dos becos e ruelas características do período medieval rasgam-se novas ruas e avenidas capazes de dar resposta ao mercado habitacional e comercial em constante crescimento. Redefinem-se zonas de convívio e lazer como o Largo da Devesa e o Parque Municipal de Campismo do Vale de Góis, local paradisíaco à beira da Albufeira da Barragem do Cabril. "Preservar o passado com os olhos no futuro é, sem dúvida, o lema desta terra de lendas e de fadas de trabalho e de paz."

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Pedrogão Grande, na primeira leitura a confusão poderá permitir que associemos Pedrogão Pequeno a Pedrogão Grande! mas o facto é que não têm nada a vêr apesar de estarem próximas. Pedrogão Pequeno pertence ao Concelho da Sertã, enquanto Pedrogão Grande é Sede de Concelho, e apenas tem 3 Freguesias, a saber:Freguesias
Freguesia da Graça Freguesia de Pedrógão Grande, Freguesia de Vila Facaia. Está integrada no distrito de Leiria.


HISTÓRIA:


De uma forma directa ou indirecta, muitos dos autores que se têm referido ao Concelho de Pedrógão Grande, situam o povoamento da zona cronologicamente tardio, ou quando o pretenderam situar em épocas mais recuadas não apresentam provas concludentes que possam comprovar tal situação.

Face à investigação arqueológica desenvolvida no Concelho nas últimas décadas, sabemos hoje que o povoamento da região se terá processado no segundo milénio a.C. quando as primeiras comunidades humanas se estabeleceram na confluência da Ribeira de Pêra com o Zêzere, nos esporões do Penedo do Granada e de Nossa Senhora dos Milagres, ancestralmente conhecido por “Castelo Velho”.

Também os romanos demandaram estas paragens. Datam do Século II d.C. a Estação Arqueológica Calvário/Devesa, em plena zona urbana de Pedrógão Grande, a unidade industrial de fabrico de materiais de construção (telhas) no Cabeço da Cotovia e, provavelmente, a Ponte Romana do Cabril (actualmente submersa pelas águas da Albufeira da Barragem da Bouçã).

As invasões bárbaras irão provocar a deslocação da população do Calvário/Devesa para a área do Penedo (Centro Histórico de Pedrógão Grande), ao redor do qual a Vila vai crescer, ao ponto de aparecer referenciada nos inícios do Século XII como centro de um vasto território, abrangendo os actuais territórios dos Concelhos de Pedrógão Grande, Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos.

De facto, data de 1135 a primeira referência escrita a Pedrógão Grande, quando D. Afonso Henriques (ainda príncipe) fez a doação da “Hereditate Petragonum” a Uzbert, Monioni Martiniz e Fernando Martiniz.

Não sabemos o que fizeram destas terras estes três fidalgos, mas na Era MªCª LXXªIIIª (1195) D. Pedro Afonso concede a Pedrógão Grande a sua primeira Carta de Foral, confirmada por D. Afonso II em Coimbra na Era MªCCªLªVª (1203) e, em 1513 D. Manuel I atribui a Pedrógão Grande a sua segunda Carta de Foral, da qual se guarda no Município um dos exemplares.

Por volta dos inícios do Século XIV D. João Fernandes de Limia e sua mulher Dª Maria Anes, permutam com o Rei D. Dinis as Vilas de Évora Monte, Vila Boim e Aguiar de Neiva, por Vimieiro, Almada, Povos, Figueiró e Pedrógão.

Acompanhando o surto de progresso e desenvolvimento que se verifica no País durante o período dos descobrimentos Pedrógão Grande, chega ao ano de 1640 com uma população estimada em cerca de 1600/2000 almas, a qual, naquela época, não encontra paralelo no centro interior do País.

Deste período poderão ser admirados no Centro Histórico diversas construções, das quais destacamos: Igreja da Misericórdia (1470), Púlpito da Igreja Matriz e Sacristia (1537-1539), Torre Sineira da Igreja Matriz (1553), Retábulo da Matriz de João de Ruão (1554), reconstrução e ampliação do Convento de Nossa Senhora da Luz (1560), Pelourinho (Séc.XVI), execução do Retábulo da Igreja da Misericórdia (1606), construção da Ponte Filipina do Cabril (1607-1610) e da Ponte de Pêra (1621).

Na actualidade, Pedrógão Grande continua a desenvolver-se e a crescer em torno do seu Centro Histórico. A par da preservação dos becos e ruelas características do período medieval rasgam-se novas ruas e avenidas capazes de dar resposta ao mercado habitacional e comercial em constante crescimento. Redefinem-se zonas de convívio e lazer como o Largo da Devesa e o Parque Municipal de Campismo do Vale de Góis, local paradisíaco à beira da Albufeira da Barragem do Cabril.

"Preservar o passado com os olhos no futuro é, sem dúvida, o lema desta terra de lendas e de fadas de trabalho e de paz."


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Pedrogão Grande, na primeira leitura a confusão poderá permitir que associemos Pedrogão Pequeno a Pedrogão Grande! mas o facto é que não têm nada a vêr apesar de estarem próximas. Pedrogão Pequeno pertence ao Concelho da Sertã, enquanto Pedrogão Grande é Sede de Concelho, e apenas tem 3 Freguesias, a saber:Freguesias
Freguesia da Graça Freguesia de Pedrógão Grande, Freguesia de Vila Facaia. Está integrada no distrito de Leiria.


HISTÓRIA:


De uma forma directa ou indirecta, muitos dos autores que se têm referido ao Concelho de Pedrógão Grande, situam o povoamento da zona cronologicamente tardio, ou quando o pretenderam situar em épocas mais recuadas não apresentam provas concludentes que possam comprovar tal situação.

Face à investigação arqueológica desenvolvida no Concelho nas últimas décadas, sabemos hoje que o povoamento da região se terá processado no segundo milénio a.C. quando as primeiras comunidades humanas se estabeleceram na confluência da Ribeira de Pêra com o Zêzere, nos esporões do Penedo do Granada e de Nossa Senhora dos Milagres, ancestralmente conhecido por “Castelo Velho”.

Também os romanos demandaram estas paragens. Datam do Século II d.C. a Estação Arqueológica Calvário/Devesa, em plena zona urbana de Pedrógão Grande, a unidade industrial de fabrico de materiais de construção (telhas) no Cabeço da Cotovia e, provavelmente, a Ponte Romana do Cabril (actualmente submersa pelas águas da Albufeira da Barragem da Bouçã).

As invasões bárbaras irão provocar a deslocação da população do Calvário/Devesa para a área do Penedo (Centro Histórico de Pedrógão Grande), ao redor do qual a Vila vai crescer, ao ponto de aparecer referenciada nos inícios do Século XII como centro de um vasto território, abrangendo os actuais territórios dos Concelhos de Pedrógão Grande, Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos.

De facto, data de 1135 a primeira referência escrita a Pedrógão Grande, quando D. Afonso Henriques (ainda príncipe) fez a doação da “Hereditate Petragonum” a Uzbert, Monioni Martiniz e Fernando Martiniz.

Não sabemos o que fizeram destas terras estes três fidalgos, mas na Era MªCª LXXªIIIª (1195) D. Pedro Afonso concede a Pedrógão Grande a sua primeira Carta de Foral, confirmada por D. Afonso II em Coimbra na Era MªCCªLªVª (1203) e, em 1513 D. Manuel I atribui a Pedrógão Grande a sua segunda Carta de Foral, da qual se guarda no Município um dos exemplares.

