BOBADELA - OLIVEIRA DO HOSPITAL - COIMBRA
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O pai, que tambem nao tinha preferencia especial por um ou pelo outro, nao sabia como aconselhar a rapariga. E assim, se passaram os dias entre visitas de um e visitas de outro, prendas daqui, prendas dali. Um dia, o pai teve uma ideia brilhante, convocou os dois rapazes para uma reuniao no solar e, a hora marcada, la se encontraram pela primeira vez, cara a cara, os dois rivais, o velho disse-lhes entao: - Já que ambos andam tao empenhados com a minha filha, e ela gosta tanto de um como do outro, vou fazer-vos uma proposta, meus filhos. Ha dois trabalhos que e´ urgente fazer-se, colocar a cupula da igreja e conduzir a agua da levada de S.Romao ate aqui perto da minha casa. agora cada um de vos escolhe o seu trabalho e o que primeiro terminar casar-se-a com a minha filha. 
Descoberto em 1980, por um grupo de arqueologos, e´de estrutura simples, constituido por uma arena elipsoidal e tera sido construido no ultimo quartel do seculo I, e destruido por um incendio nos finais do Seculo IV, no entanto tera sido abandonado e desactivado antes do incendio. Nota AuTocaRaVaNiStA:
Bobadela freguesia de Oliveira do Hospital é por excelencia uma mostra de uma importante cidade Romana, já que pelo espólio encontrado, e existente para apreciação turistico são mais que evidentes, a vêr:
Forum Romano com perspectiva de grandes dimensões pelo que facilmente se consegue antevêr in-loco. Tivemos a oportunidade de têr como cicerone da visita e com explicações detalhadas do Sr Presidente que se encontrava alí, e muito amavelmente nos acompanhou e disse que à 2 dias foram encontradas ali a poucos metros na eira de uma casa que estava a ser intervencionada para reparação de saneamento, mais uns pilares do forum, conforme se pode comprovar pelas fotos tiradas ainda com o espólio a ser desenterrado. O anfiteatro ou arena Romana descoberto recentemente em 1980, foi toda ela intervencionada e está agora fiel ao original, pelo que é digna de ser vista e louvada pela sua reestruturação. Fiquei com a sensação de que toda a área limitrofe será um filão enorme de ruínas romanas, pelo que posso com quase toda a certeza afirmar que haverá também termas e casario Romano espalhado por toda a area central da freguesia de Bobadela. Pena não se poder escavar em redor já que existem casas recentes do seculo passado por todo o lado. Uma pena.
HISTÓRIA:
A Bobadela é uma particularmente bonita localidade do concelho de Oliveira do Hospital. Os Romanos ergueram aqui um importante centro urbano por volta dos seculos I-IV DC, como provam os significativos vestigios arqueologicos que hoje restam daquela a que na altura chamaram “ Splendissimae Civitati”. Bobadela teve desde tempos romanos, estatuto municipal, cuja primeira carta de foral data de 1256, pelo Rei D. Afonso III, na qual se demarcava o respectivo territorio. Foi depois um pequeno concelho medieval, tendo-lhe D. Manuel I concedido foral novo a 15 de Outubro de 1513. O concelho de Bobadela foi abolido com a reforma administrativa de 29 de Novembro de 1836, ficando desde entao agregado ao de Oliveira do Hospital. O toponimo Bobadela inicialmente sob a forma de Bovedela em documento do seculo XII, Abovedella em 1211, Bovadella e Abovadela nas inquiricoes de 1258. Aparecimento do nome "Bobadela":Diz-se que em epocas remotas havia na Bobadela - que ainda nao se chamava assim - um homem muito rico, pai de uma unica filha. segundo parece, a rapariga era requestada por dois namorados, mas como nao estava apaixonada por nenhum nao conseguia decidir-se. O pai, que tambem nao tinha preferencia especial por um ou pelo outro, nao sabia como aconselhar a rapariga. E assim, se passaram os dias entre visitas de um e visitas de outro, prendas daqui, prendas dali.Um dia, o pai teve uma ideia brilhante, convocou os dois rapazes para uma reuniao no solar e, a hora marcada, la se encontraram pela primeira vez, cara a cara, os dois rivais, o velho disse-lhes entao:- Já que ambos andam tao empenhados com a minha filha, e ela gosta tanto de um como do outro, vou fazer-vos uma proposta, meus filhos. Ha dois trabalhos que e´ urgente fazer-se, colocar a cupula da igreja e conduzir a agua da levada de S.Romao ate aqui perto da minha casa. agora cada um de vos escolhe o seu trabalho e o que primeiro terminar casar-se-a com a minha filha.Os rapazes entreolharam-se um pouco espantados, mas ja que as condicoes eram aquelas, nao tiveram mais remedio do que escolher cada qual o que fazer. o que escolheu por a cupula na igreja, sem se saber bem como cumprir a tarefa quase de um dia para o outro e apresentou-se imediatamente no solar. Tal como lhe fora prometido iniciaram-se logo os preparativos para a boda.Mas, nisto apareceu ao longe o outro candidato puxando pela levada de S.Romao tao contente e tao abafado vinha que nem reparou na torre da igreja. So quando comecou a ouvir risadas levantou a cabeca e se deu conta de que a povoacao inteira e os noivos da varanda do solar, riam desalmadamente do seu esforco e do seu ar estupefacto gritando: "E´ boa bebam dela".Diz-se pois, a lenda que depois deste episodio se deu nome a´ povoacao - Bobadela - que anteirormente tinha um outro nome ja esquecido de toda a gente.
Anfiteatro:
Descoberto em 1980, por um grupo de arqueologos, e´de estrutura simples, constituido por uma arena elipsoidal e tera sido construido no ultimo quartel do seculo I, e destruido por um incendio nos finais do Seculo IV, no entanto tera sido abandonado e desactivado antes do incendio.
Forum e Arco Romano:
A importancia de Bobadela na epoca romana deduz-se nao apenas do arco que se conserva erguido, como dos restos visiveis na povoacao e dos vestigios assinalados `a sua volta, com particular destaque para a parte ja visivel daquilo que tera sido um anfiteatro romano que, segundo sugerem algumas teses cientificas, tera sido destruido por um incendio no seculo IV. O simbolo mais notavel da presenca romana e´, efectivamente, o arco que se levanta em frente da igreja, perpendicular `a frontaria desta. compoe-se `a volta do arco de longas aduelas, marcadas com o sinal do forfex. Serve-lhe de pés direitos um muro de silharia rusticada nas faces laterais e dotado de cimalha. Internamente, enconstam-se-lhe um dos pes direitos, cinco portes silhares, de duas colunas ligadas. Ha um silhar junto`a capela de Nossa Senhora da Luz, que lhe tera tambem pertencido.
Fonte: http://juntafreguesiabobadela.webs.com/historia.htm
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Nota AuTocaRaVaNiStA:
Bobadela freguesia de Oliveira do Hospital é por excelencia uma mostra de uma importante cidade Romana, já que pelo espólio encontrado, e existente para apreciação turistico são mais que evidentes, a vêr:
Forum Romano com perspectiva de grandes dimensões pelo que facilmente se consegue antevêr in-loco. Tivemos a oportunidade de têr como cicerone da visita e com explicações detalhadas do Sr Presidente que se encontrava alí, e muito amavelmente nos acompanhou e disse que à 2 dias foram encontradas ali a poucos metros na eira de uma casa que estava a ser intervencionada para reparação de saneamento, mais uns pilares do forum, conforme se pode comprovar pelas fotos tiradas ainda com o espólio a ser desenterrado. O anfiteatro ou arena Romana descoberto recentemente em 1980, foi toda ela intervencionada e está agora fiel ao original, pelo que é digna de ser vista e louvada pela sua reestruturação. Fiquei com a sensação de que toda a área limitrofe será um filão enorme de ruínas romanas, pelo que posso com quase toda a certeza afirmar que haverá também termas e casario Romano espalhado por toda a area central da freguesia de Bobadela. Pena não se poder escavar em redor já que existem casas recentes do seculo passado por todo o lado. Uma pena.
HISTÓRIA:
A Bobadela é uma particularmente bonita localidade do concelho de Oliveira do Hospital. Os Romanos ergueram aqui um importante centro urbano por volta dos seculos I-IV DC, como provam os significativos vestigios arqueologicos que hoje restam daquela a que na altura chamaram “ Splendissimae Civitati”. Bobadela teve desde tempos romanos, estatuto municipal, cuja primeira carta de foral data de 1256, pelo Rei D. Afonso III, na qual se demarcava o respectivo territorio. Foi depois um pequeno concelho medieval, tendo-lhe D. Manuel I concedido foral novo a 15 de Outubro de 1513. O concelho de Bobadela foi abolido com a reforma administrativa de 29 de Novembro de 1836, ficando desde entao agregado ao de Oliveira do Hospital. O toponimo Bobadela inicialmente sob a forma de Bovedela em documento do seculo XII, Abovedella em 1211, Bovadella e Abovadela nas inquiricoes de 1258. Aparecimento do nome "Bobadela":Diz-se que em epocas remotas havia na Bobadela - que ainda nao se chamava assim - um homem muito rico, pai de uma unica filha. segundo parece, a rapariga era requestada por dois namorados, mas como nao estava apaixonada por nenhum nao conseguia decidir-se. O pai, que tambem nao tinha preferencia especial por um ou pelo outro, nao sabia como aconselhar a rapariga. E assim, se passaram os dias entre visitas de um e visitas de outro, prendas daqui, prendas dali.Um dia, o pai teve uma ideia brilhante, convocou os dois rapazes para uma reuniao no solar e, a hora marcada, la se encontraram pela primeira vez, cara a cara, os dois rivais, o velho disse-lhes entao:- Já que ambos andam tao empenhados com a minha filha, e ela gosta tanto de um como do outro, vou fazer-vos uma proposta, meus filhos. Ha dois trabalhos que e´ urgente fazer-se, colocar a cupula da igreja e conduzir a agua da levada de S.Romao ate aqui perto da minha casa. agora cada um de vos escolhe o seu trabalho e o que primeiro terminar casar-se-a com a minha filha.Os rapazes entreolharam-se um pouco espantados, mas ja que as condicoes eram aquelas, nao tiveram mais remedio do que escolher cada qual o que fazer. o que escolheu por a cupula na igreja, sem se saber bem como cumprir a tarefa quase de um dia para o outro e apresentou-se imediatamente no solar. Tal como lhe fora prometido iniciaram-se logo os preparativos para a boda.Mas, nisto apareceu ao longe o outro candidato puxando pela levada de S.Romao tao contente e tao abafado vinha que nem reparou na torre da igreja. So quando comecou a ouvir risadas levantou a cabeca e se deu conta de que a povoacao inteira e os noivos da varanda do solar, riam desalmadamente do seu esforco e do seu ar estupefacto gritando: "E´ boa bebam dela".Diz-se pois, a lenda que depois deste episodio se deu nome a´ povoacao - Bobadela - que anteirormente tinha um outro nome ja esquecido de toda a gente.
