Esta aldeia de Xisto, pertencente a Castelo Branco, é uma aldeia tipicamente rural e genuína, ainda são os habitantes de origem que dão vida à aldeia. A C.M. de Castelo Branco tem vindo a comprar as casas que estão degradadas e ou abandonadas, para restauro, e penso que posteriormente vendê-las para turismo de habitação muito em voga nos dias de hoje. Existe já restaurada pela C.M., uma casa que serve para promovêr a aldeia de Martim Branco com os produtos típicos Regionais, bem como uma mostra turística e histórica desta aldeia de xisto. Falamos ainda com uma senhora de idade que pastorava as suas cabras, junto do forno onde ainda coze o seu pão, entre histórias de outros tempos, e os tempos da actualidade, a conversa foi profíqua e proveitosa. Aldeia pobre mas com perspectivas de desenvolvimento turístico a curto médio prazo, dinamizado pela C.M. de Castelo Branco.
Breve Apontamento da Aldeia: (oficial)
Por detrás das casas da última rua, a ribeira de Almaceda faz cantar as águas e os rouxinóis. Lá fora, o forno comunitário ainda exala o cheiro do pão acabado de cozer. Os fornos são os elementos mais interessantes em Martim Branco e o processo da sua recuperação tem contribuído para uma nova vida comunitária na aldeia.
Basta provar o pão para perceber porquê. Num terreno de variados relevos, ora altos ora baixos, ora estreitos ora largos, ora arredondados ora bicudos, é neste tipo de paisagem, ora agreste ora meiga, ora nua ora arborizada, onde os matos a custo desabrocham, “que vive Martim Branco”. Esteios de xisto erguem-se nos quintais. Antes dividiam propriedades, agora unificam a identidade da aldeia. Algumas casas testemunham raro casamento do xisto com granito, união de materiais que garante a qualidade e a perenidade dos imóveis. As portas ostentam belas e vistosas ferragens. A Aldeia de tão pequena que nos parece imagina-se parada no tempo, entre penedias de xisto e de quartzo, onde todas as casas e construções são modestas mas de uma genuinidade que o tempo não destruiu. Em Martim Branco há sempre um recanto que nos encanta.
Esta aldeia de Xisto, pertencente a Castelo Branco, é uma aldeia tipicamente rural e genuína, ainda são os habitantes de origem que dão vida à aldeia. A C.M. de Castelo Branco tem vindo a comprar as casas que estão degradadas e ou abandonadas, para restauro, e penso que posteriormente vendê-las para turismo de habitação muito em voga nos dias de hoje. Existe já restaurada pela C.M., uma casa que serve para promovêr a aldeia de Martim Branco com os produtos típicos Regionais, bem como uma mostra turística e histórica desta aldeia de xisto. Falamos ainda com uma senhora de idade que pastorava as suas cabras, junto do forno onde ainda coze o seu pão, entre histórias de outros tempos, e os tempos da actualidade, a conversa foi profíqua e proveitosa. Aldeia pobre mas com perspectivas de desenvolvimento turístico a curto médio prazo, dinamizado pela C.M. de Castelo Branco.
Breve Apontamento da Aldeia: (oficial)
Por detrás das casas da última rua, a ribeira de Almaceda faz cantar as águas e os rouxinóis. Lá fora, o forno comunitário ainda exala o cheiro do pão acabado de cozer. Os fornos são os elementos mais interessantes em Martim Branco e o processo da sua recuperação tem contribuído para uma nova vida comunitária na aldeia.
Basta provar o pão para perceber porquê. Num terreno de variados relevos, ora altos ora baixos, ora estreitos ora largos, ora arredondados ora bicudos, é neste tipo de paisagem, ora agreste ora meiga, ora nua ora arborizada, onde os matos a custo desabrocham, “que vive Martim Branco”. Esteios de xisto erguem-se nos quintais. Antes dividiam propriedades, agora unificam a identidade da aldeia. Algumas casas testemunham raro casamento do xisto com granito, união de materiais que garante a qualidade e a perenidade dos imóveis. As portas ostentam belas e vistosas ferragens. A Aldeia de tão pequena que nos parece imagina-se parada no tempo, entre penedias de xisto e de quartzo, onde todas as casas e construções são modestas mas de uma genuinidade que o tempo não destruiu. Em Martim Branco há sempre um recanto que nos encanta.
Esta aldeia de Xisto, pertencente a Castelo Branco, é uma aldeia tipicamente rural e genuína, ainda são os habitantes de origem que dão vida à aldeia. A C.M. de Castelo Branco tem vindo a comprar as casas que estão degradadas e ou abandonadas, para restauro, e penso que posteriormente vendê-las para turismo de habitação muito em voga nos dias de hoje. Existe já restaurada pela C.M., uma casa que serve para promovêr a aldeia de Martim Branco com os produtos típicos Regionais, bem como uma mostra turística e histórica desta aldeia de xisto. Falamos ainda com uma senhora de idade que pastorava as suas cabras, junto do forno onde ainda coze o seu pão, entre histórias de outros tempos, e os tempos da actualidade, a conversa foi profíqua e proveitosa. Aldeia pobre mas com perspectivas de desenvolvimento turístico a curto médio prazo, dinamizado pela C.M. de Castelo Branco.