Por volta dos inícios do Século XIV D. João Fernandes de Limia e sua mulher Dª Maria Anes, permutam com o Rei D. Dinis as Vilas de Évora Monte, Vila Boim e Aguiar de Neiva, por Vimieiro, Almada, Povos, Figueiró e Pedrógão.

Acompanhando o surto de progresso e desenvolvimento que se verifica no País durante o período dos descobrimentos Pedrógão Grande, chega ao ano de 1640 com uma população estimada em cerca de 1600/2000 almas, a qual, naquela época, não encontra paralelo no centro interior do País.

Deste período poderão ser admirados no Centro Histórico diversas construções, das quais destacamos: Igreja da Misericórdia (1470), Púlpito da Igreja Matriz e Sacristia (1537-1539), Torre Sineira da Igreja Matriz (1553), Retábulo da Matriz de João de Ruão (1554), reconstrução e ampliação do Convento de Nossa Senhora da Luz (1560), Pelourinho (Séc.XVI), execução do Retábulo da Igreja da Misericórdia (1606), construção da Ponte Filipina do Cabril (1607-1610) e da Ponte de Pêra (1621).

Na actualidade, Pedrógão Grande continua a desenvolver-se e a crescer em torno do seu Centro Histórico. A par da preservação dos becos e ruelas características do período medieval rasgam-se novas ruas e avenidas capazes de dar resposta ao mercado habitacional e comercial em constante crescimento. Redefinem-se zonas de convívio e lazer como o Largo da Devesa e o Parque Municipal de Campismo do Vale de Góis, local paradisíaco à beira da Albufeira da Barragem do Cabril.

"Preservar o passado com os olhos no futuro é, sem dúvida, o lema desta terra de lendas e de fadas de trabalho e de paz."


Fonte: http://www.cm-pedrogaogrande.pt


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PEDROGÃO GRANDE



Breve Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


Pedrogão Grande, na primeira leitura a confusão poderá permitir que associemos Pedrogão Pequeno a Pedrogão Grande! mas o facto é que não têm nada a vêr apesar de estarem próximas. Pedrogão Pequeno pertence ao Concelho da Sertã, enquanto Pedrogão Grande é Sede de Concelho, e apenas tem 3 Freguesias, a saber:Freguesias
Freguesia da Graça Freguesia de Pedrógão Grande, Freguesia de Vila Facaia. Está integrada no distrito de Leiria.


HISTÓRIA:


De uma forma directa ou indirecta, muitos dos autores que se têm referido ao Concelho de Pedrógão Grande, situam o povoamento da zona cronologicamente tardio, ou quando o pretenderam situar em épocas mais recuadas não apresentam provas concludentes que possam comprovar tal situação.

Face à investigação arqueológica desenvolvida no Concelho nas últimas décadas, sabemos hoje que o povoamento da região se terá processado no segundo milénio a.C. quando as primeiras comunidades humanas se estabeleceram na confluência da Ribeira de Pêra com o Zêzere, nos esporões do Penedo do Granada e de Nossa Senhora dos Milagres, ancestralmente conhecido por “Castelo Velho”.

Também os romanos demandaram estas paragens. Datam do Século II d.C. a Estação Arqueológica Calvário/Devesa, em plena zona urbana de Pedrógão Grande, a unidade industrial de fabrico de materiais de construção (telhas) no Cabeço da Cotovia e, provavelmente, a Ponte Romana do Cabril (actualmente submersa pelas águas da Albufeira da Barragem da Bouçã).

As invasões bárbaras irão provocar a deslocação da população do Calvário/Devesa para a área do Penedo (Centro Histórico de Pedrógão Grande), ao redor do qual a Vila vai crescer, ao ponto de aparecer referenciada nos inícios do Século XII como centro de um vasto território, abrangendo os actuais territórios dos Concelhos de Pedrógão Grande, Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos.

De facto, data de 1135 a primeira referência escrita a Pedrógão Grande, quando D. Afonso Henriques (ainda príncipe) fez a doação da “Hereditate Petragonum” a Uzbert, Monioni Martiniz e Fernando Martiniz.

Não sabemos o que fizeram destas terras estes três fidalgos, mas na Era MªCª LXXªIIIª (1195) D. Pedro Afonso concede a Pedrógão Grande a sua primeira Carta de Foral, confirmada por D. Afonso II em Coimbra na Era MªCCªLªVª (1203) e, em 1513 D. Manuel I atribui a Pedrógão Grande a sua segunda Carta de Foral, da qual se guarda no Município um dos exemplares.

Por volta dos inícios do Século XIV D. João Fernandes de Limia e sua mulher Dª Maria Anes, permutam com o Rei D. Dinis as Vilas de Évora Monte, Vila Boim e Aguiar de Neiva, por Vimieiro, Almada, Povos, Figueiró e Pedrógão.

Acompanhando o surto de progresso e desenvolvimento que se verifica no País durante o período dos descobrimentos Pedrógão Grande, chega ao ano de 1640 com uma população estimada em cerca de 1600/2000 almas, a qual, naquela época, não encontra paralelo no centro interior do País.

Deste período poderão ser admirados no Centro Histórico diversas construções, das quais destacamos: Igreja da Misericórdia (1470), Púlpito da Igreja Matriz e Sacristia (1537-1539), Torre Sineira da Igreja Matriz (1553), Retábulo da Matriz de João de Ruão (1554), reconstrução e ampliação do Convento de Nossa Senhora da Luz (1560), Pelourinho (Séc.XVI), execução do Retábulo da Igreja da Misericórdia (1606), construção da Ponte Filipina do Cabril (1607-1610) e da Ponte de Pêra (1621).

Na actualidade, Pedrógão Grande continua a desenvolver-se e a crescer em torno do seu Centro Histórico. A par da preservação dos becos e ruelas características do período medieval rasgam-se novas ruas e avenidas capazes de dar resposta ao mercado habitacional e comercial em constante crescimento. Redefinem-se zonas de convívio e lazer como o Largo da Devesa e o Parque Municipal de Campismo do Vale de Góis, local paradisíaco à beira da Albufeira da Barragem do Cabril.

"Preservar o passado com os olhos no futuro é, sem dúvida, o lema desta terra de lendas e de fadas de trabalho e de paz."


Fonte: http://www.cm-pedrogaogrande.pt


COPYRIGHT AuToCaRaVaNiStA


by jbmendes

PEDROGÃO GRANDE



Breve Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


Pedrogão Grande, na primeira leitura a confusão poderá permitir que associemos Pedrogão Pequeno a Pedrogão Grande! mas o facto é que não têm nada a vêr apesar de estarem próximas. Pedrogão Pequeno pertence ao Concelho da Sertã, enquanto Pedrogão Grande é Sede de Concelho, e apenas tem 3 Freguesias, a saber:Freguesias
Freguesia da Graça Freguesia de Pedrógão Grande, Freguesia de Vila Facaia. Está integrada no distrito de Leiria.


HISTÓRIA:


De uma forma directa ou indirecta, muitos dos autores que se têm referido ao Concelho de Pedrógão Grande, situam o povoamento da zona cronologicamente tardio, ou quando o pretenderam situar em épocas mais recuadas não apresentam provas concludentes que possam comprovar tal situação.

Face à investigação arqueológica desenvolvida no Concelho nas últimas décadas, sabemos hoje que o povoamento da região se terá processado no segundo milénio a.C. quando as primeiras comunidades humanas se estabeleceram na confluência da Ribeira de Pêra com o Zêzere, nos esporões do Penedo do Granada e de Nossa Senhora dos Milagres, ancestralmente conhecido por “Castelo Velho”.