Anfiteatro:
Descoberto em 1980, por um grupo de arqueologos, e´de estrutura simples, constituido por uma arena elipsoidal e tera sido construido no ultimo quartel do seculo I, e destruido por um incendio nos finais do Seculo IV, no entanto tera sido abandonado e desactivado antes do incendio.
Forum e Arco Romano:
A importancia de Bobadela na epoca romana deduz-se nao apenas do arco que se conserva erguido, como dos restos visiveis na povoacao e dos vestigios assinalados `a sua volta, com particular destaque para a parte ja visivel daquilo que tera sido um anfiteatro romano que, segundo sugerem algumas teses cientificas, tera sido destruido por um incendio no seculo IV. O simbolo mais notavel da presenca romana e´, efectivamente, o arco que se levanta em frente da igreja, perpendicular `a frontaria desta. compoe-se `a volta do arco de longas aduelas, marcadas com o sinal do forfex. Serve-lhe de pés direitos um muro de silharia rusticada nas faces laterais e dotado de cimalha. Internamente, enconstam-se-lhe um dos pes direitos, cinco portes silhares, de duas colunas ligadas. Ha um silhar junto`a capela de Nossa Senhora da Luz, que lhe tera tambem pertencido.
Fonte: http://juntafreguesiabobadela.webs.com/historia.htm
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Bobadela freguesia de Oliveira do Hospital é por excelencia uma mostra de uma importante cidade Romana, já que pelo espólio encontrado, e existente para apreciação turistico são mais que evidentes, a vêr:
Forum Romano com perspectiva de grandes dimensões pelo que facilmente se consegue antevêr in-loco. Tivemos a oportunidade de têr como cicerone da visita e com explicações detalhadas do Sr Presidente que se encontrava alí, e muito amavelmente nos acompanhou e disse que à 2 dias foram encontradas ali a poucos metros na eira de uma casa que estava a ser intervencionada para reparação de saneamento, mais uns pilares do forum, conforme se pode comprovar pelas fotos tiradas ainda com o espólio a ser desenterrado. O anfiteatro ou arena Romana descoberto recentemente em 1980, foi toda ela intervencionada e está agora fiel ao original, pelo que é digna de ser vista e louvada pela sua reestruturação. Fiquei com a sensação de que toda a área limitrofe será um filão enorme de ruínas romanas, pelo que posso com quase toda a certeza afirmar que haverá também termas e casario Romano espalhado por toda a area central da freguesia de Bobadela. Pena não se poder escavar em redor já que existem casas recentes do seculo passado por todo o lado. Uma pena.
HISTÓRIA:
A Bobadela é uma particularmente bonita localidade do concelho de Oliveira do Hospital.
Os Romanos ergueram aqui um importante centro urbano por volta dos seculos I-IV DC, como provam os significativos vestigios arqueologicos que hoje restam daquela a que na altura chamaram “ Splendissimae Civitati”.
Bobadela teve desde tempos romanos, estatuto municipal, cuja primeira carta de foral data de 1256, pelo Rei D. Afonso III, na qual se demarcava o respectivo territorio. Foi depois um pequeno concelho medieval, tendo-lhe D. Manuel I concedido foral novo a 15 de Outubro de 1513. O concelho de Bobadela foi abolido com a reforma administrativa de 29 de Novembro de 1836, ficando desde entao agregado ao de Oliveira do Hospital.
O toponimo Bobadela inicialmente sob a forma de Bovedela em documento do seculo XII, Abovedella em 1211, Bovadella e Abovadela nas inquiricoes de 1258.
Aparecimento do nome "Bobadela":
Diz-se que em epocas remotas havia na Bobadela - que ainda nao se chamava assim - um homem muito rico, pai de uma unica filha. segundo parece, a rapariga era requestada por dois namorados, mas como nao estava apaixonada por nenhum nao conseguia decidir-se. O pai, que tambem nao tinha preferencia especial por um ou pelo outro, nao sabia como aconselhar a rapariga. E assim, se passaram os dias entre visitas de um e visitas de outro, prendas daqui, prendas dali.
Um dia, o pai teve uma ideia brilhante, convocou os dois rapazes para uma reuniao no solar e, a hora marcada, la se encontraram pela primeira vez, cara a cara, os dois rivais, o velho disse-lhes entao:
- Já que ambos andam tao empenhados com a minha filha, e ela gosta tanto de um como do outro, vou fazer-vos uma proposta, meus filhos. Ha dois trabalhos que e´ urgente fazer-se, colocar a cupula da igreja e conduzir a agua da levada de S.Romao ate aqui perto da minha casa. agora cada um de vos escolhe o seu trabalho e o que primeiro terminar casar-se-a com a minha filha.
Os rapazes entreolharam-se um pouco espantados, mas ja que as condicoes eram aquelas, nao tiveram mais remedio do que escolher cada qual o que fazer. o que escolheu por a cupula na igreja, sem se saber bem como cumprir a tarefa quase de um dia para o outro e apresentou-se imediatamente no solar. Tal como lhe fora prometido iniciaram-se logo os preparativos para a boda.
Mas, nisto apareceu ao longe o outro candidato puxando pela levada de S.Romao tao contente e tao abafado vinha que nem reparou na torre da igreja. So quando comecou a ouvir risadas levantou a cabeca e se deu conta de que a povoacao inteira e os noivos da varanda do solar, riam desalmadamente do seu esforco e do seu ar estupefacto gritando: "E´ boa bebam dela".
Diz-se pois, a lenda que depois deste episodio se deu nome a´ povoacao - Bobadela - que anteirormente tinha um outro nome ja esquecido de toda a gente.
Anfiteatro:
Descoberto em 1980, por um grupo de arqueologos, e´de estrutura simples, constituido por uma arena elipsoidal e tera sido construido no ultimo quartel do seculo I, e destruido por um incendio nos finais do Seculo IV, no entanto tera sido abandonado e desactivado antes do incendio.
Forum e Arco Romano:
A importancia de Bobadela na epoca romana deduz-se nao apenas do arco que se conserva erguido, como dos restos visiveis na povoacao e dos vestigios assinalados `a sua volta, com particular destaque para a parte ja visivel daquilo que tera sido um anfiteatro romano que, segundo sugerem algumas teses cientificas, tera sido destruido por um incendio no seculo IV.
O simbolo mais notavel da presenca romana e´, efectivamente, o arco que se levanta em frente da igreja, perpendicular `a frontaria desta. compoe-se `a volta do arco de longas aduelas, marcadas com o sinal do forfex. Serve-lhe de pés direitos um muro de silharia rusticada nas faces laterais e dotado de cimalha. Internamente, enconstam-se-lhe um dos pes direitos, cinco portes silhares, de duas colunas ligadas. Ha um silhar junto`a capela de Nossa Senhora da Luz, que lhe tera tambem pertencido.
Fonte: http://juntafreguesiabobadela.webs.com/historia.htm
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Nota AuTocaRaVaNiStA:
Bobadela freguesia de Oliveira do Hospital é por excelencia uma mostra de uma importante cidade Romana, já que pelo espólio encontrado, e existente para apreciação turistico são mais que evidentes, a vêr:
Forum Romano com perspectiva de grandes dimensões pelo que facilmente se consegue antevêr in-loco. Tivemos a oportunidade de têr como cicerone da visita e com explicações detalhadas do Sr Presidente que se encontrava alí, e muito amavelmente nos acompanhou e disse que à 2 dias foram encontradas ali a poucos metros na eira de uma casa que estava a ser intervencionada para reparação de saneamento, mais uns pilares do forum, conforme se pode comprovar pelas fotos tiradas ainda com o espólio a ser desenterrado. O anfiteatro ou arena Romana descoberto recentemente em 1980, foi toda ela intervencionada e está agora fiel ao original, pelo que é digna de ser vista e louvada pela sua reestruturação. Fiquei com a sensação de que toda a área limitrofe será um filão enorme de ruínas romanas, pelo que posso com quase toda a certeza afirmar que haverá também termas e casario Romano espalhado por toda a area central da freguesia de Bobadela. Pena não se poder escavar em redor já que existem casas recentes do seculo passado por todo o lado. Uma pena.
HISTÓRIA:
A Bobadela é uma particularmente bonita localidade do concelho de Oliveira do Hospital.
Os Romanos ergueram aqui um importante centro urbano por volta dos seculos I-IV DC, como provam os significativos vestigios arqueologicos que hoje restam daquela a que na altura chamaram “ Splendissimae Civitati”.
Bobadela teve desde tempos romanos, estatuto municipal, cuja primeira carta de foral data de 1256, pelo Rei D. Afonso III, na qual se demarcava o respectivo territorio. Foi depois um pequeno concelho medieval, tendo-lhe D. Manuel I concedido foral novo a 15 de Outubro de 1513. O concelho de Bobadela foi abolido com a reforma administrativa de 29 de Novembro de 1836, ficando desde entao agregado ao de Oliveira do Hospital.