Breve Apontamento da Aldeia: (oficial)
Por detrás das casas da última rua, a ribeira de Almaceda faz cantar as águas e os rouxinóis. Lá fora, o forno comunitário ainda exala o cheiro do pão acabado de cozer. Os fornos são os elementos mais interessantes em Martim Branco e o processo da sua recuperação tem contribuído para uma nova vida comunitária na aldeia.
Basta provar o pão para perceber porquê. Num terreno de variados relevos, ora altos ora baixos, ora estreitos ora largos, ora arredondados ora bicudos, é neste tipo de paisagem, ora agreste ora meiga, ora nua ora arborizada, onde os matos a custo desabrocham, “que vive Martim Branco”. Esteios de xisto erguem-se nos quintais. Antes dividiam propriedades, agora unificam a identidade da aldeia. Algumas casas testemunham raro casamento do xisto com granito, união de materiais que garante a qualidade e a perenidade dos imóveis. As portas ostentam belas e vistosas ferragens. A Aldeia de tão pequena que nos parece imagina-se parada no tempo, entre penedias de xisto e de quartzo, onde todas as casas e construções são modestas mas de uma genuinidade que o tempo não destruiu. Em Martim Branco há sempre um recanto que nos encanta.
Esta aldeia de Xisto, pertencente a Castelo Branco, é uma aldeia tipicamente rural e genuína, ainda são os habitantes de origem que dão vida à aldeia. A C.M. de Castelo Branco tem vindo a comprar as casas que estão degradadas e ou abandonadas, para restauro, e penso que posteriormente vendê-las para turismo de habitação muito em voga nos dias de hoje. Existe já restaurada pela C.M., uma casa que serve para promovêr a aldeia de Martim Branco com os produtos típicos Regionais, bem como uma mostra turística e histórica desta aldeia de xisto. Falamos ainda com uma senhora de idade que pastorava as suas cabras, junto do forno onde ainda coze o seu pão, entre histórias de outros tempos, e os tempos da actualidade, a conversa foi profíqua e proveitosa. Aldeia pobre mas com perspectivas de desenvolvimento turístico a curto médio prazo, dinamizado pela C.M. de Castelo Branco.
Breve Apontamento da Aldeia: (oficial)
Por detrás das casas da última rua, a ribeira de Almaceda faz cantar as águas e os rouxinóis. Lá fora, o forno comunitário ainda exala o cheiro do pão acabado de cozer. Os fornos são os elementos mais interessantes em Martim Branco e o processo da sua recuperação tem contribuído para uma nova vida comunitária na aldeia.
Basta provar o pão para perceber porquê. Num terreno de variados relevos, ora altos ora baixos, ora estreitos ora largos, ora arredondados ora bicudos, é neste tipo de paisagem, ora agreste ora meiga, ora nua ora arborizada, onde os matos a custo desabrocham, “que vive Martim Branco”. Esteios de xisto erguem-se nos quintais. Antes dividiam propriedades, agora unificam a identidade da aldeia. Algumas casas testemunham raro casamento do xisto com granito, união de materiais que garante a qualidade e a perenidade dos imóveis. As portas ostentam belas e vistosas ferragens. A Aldeia de tão pequena que nos parece imagina-se parada no tempo, entre penedias de xisto e de quartzo, onde todas as casas e construções são modestas mas de uma genuinidade que o tempo não destruiu. Em Martim Branco há sempre um recanto que nos encanta.
Esta aldeia de Xisto, pertencente a Castelo Branco, é uma aldeia tipicamente rural e genuína, ainda são os habitantes de origem que dão vida à aldeia. A C.M. de Castelo Branco tem vindo a comprar as casas que estão degradadas e ou abandonadas, para restauro, e penso que posteriormente vendê-las para turismo de habitação muito em voga nos dias de hoje. Existe já restaurada pela C.M., uma casa que serve para promovêr a aldeia de Martim Branco com os produtos típicos Regionais, bem como uma mostra turística e histórica desta aldeia de xisto. Falamos ainda com uma senhora de idade que pastorava as suas cabras, junto do forno onde ainda coze o seu pão, entre histórias de outros tempos, e os tempos da actualidade, a conversa foi profíqua e proveitosa. Aldeia pobre mas com perspectivas de desenvolvimento turístico a curto médio prazo, dinamizado pela C.M. de Castelo Branco.
Breve Apontamento da Aldeia: (oficial)
Por detrás das casas da última rua, a ribeira de Almaceda faz cantar as águas e os rouxinóis. Lá fora, o forno comunitário ainda exala o cheiro do pão acabado de cozer. Os fornos são os elementos mais interessantes em Martim Branco e o processo da sua recuperação tem contribuído para uma nova vida comunitária na aldeia. Basta provar o pão para perceber porquê.
Num terreno de variados relevos, ora altos ora baixos, ora estreitos ora largos, ora arredondados ora bicudos, é neste tipo de paisagem, ora agreste ora meiga, ora nua ora arborizada, onde os matos a custo desabrocham, “que vive Martim Branco”. Esteios de xisto erguem-se nos quintais. Antes dividiam propriedades, agora unificam a identidade da aldeia. Algumas casas testemunham raro casamento do xisto com granito, união de materiais que garante a qualidade e a perenidade dos imóveis. As portas ostentam belas e vistosas ferragens. A Aldeia de tão pequena que nos parece imagina-se parada no tempo, entre penedias de xisto e de quartzo, onde todas as casas e construções são modestas mas de uma genuinidade que o tempo não destruiu. Em Martim Branco há sempre um recanto que nos encanta.