Também os romanos demandaram estas paragens. Datam do Século II d.C. a Estação Arqueológica Calvário/Devesa, em plena zona urbana de Pedrógão Grande, a unidade industrial de fabrico de materiais de construção (telhas) no Cabeço da Cotovia e, provavelmente, a Ponte Romana do Cabril (actualmente submersa pelas águas da Albufeira da Barragem da Bouçã).

As invasões bárbaras irão provocar a deslocação da população do Calvário/Devesa para a área do Penedo (Centro Histórico de Pedrógão Grande), ao redor do qual a Vila vai crescer, ao ponto de aparecer referenciada nos inícios do Século XII como centro de um vasto território, abrangendo os actuais territórios dos Concelhos de Pedrógão Grande, Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos.

De facto, data de 1135 a primeira referência escrita a Pedrógão Grande, quando D. Afonso Henriques (ainda príncipe) fez a doação da “Hereditate Petragonum” a Uzbert, Monioni Martiniz e Fernando Martiniz.

Não sabemos o que fizeram destas terras estes três fidalgos, mas na Era MªCª LXXªIIIª (1195) D. Pedro Afonso concede a Pedrógão Grande a sua primeira Carta de Foral, confirmada por D. Afonso II em Coimbra na Era MªCCªLªVª (1203) e, em 1513 D. Manuel I atribui a Pedrógão Grande a sua segunda Carta de Foral, da qual se guarda no Município um dos exemplares.

Por volta dos inícios do Século XIV D. João Fernandes de Limia e sua mulher Dª Maria Anes, permutam com o Rei D. Dinis as Vilas de Évora Monte, Vila Boim e Aguiar de Neiva, por Vimieiro, Almada, Povos, Figueiró e Pedrógão.

Acompanhando o surto de progresso e desenvolvimento que se verifica no País durante o período dos descobrimentos Pedrógão Grande, chega ao ano de 1640 com uma população estimada em cerca de 1600/2000 almas, a qual, naquela época, não encontra paralelo no centro interior do País.

Deste período poderão ser admirados no Centro Histórico diversas construções, das quais destacamos: Igreja da Misericórdia (1470), Púlpito da Igreja Matriz e Sacristia (1537-1539), Torre Sineira da Igreja Matriz (1553), Retábulo da Matriz de João de Ruão (1554), reconstrução e ampliação do Convento de Nossa Senhora da Luz (1560), Pelourinho (Séc.XVI), execução do Retábulo da Igreja da Misericórdia (1606), construção da Ponte Filipina do Cabril (1607-1610) e da Ponte de Pêra (1621).

Na actualidade, Pedrógão Grande continua a desenvolver-se e a crescer em torno do seu Centro Histórico. A par da preservação dos becos e ruelas características do período medieval rasgam-se novas ruas e avenidas capazes de dar resposta ao mercado habitacional e comercial em constante crescimento. Redefinem-se zonas de convívio e lazer como o Largo da Devesa e o Parque Municipal de Campismo do Vale de Góis, local paradisíaco à beira da Albufeira da Barragem do Cabril.

"Preservar o passado com os olhos no futuro é, sem dúvida, o lema desta terra de lendas e de fadas de trabalho e de paz."


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PEDROGÃO GRANDE



Breve Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


Pedrogão Grande, na primeira leitura a confusão poderá permitir que associemos Pedrogão Pequeno a Pedrogão Grande! mas o facto é que não têm nada a vêr apesar de estarem próximas. Pedrogão Pequeno pertence ao Concelho da Sertã, enquanto Pedrogão Grande é Sede de Concelho, e apenas tem 3 Freguesias, a saber:Freguesias
Freguesia da Graça Freguesia de Pedrógão Grande, Freguesia de Vila Facaia. Está integrada no distrito de Leiria.


HISTÓRIA:


De uma forma directa ou indirecta, muitos dos autores que se têm referido ao Concelho de Pedrógão Grande, situam o povoamento da zona cronologicamente tardio, ou quando o pretenderam situar em épocas mais recuadas não apresentam provas concludentes que possam comprovar tal situação.

Face à investigação arqueológica desenvolvida no Concelho nas últimas décadas, sabemos hoje que o povoamento da região se terá processado no segundo milénio a.C. quando as primeiras comunidades humanas se estabeleceram na confluência da Ribeira de Pêra com o Zêzere, nos esporões do Penedo do Granada e de Nossa Senhora dos Milagres, ancestralmente conhecido por “Castelo Velho”.

Também os romanos demandaram estas paragens. Datam do Século II d.C. a Estação Arqueológica Calvário/Devesa, em plena zona urbana de Pedrógão Grande, a unidade industrial de fabrico de materiais de construção (telhas) no Cabeço da Cotovia e, provavelmente, a Ponte Romana do Cabril (actualmente submersa pelas águas da Albufeira da Barragem da Bouçã).

As invasões bárbaras irão provocar a deslocação da população do Calvário/Devesa para a área do Penedo (Centro Histórico de Pedrógão Grande), ao redor do qual a Vila vai crescer, ao ponto de aparecer referenciada nos inícios do Século XII como centro de um vasto território, abrangendo os actuais territórios dos Concelhos de Pedrógão Grande, Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos.

De facto, data de 1135 a primeira referência escrita a Pedrógão Grande, quando D. Afonso Henriques (ainda príncipe) fez a doação da “Hereditate Petragonum” a Uzbert, Monioni Martiniz e Fernando Martiniz.

Não sabemos o que fizeram destas terras estes três fidalgos, mas na Era MªCª LXXªIIIª (1195) D. Pedro Afonso concede a Pedrógão Grande a sua primeira Carta de Foral, confirmada por D. Afonso II em Coimbra na Era MªCCªLªVª (1203) e, em 1513 D. Manuel I atribui a Pedrógão Grande a sua segunda Carta de Foral, da qual se guarda no Município um dos exemplares.

Por volta dos inícios do Século XIV D. João Fernandes de Limia e sua mulher Dª Maria Anes, permutam com o Rei D. Dinis as Vilas de Évora Monte, Vila Boim e Aguiar de Neiva, por Vimieiro, Almada, Povos, Figueiró e Pedrógão.

Acompanhando o surto de progresso e desenvolvimento que se verifica no País durante o período dos descobrimentos Pedrógão Grande, chega ao ano de 1640 com uma população estimada em cerca de 1600/2000 almas, a qual, naquela época, não encontra paralelo no centro interior do País.

Deste período poderão ser admirados no Centro Histórico diversas construções, das quais destacamos: Igreja da Misericórdia (1470), Púlpito da Igreja Matriz e Sacristia (1537-1539), Torre Sineira da Igreja Matriz (1553), Retábulo da Matriz de João de Ruão (1554), reconstrução e ampliação do Convento de Nossa Senhora da Luz (1560), Pelourinho (Séc.XVI), execução do Retábulo da Igreja da Misericórdia (1606), construção da Ponte Filipina do Cabril (1607-1610) e da Ponte de Pêra (1621).

Na actualidade, Pedrógão Grande continua a desenvolver-se e a crescer em torno do seu Centro Histórico. A par da preservação dos becos e ruelas características do período medieval rasgam-se novas ruas e avenidas capazes de dar resposta ao mercado habitacional e comercial em constante crescimento. Redefinem-se zonas de convívio e lazer como o Largo da Devesa e o Parque Municipal de Campismo do Vale de Góis, local paradisíaco à beira da Albufeira da Barragem do Cabril.