O toponimo Bobadela inicialmente sob a forma de Bovedela em documento do seculo XII, Abovedella em 1211, Bovadella e Abovadela nas inquiricoes de 1258.
Aparecimento do nome "Bobadela":
Diz-se que em epocas remotas havia na Bobadela - que ainda nao se chamava assim - um homem muito rico, pai de uma unica filha. segundo parece, a rapariga era requestada por dois namorados, mas como nao estava apaixonada por nenhum nao conseguia decidir-se. O pai, que tambem nao tinha preferencia especial por um ou pelo outro, nao sabia como aconselhar a rapariga. E assim, se passaram os dias entre visitas de um e visitas de outro, prendas daqui, prendas dali.
Um dia, o pai teve uma ideia brilhante, convocou os dois rapazes para uma reuniao no solar e, a hora marcada, la se encontraram pela primeira vez, cara a cara, os dois rivais, o velho disse-lhes entao:
- Já que ambos andam tao empenhados com a minha filha, e ela gosta tanto de um como do outro, vou fazer-vos uma proposta, meus filhos. Ha dois trabalhos que e´ urgente fazer-se, colocar a cupula da igreja e conduzir a agua da levada de S.Romao ate aqui perto da minha casa. agora cada um de vos escolhe o seu trabalho e o que primeiro terminar casar-se-a com a minha filha.
Os rapazes entreolharam-se um pouco espantados, mas ja que as condicoes eram aquelas, nao tiveram mais remedio do que escolher cada qual o que fazer. o que escolheu por a cupula na igreja, sem se saber bem como cumprir a tarefa quase de um dia para o outro e apresentou-se imediatamente no solar. Tal como lhe fora prometido iniciaram-se logo os preparativos para a boda.
Mas, nisto apareceu ao longe o outro candidato puxando pela levada de S.Romao tao contente e tao abafado vinha que nem reparou na torre da igreja. So quando comecou a ouvir risadas levantou a cabeca e se deu conta de que a povoacao inteira e os noivos da varanda do solar, riam desalmadamente do seu esforco e do seu ar estupefacto gritando: "E´ boa bebam dela".
Diz-se pois, a lenda que depois deste episodio se deu nome a´ povoacao - Bobadela - que anteirormente tinha um outro nome ja esquecido de toda a gente.
Anfiteatro:
Descoberto em 1980, por um grupo de arqueologos, e´de estrutura simples, constituido por uma arena elipsoidal e tera sido construido no ultimo quartel do seculo I, e destruido por um incendio nos finais do Seculo IV, no entanto tera sido abandonado e desactivado antes do incendio.
Forum e Arco Romano:
A importancia de Bobadela na epoca romana deduz-se nao apenas do arco que se conserva erguido, como dos restos visiveis na povoacao e dos vestigios assinalados `a sua volta, com particular destaque para a parte ja visivel daquilo que tera sido um anfiteatro romano que, segundo sugerem algumas teses cientificas, tera sido destruido por um incendio no seculo IV.
O simbolo mais notavel da presenca romana e´, efectivamente, o arco que se levanta em frente da igreja, perpendicular `a frontaria desta. compoe-se `a volta do arco de longas aduelas, marcadas com o sinal do forfex. Serve-lhe de pés direitos um muro de silharia rusticada nas faces laterais e dotado de cimalha. Internamente, enconstam-se-lhe um dos pes direitos, cinco portes silhares, de duas colunas ligadas. Ha um silhar junto`a capela de Nossa Senhora da Luz, que lhe tera tambem pertencido.
Fonte: http://juntafreguesiabobadela.webs.com/historia.htm
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Nota AuTocaRaVaNiStA:
Bobadela freguesia de Oliveira do Hospital é por excelencia uma mostra de uma importante cidade Romana, já que pelo espólio encontrado, e existente para apreciação turistico são mais que evidentes, a vêr:
Forum Romano com perspectiva de grandes dimensões pelo que facilmente se consegue antevêr in-loco. Tivemos a oportunidade de têr como cicerone da visita e com explicações detalhadas do Sr Presidente que se encontrava alí, e muito amavelmente nos acompanhou e disse que à 2 dias foram encontradas ali a poucos metros na eira de uma casa que estava a ser intervencionada para reparação de saneamento, mais uns pilares do forum, conforme se pode comprovar pelas fotos tiradas ainda com o espólio a ser desenterrado. O anfiteatro ou arena Romana descoberto recentemente em 1980, foi toda ela intervencionada e está agora fiel ao original, pelo que é digna de ser vista e louvada pela sua reestruturação. Fiquei com a sensação de que toda a área limitrofe será um filão enorme de ruínas romanas, pelo que posso com quase toda a certeza afirmar que haverá também termas e casario Romano espalhado por toda a area central da freguesia de Bobadela. Pena não se poder escavar em redor já que existem casas recentes do seculo passado por todo o lado. Uma pena.
HISTÓRIA:
A Bobadela é uma particularmente bonita localidade do concelho de Oliveira do Hospital.
Os Romanos ergueram aqui um importante centro urbano por volta dos seculos I-IV DC, como provam os significativos vestigios arqueologicos que hoje restam daquela a que na altura chamaram “ Splendissimae Civitati”.
Bobadela teve desde tempos romanos, estatuto municipal, cuja primeira carta de foral data de 1256, pelo Rei D. Afonso III, na qual se demarcava o respectivo territorio. Foi depois um pequeno concelho medieval, tendo-lhe D. Manuel I concedido foral novo a 15 de Outubro de 1513. O concelho de Bobadela foi abolido com a reforma administrativa de 29 de Novembro de 1836, ficando desde entao agregado ao de Oliveira do Hospital.
O toponimo Bobadela inicialmente sob a forma de Bovedela em documento do seculo XII, Abovedella em 1211, Bovadella e Abovadela nas inquiricoes de 1258.
Aparecimento do nome "Bobadela":
Diz-se que em epocas remotas havia na Bobadela - que ainda nao se chamava assim - um homem muito rico, pai de uma unica filha. segundo parece, a rapariga era requestada por dois namorados, mas como nao estava apaixonada por nenhum nao conseguia decidir-se. O pai, que tambem nao tinha preferencia especial por um ou pelo outro, nao sabia como aconselhar a rapariga. E assim, se passaram os dias entre visitas de um e visitas de outro, prendas daqui, prendas dali.
Um dia, o pai teve uma ideia brilhante, convocou os dois rapazes para uma reuniao no solar e, a hora marcada, la se encontraram pela primeira vez, cara a cara, os dois rivais, o velho disse-lhes entao:
- Já que ambos andam tao empenhados com a minha filha, e ela gosta tanto de um como do outro, vou fazer-vos uma proposta, meus filhos. Ha dois trabalhos que e´ urgente fazer-se, colocar a cupula da igreja e conduzir a agua da levada de S.Romao ate aqui perto da minha casa. agora cada um de vos escolhe o seu trabalho e o que primeiro terminar casar-se-a com a minha filha.
Os rapazes entreolharam-se um pouco espantados, mas ja que as condicoes eram aquelas, nao tiveram mais remedio do que escolher cada qual o que fazer. o que escolheu por a cupula na igreja, sem se saber bem como cumprir a tarefa quase de um dia para o outro e apresentou-se imediatamente no solar. Tal como lhe fora prometido iniciaram-se logo os preparativos para a boda.
Mas, nisto apareceu ao longe o outro candidato puxando pela levada de S.Romao tao contente e tao abafado vinha que nem reparou na torre da igreja. So quando comecou a ouvir risadas levantou a cabeca e se deu conta de que a povoacao inteira e os noivos da varanda do solar, riam desalmadamente do seu esforco e do seu ar estupefacto gritando: "E´ boa bebam dela".
Diz-se pois, a lenda que depois deste episodio se deu nome a´ povoacao - Bobadela - que anteirormente tinha um outro nome ja esquecido de toda a gente.
Anfiteatro:
Descoberto em 1980, por um grupo de arqueologos, e´de estrutura simples, constituido por uma arena elipsoidal e tera sido construido no ultimo quartel do seculo I, e destruido por um incendio nos finais do Seculo IV, no entanto tera sido abandonado e desactivado antes do incendio.
Forum e Arco Romano:
A importancia de Bobadela na epoca romana deduz-se nao apenas do arco que se conserva erguido, como dos restos visiveis na povoacao e dos vestigios assinalados `a sua volta, com particular destaque para a parte ja visivel daquilo que tera sido um anfiteatro romano que, segundo sugerem algumas teses cientificas, tera sido destruido por um incendio no seculo IV.
O simbolo mais notavel da presenca romana e´, efectivamente, o arco que se levanta em frente da igreja, perpendicular `a frontaria desta. compoe-se `a volta do arco de longas aduelas, marcadas com o sinal do forfex. Serve-lhe de pés direitos um muro de silharia rusticada nas faces laterais e dotado de cimalha. Internamente, enconstam-se-lhe um dos pes direitos, cinco portes silhares, de duas colunas ligadas. Ha um silhar junto`a capela de Nossa Senhora da Luz, que lhe tera tambem pertencido.
Fonte: http://juntafreguesiabobadela.webs.com/historia.htm
COPYRIGHT AuToCaRaVaNiStA
by jbmendes
Nota AuTocaRaVaNiStA:
Bobadela freguesia de Oliveira do Hospital é por excelencia uma mostra de uma importante cidade Romana, já que pelo espólio encontrado, e existente para apreciação turistico são mais que evidentes, a vêr:
Forum Romano com perspectiva de grandes dimensões pelo que facilmente se consegue antevêr in-loco. Tivemos a oportunidade de têr como cicerone da visita e com explicações detalhadas do Sr Presidente que se encontrava alí, e muito amavelmente nos acompanhou e disse que à 2 dias foram encontradas ali a poucos metros na eira de uma casa que estava a ser intervencionada para reparação de saneamento, mais uns pilares do forum, conforme se pode comprovar pelas fotos tiradas ainda com o espólio a ser desenterrado. O anfiteatro ou arena Romana descoberto recentemente em 1980, foi toda ela intervencionada e está agora fiel ao original, pelo que é digna de ser vista e louvada pela sua reestruturação. Fiquei com a sensação de que toda a área limitrofe será um filão enorme de ruínas romanas, pelo que posso com quase toda a certeza afirmar que haverá também termas e casario Romano espalhado por toda a area central da freguesia de Bobadela. Pena não se poder escavar em redor já que existem casas recentes do seculo passado por todo o lado. Uma pena.