Esta aldeia de Xisto, pertencente a Castelo Branco, é uma aldeia tipicamente rural e genuína, ainda são os habitantes de origem que dão vida à aldeia. A C.M. de Castelo Branco tem vindo a comprar as casas que estão degradadas e ou abandonadas, para restauro, e penso que posteriormente vendê-las para turismo de habitação muito em voga nos dias de hoje. Existe já restaurada pela C.M., uma casa que serve para promovêr a aldeia de Martim Branco com os produtos típicos Regionais, bem como uma mostra turística e histórica desta aldeia de xisto. Falamos ainda com uma senhora de idade que pastorava as suas cabras, junto do forno onde ainda coze o seu pão, entre histórias de outros tempos, e os tempos da actualidade, a conversa foi profíqua e proveitosa. Aldeia pobre mas com perspectivas de desenvolvimento turístico a curto médio prazo, dinamizado pela C.M. de Castelo Branco.
Breve Apontamento da Aldeia: (oficial)
Por detrás das casas da última rua, a ribeira de Almaceda faz cantar as águas e os rouxinóis. Lá fora, o forno comunitário ainda exala o cheiro do pão acabado de cozer. Os fornos são os elementos mais interessantes em Martim Branco e o processo da sua recuperação tem contribuído para uma nova vida comunitária na aldeia. Basta provar o pão para perceber porquê.
Num terreno de variados relevos, ora altos ora baixos, ora estreitos ora largos, ora arredondados ora bicudos, é neste tipo de paisagem, ora agreste ora meiga, ora nua ora arborizada, onde os matos a custo desabrocham, “que vive Martim Branco”. Esteios de xisto erguem-se nos quintais. Antes dividiam propriedades, agora unificam a identidade da aldeia. Algumas casas testemunham raro casamento do xisto com granito, união de materiais que garante a qualidade e a perenidade dos imóveis. As portas ostentam belas e vistosas ferragens. A Aldeia de tão pequena que nos parece imagina-se parada no tempo, entre penedias de xisto e de quartzo, onde todas as casas e construções são modestas mas de uma genuinidade que o tempo não destruiu. Em Martim Branco há sempre um recanto que nos encanta.
Esta aldeia de Xisto, pertencente a Castelo Branco, é uma aldeia tipicamente rural e genuína, ainda são os habitantes de origem que dão vida à aldeia. A C.M. de Castelo Branco tem vindo a comprar as casas que estão degradadas e ou abandonadas, para restauro, e penso que posteriormente vendê-las para turismo de habitação muito em voga nos dias de hoje. Existe já restaurada pela C.M., uma casa que serve para promovêr a aldeia de Martim Branco com os produtos típicos Regionais, bem como uma mostra turística e histórica desta aldeia de xisto. Falamos ainda com uma senhora de idade que pastorava as suas cabras, junto do forno onde ainda coze o seu pão, entre histórias de outros tempos, e os tempos da actualidade, a conversa foi profíqua e proveitosa. Aldeia pobre mas com perspectivas de desenvolvimento turístico a curto médio prazo, dinamizado pela C.M. de Castelo Branco.
Breve Apontamento da Aldeia: (oficial)
Por detrás das casas da última rua, a ribeira de Almaceda faz cantar as águas e os rouxinóis. Lá fora, o forno comunitário ainda exala o cheiro do pão acabado de cozer. Os fornos são os elementos mais interessantes em Martim Branco e o processo da sua recuperação tem contribuído para uma nova vida comunitária na aldeia. Basta provar o pão para perceber porquê.
Num terreno de variados relevos, ora altos ora baixos, ora estreitos ora largos, ora arredondados ora bicudos, é neste tipo de paisagem, ora agreste ora meiga, ora nua ora arborizada, onde os matos a custo desabrocham, “que vive Martim Branco”. Esteios de xisto erguem-se nos quintais. Antes dividiam propriedades, agora unificam a identidade da aldeia. Algumas casas testemunham raro casamento do xisto com granito, união de materiais que garante a qualidade e a perenidade dos imóveis. As portas ostentam belas e vistosas ferragens. A Aldeia de tão pequena que nos parece imagina-se parada no tempo, entre penedias de xisto e de quartzo, onde todas as casas e construções são modestas mas de uma genuinidade que o tempo não destruiu. Em Martim Branco há sempre um recanto que nos encanta.
Esta aldeia de Xisto, pertencente a Castelo Branco, é uma aldeia tipicamente rural e genuína, ainda são os habitantes de origem que dão vida à aldeia. A C.M. de Castelo Branco tem vindo a comprar as casas que estão degradadas e ou abandonadas, para restauro, e penso que posteriormente vendê-las para turismo de habitação muito em voga nos dias de hoje. Existe já restaurada pela C.M., uma casa que serve para promovêr a aldeia de Martim Branco com os produtos típicos Regionais, bem como uma mostra turística e histórica desta aldeia de xisto. Falamos ainda com uma senhora de idade que pastorava as suas cabras, junto do forno onde ainda coze o seu pão, entre histórias de outros tempos, e os tempos da actualidade, a conversa foi profíqua e proveitosa. Aldeia pobre mas com perspectivas de desenvolvimento turístico a curto médio prazo, dinamizado pela C.M. de Castelo Branco.