"Preservar o passado com os olhos no futuro é, sem dúvida, o lema desta terra de lendas e de fadas de trabalho e de paz."


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PEDROGÃO GRANDE



Breve Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


Pedrogão Grande, na primeira leitura a confusão poderá permitir que associemos Pedrogão Pequeno a Pedrogão Grande! mas o facto é que não têm nada a vêr apesar de estarem próximas. Pedrogão Pequeno pertence ao Concelho da Sertã, enquanto Pedrogão Grande é Sede de Concelho, e apenas tem 3 Freguesias, a saber:Freguesias
Freguesia da Graça Freguesia de Pedrógão Grande, Freguesia de Vila Facaia. Está integrada no distrito de Leiria.


HISTÓRIA:


De uma forma directa ou indirecta, muitos dos autores que se têm referido ao Concelho de Pedrógão Grande, situam o povoamento da zona cronologicamente tardio, ou quando o pretenderam situar em épocas mais recuadas não apresentam provas concludentes que possam comprovar tal situação.

Face à investigação arqueológica desenvolvida no Concelho nas últimas décadas, sabemos hoje que o povoamento da região se terá processado no segundo milénio a.C. quando as primeiras comunidades humanas se estabeleceram na confluência da Ribeira de Pêra com o Zêzere, nos esporões do Penedo do Granada e de Nossa Senhora dos Milagres, ancestralmente conhecido por “Castelo Velho”.

Também os romanos demandaram estas paragens. Datam do Século II d.C. a Estação Arqueológica Calvário/Devesa, em plena zona urbana de Pedrógão Grande, a unidade industrial de fabrico de materiais de construção (telhas) no Cabeço da Cotovia e, provavelmente, a Ponte Romana do Cabril (actualmente submersa pelas águas da Albufeira da Barragem da Bouçã).

As invasões bárbaras irão provocar a deslocação da população do Calvário/Devesa para a área do Penedo (Centro Histórico de Pedrógão Grande), ao redor do qual a Vila vai crescer, ao ponto de aparecer referenciada nos inícios do Século XII como centro de um vasto território, abrangendo os actuais territórios dos Concelhos de Pedrógão Grande, Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos.

De facto, data de 1135 a primeira referência escrita a Pedrógão Grande, quando D. Afonso Henriques (ainda príncipe) fez a doação da “Hereditate Petragonum” a Uzbert, Monioni Martiniz e Fernando Martiniz.

Não sabemos o que fizeram destas terras estes três fidalgos, mas na Era MªCª LXXªIIIª (1195) D. Pedro Afonso concede a Pedrógão Grande a sua primeira Carta de Foral, confirmada por D. Afonso II em Coimbra na Era MªCCªLªVª (1203) e, em 1513 D. Manuel I atribui a Pedrógão Grande a sua segunda Carta de Foral, da qual se guarda no Município um dos exemplares.

Por volta dos inícios do Século XIV D. João Fernandes de Limia e sua mulher Dª Maria Anes, permutam com o Rei D. Dinis as Vilas de Évora Monte, Vila Boim e Aguiar de Neiva, por Vimieiro, Almada, Povos, Figueiró e Pedrógão.

Acompanhando o surto de progresso e desenvolvimento que se verifica no País durante o período dos descobrimentos Pedrógão Grande, chega ao ano de 1640 com uma população estimada em cerca de 1600/2000 almas, a qual, naquela época, não encontra paralelo no centro interior do País.

Deste período poderão ser admirados no Centro Histórico diversas construções, das quais destacamos: Igreja da Misericórdia (1470), Púlpito da Igreja Matriz e Sacristia (1537-1539), Torre Sineira da Igreja Matriz (1553), Retábulo da Matriz de João de Ruão (1554), reconstrução e ampliação do Convento de Nossa Senhora da Luz (1560), Pelourinho (Séc.XVI), execução do Retábulo da Igreja da Misericórdia (1606), construção da Ponte Filipina do Cabril (1607-1610) e da Ponte de Pêra (1621).

Na actualidade, Pedrógão Grande continua a desenvolver-se e a crescer em torno do seu Centro Histórico. A par da preservação dos becos e ruelas características do período medieval rasgam-se novas ruas e avenidas capazes de dar resposta ao mercado habitacional e comercial em constante crescimento. Redefinem-se zonas de convívio e lazer como o Largo da Devesa e o Parque Municipal de Campismo do Vale de Góis, local paradisíaco à beira da Albufeira da Barragem do Cabril.

"Preservar o passado com os olhos no futuro é, sem dúvida, o lema desta terra de lendas e de fadas de trabalho e de paz."


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PEDROGÃO PEQUENO - SERTÃ


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


Pedrogão Pequeno pertence ao Município da Sertã, e está classificada como aldeia de xisto, mas o facto é que xisto não se vê quase nada por fora. Detetamos que o xisto é mais preservado no seu interior do que própriamente ao exterior, já que está quase tudo coberto com cimento. Como já referenciamos a aldeia de Álvaro, está nas mesmas condições. Quem vai ao encontro do xisto, prepare-se para uma desilusão completa. No entanto nem tudo é negativo para quem gosta de aventura e desportos radicais, alí pertissimo da ponte Filipina, existe uma empresa de aluguer de carros e motos todo o terreno não faltando as canoas e as bicicletas BTT.

            HISTÓRIA:

Diz-se que Pedrógão Pequeno foi fundado pelo Cônsul Romano Aulo Curcio 150 anos antes de Cristo, que os Mouros o tomaram em 4 de Agosto de 718 e que foi resgatado por D. Afonso III em 13 de Março de 1216, mas nenhum autor cita os documentos em que se baseou. Está como certo que é pura e mal engendrada invenção de autor pouco honesto o que respeita aos Sarracenos, porque no reinado do aludido monarca já toda esta região estava indutavelmente na posse pacífica dos cristãos. Em 1419 ainda era do termo da Sertã, mas não tardou em alcançar uma relativa autonomia, que nessa época se concedia a todas as pequenas vilas do país.



O Prior do Crato, D. Vasco de Ataíde, tendo mais em vista beneficiar um protegido do monarca que executar um acto de administração de real interesse para a sua Ordem, deu em 1448 a Pedrógão Pequeno de emprazamento, com toda a jurisdição civil e criminal, rendas e foros, a Diogo da Silveira, escrivão particular e conselheiro d'El-rei D. Afonso V, que o elevou à categoria de vila, pouco depois do emprazamento, que equivalia a um foral, feito pelo Prior do Hospital a Diogo da Silveira, os habitantes da Sertã, vendo cerceados os seus direitos e restringida a antiga jurisdição do Concelho não o acataram, indo a Pedrógão destruir ilegalmente o pelourinho e a forca, símbolos da autonomia da vila, que há pouco tinham sido levantados pelos seus moradores.



Não tardou, porém, a chegar-se a um acordo que consistiu em a vila de Pedrógão escolher entre os seus habitantes um juiz ordinário que teria de prestar o competente juramento perante o juiz da Sertã, que lhe daria posse do cargo, devendo também na dita vila do Pedrógão ser apenas julgadas as causas civis até 200 livras (600 a 800$00l) ficando as de maior importância e todos os crimes da competência do Juiz da Sertã, mas em 1455 El-rei renovou, a requerimento dos Pedroguenses os privilégios de 1448. Esta situação manteve-se até Novembro de 1830, ano em que foi extinto este pequeno concelho, sendo incorporadas as freguesias do Pedrógão e do Carvalhal (Nª Sra. do Amparo) no concelho de Oleiros, mas poucos meses depois (decreto de 27 de Setembro de 1837) passaram novamente para a Sertã. O seu foral, dado por D. Manuel em 1513, não alterou a jurisdição da vila, limitando-se à fixação dos direitos reais. Depois da concessão do foral a vila mandou construir novo pelourinho que era encimado pela esfera das armas de D. Manuel I.