HISTÓRIA:
A Bobadela é uma particularmente bonita localidade do concelho de Oliveira do Hospital.
Os Romanos ergueram aqui um importante centro urbano por volta dos seculos I-IV DC, como provam os significativos vestigios arqueologicos que hoje restam daquela a que na altura chamaram “ Splendissimae Civitati”.
Bobadela teve desde tempos romanos, estatuto municipal, cuja primeira carta de foral data de 1256, pelo Rei D. Afonso III, na qual se demarcava o respectivo territorio. Foi depois um pequeno concelho medieval, tendo-lhe D. Manuel I concedido foral novo a 15 de Outubro de 1513. O concelho de Bobadela foi abolido com a reforma administrativa de 29 de Novembro de 1836, ficando desde entao agregado ao de Oliveira do Hospital.
O toponimo Bobadela inicialmente sob a forma de Bovedela em documento do seculo XII, Abovedella em 1211, Bovadella e Abovadela nas inquiricoes de 1258.
Aparecimento do nome "Bobadela":
Diz-se que em epocas remotas havia na Bobadela - que ainda nao se chamava assim - um homem muito rico, pai de uma unica filha. segundo parece, a rapariga era requestada por dois namorados, mas como nao estava apaixonada por nenhum nao conseguia decidir-se. O pai, que tambem nao tinha preferencia especial por um ou pelo outro, nao sabia como aconselhar a rapariga. E assim, se passaram os dias entre visitas de um e visitas de outro, prendas daqui, prendas dali.
Um dia, o pai teve uma ideia brilhante, convocou os dois rapazes para uma reuniao no solar e, a hora marcada, la se encontraram pela primeira vez, cara a cara, os dois rivais, o velho disse-lhes entao:
- Já que ambos andam tao empenhados com a minha filha, e ela gosta tanto de um como do outro, vou fazer-vos uma proposta, meus filhos. Ha dois trabalhos que e´ urgente fazer-se, colocar a cupula da igreja e conduzir a agua da levada de S.Romao ate aqui perto da minha casa. agora cada um de vos escolhe o seu trabalho e o que primeiro terminar casar-se-a com a minha filha.
Os rapazes entreolharam-se um pouco espantados, mas ja que as condicoes eram aquelas, nao tiveram mais remedio do que escolher cada qual o que fazer. o que escolheu por a cupula na igreja, sem se saber bem como cumprir a tarefa quase de um dia para o outro e apresentou-se imediatamente no solar. Tal como lhe fora prometido iniciaram-se logo os preparativos para a boda.
Mas, nisto apareceu ao longe o outro candidato puxando pela levada de S.Romao tao contente e tao abafado vinha que nem reparou na torre da igreja. So quando comecou a ouvir risadas levantou a cabeca e se deu conta de que a povoacao inteira e os noivos da varanda do solar, riam desalmadamente do seu esforco e do seu ar estupefacto gritando: "E´ boa bebam dela".
Diz-se pois, a lenda que depois deste episodio se deu nome a´ povoacao - Bobadela - que anteirormente tinha um outro nome ja esquecido de toda a gente.
Anfiteatro:
Descoberto em 1980, por um grupo de arqueologos, e´de estrutura simples, constituido por uma arena elipsoidal e tera sido construido no ultimo quartel do seculo I, e destruido por um incendio nos finais do Seculo IV, no entanto tera sido abandonado e desactivado antes do incendio.
Forum e Arco Romano:
A importancia de Bobadela na epoca romana deduz-se nao apenas do arco que se conserva erguido, como dos restos visiveis na povoacao e dos vestigios assinalados `a sua volta, com particular destaque para a parte ja visivel daquilo que tera sido um anfiteatro romano que, segundo sugerem algumas teses cientificas, tera sido destruido por um incendio no seculo IV.
O simbolo mais notavel da presenca romana e´, efectivamente, o arco que se levanta em frente da igreja, perpendicular `a frontaria desta. compoe-se `a volta do arco de longas aduelas, marcadas com o sinal do forfex. Serve-lhe de pés direitos um muro de silharia rusticada nas faces laterais e dotado de cimalha. Internamente, enconstam-se-lhe um dos pes direitos, cinco portes silhares, de duas colunas ligadas. Ha um silhar junto`a capela de Nossa Senhora da Luz, que lhe tera tambem pertencido.
Fonte: http://juntafreguesiabobadela.webs.com/historia.htm
COPYRIGHT AuToCaRaVaNiStA
by jbmendes
Nota AuTocaRaVaNiStA:
Bobadela freguesia de Oliveira do Hospital é por excelencia uma mostra de uma importante cidade Romana, já que pelo espólio encontrado, e existente para apreciação turistico são mais que evidentes, a vêr:
Forum Romano com perspectiva de grandes dimensões pelo que facilmente se consegue antevêr in-loco. Tivemos a oportunidade de têr como cicerone da visita e com explicações detalhadas do Sr Presidente que se encontrava alí, e muito amavelmente nos acompanhou e disse que à 2 dias foram encontradas ali a poucos metros na eira de uma casa que estava a ser intervencionada para reparação de saneamento, mais uns pilares do forum, conforme se pode comprovar pelas fotos tiradas ainda com o espólio a ser desenterrado. O anfiteatro ou arena Romana descoberto recentemente em 1980, foi toda ela intervencionada e está agora fiel ao original, pelo que é digna de ser vista e louvada pela sua reestruturação. Fiquei com a sensação de que toda a área limitrofe será um filão enorme de ruínas romanas, pelo que posso com quase toda a certeza afirmar que haverá também termas e casario Romano espalhado por toda a area central da freguesia de Bobadela. Pena não se poder escavar em redor já que existem casas recentes do seculo passado por todo o lado. Uma pena.
HISTÓRIA:
A Bobadela é uma particularmente bonita localidade do concelho de Oliveira do Hospital.
Os Romanos ergueram aqui um importante centro urbano por volta dos seculos I-IV DC, como provam os significativos vestigios arqueologicos que hoje restam daquela a que na altura chamaram “ Splendissimae Civitati”.
Bobadela teve desde tempos romanos, estatuto municipal, cuja primeira carta de foral data de 1256, pelo Rei D. Afonso III, na qual se demarcava o respectivo territorio. Foi depois um pequeno concelho medieval, tendo-lhe D. Manuel I concedido foral novo a 15 de Outubro de 1513. O concelho de Bobadela foi abolido com a reforma administrativa de 29 de Novembro de 1836, ficando desde entao agregado ao de Oliveira do Hospital.
O toponimo Bobadela inicialmente sob a forma de Bovedela em documento do seculo XII, Abovedella em 1211, Bovadella e Abovadela nas inquiricoes de 1258.
Aparecimento do nome "Bobadela":
Diz-se que em epocas remotas havia na Bobadela - que ainda nao se chamava assim - um homem muito rico, pai de uma unica filha. segundo parece, a rapariga era requestada por dois namorados, mas como nao estava apaixonada por nenhum nao conseguia decidir-se. O pai, que tambem nao tinha preferencia especial por um ou pelo outro, nao sabia como aconselhar a rapariga. E assim, se passaram os dias entre visitas de um e visitas de outro, prendas daqui, prendas dali.
Um dia, o pai teve uma ideia brilhante, convocou os dois rapazes para uma reuniao no solar e, a hora marcada, la se encontraram pela primeira vez, cara a cara, os dois rivais, o velho disse-lhes entao:
- Já que ambos andam tao empenhados com a minha filha, e ela gosta tanto de um como do outro, vou fazer-vos uma proposta, meus filhos. Ha dois trabalhos que e´ urgente fazer-se, colocar a cupula da igreja e conduzir a agua da levada de S.Romao ate aqui perto da minha casa. agora cada um de vos escolhe o seu trabalho e o que primeiro terminar casar-se-a com a minha filha.
Os rapazes entreolharam-se um pouco espantados, mas ja que as condicoes eram aquelas, nao tiveram mais remedio do que escolher cada qual o que fazer. o que escolheu por a cupula na igreja, sem se saber bem como cumprir a tarefa quase de um dia para o outro e apresentou-se imediatamente no solar. Tal como lhe fora prometido iniciaram-se logo os preparativos para a boda.
Mas, nisto apareceu ao longe o outro candidato puxando pela levada de S.Romao tao contente e tao abafado vinha que nem reparou na torre da igreja. So quando comecou a ouvir risadas levantou a cabeca e se deu conta de que a povoacao inteira e os noivos da varanda do solar, riam desalmadamente do seu esforco e do seu ar estupefacto gritando: "E´ boa bebam dela".
Diz-se pois, a lenda que depois deste episodio se deu nome a´ povoacao - Bobadela - que anteirormente tinha um outro nome ja esquecido de toda a gente.
Anfiteatro:
Descoberto em 1980, por um grupo de arqueologos, e´de estrutura simples, constituido por uma arena elipsoidal e tera sido construido no ultimo quartel do seculo I, e destruido por um incendio nos finais do Seculo IV, no entanto tera sido abandonado e desactivado antes do incendio.
Forum e Arco Romano:
A importancia de Bobadela na epoca romana deduz-se nao apenas do arco que se conserva erguido, como dos restos visiveis na povoacao e dos vestigios assinalados `a sua volta, com particular destaque para a parte ja visivel daquilo que tera sido um anfiteatro romano que, segundo sugerem algumas teses cientificas, tera sido destruido por um incendio no seculo IV.