Breve Apontamento da Aldeia: (oficial)
Por detrás das casas da última rua, a ribeira de Almaceda faz cantar as águas e os rouxinóis. Lá fora, o forno comunitário ainda exala o cheiro do pão acabado de cozer. Os fornos são os elementos mais interessantes em Martim Branco e o processo da sua recuperação tem contribuído para uma nova vida comunitária na aldeia. Basta provar o pão para perceber porquê.
Num terreno de variados relevos, ora altos ora baixos, ora estreitos ora largos, ora arredondados ora bicudos, é neste tipo de paisagem, ora agreste ora meiga, ora nua ora arborizada, onde os matos a custo desabrocham, “que vive Martim Branco”. Esteios de xisto erguem-se nos quintais. Antes dividiam propriedades, agora unificam a identidade da aldeia. Algumas casas testemunham raro casamento do xisto com granito, união de materiais que garante a qualidade e a perenidade dos imóveis. As portas ostentam belas e vistosas ferragens. A Aldeia de tão pequena que nos parece imagina-se parada no tempo, entre penedias de xisto e de quartzo, onde todas as casas e construções são modestas mas de uma genuinidade que o tempo não destruiu. Em Martim Branco há sempre um recanto que nos encanta.
Esta aldeia de Xisto, pertencente a Castelo Branco, é uma aldeia tipicamente rural e genuína, ainda são os habitantes de origem que dão vida à aldeia. A C.M. de Castelo Branco tem vindo a comprar as casas que estão degradadas e ou abandonadas, para restauro, e penso que posteriormente vendê-las para turismo de habitação muito em voga nos dias de hoje. Existe já restaurada pela C.M., uma casa que serve para promovêr a aldeia de Martim Branco com os produtos típicos Regionais, bem como uma mostra turística e histórica desta aldeia de xisto. Falamos ainda com uma senhora de idade que pastorava as suas cabras, junto do forno onde ainda coze o seu pão, entre histórias de outros tempos, e os tempos da actualidade, a conversa foi profíqua e proveitosa. Aldeia pobre mas com perspectivas de desenvolvimento turístico a curto médio prazo, dinamizado pela C.M. de Castelo Branco.
Breve Apontamento da Aldeia: (oficial)
Por detrás das casas da última rua, a ribeira de Almaceda faz cantar as águas e os rouxinóis. Lá fora, o forno comunitário ainda exala o cheiro do pão acabado de cozer. Os fornos são os elementos mais interessantes em Martim Branco e o processo da sua recuperação tem contribuído para uma nova vida comunitária na aldeia. Basta provar o pão para perceber porquê.
Num terreno de variados relevos, ora altos ora baixos, ora estreitos ora largos, ora arredondados ora bicudos, é neste tipo de paisagem, ora agreste ora meiga, ora nua ora arborizada, onde os matos a custo desabrocham, “que vive Martim Branco”. Esteios de xisto erguem-se nos quintais. Antes dividiam propriedades, agora unificam a identidade da aldeia. Algumas casas testemunham raro casamento do xisto com granito, união de materiais que garante a qualidade e a perenidade dos imóveis. As portas ostentam belas e vistosas ferragens. A Aldeia de tão pequena que nos parece imagina-se parada no tempo, entre penedias de xisto e de quartzo, onde todas as casas e construções são modestas mas de uma genuinidade que o tempo não destruiu. Em Martim Branco há sempre um recanto que nos encanta.
Esta aldeia de Xisto, pertencente a Castelo Branco, é uma aldeia tipicamente rural e genuína, ainda são os habitantes de origem que dão vida à aldeia. A C.M. de Castelo Branco tem vindo a comprar as casas que estão degradadas e ou abandonadas, para restauro, e penso que posteriormente vendê-las para turismo de habitação muito em voga nos dias de hoje. Existe já restaurada pela C.M., uma casa que serve para promovêr a aldeia de Martim Branco com os produtos típicos Regionais, bem como uma mostra turística e histórica desta aldeia de xisto. Falamos ainda com uma senhora de idade que pastorava as suas cabras, junto do forno onde ainda coze o seu pão, entre histórias de outros tempos, e os tempos da actualidade, a conversa foi profíqua e proveitosa. Aldeia pobre mas com perspectivas de desenvolvimento turístico a curto médio prazo, dinamizado pela C.M. de Castelo Branco.
Breve Apontamento da Aldeia: (oficial)
Por detrás das casas da última rua, a ribeira de Almaceda faz cantar as águas e os rouxinóis. Lá fora, o forno comunitário ainda exala o cheiro do pão acabado de cozer. Os fornos são os elementos mais interessantes em Martim Branco e o processo da sua recuperação tem contribuído para uma nova vida comunitária na aldeia. Basta provar o pão para perceber porquê.
Num terreno de variados relevos, ora altos ora baixos, ora estreitos ora largos, ora arredondados ora bicudos, é neste tipo de paisagem, ora agreste ora meiga, ora nua ora arborizada, onde os matos a custo desabrocham, “que vive Martim Branco”. Esteios de xisto erguem-se nos quintais. Antes dividiam propriedades, agora unificam a identidade da aldeia. Algumas casas testemunham raro casamento do xisto com granito, união de materiais que garante a qualidade e a perenidade dos imóveis. As portas ostentam belas e vistosas ferragens. A Aldeia de tão pequena que nos parece imagina-se parada no tempo, entre penedias de xisto e de quartzo, onde todas as casas e construções são modestas mas de uma genuinidade que o tempo não destruiu. Em Martim Branco há sempre um recanto que nos encanta.