Fonte: http://www.pedrogaopequeno.com

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www.autocaravanista.pt.vu - www.grupoautocaravanista.webs.com
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PEDROGÃO PEQUENO - SERTÃ


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


Pedrogão Pequeno pertence ao Município da Sertã, e está classificada como aldeia de xisto, mas o facto é que xisto não se vê quase nada por fora. Detetamos que o xisto é mais preservado no seu interior do que própriamente ao exterior, já que está quase tudo coberto com cimento. Como já referenciamos a aldeia de Álvaro, está nas mesmas condições. Quem vai ao encontro do xisto, prepare-se para uma desilusão completa. No entanto nem tudo é negativo para quem gosta de aventura e desportos radicais, alí pertissimo da ponte Filipina, existe uma empresa de aluguer de carros e motos todo o terreno não faltando as canoas e as bicicletas BTT.

            HISTÓRIA:
Diz-se que Pedrógão Pequeno foi fundado pelo Cônsul Romano Aulo Curcio 150 anos antes de Cristo, que os Mouros o tomaram em 4 de Agosto de 718 e que foi resgatado por D. Afonso III em 13 de Março de 1216, mas nenhum autor cita os documentos em que se baseou. Está como certo que é pura e mal engendrada invenção de autor pouco honesto o que respeita aos Sarracenos, porque no reinado do aludido monarca já toda esta região estava indutavelmente na posse pacífica dos cristãos. Em 1419 ainda era do termo da Sertã, mas não tardou em alcançar uma relativa autonomia, que nessa época se concedia a todas as pequenas vilas do país.

O Prior do Crato, D. Vasco de Ataíde, tendo mais em vista beneficiar um protegido do monarca que executar um acto de administração de real interesse para a sua Ordem, deu em 1448 a Pedrógão Pequeno de emprazamento, com toda a jurisdição civil e criminal, rendas e foros, a Diogo da Silveira, escrivão particular e conselheiro d'El-rei D. Afonso V, que o elevou à categoria de vila, pouco depois do emprazamento, que equivalia a um foral, feito pelo Prior do Hospital a Diogo da Silveira, os habitantes da Sertã, vendo cerceados os seus direitos e restringida a antiga jurisdição do Concelho não o acataram, indo a Pedrógão destruir ilegalmente o pelourinho e a forca, símbolos da autonomia da vila, que há pouco tinham sido levantados pelos seus moradores.

Não tardou, porém, a chegar-se a um acordo que consistiu em a vila de Pedrógão escolher entre os seus habitantes um juiz ordinário que teria de prestar o competente juramento perante o juiz da Sertã, que lhe daria posse do cargo, devendo também na dita vila do Pedrógão ser apenas julgadas as causas civis até 200 livras (600 a 800$00l) ficando as de maior importância e todos os crimes da competência do Juiz da Sertã, mas em 1455 El-rei renovou, a requerimento dos Pedroguenses os privilégios de 1448. Esta situação manteve-se até Novembro de 1830, ano em que foi extinto este pequeno concelho, sendo incorporadas as freguesias do Pedrógão e do Carvalhal (Nª Sra. do Amparo) no concelho de Oleiros, mas poucos meses depois (decreto de 27 de Setembro de 1837) passaram novamente para a Sertã. O seu foral, dado por D. Manuel em 1513, não alterou a jurisdição da vila, limitando-se à fixação dos direitos reais. Depois da concessão do foral a vila mandou construir novo pelourinho que era encimado pela esfera das armas de D. Manuel I.
Fonte: http://www.pedrogaopequeno.com

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PEDROGÃO PEQUENO - SERTÃ

Breve apontmento AuToCaRaVaNiStA:

Pedrogão Pequeno pertence ao Município da Sertã, e está classificada como aldeia de xisto, mas o facto é que xisto não se vê quase nada por fora.Detectamos que o xisto é mais preservado no seu interior do que própriamente ao exterior, já que está quase tudo coberto com cimento. Como já referenciamos a aldeia de Álvaro, está nas mesmas condições. Quem vai ao encontro do xisto, prepare-se para uma desilusão completa. No entanto nem tudo é negativo para quem gosta de aventura e desportos radicais, alí pertissimo da ponte Filipina, existe uma empresa de aluguer de carros e motos todo o terreno não faltando as canoas e as bicicletas BTT.

HISTÓRIA:

Diz-se que Pedrógão Pequeno foi fundado pelo Cônsul Romano Aulo Curcio 150 anos antes de Cristo, que os Mouros o tomaram em 4 de Agosto de 718 e que foi resgatado por D. Afonso III em 13 de Março de 1216, mas nenhum autor cita os documentos em que se baseou. Está como certo que é pura e mal engendrada invenção de autor pouco honesto o que respeita aos Sarracenos, porque no reinado do aludido monarca já toda esta região estava indutavelmente na posse pacífica dos cristãos. Em 1419 ainda era do termo da Sertã, mas não tardou em alcançar uma relativa autonomia, que nessa época se concedia a todas as pequenas vilas do país. O Prior do Crato, D. Vasco de Ataíde, tendo mais em vista beneficiar um protegido do monarca que executar um acto de administração de real interesse para a sua Ordem, deu em 1448 a Pedrógão Pequeno de emprazamento, com toda a jurisdição civil e criminal, rendas e foros, a Diogo da Silveira, escrivão particular e conselheiro d'El-rei D. Afonso V, que o elevou à categoria de vila, pouco depois do emprazamento, que equivalia a um foral, feito pelo Prior do Hospital a Diogo da Silveira, os habitantes da Sertã, vendo cerceados os seus direitos e restringida a antiga jurisdição do Concelho não o acataram, indo a Pedrógão destruir ilegalmente o pelourinho e a forca, símbolos da autonomia da vila, que há pouco tinham sido levantados pelos seus moradores. Não tardou, porém, a chegar-se a um acordo que consistiu em a vila de Pedrógão escolher entre os seus habitantes um juiz ordinário que teria de prestar o competente juramento perante o juiz da Sertã, que lhe daria posse do cargo, devendo também na dita vila do Pedrógão ser apenas julgadas as causas civis até 200 livras (600 a 800$00l) ficando as de maior importância e todos os crimes da competência do Juiz da Sertã, mas em 1455 El-rei renovou, a requerimento dos Pedroguenses os privilégios de 1448. Esta situação manteve-se até Novembro de 1830, ano em que foi extinto este pequeno concelho, sendo incorporadas as freguesias do Pedrógão e do Carvalhal (Nª Sra. do Amparo) no concelho de Oleiros, mas poucos meses depois (decreto de 27 de Setembro de 1837) passaram novamente para a Sertã. O seu foral, dado por D. Manuel em 1513, não alterou a jurisdição da vila, limitando-se à fixação dos direitos reais. Depois da concessão do foral a vila mandou construir novo pelourinho que era encimado pela esfera das armas de D. Manuel I.