O simbolo mais notavel da presenca romana e´, efectivamente, o arco que se levanta em frente da igreja, perpendicular `a frontaria desta. compoe-se `a volta do arco de longas aduelas, marcadas com o sinal do forfex. Serve-lhe de pés direitos um muro de silharia rusticada nas faces laterais e dotado de cimalha. Internamente, enconstam-se-lhe um dos pes direitos, cinco portes silhares, de duas colunas ligadas. Ha um silhar junto`a capela de Nossa Senhora da Luz, que lhe tera tambem pertencido.
Fonte: http://juntafreguesiabobadela.webs.com/historia.htm
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Nota AuTocaRaVaNiStA:
Bobadela freguesia de Oliveira do Hospital é por excelencia uma mostra de uma importante cidade Romana, já que pelo espólio encontrado, e existente para apreciação turistico são mais que evidentes, a vêr:
Forum Romano com perspectiva de grandes dimensões pelo que facilmente se consegue antevêr in-loco. Tivemos a oportunidade de têr como cicerone da visita e com explicações detalhadas do Sr Presidente que se encontrava alí, e muito amavelmente nos acompanhou e disse que à 2 dias foram encontradas ali a poucos metros na eira de uma casa que estava a ser intervencionada para reparação de saneamento, mais uns pilares do forum, conforme se pode comprovar pelas fotos tiradas ainda com o espólio a ser desenterrado. O anfiteatro ou arena Romana descoberto recentemente em 1980, foi toda ela intervencionada e está agora fiel ao original, pelo que é digna de ser vista e louvada pela sua reestruturação. Fiquei com a sensação de que toda a área limitrofe será um filão enorme de ruínas romanas, pelo que posso com quase toda a certeza afirmar que haverá também termas e casario Romano espalhado por toda a area central da freguesia de Bobadela. Pena não se poder escavar em redor já que existem casas recentes do seculo passado por todo o lado. Uma pena.
HISTÓRIA:
A Bobadela é uma particularmente bonita localidade do concelho de Oliveira do Hospital.
Os Romanos ergueram aqui um importante centro urbano por volta dos seculos I-IV DC, como provam os significativos vestigios arqueologicos que hoje restam daquela a que na altura chamaram “ Splendissimae Civitati”.
Bobadela teve desde tempos romanos, estatuto municipal, cuja primeira carta de foral data de 1256, pelo Rei D. Afonso III, na qual se demarcava o respectivo territorio. Foi depois um pequeno concelho medieval, tendo-lhe D. Manuel I concedido foral novo a 15 de Outubro de 1513. O concelho de Bobadela foi abolido com a reforma administrativa de 29 de Novembro de 1836, ficando desde entao agregado ao de Oliveira do Hospital.
O toponimo Bobadela inicialmente sob a forma de Bovedela em documento do seculo XII, Abovedella em 1211, Bovadella e Abovadela nas inquiricoes de 1258.
Aparecimento do nome "Bobadela":
Diz-se que em epocas remotas havia na Bobadela - que ainda nao se chamava assim - um homem muito rico, pai de uma unica filha. segundo parece, a rapariga era requestada por dois namorados, mas como nao estava apaixonada por nenhum nao conseguia decidir-se. O pai, que tambem nao tinha preferencia especial por um ou pelo outro, nao sabia como aconselhar a rapariga. E assim, se passaram os dias entre visitas de um e visitas de outro, prendas daqui, prendas dali.
Um dia, o pai teve uma ideia brilhante, convocou os dois rapazes para uma reuniao no solar e, a hora marcada, la se encontraram pela primeira vez, cara a cara, os dois rivais, o velho disse-lhes entao:
- Já que ambos andam tao empenhados com a minha filha, e ela gosta tanto de um como do outro, vou fazer-vos uma proposta, meus filhos. Ha dois trabalhos que e´ urgente fazer-se, colocar a cupula da igreja e conduzir a agua da levada de S.Romao ate aqui perto da minha casa. agora cada um de vos escolhe o seu trabalho e o que primeiro terminar casar-se-a com a minha filha.
Os rapazes entreolharam-se um pouco espantados, mas ja que as condicoes eram aquelas, nao tiveram mais remedio do que escolher cada qual o que fazer. o que escolheu por a cupula na igreja, sem se saber bem como cumprir a tarefa quase de um dia para o outro e apresentou-se imediatamente no solar. Tal como lhe fora prometido iniciaram-se logo os preparativos para a boda.
Mas, nisto apareceu ao longe o outro candidato puxando pela levada de S.Romao tao contente e tao abafado vinha que nem reparou na torre da igreja. So quando comecou a ouvir risadas levantou a cabeca e se deu conta de que a povoacao inteira e os noivos da varanda do solar, riam desalmadamente do seu esforco e do seu ar estupefacto gritando: "E´ boa bebam dela".
Diz-se pois, a lenda que depois deste episodio se deu nome a´ povoacao - Bobadela - que anteirormente tinha um outro nome ja esquecido de toda a gente.
Anfiteatro:
Descoberto em 1980, por um grupo de arqueologos, e´de estrutura simples, constituido por uma arena elipsoidal e tera sido construido no ultimo quartel do seculo I, e destruido por um incendio nos finais do Seculo IV, no entanto tera sido abandonado e desactivado antes do incendio.
Forum e Arco Romano:
A importancia de Bobadela na epoca romana deduz-se nao apenas do arco que se conserva erguido, como dos restos visiveis na povoacao e dos vestigios assinalados `a sua volta, com particular destaque para a parte ja visivel daquilo que tera sido um anfiteatro romano que, segundo sugerem algumas teses cientificas, tera sido destruido por um incendio no seculo IV.
O simbolo mais notavel da presenca romana e´, efectivamente, o arco que se levanta em frente da igreja, perpendicular `a frontaria desta. compoe-se `a volta do arco de longas aduelas, marcadas com o sinal do forfex. Serve-lhe de pés direitos um muro de silharia rusticada nas faces laterais e dotado de cimalha. Internamente, enconstam-se-lhe um dos pes direitos, cinco portes silhares, de duas colunas ligadas. Ha um silhar junto`a capela de Nossa Senhora da Luz, que lhe tera tambem pertencido.
Fonte: http://juntafreguesiabobadela.webs.com/historia.htm
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Oliveira do Hospital é um dos mais belos concelhos do distrito de Coimbra e da Serra da Estrela. Aqui o visitante depara-se com surpreendentes retratos e refúgios encantados. Vestígios que remontam à Pré-história e tantos outros registos edificados por todo o concelho espelham a grandeza desta região. A actual sede de concelho nasce na época da 2ª cruzada, quando em São João de Jerusalém, na Terra Santa, é fundado um Hospital que irá receber os peregrinos doentes, estropiados e vítimas de ataques e assaltos, em tão longa caminhada que os levaria junto do Santo Sepulcro.
O primitivo nome da povoação havia sido Ulvária, que significa terreno alagadiço, onde há ulvas; de Ulvária terá derivado para Ulveira e daqui, por analogia e deturpação, para Oliveira. O nome «do Hospital» resulta exactamente da atribuição de uma Comenda à Ordem dos Monges de S. João de Jerusalém, Ordem dos Hospitalários, também conhecida por Ordem de Malta. Foi pois, no ano de 1120, que a Rainha Dª. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques, fez a doação desta vila aos cavaleiros da referida Ordem. Tratava-se inicialmente de uma herdade entre Bobadela e Oliveira do Hospital, depois acrescentada em doações particulares e alargada nos seus domínios.
Supõe-se mesmo que era exactamente em Oliveira do Hospital que a Ordem de Malta tinha a sua sede ou convento principal em edifício implantado no local onde actualmente se encontra o edifício dos Paços do Município e a Igreja Matriz. Quando D. João III mandou fazer o Cadastro da População do Reino existiam na área do actual Concelho de Oliveira do Hospital, além desta, mais as seguintes Vilas ou Concelhos: Avô, Bobadela, Ervedal, Lagares, Lageosa, Lagos, Lourosa, Nogueira, Penalva de Riba d’Alva, S. Sebastião de Riba d’Alva, Seixo e Vila Pouca da Beira. D. Manuel I concedeu-lhe foral novo em 27 de Fevereiro de 1514. No século XVII já lhe pertencia a pequena paróquia de Lajeosa, mas foi durante o século XIX, com as sucessivas reformas de âmbito administrativo e judicial que, pela extinção dos pequenos concelhos limítrofes de Lagares, Lagos da Beira, Nogueira do Cravo e Bobadela, o concelho de Oliveira do Hospital ficou com 9 Freguesias e, mais tarde ainda, pela extinção dos Concelhos de Penalva de Alva, Ervedal da Beira, Avô e S. Gião, que ficou com um total de 20 Freguesias. A partir de então o concelho de Oliveira do Hospital ficou praticamente com a área actual até 1988, ano em que foi criada a mais nova freguesia de Vila Franca da Beira por desanexação de um lugar da freguesia de Ervedal da Beira. E assim se formou o extenso concelho de Oliveira do Hospital, com 21 Freguesias e com 234,55 km2, o mais «nortenho» do distrito de Coimbra. A vila de Oliveira do Hospital foi elevada à categoria de cidade pela Lei nº 23/93, de 2 de Julho. HISTÓRIA:
Breve Resenha Histórica
Oliveira do Hospital é um dos mais belos concelhos do distrito de Coimbra e da Serra da Estrela. Aqui o visitante depara-se com surpreendentes retratos e refúgios encantados. Vestígios que remontam à Pré-história e tantos outros registos edificados por todo o concelho espelham a grandeza desta região. A actual sede de concelho nasce na época da 2ª cruzada, quando em São João de Jerusalém, na Terra Santa, é fundado um Hospital que irá receber os peregrinos doentes, estropiados e vítimas de ataques e assaltos, em tão longa caminhada que os levaria junto do Santo Sepulcro. O primitivo nome da povoação havia sido Ulvária, que significa terreno alagadiço, onde há ulvas; de Ulvária terá derivado para Ulveira e daqui, por analogia e deturpação, para Oliveira. O nome «do Hospital» resulta exactamente da atribuição de uma Comenda à Ordem dos Monges de S. João de Jerusalém, Ordem dos Hospitalários, também conhecida por Ordem de Malta. Foi pois, no ano de 1120, que a Rainha Dª. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques, fez a doação desta vila aos cavaleiros da referida Ordem. Tratava-se inicialmente de uma herdade entre Bobadela e Oliveira do Hospital, depois acrescentada em doações particulares e alargada nos seus domínios. Supõe-se mesmo que era exactamente em Oliveira do Hospital que a Ordem de Malta tinha a sua sede ou convento principal em edifício implantado no local onde actualmente se encontra o edifício dos Paços do Município e a Igreja Matriz. Quando D. João III mandou fazer o Cadastro da População do Reino existiam na área do actual Concelho de Oliveira do Hospital, além desta, mais as seguintes Vilas ou Concelhos: Avô, Bobadela, Ervedal, Lagares, Lageosa, Lagos, Lourosa, Nogueira, Penalva de Riba d’Alva, S. Sebastião de Riba d’Alva, Seixo e Vila Pouca da Beira. D. Manuel I concedeu-lhe foral novo em 27 de Fevereiro de 1514. No século XVII já lhe pertencia a pequena paróquia de Lajeosa, mas foi durante o século XIX, com as sucessivas reformas de âmbito administrativo e judicial que, pela extinção dos pequenos concelhos limítrofes de Lagares, Lagos da Beira, Nogueira do Cravo e Bobadela, o concelho de Oliveira do Hospital ficou com 9 Freguesias e, mais tarde ainda, pela extinção dos Concelhos de Penalva de Alva, Ervedal da Beira, Avô e S. Gião, que ficou com um total de 20 Freguesias. A partir de então o concelho de Oliveira do Hospital ficou praticamente com a área actual até 1988, ano em que foi criada a mais nova freguesia de Vila Franca da Beira por desanexação de um lugar da freguesia de Ervedal da Beira. E assim se formou o extenso concelho de Oliveira do Hospital, com 21 Freguesias e com 234,55 km2, o mais «nortenho» do distrito de Coimbra. A vila de Oliveira do Hospital foi elevada à categoria de cidade pela Lei nº 23/93, de 2 de Julho.