Esta será porventura, e contráriamente à descrição feita pelo prospecto turístico de divulgação, uma das aldeias mais desconhecidas ou a menos propalada das Aldeias de Xisto (minha opinião). Embora fique paralela a uma estrada Nacional e próximo do IC8, a aldeia só se descobre por detráz de um casario já moderno que por obra de outros tempos e outras gentes, permitiram que se construísse prédios de 2 pisos em cimento pintado em frente à muito degradada e original aldeia de xisto.
Esta aldeia é muito peculiar em relação a todas as outras já que as casas para além de estarem muito juntinhas são todas de dimensões muito pequenas. Pena que quase todas estão em muito mau estado. Soubemos que a Câmara Municipal de Proênça-a-Nova comprou a maioria das casas e está já a restaurar uma parte. A casa das artes já está a funcionar e a promovêr a Aldeia, que ainda vive apenas com os habitantes originais. Certamente a médio prazo as casas restauradas irão dar mais vida à aldeia com o Turismo rural já implementado em outras aldeias idênticas. De salientar por último, que existem aldeias práticamente a 100% com ocupação sazonal e turistica, e outras que ainda perservam os seus habitantes originais, mas com o turismo rural a misturar-se com as raízes e as origens do povo nascido e criado nessas aldeia.
Breve apontamento da Aldeia: (oficial)
Esta Aldeia é mesmo uma “Aldeia”: dizem-nos Bom-Dia as galinhas nos seus poleiros e as cabras de olhos meigos mas desconfiados; a carroça ainda tem o feno, e a horta está mesmo à mão de semear; o forno comunitário ainda tem o quente aroma do pão acabado de cozer. A envolvência desta Aldeia caracteriza-se pela sua relação ainda muito marcada e activa com o meio rural. A Aldeia de Figueira, pela sua dimensão, proximidade ao IC8, ao aeródromo de Moitas e à Escola de Pára-quedismo, ao Centro de Ciência Viva da Floresta, à Escola de Equitação (em Sobreira Formosa) e à Praia Fluvial de Fróia, está no centro de uma variada oferta turística. Fonte: http://www.aldeiasdoxisto.pt/download/GV_Figueira.pdf
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Esta será porventura, e contráriamente à descrição feita pelo prospecto turístico de divulgação, uma das aldeias mais desconhecidas ou a menos propalada das Aldeias de Xisto (minha opinião). Embora fique paralela a uma estrada Nacional e próximo do IC8, a aldeia só se descobre por detráz de um casario já moderno que por obra de outros tempos e outras gentes, permitiram que se construísse prédios de 2 pisos em cimento pintado em frente à muito degradada e original aldeia de xisto. Esta aldeia é muito peculiar em relação a todas as outras já que as casas para além de estarem muito juntinhas são todas de dimensões muito pequenas. Pena que quase todas estão em muito mau estado. Soubemos que a Câmara Municipal de Proênça-a-Nova comprou a maioria das casas e está já a restaurar uma parte. A casa das artes já está a funcionar e a promovêr a Aldeia, que ainda vive apenas com os habitantes originais. Certamente a médio prazo as casas restauradas irão dar mais vida à aldeia com o Turismo rural já implementado em outras aldeias idênticas. De salientar por último, que existem aldeias práticamente a 100% com ocupação sazonal e turistica, e outras que ainda perservam os seus habitantes originais, mas com o turismo rural a misturar-se com as raízes e as origens do povo nascido e criado nessas aldeia.
Breve apontamento da Aldeia: (oficial)
Esta Aldeia é mesmo uma “Aldeia”: dizem-nos Bom-Dia as galinhas nos seus poleiros e as cabras de olhos meigos mas desconfiados; a carroça ainda tem o feno, e a horta está mesmo à mão de semear; o forno comunitário ainda tem o quente aroma do pão acabado de cozer. A envolvência desta Aldeia caracteriza-se pela sua relação ainda muito marcada e activa com o meio rural.
A Aldeia de Figueira, pela sua dimensão, proximidade ao IC8, ao aeródromo de Moitas e à Escola de Pára-quedismo, ao Centro de Ciência Viva da Floresta, à Escola de Equitação (em Sobreira Formosa) e à Praia Fluvial de Fróia, está no centro de uma variada oferta turística.
Esta será porventura, e contráriamente à descrição feita pelo prospecto turístico de divulgação, uma das aldeias mais desconhecidas ou a menos propalada das Aldeias de Xisto (minha opinião). Embora fique paralela a uma estrada Nacional e próximo do IC8, a aldeia só se descobre por detráz de um casario já moderno que por obra de outros tempos e outras gentes, permitiram que se construísse prédios de 2 pisos em cimento pintado em frente à muito degradada e original aldeia de xisto. Esta aldeia é muito peculiar em relação a todas as outras já que as casas para além de estarem muito juntinhas são todas de dimensões muito pequenas. Pena que quase todas estão em muito mau estado. Soubemos que a Câmara Municipal de Proênça-a-Nova comprou a maioria das casas e está já a restaurar uma parte. A casa das artes já está a funcionar e a promovêr a Aldeia, que ainda vive apenas com os habitantes originais. Certamente a médio prazo as casas restauradas irão dar mais vida à aldeia com o Turismo rural já implementado em outras aldeias idênticas. De salientar por último, que existem aldeias práticamente a 100% com ocupação sazonal e turistica, e outras que ainda perservam os seus habitantes originais, mas com o turismo rural a misturar-se com as raízes e as origens do povo nascido e criado nessas aldeia.