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PEDROGÃO PEQUENO - SERTÃ

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Pedrogão Pequeno pertence ao Município da Sertã, e está classificada como aldeia de xisto, mas o facto é que xisto não se vê quase nada por fora.Detectamos que o xisto é mais preservado no seu interior do que própriamente ao exterior, já que está quase tudo coberto com cimento. Como já referenciamos a aldeia de Álvaro, está nas mesmas condições. Quem vai ao encontro do xisto, prepare-se para uma desilusão completa. No entanto nem tudo é negativo para quem gosta de aventura e desportos radicais, alí pertissimo da ponte Filipina, existe uma empresa de aluguer de carros e motos todo o terreno não faltando as canoas e as bicicletas BTT.

HISTÓRIA:

Diz-se que Pedrógão Pequeno foi fundado pelo Cônsul Romano Aulo Curcio 150 anos antes de Cristo, que os Mouros o tomaram em 4 de Agosto de 718 e que foi resgatado por D. Afonso III em 13 de Março de 1216, mas nenhum autor cita os documentos em que se baseou. Está como certo que é pura e mal engendrada invenção de autor pouco honesto o que respeita aos Sarracenos, porque no reinado do aludido monarca já toda esta região estava indutavelmente na posse pacífica dos cristãos. Em 1419 ainda era do termo da Sertã, mas não tardou em alcançar uma relativa autonomia, que nessa época se concedia a todas as pequenas vilas do país. O Prior do Crato, D. Vasco de Ataíde, tendo mais em vista beneficiar um protegido do monarca que executar um acto de administração de real interesse para a sua Ordem, deu em 1448 a Pedrógão Pequeno de emprazamento, com toda a jurisdição civil e criminal, rendas e foros, a Diogo da Silveira, escrivão particular e conselheiro d'El-rei D. Afonso V, que o elevou à categoria de vila, pouco depois do emprazamento, que equivalia a um foral, feito pelo Prior do Hospital a Diogo da Silveira, os habitantes da Sertã, vendo cerceados os seus direitos e restringida a antiga jurisdição do Concelho não o acataram, indo a Pedrógão destruir ilegalmente o pelourinho e a forca, símbolos da autonomia da vila, que há pouco tinham sido levantados pelos seus moradores. Não tardou, porém, a chegar-se a um acordo que consistiu em a vila de Pedrógão escolher entre os seus habitantes um juiz ordinário que teria de prestar o competente juramento perante o juiz da Sertã, que lhe daria posse do cargo, devendo também na dita vila do Pedrógão ser apenas julgadas as causas civis até 200 livras (600 a 800$00l) ficando as de maior importância e todos os crimes da competência do Juiz da Sertã, mas em 1455 El-rei renovou, a requerimento dos Pedroguenses os privilégios de 1448. Esta situação manteve-se até Novembro de 1830, ano em que foi extinto este pequeno concelho, sendo incorporadas as freguesias do Pedrógão e do Carvalhal (Nª Sra. do Amparo) no concelho de Oleiros, mas poucos meses depois (decreto de 27 de Setembro de 1837) passaram novamente para a Sertã. O seu foral, dado por D. Manuel em 1513, não alterou a jurisdição da vila, limitando-se à fixação dos direitos reais. Depois da concessão do foral a vila mandou construir novo pelourinho que era encimado pela esfera das armas de D. Manuel I.

Fonte: http://www.pedrogaopequeno.com

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PEDROGÃO PEQUENO - SERTÃ



Breve apontmento AuToCaRaVaNiStA:


Pedrogão Pequeno pertence ao Município da Sertã, e está classificada como aldeia de xisto, mas o facto é que xisto não se vê quase nada por fora.
Detectamos que o xisto é mais preservado no seu interior do que própriamente ao exterior, já que está quase tudo coberto com cimento. Como já referenciamos a aldeia de Álvaro, está nas mesmas condições. Quem vai ao encontro do xisto, prepare-se para uma desilusão completa. No entanto nem tudo é negativo para quem gosta de aventura e desportos radicais, alí pertissimo da ponte Filipina, existe uma empresa de aluguer de carros e motos todo o terreno não faltando as canoas e as bicicletas BTT.


HISTÓRIA:


Diz-se que Pedrógão Pequeno foi fundado pelo Cônsul Romano Aulo Curcio 150 anos antes de Cristo, que os Mouros o tomaram em 4 de Agosto de 718 e que foi resgatado por D. Afonso III em 13 de Março de 1216, mas nenhum autor cita os documentos em que se baseou.



Está como certo que é pura e mal engendrada invenção de autor pouco honesto o que respeita aos Sarracenos, porque no reinado do aludido monarca já toda esta região estava indutavelmente na posse pacífica dos cristãos.



Em 1419 ainda era do termo da Sertã, mas não tardou em alcançar uma relativa autonomia, que nessa época se concedia a todas as pequenas vilas do país.



O Prior do Crato, D. Vasco de Ataíde, tendo mais em vista beneficiar um protegido do monarca que executar um acto de administração de real interesse para a sua Ordem, deu em 1448 a Pedrógão Pequeno de emprazamento, com toda a jurisdição civil e criminal, rendas e foros, a Diogo da Silveira, escrivão particular e conselheiro d'El-rei D. Afonso V, que o elevou à categoria de vila, pouco depois do emprazamento, que equivalia a um foral, feito pelo Prior do Hospital a Diogo da Silveira, os habitantes da Sertã, vendo cerceados os seus direitos e restringida a antiga jurisdição do Concelho não o acataram, indo a Pedrógão destruir ilegalmente o pelourinho e a forca, símbolos da autonomia da vila, que há pouco tinham sido levantados pelos seus moradores.



Não tardou, porém, a chegar-se a um acordo que consistiu em a vila de Pedrógão escolher entre os seus habitantes um juiz ordinário que teria de prestar o competente juramento perante o juiz da Sertã, que lhe daria posse do cargo, devendo também na dita vila do Pedrógão ser apenas julgadas as causas civis até 200 livras (600 a 800$00l) ficando as de maior importância e todos os crimes da competência do Juiz da Sertã, mas em 1455 El-rei renovou, a requerimento dos Pedroguenses os privilégios de 1448.



Esta situação manteve-se até Novembro de 1830, ano em que foi extinto este pequeno concelho, sendo incorporadas as freguesias do Pedrógão e do Carvalhal (Nª Sra. do Amparo) no concelho de Oleiros, mas poucos meses depois (decreto de 27 de Setembro de 1837) passaram novamente para a Sertã.



O seu foral, dado por D. Manuel em 1513, não alterou a jurisdição da vila, limitando-se à fixação dos direitos reais.



Depois da concessão do foral a vila mandou construir novo pelourinho que era encimado pela esfera das armas de D. Manuel I.


Fonte: http://www.pedrogaopequeno.com


COPYRIGHT AuToCaRaVaNiStA


by jbmendes

PEDROGÃO PEQUENO - SERTÃ



Breve apontmento AuToCaRaVaNiStA:


Pedrogão Pequeno pertence ao Município da Sertã, e está classificada como aldeia de xisto, mas o facto é que xisto não se vê quase nada por fora.
Detectamos que o xisto é mais preservado no seu interior do que própriamente ao exterior, já que está quase tudo coberto com cimento. Como já referenciamos a aldeia de Álvaro, está nas mesmas condições. Quem vai ao encontro do xisto, prepare-se para uma desilusão completa. No entanto nem tudo é negativo para quem gosta de aventura e desportos radicais, alí pertissimo da ponte Filipina, existe uma empresa de aluguer de carros e motos todo o terreno não faltando as canoas e as bicicletas BTT.