Fonte: www.cm-oliveiradohospital.pt
COPYRIGHT AuToCaRaVaNiStA
by jbmendes
HISTÓRIA:
Breve Resenha Histórica
Oliveira do Hospital é um dos mais belos concelhos do distrito de Coimbra e da Serra da Estrela. Aqui o visitante depara-se com surpreendentes retratos e refúgios encantados. Vestígios que remontam à Pré-história e tantos outros registos edificados por todo o concelho espelham a grandeza desta região. A actual sede de concelho nasce na época da 2ª cruzada, quando em São João de Jerusalém, na Terra Santa, é fundado um Hospital que irá receber os peregrinos doentes, estropiados e vítimas de ataques e assaltos, em tão longa caminhada que os levaria junto do Santo Sepulcro. O primitivo nome da povoação havia sido Ulvária, que significa terreno alagadiço, onde há ulvas; de Ulvária terá derivado para Ulveira e daqui, por analogia e deturpação, para Oliveira. O nome «do Hospital» resulta exactamente da atribuição de uma Comenda à Ordem dos Monges de S. João de Jerusalém, Ordem dos Hospitalários, também conhecida por Ordem de Malta. Foi pois, no ano de 1120, que a Rainha Dª. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques, fez a doação desta vila aos cavaleiros da referida Ordem. Tratava-se inicialmente de uma herdade entre Bobadela e Oliveira do Hospital, depois acrescentada em doações particulares e alargada nos seus domínios. Supõe-se mesmo que era exactamente em Oliveira do Hospital que a Ordem de Malta tinha a sua sede ou convento principal em edifício implantado no local onde actualmente se encontra o edifício dos Paços do Município e a Igreja Matriz. Quando D. João III mandou fazer o Cadastro da População do Reino existiam na área do actual Concelho de Oliveira do Hospital, além desta, mais as seguintes Vilas ou Concelhos: Avô, Bobadela, Ervedal, Lagares, Lageosa, Lagos, Lourosa, Nogueira, Penalva de Riba d’Alva, S. Sebastião de Riba d’Alva, Seixo e Vila Pouca da Beira. D. Manuel I concedeu-lhe foral novo em 27 de Fevereiro de 1514. No século XVII já lhe pertencia a pequena paróquia de Lajeosa, mas foi durante o século XIX, com as sucessivas reformas de âmbito administrativo e judicial que, pela extinção dos pequenos concelhos limítrofes de Lagares, Lagos da Beira, Nogueira do Cravo e Bobadela, o concelho de Oliveira do Hospital ficou com 9 Freguesias e, mais tarde ainda, pela extinção dos Concelhos de Penalva de Alva, Ervedal da Beira, Avô e S. Gião, que ficou com um total de 20 Freguesias. A partir de então o concelho de Oliveira do Hospital ficou praticamente com a área actual até 1988, ano em que foi criada a mais nova freguesia de Vila Franca da Beira por desanexação de um lugar da freguesia de Ervedal da Beira. E assim se formou o extenso concelho de Oliveira do Hospital, com 21 Freguesias e com 234,55 km2, o mais «nortenho» do distrito de Coimbra. A vila de Oliveira do Hospital foi elevada à categoria de cidade pela Lei nº 23/93, de 2 de Julho.
Fonte: www.cm-oliveiradohospital.pt
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HISTÓRIA:
Breve Resenha Histórica
Oliveira do Hospital é um dos mais belos concelhos do distrito de Coimbra e da Serra da Estrela. Aqui o visitante depara-se com surpreendentes retratos e refúgios encantados. Vestígios que remontam à Pré-história e tantos outros registos edificados por todo o concelho espelham a grandeza desta região. A actual sede de concelho nasce na época da 2ª cruzada, quando em São João de Jerusalém, na Terra Santa, é fundado um Hospital que irá receber os peregrinos doentes, estropiados e vítimas de ataques e assaltos, em tão longa caminhada que os levaria junto do Santo Sepulcro. O primitivo nome da povoação havia sido Ulvária, que significa terreno alagadiço, onde há ulvas; de Ulvária terá derivado para Ulveira e daqui, por analogia e deturpação, para Oliveira. O nome «do Hospital» resulta exactamente da atribuição de uma Comenda à Ordem dos Monges de S. João de Jerusalém, Ordem dos Hospitalários, também conhecida por Ordem de Malta. Foi pois, no ano de 1120, que a Rainha Dª. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques, fez a doação desta vila aos cavaleiros da referida Ordem. Tratava-se inicialmente de uma herdade entre Bobadela e Oliveira do Hospital, depois acrescentada em doações particulares e alargada nos seus domínios. Supõe-se mesmo que era exactamente em Oliveira do Hospital que a Ordem de Malta tinha a sua sede ou convento principal em edifício implantado no local onde actualmente se encontra o edifício dos Paços do Município e a Igreja Matriz. Quando D. João III mandou fazer o Cadastro da População do Reino existiam na área do actual Concelho de Oliveira do Hospital, além desta, mais as seguintes Vilas ou Concelhos: Avô, Bobadela, Ervedal, Lagares, Lageosa, Lagos, Lourosa, Nogueira, Penalva de Riba d’Alva, S. Sebastião de Riba d’Alva, Seixo e Vila Pouca da Beira. D. Manuel I concedeu-lhe foral novo em 27 de Fevereiro de 1514. No século XVII já lhe pertencia a pequena paróquia de Lajeosa, mas foi durante o século XIX, com as sucessivas reformas de âmbito administrativo e judicial que, pela extinção dos pequenos concelhos limítrofes de Lagares, Lagos da Beira, Nogueira do Cravo e Bobadela, o concelho de Oliveira do Hospital ficou com 9 Freguesias e, mais tarde ainda, pela extinção dos Concelhos de Penalva de Alva, Ervedal da Beira, Avô e S. Gião, que ficou com um total de 20 Freguesias. A partir de então o concelho de Oliveira do Hospital ficou praticamente com a área actual até 1988, ano em que foi criada a mais nova freguesia de Vila Franca da Beira por desanexação de um lugar da freguesia de Ervedal da Beira. E assim se formou o extenso concelho de Oliveira do Hospital, com 21 Freguesias e com 234,55 km2, o mais «nortenho» do distrito de Coimbra. A vila de Oliveira do Hospital foi elevada à categoria de cidade pela Lei nº 23/93, de 2 de Julho.
