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FERRARIA DE S. JOÃO ALDEIA DE XISTO - PENELA


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:

Esta Aldeia pertencente a Penela, está ainda em fase de restauro, e com população ao que parece ainda totalmente natural daquela aldeia. Não tem muito que apreciar, apenas pela curiosidade de vêr in-loco, e também para a registar na listagem das aldeias de Xisto da Região Centro.



       Breve nota da Aldeia:
Alcandorada numa crista quartzítica no extremo sul da serra da Lousã, tem como ex-líbris os antigos abrigos dos animais. Perto de Casal de S. Simão, esta aldeia tira hoje partido da presença de novos vizinhos para recuperar antigas tradições, festas populares e religiosas, em que todos se envolvem reunindo esforços e participando.
Aqui descobre-se como o xisto e o quartzo se casam numa união tão perfeita que só poderia acontecer em Ferraria de São João. Esta Aldeia do Xisto está próxima de outra, o Casal de S. Simão, à qual se pode ir através de um caminho pedestre de enorme encanto, hoje bastante utilizado por habitantes antigos e mais recentes.
Fonte: www.aldeiasdoxisto.pt



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Esta Aldeia pertencente a Penela, está ainda em fase de restauro, e com população ao que parece ainda totalmente natural daquela aldeia. Não tem muito que apreciar, apenas pela curiosidade de vêr in-loco, e também para a registar na listagem das aldeias de Xisto da Região Centro.

Breve nota da Aldeia:

Alcandorada numa crista quartzítica no extremo sul da serra da Lousã, tem como ex-líbris os antigos abrigos dos animais. Perto de Casal de S. Simão, esta aldeia tira hoje partido da presença de novos vizinhos para recuperar antigas tradições, festas populares e religiosas, em que todos se envolvem reunindo esforços e participando.Aqui descobre-se como o xisto e o quartzo se casam numa união tão perfeita que só poderia acontecer em Ferraria de São João. Esta Aldeia do Xisto está próxima de outra, o Casal de S. Simão, à qual se pode ir através de um caminho pedestre de enorme encanto, hoje bastante utilizado por habitantes antigos e mais recentes.

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Breve nota da Aldeia:

Alcandorada numa crista quartzítica no extremo sul da serra da Lousã, tem como ex-líbris os antigos abrigos dos animais. Perto de Casal de S. Simão, esta aldeia tira hoje partido da presença de novos vizinhos para recuperar antigas tradições, festas populares e religiosas, em que todos se envolvem reunindo esforços e participando.Aqui descobre-se como o xisto e o quartzo se casam numa união tão perfeita que só poderia acontecer em Ferraria de São João. Esta Aldeia do Xisto está próxima de outra, o Casal de S. Simão, à qual se pode ir através de um caminho pedestre de enorme encanto, hoje bastante utilizado por habitantes antigos e mais recentes.

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Breve nota da Aldeia:

Alcandorada numa crista quartzítica no extremo sul da serra da Lousã, tem como ex-líbris os antigos abrigos dos animais. Perto de Casal de S. Simão, esta aldeia tira hoje partido da presença de novos vizinhos para recuperar antigas tradições, festas populares e religiosas, em que todos se envolvem reunindo esforços e participando.Aqui descobre-se como o xisto e o quartzo se casam numa união tão perfeita que só poderia acontecer em Ferraria de São João. Esta Aldeia do Xisto está próxima de outra, o Casal de S. Simão, à qual se pode ir através de um caminho pedestre de enorme encanto, hoje bastante utilizado por habitantes antigos e mais recentes.

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Breve nota da Aldeia:


Alcandorada numa crista quartzítica no extremo sul da serra da Lousã, tem como ex-líbris os antigos abrigos dos animais. Perto de Casal de S. Simão, esta aldeia tira hoje partido da presença de novos vizinhos para recuperar antigas tradições, festas populares e religiosas, em que todos se envolvem reunindo esforços e participando.

Aqui descobre-se como o xisto e o quartzo se casam numa união tão perfeita que só poderia acontecer em Ferraria de São João. Esta Aldeia do Xisto está próxima de outra, o Casal de S. Simão, à qual se pode ir através de um caminho pedestre de enorme encanto, hoje bastante utilizado por habitantes antigos e mais recentes.


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Alcandorada numa crista quartzítica no extremo sul da serra da Lousã, tem como ex-líbris os antigos abrigos dos animais. Perto de Casal de S. Simão, esta aldeia tira hoje partido da presença de novos vizinhos para recuperar antigas tradições, festas populares e religiosas, em que todos se envolvem reunindo esforços e participando.

Aqui descobre-se como o xisto e o quartzo se casam numa união tão perfeita que só poderia acontecer em Ferraria de São João. Esta Aldeia do Xisto está próxima de outra, o Casal de S. Simão, à qual se pode ir através de um caminho pedestre de enorme encanto, hoje bastante utilizado por habitantes antigos e mais recentes.


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Alcandorada numa crista quartzítica no extremo sul da serra da Lousã, tem como ex-líbris os antigos abrigos dos animais. Perto de Casal de S. Simão, esta aldeia tira hoje partido da presença de novos vizinhos para recuperar antigas tradições, festas populares e religiosas, em que todos se envolvem reunindo esforços e participando.

Aqui descobre-se como o xisto e o quartzo se casam numa união tão perfeita que só poderia acontecer em Ferraria de São João. Esta Aldeia do Xisto está próxima de outra, o Casal de S. Simão, à qual se pode ir através de um caminho pedestre de enorme encanto, hoje bastante utilizado por habitantes antigos e mais recentes.


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Breve nota da Aldeia:


Alcandorada numa crista quartzítica no extremo sul da serra da Lousã, tem como ex-líbris os antigos abrigos dos animais. Perto de Casal de S. Simão, esta aldeia tira hoje partido da presença de novos vizinhos para recuperar antigas tradições, festas populares e religiosas, em que todos se envolvem reunindo esforços e participando.

Aqui descobre-se como o xisto e o quartzo se casam numa união tão perfeita que só poderia acontecer em Ferraria de São João. Esta Aldeia do Xisto está próxima de outra, o Casal de S. Simão, à qual se pode ir através de um caminho pedestre de enorme encanto, hoje bastante utilizado por habitantes antigos e mais recentes.


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Breve nota da Aldeia:


Alcandorada numa crista quartzítica no extremo sul da serra da Lousã, tem como ex-líbris os antigos abrigos dos animais. Perto de Casal de S. Simão, esta aldeia tira hoje partido da presença de novos vizinhos para recuperar antigas tradições, festas populares e religiosas, em que todos se envolvem reunindo esforços e participando.

Aqui descobre-se como o xisto e o quartzo se casam numa união tão perfeita que só poderia acontecer em Ferraria de São João. Esta Aldeia do Xisto está próxima de outra, o Casal de S. Simão, à qual se pode ir através de um caminho pedestre de enorme encanto, hoje bastante utilizado por habitantes antigos e mais recentes.


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Esta Aldeia pertencente a Penela, está ainda em fase de restauro, e com população ao que parece ainda totalmente natural daquela aldeia. Não tem muito que apreciar, apenas pela curiosidade de vêr in-loco, e também para a registar na listagem das aldeias de Xisto da Região Centro.