HISTÓRIA:


Diz-se que Pedrógão Pequeno foi fundado pelo Cônsul Romano Aulo Curcio 150 anos antes de Cristo, que os Mouros o tomaram em 4 de Agosto de 718 e que foi resgatado por D. Afonso III em 13 de Março de 1216, mas nenhum autor cita os documentos em que se baseou.



Está como certo que é pura e mal engendrada invenção de autor pouco honesto o que respeita aos Sarracenos, porque no reinado do aludido monarca já toda esta região estava indutavelmente na posse pacífica dos cristãos.



Em 1419 ainda era do termo da Sertã, mas não tardou em alcançar uma relativa autonomia, que nessa época se concedia a todas as pequenas vilas do país.



O Prior do Crato, D. Vasco de Ataíde, tendo mais em vista beneficiar um protegido do monarca que executar um acto de administração de real interesse para a sua Ordem, deu em 1448 a Pedrógão Pequeno de emprazamento, com toda a jurisdição civil e criminal, rendas e foros, a Diogo da Silveira, escrivão particular e conselheiro d'El-rei D. Afonso V, que o elevou à categoria de vila, pouco depois do emprazamento, que equivalia a um foral, feito pelo Prior do Hospital a Diogo da Silveira, os habitantes da Sertã, vendo cerceados os seus direitos e restringida a antiga jurisdição do Concelho não o acataram, indo a Pedrógão destruir ilegalmente o pelourinho e a forca, símbolos da autonomia da vila, que há pouco tinham sido levantados pelos seus moradores.



Não tardou, porém, a chegar-se a um acordo que consistiu em a vila de Pedrógão escolher entre os seus habitantes um juiz ordinário que teria de prestar o competente juramento perante o juiz da Sertã, que lhe daria posse do cargo, devendo também na dita vila do Pedrógão ser apenas julgadas as causas civis até 200 livras (600 a 800$00l) ficando as de maior importância e todos os crimes da competência do Juiz da Sertã, mas em 1455 El-rei renovou, a requerimento dos Pedroguenses os privilégios de 1448.



Esta situação manteve-se até Novembro de 1830, ano em que foi extinto este pequeno concelho, sendo incorporadas as freguesias do Pedrógão e do Carvalhal (Nª Sra. do Amparo) no concelho de Oleiros, mas poucos meses depois (decreto de 27 de Setembro de 1837) passaram novamente para a Sertã.



O seu foral, dado por D. Manuel em 1513, não alterou a jurisdição da vila, limitando-se à fixação dos direitos reais.



Depois da concessão do foral a vila mandou construir novo pelourinho que era encimado pela esfera das armas de D. Manuel I.


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PEDROGÃO PEQUENO - SERTÃ



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Pedrogão Pequeno pertence ao Município da Sertã, e está classificada como aldeia de xisto, mas o facto é que xisto não se vê quase nada por fora.
Detectamos que o xisto é mais preservado no seu interior do que própriamente ao exterior, já que está quase tudo coberto com cimento. Como já referenciamos a aldeia de Álvaro, está nas mesmas condições. Quem vai ao encontro do xisto, prepare-se para uma desilusão completa. No entanto nem tudo é negativo para quem gosta de aventura e desportos radicais, alí pertissimo da ponte Filipina, existe uma empresa de aluguer de carros e motos todo o terreno não faltando as canoas e as bicicletas BTT.


HISTÓRIA:


Diz-se que Pedrógão Pequeno foi fundado pelo Cônsul Romano Aulo Curcio 150 anos antes de Cristo, que os Mouros o tomaram em 4 de Agosto de 718 e que foi resgatado por D. Afonso III em 13 de Março de 1216, mas nenhum autor cita os documentos em que se baseou.



Está como certo que é pura e mal engendrada invenção de autor pouco honesto o que respeita aos Sarracenos, porque no reinado do aludido monarca já toda esta região estava indutavelmente na posse pacífica dos cristãos.



Em 1419 ainda era do termo da Sertã, mas não tardou em alcançar uma relativa autonomia, que nessa época se concedia a todas as pequenas vilas do país.



O Prior do Crato, D. Vasco de Ataíde, tendo mais em vista beneficiar um protegido do monarca que executar um acto de administração de real interesse para a sua Ordem, deu em 1448 a Pedrógão Pequeno de emprazamento, com toda a jurisdição civil e criminal, rendas e foros, a Diogo da Silveira, escrivão particular e conselheiro d'El-rei D. Afonso V, que o elevou à categoria de vila, pouco depois do emprazamento, que equivalia a um foral, feito pelo Prior do Hospital a Diogo da Silveira, os habitantes da Sertã, vendo cerceados os seus direitos e restringida a antiga jurisdição do Concelho não o acataram, indo a Pedrógão destruir ilegalmente o pelourinho e a forca, símbolos da autonomia da vila, que há pouco tinham sido levantados pelos seus moradores.



Não tardou, porém, a chegar-se a um acordo que consistiu em a vila de Pedrógão escolher entre os seus habitantes um juiz ordinário que teria de prestar o competente juramento perante o juiz da Sertã, que lhe daria posse do cargo, devendo também na dita vila do Pedrógão ser apenas julgadas as causas civis até 200 livras (600 a 800$00l) ficando as de maior importância e todos os crimes da competência do Juiz da Sertã, mas em 1455 El-rei renovou, a requerimento dos Pedroguenses os privilégios de 1448.



Esta situação manteve-se até Novembro de 1830, ano em que foi extinto este pequeno concelho, sendo incorporadas as freguesias do Pedrógão e do Carvalhal (Nª Sra. do Amparo) no concelho de Oleiros, mas poucos meses depois (decreto de 27 de Setembro de 1837) passaram novamente para a Sertã.



O seu foral, dado por D. Manuel em 1513, não alterou a jurisdição da vila, limitando-se à fixação dos direitos reais.



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Detectamos que o xisto é mais preservado no seu interior do que própriamente ao exterior, já que está quase tudo coberto com cimento. Como já referenciamos a aldeia de Álvaro, está nas mesmas condições. Quem vai ao encontro do xisto, prepare-se para uma desilusão completa. No entanto nem tudo é negativo para quem gosta de aventura e desportos radicais, alí pertissimo da ponte Filipina, existe uma empresa de aluguer de carros e motos todo o terreno não faltando as canoas e as bicicletas BTT.


HISTÓRIA:


Diz-se que Pedrógão Pequeno foi fundado pelo Cônsul Romano Aulo Curcio 150 anos antes de Cristo, que os Mouros o tomaram em 4 de Agosto de 718 e que foi resgatado por D. Afonso III em 13 de Março de 1216, mas nenhum autor cita os documentos em que se baseou.



Está como certo que é pura e mal engendrada invenção de autor pouco honesto o que respeita aos Sarracenos, porque no reinado do aludido monarca já toda esta região estava indutavelmente na posse pacífica dos cristãos.



Em 1419 ainda era do termo da Sertã, mas não tardou em alcançar uma relativa autonomia, que nessa época se concedia a todas as pequenas vilas do país.



O Prior do Crato, D. Vasco de Ataíde, tendo mais em vista beneficiar um protegido do monarca que executar um acto de administração de real interesse para a sua Ordem, deu em 1448 a Pedrógão Pequeno de emprazamento, com toda a jurisdição civil e criminal, rendas e foros, a Diogo da Silveira, escrivão particular e conselheiro d'El-rei D. Afonso V, que o elevou à categoria de vila, pouco depois do emprazamento, que equivalia a um foral, feito pelo Prior do Hospital a Diogo da Silveira, os habitantes da Sertã, vendo cerceados os seus direitos e restringida a antiga jurisdição do Concelho não o acataram, indo a Pedrógão destruir ilegalmente o pelourinho e a forca, símbolos da autonomia da vila, que há pouco tinham sido levantados pelos seus moradores.