Fonte: www.cm-oliveiradohospital.pt
COPYRIGHT AuToCaRaVaNiStA
by jbmendes
HISTÓRIA:
Breve Resenha Histórica
Oliveira do Hospital é um dos mais belos concelhos do distrito de Coimbra e da Serra da Estrela. Aqui o visitante depara-se com surpreendentes retratos e refúgios encantados. Vestígios que remontam à Pré-história e tantos outros registos edificados por todo o concelho espelham a grandeza desta região. A actual sede de concelho nasce na época da 2ª cruzada, quando em São João de Jerusalém, na Terra Santa, é fundado um Hospital que irá receber os peregrinos doentes, estropiados e vítimas de ataques e assaltos, em tão longa caminhada que os levaria junto do Santo Sepulcro. O primitivo nome da povoação havia sido Ulvária, que significa terreno alagadiço, onde há ulvas; de Ulvária terá derivado para Ulveira e daqui, por analogia e deturpação, para Oliveira. O nome «do Hospital» resulta exactamente da atribuição de uma Comenda à Ordem dos Monges de S. João de Jerusalém, Ordem dos Hospitalários, também conhecida por Ordem de Malta. Foi pois, no ano de 1120, que a Rainha Dª. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques, fez a doação desta vila aos cavaleiros da referida Ordem. Tratava-se inicialmente de uma herdade entre Bobadela e Oliveira do Hospital, depois acrescentada em doações particulares e alargada nos seus domínios. Supõe-se mesmo que era exactamente em Oliveira do Hospital que a Ordem de Malta tinha a sua sede ou convento principal em edifício implantado no local onde actualmente se encontra o edifício dos Paços do Município e a Igreja Matriz. Quando D. João III mandou fazer o Cadastro da População do Reino existiam na área do actual Concelho de Oliveira do Hospital, além desta, mais as seguintes Vilas ou Concelhos: Avô, Bobadela, Ervedal, Lagares, Lageosa, Lagos, Lourosa, Nogueira, Penalva de Riba d’Alva, S. Sebastião de Riba d’Alva, Seixo e Vila Pouca da Beira. D. Manuel I concedeu-lhe foral novo em 27 de Fevereiro de 1514. No século XVII já lhe pertencia a pequena paróquia de Lajeosa, mas foi durante o século XIX, com as sucessivas reformas de âmbito administrativo e judicial que, pela extinção dos pequenos concelhos limítrofes de Lagares, Lagos da Beira, Nogueira do Cravo e Bobadela, o concelho de Oliveira do Hospital ficou com 9 Freguesias e, mais tarde ainda, pela extinção dos Concelhos de Penalva de Alva, Ervedal da Beira, Avô e S. Gião, que ficou com um total de 20 Freguesias. A partir de então o concelho de Oliveira do Hospital ficou praticamente com a área actual até 1988, ano em que foi criada a mais nova freguesia de Vila Franca da Beira por desanexação de um lugar da freguesia de Ervedal da Beira. E assim se formou o extenso concelho de Oliveira do Hospital, com 21 Freguesias e com 234,55 km2, o mais «nortenho» do distrito de Coimbra. A vila de Oliveira do Hospital foi elevada à categoria de cidade pela Lei nº 23/93, de 2 de Julho.
Fonte: www.cm-oliveiradohospital.pt
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HISTÓRIA:
Breve Resenha Histórica
Oliveira do Hospital é um dos mais belos concelhos do distrito de Coimbra e da Serra da Estrela. Aqui o visitante depara-se com surpreendentes retratos e refúgios encantados. Vestígios que remontam à Pré-história e tantos outros registos edificados por todo o concelho espelham a grandeza desta região. A actual sede de concelho nasce na época da 2ª cruzada, quando em São João de Jerusalém, na Terra Santa, é fundado um Hospital que irá receber os peregrinos doentes, estropiados e vítimas de ataques e assaltos, em tão longa caminhada que os levaria junto do Santo Sepulcro. O primitivo nome da povoação havia sido Ulvária, que significa terreno alagadiço, onde há ulvas; de Ulvária terá derivado para Ulveira e daqui, por analogia e deturpação, para Oliveira. O nome «do Hospital» resulta exactamente da atribuição de uma Comenda à Ordem dos Monges de S. João de Jerusalém, Ordem dos Hospitalários, também conhecida por Ordem de Malta. Foi pois, no ano de 1120, que a Rainha Dª. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques, fez a doação desta vila aos cavaleiros da referida Ordem. Tratava-se inicialmente de uma herdade entre Bobadela e Oliveira do Hospital, depois acrescentada em doações particulares e alargada nos seus domínios. Supõe-se mesmo que era exactamente em Oliveira do Hospital que a Ordem de Malta tinha a sua sede ou convento principal em edifício implantado no local onde actualmente se encontra o edifício dos Paços do Município e a Igreja Matriz. Quando D. João III mandou fazer o Cadastro da População do Reino existiam na área do actual Concelho de Oliveira do Hospital, além desta, mais as seguintes Vilas ou Concelhos: Avô, Bobadela, Ervedal, Lagares, Lageosa, Lagos, Lourosa, Nogueira, Penalva de Riba d’Alva, S. Sebastião de Riba d’Alva, Seixo e Vila Pouca da Beira. D. Manuel I concedeu-lhe foral novo em 27 de Fevereiro de 1514. No século XVII já lhe pertencia a pequena paróquia de Lajeosa, mas foi durante o século XIX, com as sucessivas reformas de âmbito administrativo e judicial que, pela extinção dos pequenos concelhos limítrofes de Lagares, Lagos da Beira, Nogueira do Cravo e Bobadela, o concelho de Oliveira do Hospital ficou com 9 Freguesias e, mais tarde ainda, pela extinção dos Concelhos de Penalva de Alva, Ervedal da Beira, Avô e S. Gião, que ficou com um total de 20 Freguesias. A partir de então o concelho de Oliveira do Hospital ficou praticamente com a área actual até 1988, ano em que foi criada a mais nova freguesia de Vila Franca da Beira por desanexação de um lugar da freguesia de Ervedal da Beira. E assim se formou o extenso concelho de Oliveira do Hospital, com 21 Freguesias e com 234,55 km2, o mais «nortenho» do distrito de Coimbra. A vila de Oliveira do Hospital foi elevada à categoria de cidade pela Lei nº 23/93, de 2 de Julho.
Fonte: www.cm-oliveiradohospital.pt
COPYRIGHT AuToCaRaVaNiStA
by jbmendes
HISTÓRIA:
Breve Resenha Histórica
Oliveira do Hospital é um dos mais belos concelhos do distrito de Coimbra e da Serra da Estrela. Aqui o visitante depara-se com surpreendentes retratos e refúgios encantados. Vestígios que remontam à Pré-história e tantos outros registos edificados por todo o concelho espelham a grandeza desta região. A actual sede de concelho nasce na época da 2ª cruzada, quando em São João de Jerusalém, na Terra Santa, é fundado um Hospital que irá receber os peregrinos doentes, estropiados e vítimas de ataques e assaltos, em tão longa caminhada que os levaria junto do Santo Sepulcro. O primitivo nome da povoação havia sido Ulvária, que significa terreno alagadiço, onde há ulvas; de Ulvária terá derivado para Ulveira e daqui, por analogia e deturpação, para Oliveira. O nome «do Hospital» resulta exactamente da atribuição de uma Comenda à Ordem dos Monges de S. João de Jerusalém, Ordem dos Hospitalários, também conhecida por Ordem de Malta. Foi pois, no ano de 1120, que a Rainha Dª. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques, fez a doação desta vila aos cavaleiros da referida Ordem. Tratava-se inicialmente de uma herdade entre Bobadela e Oliveira do Hospital, depois acrescentada em doações particulares e alargada nos seus domínios. Supõe-se mesmo que era exactamente em Oliveira do Hospital que a Ordem de Malta tinha a sua sede ou convento principal em edifício implantado no local onde actualmente se encontra o edifício dos Paços do Município e a Igreja Matriz. Quando D. João III mandou fazer o Cadastro da População do Reino existiam na área do actual Concelho de Oliveira do Hospital, além desta, mais as seguintes Vilas ou Concelhos: Avô, Bobadela, Ervedal, Lagares, Lageosa, Lagos, Lourosa, Nogueira, Penalva de Riba d’Alva, S. Sebastião de Riba d’Alva, Seixo e Vila Pouca da Beira. D. Manuel I concedeu-lhe foral novo em 27 de Fevereiro de 1514. No século XVII já lhe pertencia a pequena paróquia de Lajeosa, mas foi durante o século XIX, com as sucessivas reformas de âmbito administrativo e judicial que, pela extinção dos pequenos concelhos limítrofes de Lagares, Lagos da Beira, Nogueira do Cravo e Bobadela, o concelho de Oliveira do Hospital ficou com 9 Freguesias e, mais tarde ainda, pela extinção dos Concelhos de Penalva de Alva, Ervedal da Beira, Avô e S. Gião, que ficou com um total de 20 Freguesias. A partir de então o concelho de Oliveira do Hospital ficou praticamente com a área actual até 1988, ano em que foi criada a mais nova freguesia de Vila Franca da Beira por desanexação de um lugar da freguesia de Ervedal da Beira. E assim se formou o extenso concelho de Oliveira do Hospital, com 21 Freguesias e com 234,55 km2, o mais «nortenho» do distrito de Coimbra. A vila de Oliveira do Hospital foi elevada à categoria de cidade pela Lei nº 23/93, de 2 de Julho.
Fonte: www.cm-oliveiradohospital.pt
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Breve Resenha Histórica
Oliveira do Hospital é um dos mais belos concelhos do distrito de Coimbra e da Serra da Estrela. Aqui o visitante depara-se com surpreendentes retratos e refúgios encantados. Vestígios que remontam à Pré-história e tantos outros registos edificados por todo o concelho espelham a grandeza desta região. A actual sede de concelho nasce na época da 2ª cruzada, quando em São João de Jerusalém, na Terra Santa, é fundado um Hospital que irá receber os peregrinos doentes, estropiados e vítimas de ataques e assaltos, em tão longa caminhada que os levaria junto do Santo Sepulcro. O primitivo nome da povoação havia sido Ulvária, que significa terreno alagadiço, onde há ulvas; de Ulvária terá derivado para Ulveira e daqui, por analogia e deturpação, para Oliveira. O nome «do Hospital» resulta exactamente da atribuição de uma Comenda à Ordem dos Monges de S. João de Jerusalém, Ordem dos Hospitalários, também conhecida por Ordem de Malta. Foi pois, no ano de 1120, que a Rainha Dª. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques, fez a doação desta vila aos cavaleiros da referida Ordem. Tratava-se inicialmente de uma herdade entre Bobadela e Oliveira do Hospital, depois acrescentada em doações particulares e alargada nos seus domínios. Supõe-se mesmo que era exactamente em Oliveira do Hospital que a Ordem de Malta tinha a sua sede ou convento principal em edifício implantado no local onde actualmente se encontra o edifício dos Paços do Município e a Igreja Matriz. Quando D. João III mandou fazer o Cadastro da População do Reino existiam na área do actual Concelho de Oliveira do Hospital, além desta, mais as seguintes Vilas ou Concelhos: Avô, Bobadela, Ervedal, Lagares, Lageosa, Lagos, Lourosa, Nogueira, Penalva de Riba d’Alva, S. Sebastião de Riba d’Alva, Seixo e Vila Pouca da Beira. D. Manuel I concedeu-lhe foral novo em 27 de Fevereiro de 1514. No século XVII já lhe pertencia a pequena paróquia de Lajeosa, mas foi durante o século XIX, com as sucessivas reformas de âmbito administrativo e judicial que, pela extinção dos pequenos concelhos limítrofes de Lagares, Lagos da Beira, Nogueira do Cravo e Bobadela, o concelho de Oliveira do Hospital ficou com 9 Freguesias e, mais tarde ainda, pela extinção dos Concelhos de Penalva de Alva, Ervedal da Beira, Avô e S. Gião, que ficou com um total de 20 Freguesias. A partir de então o concelho de Oliveira do Hospital ficou praticamente com a área actual até 1988, ano em que foi criada a mais nova freguesia de Vila Franca da Beira por desanexação de um lugar da freguesia de Ervedal da Beira. E assim se formou o extenso concelho de Oliveira do Hospital, com 21 Freguesias e com 234,55 km2, o mais «nortenho» do distrito de Coimbra. A vila de Oliveira do Hospital foi elevada à categoria de cidade pela Lei nº 23/93, de 2 de Julho.