Breve nota da Aldeia:


Alcandorada numa crista quartzítica no extremo sul da serra da Lousã, tem como ex-líbris os antigos abrigos dos animais. Perto de Casal de S. Simão, esta aldeia tira hoje partido da presença de novos vizinhos para recuperar antigas tradições, festas populares e religiosas, em que todos se envolvem reunindo esforços e participando.

Aqui descobre-se como o xisto e o quartzo se casam numa união tão perfeita que só poderia acontecer em Ferraria de São João. Esta Aldeia do Xisto está próxima de outra, o Casal de S. Simão, à qual se pode ir através de um caminho pedestre de enorme encanto, hoje bastante utilizado por habitantes antigos e mais recentes.


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CASAL DE S. SIMÃO - FIGUEIRÓ DOS VINHOS


Breve Apontamento AuToCaRaVaNiStA:
Esta é uma das Aldeias de Xisto por excelência, daquelas que apetece lá permanecer quanto mais não seja um fim de semana de puro descanso. Esta aldeia está bastante bem ocupada por pessoas que dão uso às casas, e por esse motivo a aldeia está viva. De realçar um grande restaurante ali mesmo às portas da Aldeia a perfumar o ar com a cozinha tradicional. Uma aldeia a visitar, recomendada pelo AuToCaRaVaNiSta.
Descrição da aldeia de Casal de S. Simão: (oficial)
Os caminhos da Aldeia de Xisto de S. Simão localizada no concelho de Figueiró dos Vinhos, é um percurso pedestre de Pequena Rota que permite conhecer os locais de maior beleza da envolvente da aldeia. Depois da passagem pela aldeia, o trilho leva-nos à maior mancha de sobreiros do concelho. Ruínas de um antigo povoado e o som de água, marcam a chegada à Ribeira de Alge, onde antigas azenhas e uma levada, antecedem as imponentes Fragas de São Simão, grandiosa escarpa rasgada pela força da água. No Verão, as límpidas águas da praia fluvial são um convite a um banho refrescante. Depois de contemplada a beleza deste local, rico em floresta laurisilva, é tempo de continuar o caminho. Na povoação de Além da Ribeira, onde os habitantes ainda utilizam as azenhas para moer os cereais, podemos optar por fazer um percurso mais curto (cerca de 3 km), se optarmos por apanhar a variante (PR 1.1) regressando novamente ao Casal de S. Simão ou o mais longo (5 km) se continuarmos pelas margens da Ribeira, até às povoações de Ponte Brás Curado e Saonda. A variante (PR 1.1) leva-nos de volta ao Casal de São Simão através de um trilho que acompanha a Ribeira do Fato, onde reencontra o percurso principal (PR 1). Pequenas quedas de água, pintalgadas de verde da paisagem ribeirinha, acompanham-nos de volta à aldeia.
Nas linhas de água que abundam neste território, repletas de antigas levadas e moinhos, testemunhos de um passado de ocupação humana, ainda é possível encontrar algumas manchas de flora original desta região, caracterizada pela presença dos azereiros (Prunus lusitanica), do feto-real (Osmunda regalis) e do feto-fêmea (Athyrium filix-femina), sombreados pelo carvalho-alvarinho (Quercus robur), amieiro (Alnus glutinosa), sanguinho (Frangula alnus) e sabugueiro (Sambucus nigra). Os bosques de Sobreiros (Quercus suber), Castanheiros (Castanea sativa) e de Louráceas subsistem nas encostas da zona das Fragas de S. Simão. Quanto à diversidade faunística, regista-se a presença da Salamandra-de-pintas-amarelas (Salamandra salamandra), da salamandralusitânica (Chioglossa lusitanica), da rã-ibérica (Rana ibérica), do guarda-rios (Alcedo atthis), do melro-d’água (Cinclus cinclus), da garça-real (Ardea cinérea), e do rabirruivo-preto (Phoenicurus ochruros). Facilmente encontramos vestígios da existência de lontras (Lutra lutra) nestas águas. Por entre a vegetação escondem-se muitos mamíferos, com destaque para a raposa (Vulpes vulpes), a geneta (Genetta genetta), o saca-rabos (Herpestes ichneumon), o gato-bravo (Felis silvestris), o toirão (Mustela putorius), a doninha (Mustela nivalis). Todas estas caçadoras andam em busca de algum coelho (Oryctolagus cuniculus), ou lebre (Lepus granatensis). Dois pontos de partida e chegada:
Em Casal de S. Simão e na Praia Fluvial das Fragas de S. Simão 1 1 2 2 Casas de Pedra estrategicamente construídas ao longo da crista de uma pequena elevação, rodeadas de montanhas que as protegem dos ventos, sol durante todo o dia, uma Ribeira de cada lado (a Ribeira de Alge e a do Fato) e a imponente vista sobre as Fragas de S. Simão dão forma a um pequeno povoado, o Casal de S. Simão. Construído por homens que trabalhavam arduamente de sol a sol para retirarem da terra o seu sustento, tinha no Vale da Abundância (localizado a poente e banhado pela Ribeira do Fato) hortas riquíssimas onde diariamente homens e mulheres com ajuda de bois e burros, semeavam e colhiam o seu sustento. Na Ribeira de Alge, mós de pedra moíam o milho e o trigo que iria dar lugar ao pão cozido nos fornos a lenha. Actualmente, e fruto da grande paixão dos actuais moradores, que aqui encontraram um refúgio da cidade, a aldeia foi reconstruída com o esforço de todos, e o Casal de S. Simão está novamente orgulhoso e cheio de projectos para o futuro. património natural
Fonte: www.cm-figueiródosvinhos.pt
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CASAL DE S. SIMÃO - FIGUEIRÓ DOS VINHOS