Não tardou, porém, a chegar-se a um acordo que consistiu em a vila de Pedrógão escolher entre os seus habitantes um juiz ordinário que teria de prestar o competente juramento perante o juiz da Sertã, que lhe daria posse do cargo, devendo também na dita vila do Pedrógão ser apenas julgadas as causas civis até 200 livras (600 a 800$00l) ficando as de maior importância e todos os crimes da competência do Juiz da Sertã, mas em 1455 El-rei renovou, a requerimento dos Pedroguenses os privilégios de 1448.



Esta situação manteve-se até Novembro de 1830, ano em que foi extinto este pequeno concelho, sendo incorporadas as freguesias do Pedrógão e do Carvalhal (Nª Sra. do Amparo) no concelho de Oleiros, mas poucos meses depois (decreto de 27 de Setembro de 1837) passaram novamente para a Sertã.



O seu foral, dado por D. Manuel em 1513, não alterou a jurisdição da vila, limitando-se à fixação dos direitos reais.



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Detectamos que o xisto é mais preservado no seu interior do que própriamente ao exterior, já que está quase tudo coberto com cimento. Como já referenciamos a aldeia de Álvaro, está nas mesmas condições. Quem vai ao encontro do xisto, prepare-se para uma desilusão completa. No entanto nem tudo é negativo para quem gosta de aventura e desportos radicais, alí pertissimo da ponte Filipina, existe uma empresa de aluguer de carros e motos todo o terreno não faltando as canoas e as bicicletas BTT.


HISTÓRIA:


Diz-se que Pedrógão Pequeno foi fundado pelo Cônsul Romano Aulo Curcio 150 anos antes de Cristo, que os Mouros o tomaram em 4 de Agosto de 718 e que foi resgatado por D. Afonso III em 13 de Março de 1216, mas nenhum autor cita os documentos em que se baseou.



Está como certo que é pura e mal engendrada invenção de autor pouco honesto o que respeita aos Sarracenos, porque no reinado do aludido monarca já toda esta região estava indutavelmente na posse pacífica dos cristãos.



Em 1419 ainda era do termo da Sertã, mas não tardou em alcançar uma relativa autonomia, que nessa época se concedia a todas as pequenas vilas do país.



O Prior do Crato, D. Vasco de Ataíde, tendo mais em vista beneficiar um protegido do monarca que executar um acto de administração de real interesse para a sua Ordem, deu em 1448 a Pedrógão Pequeno de emprazamento, com toda a jurisdição civil e criminal, rendas e foros, a Diogo da Silveira, escrivão particular e conselheiro d'El-rei D. Afonso V, que o elevou à categoria de vila, pouco depois do emprazamento, que equivalia a um foral, feito pelo Prior do Hospital a Diogo da Silveira, os habitantes da Sertã, vendo cerceados os seus direitos e restringida a antiga jurisdição do Concelho não o acataram, indo a Pedrógão destruir ilegalmente o pelourinho e a forca, símbolos da autonomia da vila, que há pouco tinham sido levantados pelos seus moradores.



Não tardou, porém, a chegar-se a um acordo que consistiu em a vila de Pedrógão escolher entre os seus habitantes um juiz ordinário que teria de prestar o competente juramento perante o juiz da Sertã, que lhe daria posse do cargo, devendo também na dita vila do Pedrógão ser apenas julgadas as causas civis até 200 livras (600 a 800$00l) ficando as de maior importância e todos os crimes da competência do Juiz da Sertã, mas em 1455 El-rei renovou, a requerimento dos Pedroguenses os privilégios de 1448.



Esta situação manteve-se até Novembro de 1830, ano em que foi extinto este pequeno concelho, sendo incorporadas as freguesias do Pedrógão e do Carvalhal (Nª Sra. do Amparo) no concelho de Oleiros, mas poucos meses depois (decreto de 27 de Setembro de 1837) passaram novamente para a Sertã.



O seu foral, dado por D. Manuel em 1513, não alterou a jurisdição da vila, limitando-se à fixação dos direitos reais.



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Detectamos que o xisto é mais preservado no seu interior do que própriamente ao exterior, já que está quase tudo coberto com cimento. Como já referenciamos a aldeia de Álvaro, está nas mesmas condições. Quem vai ao encontro do xisto, prepare-se para uma desilusão completa. No entanto nem tudo é negativo para quem gosta de aventura e desportos radicais, alí pertissimo da ponte Filipina, existe uma empresa de aluguer de carros e motos todo o terreno não faltando as canoas e as bicicletas BTT.


HISTÓRIA:


Diz-se que Pedrógão Pequeno foi fundado pelo Cônsul Romano Aulo Curcio 150 anos antes de Cristo, que os Mouros o tomaram em 4 de Agosto de 718 e que foi resgatado por D. Afonso III em 13 de Março de 1216, mas nenhum autor cita os documentos em que se baseou.



Está como certo que é pura e mal engendrada invenção de autor pouco honesto o que respeita aos Sarracenos, porque no reinado do aludido monarca já toda esta região estava indutavelmente na posse pacífica dos cristãos.



Em 1419 ainda era do termo da Sertã, mas não tardou em alcançar uma relativa autonomia, que nessa época se concedia a todas as pequenas vilas do país.



O Prior do Crato, D. Vasco de Ataíde, tendo mais em vista beneficiar um protegido do monarca que executar um acto de administração de real interesse para a sua Ordem, deu em 1448 a Pedrógão Pequeno de emprazamento, com toda a jurisdição civil e criminal, rendas e foros, a Diogo da Silveira, escrivão particular e conselheiro d'El-rei D. Afonso V, que o elevou à categoria de vila, pouco depois do emprazamento, que equivalia a um foral, feito pelo Prior do Hospital a Diogo da Silveira, os habitantes da Sertã, vendo cerceados os seus direitos e restringida a antiga jurisdição do Concelho não o acataram, indo a Pedrógão destruir ilegalmente o pelourinho e a forca, símbolos da autonomia da vila, que há pouco tinham sido levantados pelos seus moradores.



Não tardou, porém, a chegar-se a um acordo que consistiu em a vila de Pedrógão escolher entre os seus habitantes um juiz ordinário que teria de prestar o competente juramento perante o juiz da Sertã, que lhe daria posse do cargo, devendo também na dita vila do Pedrógão ser apenas julgadas as causas civis até 200 livras (600 a 800$00l) ficando as de maior importância e todos os crimes da competência do Juiz da Sertã, mas em 1455 El-rei renovou, a requerimento dos Pedroguenses os privilégios de 1448.



Esta situação manteve-se até Novembro de 1830, ano em que foi extinto este pequeno concelho, sendo incorporadas as freguesias do Pedrógão e do Carvalhal (Nª Sra. do Amparo) no concelho de Oleiros, mas poucos meses depois (decreto de 27 de Setembro de 1837) passaram novamente para a Sertã.



O seu foral, dado por D. Manuel em 1513, não alterou a jurisdição da vila, limitando-se à fixação dos direitos reais.



Depois da concessão do foral a vila mandou construir novo pelourinho que era encimado pela esfera das armas de D. Manuel I.


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