Breve apontamento da Aldeia: (oficial)
Esta Aldeia é mesmo uma “Aldeia”: dizem-nos Bom-Dia as galinhas nos seus poleiros e as cabras de olhos meigos mas desconfiados; a carroça ainda tem o feno, e a horta está mesmo à mão de semear; o forno comunitário ainda tem o quente aroma do pão acabado de cozer. A envolvência desta Aldeia caracteriza-se pela sua relação ainda muito marcada e activa com o meio rural.
A Aldeia de Figueira, pela sua dimensão, proximidade ao IC8, ao aeródromo de Moitas e à Escola de Pára-quedismo, ao Centro de Ciência Viva da Floresta, à Escola de Equitação (em Sobreira Formosa) e à Praia Fluvial de Fróia, está no centro de uma variada oferta turística.
Esta será porventura, e contráriamente à descrição feita pelo prospecto turístico de divulgação, uma das aldeias mais desconhecidas ou a menos propalada das Aldeias de Xisto (minha opinião). Embora fique paralela a uma estrada Nacional e próximo do IC8, a aldeia só se descobre por detráz de um casario já moderno que por obra de outros tempos e outras gentes, permitiram que se construísse prédios de 2 pisos em cimento pintado em frente à muito degradada e original aldeia de xisto. Esta aldeia é muito peculiar em relação a todas as outras já que as casas para além de estarem muito juntinhas são todas de dimensões muito pequenas. Pena que quase todas estão em muito mau estado. Soubemos que a Câmara Municipal de Proênça-a-Nova comprou a maioria das casas e está já a restaurar uma parte. A casa das artes já está a funcionar e a promovêr a Aldeia, que ainda vive apenas com os habitantes originais. Certamente a médio prazo as casas restauradas irão dar mais vida à aldeia com o Turismo rural já implementado em outras aldeias idênticas. De salientar por último, que existem aldeias práticamente a 100% com ocupação sazonal e turistica, e outras que ainda perservam os seus habitantes originais, mas com o turismo rural a misturar-se com as raízes e as origens do povo nascido e criado nessas aldeia.
Breve apontamento da Aldeia: (oficial)
Esta Aldeia é mesmo uma “Aldeia”: dizem-nos Bom-Dia as galinhas nos seus poleiros e as cabras de olhos meigos mas desconfiados; a carroça ainda tem o feno, e a horta está mesmo à mão de semear; o forno comunitário ainda tem o quente aroma do pão acabado de cozer. A envolvência desta Aldeia caracteriza-se pela sua relação ainda muito marcada e activa com o meio rural.
A Aldeia de Figueira, pela sua dimensão, proximidade ao IC8, ao aeródromo de Moitas e à Escola de Pára-quedismo, ao Centro de Ciência Viva da Floresta, à Escola de Equitação (em Sobreira Formosa) e à Praia Fluvial de Fróia, está no centro de uma variada oferta turística.
Esta será porventura, e contráriamente à descrição feita pelo prospecto turístico de divulgação, uma das aldeias mais desconhecidas ou a menos propalada das Aldeias de Xisto (minha opinião). Embora fique paralela a uma estrada Nacional e próximo do IC8, a aldeia só se descobre por detráz de um casario já moderno que por obra de outros tempos e outras gentes, permitiram que se construísse prédios de 2 pisos em cimento pintado em frente à muito degradada e original aldeia de xisto. Esta aldeia é muito peculiar em relação a todas as outras já que as casas para além de estarem muito juntinhas são todas de dimensões muito pequenas. Pena que quase todas estão em muito mau estado. Soubemos que a Câmara Municipal de Proênça-a-Nova comprou a maioria das casas e está já a restaurar uma parte. A casa das artes já está a funcionar e a promovêr a Aldeia, que ainda vive apenas com os habitantes originais. Certamente a médio prazo as casas restauradas irão dar mais vida à aldeia com o Turismo rural já implementado em outras aldeias idênticas. De salientar por último, que existem aldeias práticamente a 100% com ocupação sazonal e turistica, e outras que ainda perservam os seus habitantes originais, mas com o turismo rural a misturar-se com as raízes e as origens do povo nascido e criado nessas aldeia.
Breve apontamento da Aldeia: (oficial)
Esta Aldeia é mesmo uma “Aldeia”: dizem-nos Bom-Dia as galinhas nos seus poleiros e as cabras de olhos meigos mas desconfiados; a carroça ainda tem o feno, e a horta está mesmo à mão de semear; o forno comunitário ainda tem o quente aroma do pão acabado de cozer. A envolvência desta Aldeia caracteriza-se pela sua relação ainda muito marcada e activa com o meio rural.