Breve Apontamento AuToCaRaVaNiStA:
Esta é uma das Aldeias de Xisto por excelência, daquelas que apetece lá permanecer quanto mais não seja um fim de semana de puro descanso. Esta aldeia está bastante bem ocupada por pessoas que dão uso às casas, e por esse motivo a aldeia está viva. De realçar um grande restaurante ali mesmo às portas da Aldeia a perfumar o ar com a cozinha tradicional. Uma aldeia a visitar, recomendada pelo AuToCaRaVaNiSta.
Descrição da aldeia de Casal de S. Simão: (oficial)
Os caminhos da Aldeia de Xisto de S. Simão localizada no concelho de Figueiró dos Vinhos, é um percurso pedestre de Pequena Rota que permite conhecer os locais de maior beleza da envolvente da aldeia. Depois da passagem pela aldeia, o trilho leva-nos à maior mancha de sobreiros do concelho. Ruínas de um antigo povoado e o som de água, marcam a chegada à Ribeira de Alge, onde antigas azenhas e uma levada, antecedem as imponentes Fragas de São Simão, grandiosa escarpa rasgada pela força da água. No Verão, as límpidas águas da praia fluvial são um convite a um banho refrescante. Depois de contemplada a beleza deste local, rico em floresta laurisilva, é tempo de continuar o caminho. Na povoação de Além da Ribeira, onde os habitantes ainda utilizam as azenhas para moer os cereais, podemos optar por fazer um percurso mais curto (cerca de 3 km), se optarmos por apanhar a variante (PR 1.1) regressando novamente ao Casal de S. Simão ou o mais longo (5 km) se continuarmos pelas margens da Ribeira, até às povoações de Ponte Brás Curado e Saonda. A variante (PR 1.1) leva-nos de volta ao Casal de São Simão através de um trilho que acompanha a Ribeira do Fato, onde reencontra o percurso principal (PR 1). Pequenas quedas de água, pintalgadas de verde da paisagem ribeirinha, acompanham-nos de volta à aldeia.
Nas linhas de água que abundam neste território, repletas de antigas levadas e moinhos, testemunhos de um passado de ocupação humana, ainda é possível encontrar algumas manchas de flora original desta região, caracterizada pela presença dos azereiros (Prunus lusitanica), do feto-real (Osmunda regalis) e do feto-fêmea (Athyrium filix-femina), sombreados pelo carvalho-alvarinho (Quercus robur), amieiro (Alnus glutinosa), sanguinho (Frangula alnus) e sabugueiro (Sambucus nigra). Os bosques de Sobreiros (Quercus suber), Castanheiros (Castanea sativa) e de Louráceas subsistem nas encostas da zona das Fragas de S. Simão. Quanto à diversidade faunística, regista-se a presença da Salamandra-de-pintas-amarelas (Salamandra salamandra), da salamandralusitânica (Chioglossa lusitanica), da rã-ibérica (Rana ibérica), do guarda-rios (Alcedo atthis), do melro-d’água (Cinclus cinclus), da garça-real (Ardea cinérea), e do rabirruivo-preto (Phoenicurus ochruros). Facilmente encontramos vestígios da existência de lontras (Lutra lutra) nestas águas. Por entre a vegetação escondem-se muitos mamíferos, com destaque para a raposa (Vulpes vulpes), a geneta (Genetta genetta), o saca-rabos (Herpestes ichneumon), o gato-bravo (Felis silvestris), o toirão (Mustela putorius), a doninha (Mustela nivalis). Todas estas caçadoras andam em busca de algum coelho (Oryctolagus cuniculus), ou lebre (Lepus granatensis). Dois pontos de partida e chegada:
Em Casal de S. Simão e na Praia Fluvial das Fragas de S. Simão 1 1 2 2 Casas de Pedra estrategicamente construídas ao longo da crista de uma pequena elevação, rodeadas de montanhas que as protegem dos ventos, sol durante todo o dia, uma Ribeira de cada lado (a Ribeira de Alge e a do Fato) e a imponente vista sobre as Fragas de S. Simão dão forma a um pequeno povoado, o Casal de S. Simão. Construído por homens que trabalhavam arduamente de sol a sol para retirarem da terra o seu sustento, tinha no Vale da Abundância (localizado a poente e banhado pela Ribeira do Fato) hortas riquíssimas onde diariamente homens e mulheres com ajuda de bois e burros, semeavam e colhiam o seu sustento. Na Ribeira de Alge, mós de pedra moíam o milho e o trigo que iria dar lugar ao pão cozido nos fornos a lenha. Actualmente, e fruto da grande paixão dos actuais moradores, que aqui encontraram um refúgio da cidade, a aldeia foi reconstruída com o esforço de todos, e o Casal de S. Simão está novamente orgulhoso e cheio de projectos para o futuro. património natural
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Breve Apontamento AuToCaRaVaNiStA:

Esta é uma das Aldeias de Xisto por excelência, daquelas que apetece lá permanecer quanto mais não seja um fim de semana de puro descanso. Esta aldeia está bastante bem ocupada por pessoas que dão uso às casas, e por esse motivo a aldeia está viva. De realçar um grande restaurante ali mesmo às portas da Aldeia a perfumar o ar com a cozinha tradicional. Uma aldeia a visitar, recomendada pelo AuToCaRaVaNiSta.

Descrição da aldeia de Casal de S. Simão: (oficial)

Os caminhos da Aldeia de Xisto de S. Simão localizada no concelho de Figueiró dos Vinhos, é um percurso pedestre de Pequena Rota que permiteconhecer os locais de maior beleza da envolvente da aldeia. Depois da passagempela aldeia, o trilho leva-nos à maior mancha de sobreiros do concelho. Ruínas deum antigo povoado e o som de água, marcam a chegada à Ribeira de Alge, ondeantigas azenhas e uma levada, antecedem as imponentes Fragas de São Simão,grandiosa escarpa rasgada pela força da água. No Verão, as límpidas águas dapraia fluvial são um convite a um banho refrescante. Depois de contemplada abeleza deste local, rico em floresta laurisilva, é tempo de continuar o caminho. Napovoação de Além da Ribeira, onde os habitantes ainda utilizam as azenhas paramoer os cereais, podemos optar por fazer um percurso mais curto (cerca de 3km), se optarmos por apanhar a variante (PR 1.1) regressando novamente aoCasal de S. Simão ou o mais longo (5 km) se continuarmos pelas margens daRibeira, até às povoações de Ponte Brás Curado e Saonda. A variante (PR 1.1)leva-nos de volta ao Casal de São Simão através de um trilho que acompanha aRibeira do Fato, onde reencontra o percurso principal (PR 1). Pequenas quedasde água, pintalgadas de verde da paisagem ribeirinha, acompanham-nos de voltaà aldeia.

Nas linhas de água que abundam neste território, repletas de antigas levadas emoinhos, testemunhos de um passado de ocupação humana, ainda é possívelencontrar algumas manchas de flora original desta região, caracterizada pelapresença dos azereiros (Prunus lusitanica), do feto-real (Osmunda regalis) e dofeto-fêmea (Athyrium filix-femina), sombreados pelo carvalho-alvarinho(Quercus robur), amieiro (Alnus glutinosa), sanguinho (Frangula alnus) esabugueiro (Sambucus nigra). Os bosques de Sobreiros (Quercus suber),Castanheiros (Castanea sativa) e de Louráceas subsistem nas encostas da zonadas Fragas de S. Simão. Quanto à diversidade faunística, regista-se a presença daSalamandra-de-pintas-amarelas (Salamandra salamandra), da salamandralusitânica(Chioglossa lusitanica), da rã-ibérica (Rana ibérica), do guarda-rios(Alcedo atthis), do melro-d’água (Cinclus cinclus), da garça-real (Ardea cinérea),e do rabirruivo-preto (Phoenicurus ochruros). Facilmente encontramos vestígiosda existência de lontras (Lutra lutra) nestas águas. Por entre a vegetaçãoescondem-se muitos mamíferos, com destaque para a raposa (Vulpes vulpes), ageneta (Genetta genetta), o saca-rabos (Herpestes ichneumon), o gato-bravo(Felis silvestris), o toirão (Mustela putorius), a doninha (Mustela nivalis). Todasestas caçadoras andam em busca de algum coelho (Oryctolagus cuniculus), oulebre (Lepus granatensis).Dois pontos de partida e chegada: Em Casal de S. Simão e naPraia Fluvial das Fragas de S. Simão1 1 2 2Casas de Pedra estrategicamente construídas ao longo da crista de uma pequenaelevação, rodeadas de montanhas que as protegem dos ventos, sol durante todoo dia, uma Ribeira de cada lado (a Ribeira de Alge e a do Fato) e a imponentevista sobre as Fragas de S. Simão dão forma a um pequeno povoado, o Casal deS. Simão. Construído por homens que trabalhavam arduamente de sol a sol pararetirarem da terra o seu sustento, tinha no Vale da Abundância (localizado apoente e banhado pela Ribeira do Fato) hortas riquíssimas onde diariamentehomens e mulheres com ajuda de bois e burros, semeavam e colhiam o seusustento. Na Ribeira de Alge, mós de pedra moíam o milho e o trigo que iria darlugar ao pão cozido nos fornos a lenha. Actualmente, e fruto da grande paixãodos actuais moradores, que aqui encontraram um refúgio da cidade, a aldeia foireconstruída com o esforço de todos, e o Casal de S. Simão está novamenteorgulhoso e cheio de projectos para o futuro.património natural

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Esta é uma das Aldeias de Xisto por excelência, daquelas que apetece lá permanecer quanto mais não seja um fim de semana de puro descanso. Esta aldeia está bastante bem ocupada por pessoas que dão uso às casas, e por esse motivo a aldeia está viva. De realçar um grande restaurante ali mesmo às portas da Aldeia a perfumar o ar com a cozinha tradicional. Uma aldeia a visitar, recomendada pelo AuToCaRaVaNiSta.

Descrição da aldeia de Casal de S. Simão: (oficial)

Os caminhos da Aldeia de Xisto de S. Simão localizada no concelho de Figueiró dos Vinhos, é um percurso pedestre de Pequena Rota que permiteconhecer os locais de maior beleza da envolvente da aldeia. Depois da passagempela aldeia, o trilho leva-nos à maior mancha de sobreiros do concelho. Ruínas deum antigo povoado e o som de água, marcam a chegada à Ribeira de Alge, ondeantigas azenhas e uma levada, antecedem as imponentes Fragas de São Simão,grandiosa escarpa rasgada pela força da água. No Verão, as límpidas águas dapraia fluvial são um convite a um banho refrescante. Depois de contemplada abeleza deste local, rico em floresta laurisilva, é tempo de continuar o caminho. Napovoação de Além da Ribeira, onde os habitantes ainda utilizam as azenhas paramoer os cereais, podemos optar por fazer um percurso mais curto (cerca de 3km), se optarmos por apanhar a variante (PR 1.1) regressando novamente aoCasal de S. Simão ou o mais longo (5 km) se continuarmos pelas margens daRibeira, até às povoações de Ponte Brás Curado e Saonda. A variante (PR 1.1)leva-nos de volta ao Casal de São Simão através de um trilho que acompanha aRibeira do Fato, onde reencontra o percurso principal (PR 1). Pequenas quedasde água, pintalgadas de verde da paisagem ribeirinha, acompanham-nos de voltaà aldeia.

Nas linhas de água que abundam neste território, repletas de antigas levadas emoinhos, testemunhos de um passado de ocupação humana, ainda é possívelencontrar algumas manchas de flora original desta região, caracterizada pelapresença dos azereiros (Prunus lusitanica), do feto-real (Osmunda regalis) e dofeto-fêmea (Athyrium filix-femina), sombreados pelo carvalho-alvarinho(Quercus robur), amieiro (Alnus glutinosa), sanguinho (Frangula alnus) esabugueiro (Sambucus nigra). Os bosques de Sobreiros (Quercus suber),Castanheiros (Castanea sativa) e de Louráceas subsistem nas encostas da zonadas Fragas de S. Simão. Quanto à diversidade faunística, regista-se a presença daSalamandra-de-pintas-amarelas (Salamandra salamandra), da salamandralusitânica(Chioglossa lusitanica), da rã-ibérica (Rana ibérica), do guarda-rios(Alcedo atthis), do melro-d’água (Cinclus cinclus), da garça-real (Ardea cinérea),e do rabirruivo-preto (Phoenicurus ochruros). Facilmente encontramos vestígiosda existência de lontras (Lutra lutra) nestas águas. Por entre a vegetaçãoescondem-se muitos mamíferos, com destaque para a raposa (Vulpes vulpes), ageneta (Genetta genetta), o saca-rabos (Herpestes ichneumon), o gato-bravo(Felis silvestris), o toirão (Mustela putorius), a doninha (Mustela nivalis). Todasestas caçadoras andam em busca de algum coelho (Oryctolagus cuniculus), oulebre (Lepus granatensis).Dois pontos de partida e chegada: Em Casal de S. Simão e naPraia Fluvial das Fragas de S. Simão1 1 2 2Casas de Pedra estrategicamente construídas ao longo da crista de uma pequenaelevação, rodeadas de montanhas que as protegem dos ventos, sol durante todoo dia, uma Ribeira de cada lado (a Ribeira de Alge e a do Fato) e a imponentevista sobre as Fragas de S. Simão dão forma a um pequeno povoado, o Casal deS. Simão. Construído por homens que trabalhavam arduamente de sol a sol pararetirarem da terra o seu sustento, tinha no Vale da Abundância (localizado apoente e banhado pela Ribeira do Fato) hortas riquíssimas onde diariamentehomens e mulheres com ajuda de bois e burros, semeavam e colhiam o seusustento. Na Ribeira de Alge, mós de pedra moíam o milho e o trigo que iria darlugar ao pão cozido nos fornos a lenha. Actualmente, e fruto da grande paixãodos actuais moradores, que aqui encontraram um refúgio da cidade, a aldeia foireconstruída com o esforço de todos, e o Casal de S. Simão está novamenteorgulhoso e cheio de projectos para o futuro.património natural

Fonte: www.cm-figueiródosvinhos.pt

COPYRIGHT AuToCaRaVaNiStA

by jbmendes

CASAL DE S. SIMÃO - FIGUEIRÓ DOS VINHOS



Breve Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


Esta é uma das Aldeias de Xisto por excelência, daquelas que apetece lá permanecer quanto mais não seja um fim de semana de puro descanso. Esta aldeia está bastante bem ocupada por pessoas que dão uso às casas, e por esse motivo a aldeia está viva. De realçar um grande restaurante ali mesmo às portas da Aldeia a perfumar o ar com a cozinha tradicional. Uma aldeia a visitar, recomendada pelo AuToCaRaVaNiSta.