A Aldeia de Figueira, pela sua dimensão, proximidade ao IC8, ao aeródromo de Moitas e à Escola de Pára-quedismo, ao Centro de Ciência Viva da Floresta, à Escola de Equitação (em Sobreira Formosa) e à Praia Fluvial de Fróia, está no centro de uma variada oferta turística.
Esta será porventura, e contráriamente à descrição feita pelo prospecto turístico de divulgação, uma das aldeias mais desconhecidas ou a menos propalada das Aldeias de Xisto (minha opinião). Embora fique paralela a uma estrada Nacional e próximo do IC8, a aldeia só se descobre por detráz de um casario já moderno que por obra de outros tempos e outras gentes, permitiram que se construísse prédios de 2 pisos em cimento pintado em frente à muito degradada e original aldeia de xisto. Esta aldeia é muito peculiar em relação a todas as outras já que as casas para além de estarem muito juntinhas são todas de dimensões muito pequenas. Pena que quase todas estão em muito mau estado. Soubemos que a Câmara Municipal de Proênça-a-Nova comprou a maioria das casas e está já a restaurar uma parte. A casa das artes já está a funcionar e a promovêr a Aldeia, que ainda vive apenas com os habitantes originais. Certamente a médio prazo as casas restauradas irão dar mais vida à aldeia com o Turismo rural já implementado em outras aldeias idênticas. De salientar por último, que existem aldeias práticamente a 100% com ocupação sazonal e turistica, e outras que ainda perservam os seus habitantes originais, mas com o turismo rural a misturar-se com as raízes e as origens do povo nascido e criado nessas aldeia.
Breve apontamento da Aldeia: (oficial)
Esta Aldeia é mesmo uma “Aldeia”: dizem-nos Bom-Dia as galinhas nos seus poleiros e as cabras de olhos meigos mas desconfiados; a carroça ainda tem o feno, e a horta está mesmo à mão de semear; o forno comunitário ainda tem o quente aroma do pão acabado de cozer. A envolvência desta Aldeia caracteriza-se pela sua relação ainda muito marcada e activa com o meio rural.
A Aldeia de Figueira, pela sua dimensão, proximidade ao IC8, ao aeródromo de Moitas e à Escola de Pára-quedismo, ao Centro de Ciência Viva da Floresta, à Escola de Equitação (em Sobreira Formosa) e à Praia Fluvial de Fróia, está no centro de uma variada oferta turística.
Esta será porventura, e contráriamente à descrição feita pelo prospecto turístico de divulgação, uma das aldeias mais desconhecidas ou a menos propalada das Aldeias de Xisto (minha opinião). Embora fique paralela a uma estrada Nacional e próximo do IC8, a aldeia só se descobre por detráz de um casario já moderno que por obra de outros tempos e outras gentes, permitiram que se construísse prédios de 2 pisos em cimento pintado em frente à muito degradada e original aldeia de xisto. Esta aldeia é muito peculiar em relação a todas as outras já que as casas para além de estarem muito juntinhas são todas de dimensões muito pequenas. Pena que quase todas estão em muito mau estado. Soubemos que a Câmara Municipal de Proênça-a-Nova comprou a maioria das casas e está já a restaurar uma parte. A casa das artes já está a funcionar e a promovêr a Aldeia, que ainda vive apenas com os habitantes originais. Certamente a médio prazo as casas restauradas irão dar mais vida à aldeia com o Turismo rural já implementado em outras aldeias idênticas. De salientar por último, que existem aldeias práticamente a 100% com ocupação sazonal e turistica, e outras que ainda perservam os seus habitantes originais, mas com o turismo rural a misturar-se com as raízes e as origens do povo nascido e criado nessas aldeia.
Breve apontamento da Aldeia: (oficial)
Esta Aldeia é mesmo uma “Aldeia”: dizem-nos Bom-Dia as galinhas nos seus poleiros e as cabras de olhos meigos mas desconfiados; a carroça ainda tem o feno, e a horta está mesmo à mão de semear; o forno comunitário ainda tem o quente aroma do pão acabado de cozer. A envolvência desta Aldeia caracteriza-se pela sua relação ainda muito marcada e activa com o meio rural.
A Aldeia de Figueira, pela sua dimensão, proximidade ao IC8, ao aeródromo de Moitas e à Escola de Pára-quedismo, ao Centro de Ciência Viva da Floresta, à Escola de Equitação (em Sobreira Formosa) e à Praia Fluvial de Fróia, está no centro de uma variada oferta turística.
Esta será porventura, e contráriamente à descrição feita pelo prospecto turístico de divulgação, uma das aldeias mais desconhecidas ou a menos propalada das Aldeias de Xisto (minha opinião). Embora fique paralela a uma estrada Nacional e próximo do IC8, a aldeia só se descobre por detráz de um casario já moderno que por obra de outros tempos e outras gentes, permitiram que se construísse prédios de 2 pisos em cimento pintado em frente à muito degradada e original aldeia de xisto. Esta aldeia é muito peculiar em relação a todas as outras já que as casas para além de estarem muito juntinhas são todas de dimensões muito pequenas. Pena que quase todas estão em muito mau estado. Soubemos que a Câmara Municipal de Proênça-a-Nova comprou a maioria das casas e está já a restaurar uma parte. A casa das artes já está a funcionar e a promovêr a Aldeia, que ainda vive apenas com os habitantes originais. Certamente a médio prazo as casas restauradas irão dar mais vida à aldeia com o Turismo rural já implementado em outras aldeias idênticas. De salientar por último, que existem aldeias práticamente a 100% com ocupação sazonal e turistica, e outras que ainda perservam os seus habitantes originais, mas com o turismo rural a misturar-se com as raízes e as origens do povo nascido e criado nessas aldeia.