Descrição da aldeia de Casal de S. Simão: (oficial)


Os caminhos da Aldeia de Xisto de S. Simão localizada no concelho de Figueiró dos Vinhos, é um percurso pedestre de Pequena Rota que permite
conhecer os locais de maior beleza da envolvente da aldeia. Depois da passagem
pela aldeia, o trilho leva-nos à maior mancha de sobreiros do concelho. Ruínas de
um antigo povoado e o som de água, marcam a chegada à Ribeira de Alge, onde
antigas azenhas e uma levada, antecedem as imponentes Fragas de São Simão,
grandiosa escarpa rasgada pela força da água. No Verão, as límpidas águas da
praia fluvial são um convite a um banho refrescante. Depois de contemplada a
beleza deste local, rico em floresta laurisilva, é tempo de continuar o caminho. Na
povoação de Além da Ribeira, onde os habitantes ainda utilizam as azenhas para
moer os cereais, podemos optar por fazer um percurso mais curto (cerca de 3
km), se optarmos por apanhar a variante (PR 1.1) regressando novamente ao
Casal de S. Simão ou o mais longo (5 km) se continuarmos pelas margens da
Ribeira, até às povoações de Ponte Brás Curado e Saonda. A variante (PR 1.1)
leva-nos de volta ao Casal de São Simão através de um trilho que acompanha a
Ribeira do Fato, onde reencontra o percurso principal (PR 1). Pequenas quedas
de água, pintalgadas de verde da paisagem ribeirinha, acompanham-nos de volta
à aldeia.


Nas linhas de água que abundam neste território, repletas de antigas levadas e
moinhos, testemunhos de um passado de ocupação humana, ainda é possível
encontrar algumas manchas de flora original desta região, caracterizada pela
presença dos azereiros (Prunus lusitanica), do feto-real (Osmunda regalis) e do
feto-fêmea (Athyrium filix-femina), sombreados pelo carvalho-alvarinho
(Quercus robur), amieiro (Alnus glutinosa), sanguinho (Frangula alnus) e
sabugueiro (Sambucus nigra). Os bosques de Sobreiros (Quercus suber),
Castanheiros (Castanea sativa) e de Louráceas subsistem nas encostas da zona
das Fragas de S. Simão. Quanto à diversidade faunística, regista-se a presença da
Salamandra-de-pintas-amarelas (Salamandra salamandra), da salamandralusitânica
(Chioglossa lusitanica), da rã-ibérica (Rana ibérica), do guarda-rios
(Alcedo atthis), do melro-d’água (Cinclus cinclus), da garça-real (Ardea cinérea),
e do rabirruivo-preto (Phoenicurus ochruros). Facilmente encontramos vestígios
da existência de lontras (Lutra lutra) nestas águas. Por entre a vegetação
escondem-se muitos mamíferos, com destaque para a raposa (Vulpes vulpes), a
geneta (Genetta genetta), o saca-rabos (Herpestes ichneumon), o gato-bravo
(Felis silvestris), o toirão (Mustela putorius), a doninha (Mustela nivalis). Todas
estas caçadoras andam em busca de algum coelho (Oryctolagus cuniculus), ou
lebre (Lepus granatensis).
Dois pontos de partida e chegada: Em Casal de S. Simão e na
Praia Fluvial das Fragas de S. Simão
1 1 2 2
Casas de Pedra estrategicamente construídas ao longo da crista de uma pequena
elevação, rodeadas de montanhas que as protegem dos ventos, sol durante todo
o dia, uma Ribeira de cada lado (a Ribeira de Alge e a do Fato) e a imponente
vista sobre as Fragas de S. Simão dão forma a um pequeno povoado, o Casal de
S. Simão. Construído por homens que trabalhavam arduamente de sol a sol para
retirarem da terra o seu sustento, tinha no Vale da Abundância (localizado a
poente e banhado pela Ribeira do Fato) hortas riquíssimas onde diariamente
homens e mulheres com ajuda de bois e burros, semeavam e colhiam o seu
sustento. Na Ribeira de Alge, mós de pedra moíam o milho e o trigo que iria dar
lugar ao pão cozido nos fornos a lenha. Actualmente, e fruto da grande paixão
dos actuais moradores, que aqui encontraram um refúgio da cidade, a aldeia foi
reconstruída com o esforço de todos, e o Casal de S. Simão está novamente
orgulhoso e cheio de projectos para o futuro.
património natural


Fonte: www.cm-figueiródosvinhos.pt


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Breve Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


Esta é uma das Aldeias de Xisto por excelência, daquelas que apetece lá permanecer quanto mais não seja um fim de semana de puro descanso. Esta aldeia está bastante bem ocupada por pessoas que dão uso às casas, e por esse motivo a aldeia está viva. De realçar um grande restaurante ali mesmo às portas da Aldeia a perfumar o ar com a cozinha tradicional. Uma aldeia a visitar, recomendada pelo AuToCaRaVaNiSta.


Descrição da aldeia de Casal de S. Simão: (oficial)


Os caminhos da Aldeia de Xisto de S. Simão localizada no concelho de Figueiró dos Vinhos, é um percurso pedestre de Pequena Rota que permite
conhecer os locais de maior beleza da envolvente da aldeia. Depois da passagem
pela aldeia, o trilho leva-nos à maior mancha de sobreiros do concelho. Ruínas de
um antigo povoado e o som de água, marcam a chegada à Ribeira de Alge, onde
antigas azenhas e uma levada, antecedem as imponentes Fragas de São Simão,
grandiosa escarpa rasgada pela força da água. No Verão, as límpidas águas da
praia fluvial são um convite a um banho refrescante. Depois de contemplada a
beleza deste local, rico em floresta laurisilva, é tempo de continuar o caminho. Na
povoação de Além da Ribeira, onde os habitantes ainda utilizam as azenhas para
moer os cereais, podemos optar por fazer um percurso mais curto (cerca de 3
km), se optarmos por apanhar a variante (PR 1.1) regressando novamente ao
Casal de S. Simão ou o mais longo (5 km) se continuarmos pelas margens da
Ribeira, até às povoações de Ponte Brás Curado e Saonda. A variante (PR 1.1)
leva-nos de volta ao Casal de São Simão através de um trilho que acompanha a
Ribeira do Fato, onde reencontra o percurso principal (PR 1). Pequenas quedas
de água, pintalgadas de verde da paisagem ribeirinha, acompanham-nos de volta
à aldeia.


Nas linhas de água que abundam neste território, repletas de antigas levadas e
moinhos, testemunhos de um passado de ocupação humana, ainda é possível
encontrar algumas manchas de flora original desta região, caracterizada pela
presença dos azereiros (Prunus lusitanica), do feto-real (Osmunda regalis) e do
feto-fêmea (Athyrium filix-femina), sombreados pelo carvalho-alvarinho
(Quercus robur), amieiro (Alnus glutinosa), sanguinho (Frangula alnus) e
sabugueiro (Sambucus nigra). Os bosques de Sobreiros (Quercus suber),
Castanheiros (Castanea sativa) e de Louráceas subsistem nas encostas da zona
das Fragas de S. Simão. Quanto à diversidade faunística, regista-se a presença da
Salamandra-de-pintas-amarelas (Salamandra salamandra), da salamandralusitânica
(Chioglossa lusitanica), da rã-ibérica (Rana ibérica), do guarda-rios
(Alcedo atthis), do melro-d’água (Cinclus cinclus), da garça-real (Ardea cinérea),
e do rabirruivo-preto (Phoenicurus ochruros). Facilmente encontramos vestígios
da existência de lontras (Lutra lutra) nestas águas. Por entre a vegetação
escondem-se muitos mamíferos, com destaque para a raposa (Vulpes vulpes), a
geneta (Genetta genetta), o saca-rabos (Herpestes ichneumon), o gato-bravo
(Felis silvestris), o toirão (Mustela putorius), a doninha (Mustela nivalis). Todas
estas caçadoras andam em busca de algum coelho (Oryctolagus cuniculus), ou
lebre (Lepus granatensis).
Dois pontos de partida e chegada: Em Casal de S. Simão e na
Praia Fluvial das Fragas de S. Simão
1 1 2 2
Casas de Pedra estrategicamente construídas ao longo da crista de uma pequena
elevação, rodeadas de montanhas que as protegem dos ventos, sol durante todo
o dia, uma Ribeira de cada lado (a Ribeira de Alge e a do Fato) e a imponente
vista sobre as Fragas de S. Simão dão forma a um pequeno povoado, o Casal de
S. Simão. Construído por homens que trabalhavam arduamente de sol a sol para
retirarem da terra o seu sustento, tinha no Vale da Abundância (localizado a
poente e banhado pela Ribeira do Fato) hortas riquíssimas onde diariamente
homens e mulheres com ajuda de bois e burros, semeavam e colhiam o seu
sustento. Na Ribeira de Alge, mós de pedra moíam o milho e o trigo que iria dar
lugar ao pão cozido nos fornos a lenha. Actualmente, e fruto da grande paixão
dos actuais moradores, que aqui encontraram um refúgio da cidade, a aldeia foi
reconstruída com o esforço de todos, e o Casal de S. Simão está novamente
orgulhoso e cheio de projectos para o futuro.
património natural


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Breve Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


Esta é uma das Aldeias de Xisto por excelência, daquelas que apetece lá permanecer quanto mais não seja um fim de semana de puro descanso. Esta aldeia está bastante bem ocupada por pessoas que dão uso às casas, e por esse motivo a aldeia está viva. De realçar um grande restaurante ali mesmo às portas da Aldeia a perfumar o ar com a cozinha tradicional. Uma aldeia a visitar, recomendada pelo AuToCaRaVaNiSta.


Descrição da aldeia de Casal de S. Simão: (oficial)


Os caminhos da Aldeia de Xisto de S. Simão localizada no concelho de Figueiró dos Vinhos, é um percurso pedestre de Pequena Rota que permite
conhecer os locais de maior beleza da envolvente da aldeia. Depois da passagem
pela aldeia, o trilho leva-nos à maior mancha de sobreiros do concelho. Ruínas de
um antigo povoado e o som de água, marcam a chegada à Ribeira de Alge, onde
antigas azenhas e uma levada, antecedem as imponentes Fragas de São Simão,
grandiosa escarpa rasgada pela força da água. No Verão, as límpidas águas da
praia fluvial são um convite a um banho refrescante. Depois de contemplada a
beleza deste local, rico em floresta laurisilva, é tempo de continuar o caminho. Na
povoação de Além da Ribeira, onde os habitantes ainda utilizam as azenhas para
moer os cereais, podemos optar por fazer um percurso mais curto (cerca de 3
km), se optarmos por apanhar a variante (PR 1.1) regressando novamente ao
Casal de S. Simão ou o mais longo (5 km) se continuarmos pelas margens da
Ribeira, até às povoações de Ponte Brás Curado e Saonda. A variante (PR 1.1)
leva-nos de volta ao Casal de São Simão através de um trilho que acompanha a
Ribeira do Fato, onde reencontra o percurso principal (PR 1). Pequenas quedas
de água, pintalgadas de verde da paisagem ribeirinha, acompanham-nos de volta
à aldeia.


Nas linhas de água que abundam neste território, repletas de antigas levadas e
moinhos, testemunhos de um passado de ocupação humana, ainda é possível
encontrar algumas manchas de flora original desta região, caracterizada pela
presença dos azereiros (Prunus lusitanica), do feto-real (Osmunda regalis) e do
feto-fêmea (Athyrium filix-femina), sombreados pelo carvalho-alvarinho
(Quercus robur), amieiro (Alnus glutinosa), sanguinho (Frangula alnus) e
sabugueiro (Sambucus nigra). Os bosques de Sobreiros (Quercus suber),
Castanheiros (Castanea sativa) e de Louráceas subsistem nas encostas da zona
das Fragas de S. Simão. Quanto à diversidade faunística, regista-se a presença da
Salamandra-de-pintas-amarelas (Salamandra salamandra), da salamandralusitânica
(Chioglossa lusitanica), da rã-ibérica (Rana ibérica), do guarda-rios
(Alcedo atthis), do melro-d’água (Cinclus cinclus), da garça-real (Ardea cinérea),
e do rabirruivo-preto (Phoenicurus ochruros). Facilmente encontramos vestígios
da existência de lontras (Lutra lutra) nestas águas. Por entre a vegetação
escondem-se muitos mamíferos, com destaque para a raposa (Vulpes vulpes), a
geneta (Genetta genetta), o saca-rabos (Herpestes ichneumon), o gato-bravo
(Felis silvestris), o toirão (Mustela putorius), a doninha (Mustela nivalis). Todas
estas caçadoras andam em busca de algum coelho (Oryctolagus cuniculus), ou
lebre (Lepus granatensis).
Dois pontos de partida e chegada: Em Casal de S. Simão e na
Praia Fluvial das Fragas de S. Simão
1 1 2 2
Casas de Pedra estrategicamente construídas ao longo da crista de uma pequena
elevação, rodeadas de montanhas que as protegem dos ventos, sol durante todo
o dia, uma Ribeira de cada lado (a Ribeira de Alge e a do Fato) e a imponente
vista sobre as Fragas de S. Simão dão forma a um pequeno povoado, o Casal de
S. Simão. Construído por homens que trabalhavam arduamente de sol a sol para
retirarem da terra o seu sustento, tinha no Vale da Abundância (localizado a
poente e banhado pela Ribeira do Fato) hortas riquíssimas onde diariamente
homens e mulheres com ajuda de bois e burros, semeavam e colhiam o seu
sustento. Na Ribeira de Alge, mós de pedra moíam o milho e o trigo que iria dar
lugar ao pão cozido nos fornos a lenha. Actualmente, e fruto da grande paixão
dos actuais moradores, que aqui encontraram um refúgio da cidade, a aldeia foi
reconstruída com o esforço de todos, e o Casal de S. Simão está novamente
orgulhoso e cheio de projectos para o futuro.
património natural


Fonte: www.cm-figueiródosvinhos.pt


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CASAL DE S. SIMÃO - FIGUEIRÓ DOS VINHOS



Breve Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


Esta é uma das Aldeias de Xisto por excelência, daquelas que apetece lá permanecer quanto mais não seja um fim de semana de puro descanso. Esta aldeia está bastante bem ocupada por pessoas que dão uso às casas, e por esse motivo a aldeia está viva. De realçar um grande restaurante ali mesmo às portas da Aldeia a perfumar o ar com a cozinha tradicional. Uma aldeia a visitar, recomendada pelo AuToCaRaVaNiSta.