Breve apontamento da Aldeia: (oficial)
Esta Aldeia é mesmo uma “Aldeia”: dizem-nos Bom-Dia as galinhas nos seus poleiros e as cabras de olhos meigos mas desconfiados; a carroça ainda tem o feno, e a horta está mesmo à mão de semear; o forno comunitário ainda tem o quente aroma do pão acabado de cozer. A envolvência desta Aldeia caracteriza-se pela sua relação ainda muito marcada e activa com o meio rural.
A Aldeia de Figueira, pela sua dimensão, proximidade ao IC8, ao aeródromo de Moitas e à Escola de Pára-quedismo, ao Centro de Ciência Viva da Floresta, à Escola de Equitação (em Sobreira Formosa) e à Praia Fluvial de Fróia, está no centro de uma variada oferta turística.
Esta será porventura, e contráriamente à descrição feita pelo prospecto turístico de divulgação, uma das aldeias mais desconhecidas ou a menos propalada das Aldeias de Xisto (minha opinião). Embora fique paralela a uma estrada Nacional e próximo do IC8, a aldeia só se descobre por detráz de um casario já moderno que por obra de outros tempos e outras gentes, permitiram que se construísse prédios de 2 pisos em cimento pintado em frente à muito degradada e original aldeia de xisto. Esta aldeia é muito peculiar em relação a todas as outras já que as casas para além de estarem muito juntinhas são todas de dimensões muito pequenas. Pena que quase todas estão em muito mau estado. Soubemos que a Câmara Municipal de Proênça-a-Nova comprou a maioria das casas e está já a restaurar uma parte. A casa das artes já está a funcionar e a promovêr a Aldeia, que ainda vive apenas com os habitantes originais. Certamente a médio prazo as casas restauradas irão dar mais vida à aldeia com o Turismo rural já implementado em outras aldeias idênticas. De salientar por último, que existem aldeias práticamente a 100% com ocupação sazonal e turistica, e outras que ainda perservam os seus habitantes originais, mas com o turismo rural a misturar-se com as raízes e as origens do povo nascido e criado nessas aldeia.
Breve apontamento da Aldeia: (oficial)
Esta Aldeia é mesmo uma “Aldeia”: dizem-nos Bom-Dia as galinhas nos seus poleiros e as cabras de olhos meigos mas desconfiados; a carroça ainda tem o feno, e a horta está mesmo à mão de semear; o forno comunitário ainda tem o quente aroma do pão acabado de cozer. A envolvência desta Aldeia caracteriza-se pela sua relação ainda muito marcada e activa com o meio rural.
A Aldeia de Figueira, pela sua dimensão, proximidade ao IC8, ao aeródromo de Moitas e à Escola de Pára-quedismo, ao Centro de Ciência Viva da Floresta, à Escola de Equitação (em Sobreira Formosa) e à Praia Fluvial de Fróia, está no centro de uma variada oferta turística.
Esta será porventura, e contráriamente à descrição feita pelo prospecto turístico de divulgação, uma das aldeias mais desconhecidas ou a menos propalada das Aldeias de Xisto (minha opinião). Embora fique paralela a uma estrada Nacional e próximo do IC8, a aldeia só se descobre por detráz de um casario já moderno que por obra de outros tempos e outras gentes, permitiram que se construísse prédios de 2 pisos em cimento pintado em frente à muito degradada e original aldeia de xisto. Esta aldeia é muito peculiar em relação a todas as outras já que as casas para além de estarem muito juntinhas são todas de dimensões muito pequenas. Pena que quase todas estão em muito mau estado. Soubemos que a Câmara Municipal de Proênça-a-Nova comprou a maioria das casas e está já a restaurar uma parte. A casa das artes já está a funcionar e a promovêr a Aldeia, que ainda vive apenas com os habitantes originais. Certamente a médio prazo as casas restauradas irão dar mais vida à aldeia com o Turismo rural já implementado em outras aldeias idênticas. De salientar por último, que existem aldeias práticamente a 100% com ocupação sazonal e turistica, e outras que ainda perservam os seus habitantes originais, mas com o turismo rural a misturar-se com as raízes e as origens do povo nascido e criado nessas aldeia.
Breve apontamento da Aldeia: (oficial)
Esta Aldeia é mesmo uma “Aldeia”: dizem-nos Bom-Dia as galinhas nos seus poleiros e as cabras de olhos meigos mas desconfiados; a carroça ainda tem o feno, e a horta está mesmo à mão de semear; o forno comunitário ainda tem o quente aroma do pão acabado de cozer. A envolvência desta Aldeia caracteriza-se pela sua relação ainda muito marcada e activa com o meio rural.
A Aldeia de Figueira, pela sua dimensão, proximidade ao IC8, ao aeródromo de Moitas e à Escola de Pára-quedismo, ao Centro de Ciência Viva da Floresta, à Escola de Equitação (em Sobreira Formosa) e à Praia Fluvial de Fróia, está no centro de uma variada oferta turística.