Descrição da aldeia de Casal de S. Simão: (oficial)


Os caminhos da Aldeia de Xisto de S. Simão localizada no concelho de Figueiró dos Vinhos, é um percurso pedestre de Pequena Rota que permite
conhecer os locais de maior beleza da envolvente da aldeia. Depois da passagem
pela aldeia, o trilho leva-nos à maior mancha de sobreiros do concelho. Ruínas de
um antigo povoado e o som de água, marcam a chegada à Ribeira de Alge, onde
antigas azenhas e uma levada, antecedem as imponentes Fragas de São Simão,
grandiosa escarpa rasgada pela força da água. No Verão, as límpidas águas da
praia fluvial são um convite a um banho refrescante. Depois de contemplada a
beleza deste local, rico em floresta laurisilva, é tempo de continuar o caminho. Na
povoação de Além da Ribeira, onde os habitantes ainda utilizam as azenhas para
moer os cereais, podemos optar por fazer um percurso mais curto (cerca de 3
km), se optarmos por apanhar a variante (PR 1.1) regressando novamente ao
Casal de S. Simão ou o mais longo (5 km) se continuarmos pelas margens da
Ribeira, até às povoações de Ponte Brás Curado e Saonda. A variante (PR 1.1)
leva-nos de volta ao Casal de São Simão através de um trilho que acompanha a
Ribeira do Fato, onde reencontra o percurso principal (PR 1). Pequenas quedas
de água, pintalgadas de verde da paisagem ribeirinha, acompanham-nos de volta
à aldeia.


Nas linhas de água que abundam neste território, repletas de antigas levadas e
moinhos, testemunhos de um passado de ocupação humana, ainda é possível
encontrar algumas manchas de flora original desta região, caracterizada pela
presença dos azereiros (Prunus lusitanica), do feto-real (Osmunda regalis) e do
feto-fêmea (Athyrium filix-femina), sombreados pelo carvalho-alvarinho
(Quercus robur), amieiro (Alnus glutinosa), sanguinho (Frangula alnus) e
sabugueiro (Sambucus nigra). Os bosques de Sobreiros (Quercus suber),
Castanheiros (Castanea sativa) e de Louráceas subsistem nas encostas da zona
das Fragas de S. Simão. Quanto à diversidade faunística, regista-se a presença da
Salamandra-de-pintas-amarelas (Salamandra salamandra), da salamandralusitânica
(Chioglossa lusitanica), da rã-ibérica (Rana ibérica), do guarda-rios
(Alcedo atthis), do melro-d’água (Cinclus cinclus), da garça-real (Ardea cinérea),
e do rabirruivo-preto (Phoenicurus ochruros). Facilmente encontramos vestígios
da existência de lontras (Lutra lutra) nestas águas. Por entre a vegetação
escondem-se muitos mamíferos, com destaque para a raposa (Vulpes vulpes), a
geneta (Genetta genetta), o saca-rabos (Herpestes ichneumon), o gato-bravo
(Felis silvestris), o toirão (Mustela putorius), a doninha (Mustela nivalis). Todas
estas caçadoras andam em busca de algum coelho (Oryctolagus cuniculus), ou
lebre (Lepus granatensis).
Dois pontos de partida e chegada: Em Casal de S. Simão e na
Praia Fluvial das Fragas de S. Simão
1 1 2 2
Casas de Pedra estrategicamente construídas ao longo da crista de uma pequena
elevação, rodeadas de montanhas que as protegem dos ventos, sol durante todo
o dia, uma Ribeira de cada lado (a Ribeira de Alge e a do Fato) e a imponente
vista sobre as Fragas de S. Simão dão forma a um pequeno povoado, o Casal de
S. Simão. Construído por homens que trabalhavam arduamente de sol a sol para
retirarem da terra o seu sustento, tinha no Vale da Abundância (localizado a
poente e banhado pela Ribeira do Fato) hortas riquíssimas onde diariamente
homens e mulheres com ajuda de bois e burros, semeavam e colhiam o seu
sustento. Na Ribeira de Alge, mós de pedra moíam o milho e o trigo que iria dar
lugar ao pão cozido nos fornos a lenha. Actualmente, e fruto da grande paixão
dos actuais moradores, que aqui encontraram um refúgio da cidade, a aldeia foi
reconstruída com o esforço de todos, e o Casal de S. Simão está novamente
orgulhoso e cheio de projectos para o futuro.
património natural


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Breve Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


Esta é uma das Aldeias de Xisto por excelência, daquelas que apetece lá permanecer quanto mais não seja um fim de semana de puro descanso. Esta aldeia está bastante bem ocupada por pessoas que dão uso às casas, e por esse motivo a aldeia está viva. De realçar um grande restaurante ali mesmo às portas da Aldeia a perfumar o ar com a cozinha tradicional. Uma aldeia a visitar, recomendada pelo AuToCaRaVaNiSta.


Descrição da aldeia de Casal de S. Simão: (oficial)


Os caminhos da Aldeia de Xisto de S. Simão localizada no concelho de Figueiró dos Vinhos, é um percurso pedestre de Pequena Rota que permite
conhecer os locais de maior beleza da envolvente da aldeia. Depois da passagem
pela aldeia, o trilho leva-nos à maior mancha de sobreiros do concelho. Ruínas de
um antigo povoado e o som de água, marcam a chegada à Ribeira de Alge, onde
antigas azenhas e uma levada, antecedem as imponentes Fragas de São Simão,
grandiosa escarpa rasgada pela força da água. No Verão, as límpidas águas da
praia fluvial são um convite a um banho refrescante. Depois de contemplada a
beleza deste local, rico em floresta laurisilva, é tempo de continuar o caminho. Na
povoação de Além da Ribeira, onde os habitantes ainda utilizam as azenhas para
moer os cereais, podemos optar por fazer um percurso mais curto (cerca de 3
km), se optarmos por apanhar a variante (PR 1.1) regressando novamente ao
Casal de S. Simão ou o mais longo (5 km) se continuarmos pelas margens da
Ribeira, até às povoações de Ponte Brás Curado e Saonda. A variante (PR 1.1)
leva-nos de volta ao Casal de São Simão através de um trilho que acompanha a
Ribeira do Fato, onde reencontra o percurso principal (PR 1). Pequenas quedas
de água, pintalgadas de verde da paisagem ribeirinha, acompanham-nos de volta
à aldeia.


Nas linhas de água que abundam neste território, repletas de antigas levadas e
moinhos, testemunhos de um passado de ocupação humana, ainda é possível
encontrar algumas manchas de flora original desta região, caracterizada pela
presença dos azereiros (Prunus lusitanica), do feto-real (Osmunda regalis) e do
feto-fêmea (Athyrium filix-femina), sombreados pelo carvalho-alvarinho
(Quercus robur), amieiro (Alnus glutinosa), sanguinho (Frangula alnus) e
sabugueiro (Sambucus nigra). Os bosques de Sobreiros (Quercus suber),
Castanheiros (Castanea sativa) e de Louráceas subsistem nas encostas da zona
das Fragas de S. Simão. Quanto à diversidade faunística, regista-se a presença da
Salamandra-de-pintas-amarelas (Salamandra salamandra), da salamandralusitânica
(Chioglossa lusitanica), da rã-ibérica (Rana ibérica), do guarda-rios
(Alcedo atthis), do melro-d’água (Cinclus cinclus), da garça-real (Ardea cinérea),
e do rabirruivo-preto (Phoenicurus ochruros). Facilmente encontramos vestígios
da existência de lontras (Lutra lutra) nestas águas. Por entre a vegetação
escondem-se muitos mamíferos, com destaque para a raposa (Vulpes vulpes), a
geneta (Genetta genetta), o saca-rabos (Herpestes ichneumon), o gato-bravo
(Felis silvestris), o toirão (Mustela putorius), a doninha (Mustela nivalis). Todas
estas caçadoras andam em busca de algum coelho (Oryctolagus cuniculus), ou
lebre (Lepus granatensis).
Dois pontos de partida e chegada: Em Casal de S. Simão e na
Praia Fluvial das Fragas de S. Simão
1 1 2 2
Casas de Pedra estrategicamente construídas ao longo da crista de uma pequena
elevação, rodeadas de montanhas que as protegem dos ventos, sol durante todo
o dia, uma Ribeira de cada lado (a Ribeira de Alge e a do Fato) e a imponente
vista sobre as Fragas de S. Simão dão forma a um pequeno povoado, o Casal de
S. Simão. Construído por homens que trabalhavam arduamente de sol a sol para
retirarem da terra o seu sustento, tinha no Vale da Abundância (localizado a
poente e banhado pela Ribeira do Fato) hortas riquíssimas onde diariamente
homens e mulheres com ajuda de bois e burros, semeavam e colhiam o seu
sustento. Na Ribeira de Alge, mós de pedra moíam o milho e o trigo que iria dar
lugar ao pão cozido nos fornos a lenha. Actualmente, e fruto da grande paixão
dos actuais moradores, que aqui encontraram um refúgio da cidade, a aldeia foi
reconstruída com o esforço de todos, e o Casal de S. Simão está novamente
orgulhoso e cheio de projectos para o futuro.
património natural


Fonte: www.cm-figueiródosvinhos.pt


COPYRIGHT AuToCaRaVaNiStA


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CASAL DE S. SIMÃO - FIGUEIRÓ DOS VINHOS



Breve Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


Esta é uma das Aldeias de Xisto por excelência, daquelas que apetece lá permanecer quanto mais não seja um fim de semana de puro descanso. Esta aldeia está bastante bem ocupada por pessoas que dão uso às casas, e por esse motivo a aldeia está viva. De realçar um grande restaurante ali mesmo às portas da Aldeia a perfumar o ar com a cozinha tradicional. Uma aldeia a visitar, recomendada pelo AuToCaRaVaNiSta.


Descrição da aldeia de Casal de S. Simão: (oficial)


Os caminhos da Aldeia de Xisto de S. Simão localizada no concelho de Figueiró dos Vinhos, é um percurso pedestre de Pequena Rota que permite
conhecer os locais de maior beleza da envolvente da aldeia. Depois da passagem
pela aldeia, o trilho leva-nos à maior mancha de sobreiros do concelho. Ruínas de
um antigo povoado e o som de água, marcam a chegada à Ribeira de Alge, onde
antigas azenhas e uma levada, antecedem as imponentes Fragas de São Simão,
grandiosa escarpa rasgada pela força da água. No Verão, as límpidas águas da
praia fluvial são um convite a um banho refrescante. Depois de contemplada a
beleza deste local, rico em floresta laurisilva, é tempo de continuar o caminho. Na
povoação de Além da Ribeira, onde os habitantes ainda utilizam as azenhas para
moer os cereais, podemos optar por fazer um percurso mais curto (cerca de 3
km), se optarmos por apanhar a variante (PR 1.1) regressando novamente ao
Casal de S. Simão ou o mais longo (5 km) se continuarmos pelas margens da
Ribeira, até às povoações de Ponte Brás Curado e Saonda. A variante (PR 1.1)
leva-nos de volta ao Casal de São Simão através de um trilho que acompanha a
Ribeira do Fato, onde reencontra o percurso principal (PR 1). Pequenas quedas
de água, pintalgadas de verde da paisagem ribeirinha, acompanham-nos de volta
à aldeia.


Nas linhas de água que abundam neste território, repletas de antigas levadas e
moinhos, testemunhos de um passado de ocupação humana, ainda é possível
encontrar algumas manchas de flora original desta região, caracterizada pela
presença dos azereiros (Prunus lusitanica), do feto-real (Osmunda regalis) e do
feto-fêmea (Athyrium filix-femina), sombreados pelo carvalho-alvarinho
(Quercus robur), amieiro (Alnus glutinosa), sanguinho (Frangula alnus) e
sabugueiro (Sambucus nigra). Os bosques de Sobreiros (Quercus suber),
Castanheiros (Castanea sativa) e de Louráceas subsistem nas encostas da zona
das Fragas de S. Simão. Quanto à diversidade faunística, regista-se a presença da
Salamandra-de-pintas-amarelas (Salamandra salamandra), da salamandralusitânica
(Chioglossa lusitanica), da rã-ibérica (Rana ibérica), do guarda-rios
(Alcedo atthis), do melro-d’água (Cinclus cinclus), da garça-real (Ardea cinérea),
e do rabirruivo-preto (Phoenicurus ochruros). Facilmente encontramos vestígios
da existência de lontras (Lutra lutra) nestas águas. Por entre a vegetação
escondem-se muitos mamíferos, com destaque para a raposa (Vulpes vulpes), a
geneta (Genetta genetta), o saca-rabos (Herpestes ichneumon), o gato-bravo
(Felis silvestris), o toirão (Mustela putorius), a doninha (Mustela nivalis). Todas
estas caçadoras andam em busca de algum coelho (Oryctolagus cuniculus), ou
lebre (Lepus granatensis).
Dois pontos de partida e chegada: Em Casal de S. Simão e na
Praia Fluvial das Fragas de S. Simão
1 1 2 2
Casas de Pedra estrategicamente construídas ao longo da crista de uma pequena
elevação, rodeadas de montanhas que as protegem dos ventos, sol durante todo
o dia, uma Ribeira de cada lado (a Ribeira de Alge e a do Fato) e a imponente
vista sobre as Fragas de S. Simão dão forma a um pequeno povoado, o Casal de
S. Simão. Construído por homens que trabalhavam arduamente de sol a sol para
retirarem da terra o seu sustento, tinha no Vale da Abundância (localizado a
poente e banhado pela Ribeira do Fato) hortas riquíssimas onde diariamente
homens e mulheres com ajuda de bois e burros, semeavam e colhiam o seu
sustento. Na Ribeira de Alge, mós de pedra moíam o milho e o trigo que iria dar
lugar ao pão cozido nos fornos a lenha. Actualmente, e fruto da grande paixão
dos actuais moradores, que aqui encontraram um refúgio da cidade, a aldeia foi
reconstruída com o esforço de todos, e o Casal de S. Simão está novamente
orgulhoso e cheio de projectos para o futuro.
património natural


Fonte: www.cm-figueiródosvinhos.pt


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