Fonte: www.cm-oliveiradohospital.pt
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HISTÓRIA:
Breve Resenha Histórica
Oliveira do Hospital é um dos mais belos concelhos do distrito de Coimbra e da Serra da Estrela. Aqui o visitante depara-se com surpreendentes retratos e refúgios encantados. Vestígios que remontam à Pré-história e tantos outros registos edificados por todo o concelho espelham a grandeza desta região. A actual sede de concelho nasce na época da 2ª cruzada, quando em São João de Jerusalém, na Terra Santa, é fundado um Hospital que irá receber os peregrinos doentes, estropiados e vítimas de ataques e assaltos, em tão longa caminhada que os levaria junto do Santo Sepulcro. O primitivo nome da povoação havia sido Ulvária, que significa terreno alagadiço, onde há ulvas; de Ulvária terá derivado para Ulveira e daqui, por analogia e deturpação, para Oliveira. O nome «do Hospital» resulta exactamente da atribuição de uma Comenda à Ordem dos Monges de S. João de Jerusalém, Ordem dos Hospitalários, também conhecida por Ordem de Malta. Foi pois, no ano de 1120, que a Rainha Dª. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques, fez a doação desta vila aos cavaleiros da referida Ordem. Tratava-se inicialmente de uma herdade entre Bobadela e Oliveira do Hospital, depois acrescentada em doações particulares e alargada nos seus domínios. Supõe-se mesmo que era exactamente em Oliveira do Hospital que a Ordem de Malta tinha a sua sede ou convento principal em edifício implantado no local onde actualmente se encontra o edifício dos Paços do Município e a Igreja Matriz. Quando D. João III mandou fazer o Cadastro da População do Reino existiam na área do actual Concelho de Oliveira do Hospital, além desta, mais as seguintes Vilas ou Concelhos: Avô, Bobadela, Ervedal, Lagares, Lageosa, Lagos, Lourosa, Nogueira, Penalva de Riba d’Alva, S. Sebastião de Riba d’Alva, Seixo e Vila Pouca da Beira. D. Manuel I concedeu-lhe foral novo em 27 de Fevereiro de 1514. No século XVII já lhe pertencia a pequena paróquia de Lajeosa, mas foi durante o século XIX, com as sucessivas reformas de âmbito administrativo e judicial que, pela extinção dos pequenos concelhos limítrofes de Lagares, Lagos da Beira, Nogueira do Cravo e Bobadela, o concelho de Oliveira do Hospital ficou com 9 Freguesias e, mais tarde ainda, pela extinção dos Concelhos de Penalva de Alva, Ervedal da Beira, Avô e S. Gião, que ficou com um total de 20 Freguesias. A partir de então o concelho de Oliveira do Hospital ficou praticamente com a área actual até 1988, ano em que foi criada a mais nova freguesia de Vila Franca da Beira por desanexação de um lugar da freguesia de Ervedal da Beira. E assim se formou o extenso concelho de Oliveira do Hospital, com 21 Freguesias e com 234,55 km2, o mais «nortenho» do distrito de Coimbra. A vila de Oliveira do Hospital foi elevada à categoria de cidade pela Lei nº 23/93, de 2 de Julho.
Fonte: www.cm-oliveiradohospital.pt
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De salientar o património religioso também bastante antigo já que remonta a 1670. Mas como Galizes faz parte integrante da história de Nogueira do Cravo, muito próximas, ambas pertencentes a Oliveira do Hospital, e por falta de informação, aquí vai de seguida o que está disponível:
A freguesia de Nogueira do Cravo, ocupando uma área de cerca de 14,92 Km², situa-se na margem direita do Rio Alva, a cerca de 7 quilómetros da sede de Concelho. Estrategicamente localizada confina com as freguesias de Penalva de Alva, São Sebastião da Feira e Oliveira do Hospital (Sede de concelho), a Nascente; e de Lourosa e Covas (Concelho de Tábua) a Poente; Bobadela e Oliveira do Hospital, a Norte; e de Santa Ovaia, Vila Pouca da Beira, São Sebastião da Feira e Penalva do Alva, a Sul. A antiga Vila de Nogueira, outrora chamada Couto de Nogueira, desde fins do século XVII, Nogueira do Cravo, pertenceu ao Senhorio dos Bispos de Coimbra. Esta é outra das povoações que teve estatuto Municipal, tendo que a 1ª carta foral, data de 1177, tendo o concelho sido extinto em 6 de Novembro de 1836, incorporando-se as suas freguesias no concelho de Oliveira do Hospital. 
Nota AuToCaRaVaNiStA:
Embora não conste grandes descrições de Galizes, direi apenas pelo que observei, que é uma localidade com muitos anos de história, com casario originalmente em granito, e onde se destaca a Casa da Família Tinoco, datada de 1743, é uma habitação tradicional Beirã, em granito, que sofreu algumas remodelações, como curiosidade refira-se que passaram férias de Verão nesta casa algumas famílias e figuras ilustres, como, por exemplo, o Mestre Almada Negreiros, que desenhou a lareira da residência, uma casa solar muito bonita, pena a sua degradação. de salientar o património religioso também bastante antigo já que remonta a 1670.Mas como Galizes faz parte integrante da história de Nogueira do Cravo ambas pertencentes a Holiveira do Hospital, e por falta de informação aquí vai de seguida o que está disponivel On-line:
NOGUEIRA DO CRAVO
UM POUCO DE HISTÓRIA
A freguesia de Nogueira do Cravo, ocupando uma área de cerca de 14,92 Km², situa-se na margem direita do Rio Alva, a cerca de 7 quilómetros da sede de Concelho. Estrategicamente localizada confina com as freguesias de Penalva de Alva, São Sebastião da Feira e Oliveira do Hospital (Sede de concelho), a Nascente; e de Lourosa e Covas (Concelho de Tábua) a Poente; Bobadela e Oliveira do Hospital, a Norte; e de Santa Ovaia, Vila Pouca da Beira, São Sebastião da Feira e Penalva do Alva, a Sul.A antiga Vila de Nogueira, outrora chamada Couto de Nogueira, desde fins do século XVII, Nogueira do Cravo, pertenceu ao Senhorio dos Bispos de Coimbra. Esta é outra das povoações que teve estatuto Municipal, tendo que a 1ª carta foral, data de 1177, tendo o concelho sido extinto em 6 de Novembro de 1836, incorporando-se as suas freguesias no concelho de Oliveira do Hospital. O seu foral episcopal foi dado em Avô, e posteriormente renovado por D. Manuel a 12 de Setembro de 1514. Esta freguesia foi desde tempos longínquos pátria de numerosos pedreiros, que criaram uma característica e pitoresca linguagem própria "Os Verbos dos Arguinas", que permitia o diálogo entre os trabalhadores, sem que o patrão entendesse o que eles diziam. Trata-se de uma gíria que muitos Nogueirenses ainda não esqueceram e que é também falada na freguesia de Santa Ovaia.A Igreja Paroquial, com orago de Nª Sª da Expectação, foi reedificada no princípio do século XIX no típico estilo regional de transição dos séculos XVIII e XIX, com a persistência das tradições setecentistas, e possui estatuária do século XVI. Visita obrigatória. A Igreja da Misericórdia, construída em 1670, foi doada pelo Padre Dr. João Álvares Brandão, natural da povoação, vigário geral do bispado. O edifício conserva a frontaria primitiva, mas a torre, com o corpo e a capela-mor são, de uma reforma do princípio do século XIX. Situa-se em Galizes, a 3 km de Nogueira do Cravo uma outra Capela que deve visitar é da Nª Sr.ª da Conceição, construída em 1758, sendo uma graciosa capela rural com retábulo do século passado e a padroeira em escultura barroca. Situa-se em Vilela, a 5 km de Nogueira do Cravo. Não deixe de passar também pela Capela do Senhor das Almas, situada a 1 km da sede de Freguesia; e a Capela de Stª Luzia, em Aldeia de Nogueira, a 1,5 km de Nogueira do Cravo. O pelourinho de Nogueira do Cravo é do século XVII, estilo Manuelino, e pertence ao grupo de pelourinhos classificados do tipo "mesa". Existem algumas casas com interesse: Casa da Família Tinoco, datada de 1743, é uma habitação tradicional Beirã, em granito, que sofreu algumas remodelações, como curiosidade refira-se que passaram férias de Verão nesta casa algumas famílias e figuras ilustres, como, por exemplo, o Mestre Almada Negreiros, que desenhou a lareira da residência. Uma habitação a que não deverá ficar indiferente é a Casa dos Mouros, notável pelo exotismo da sua localização, no cimo de um penedo. A tradição diz que foi construída pelos mouros numa só noite, e que no interior do penedo está guardado um tesouro. Caso goste de vinho então não deve deixar de ir à Adega Cooperativa de Nogueira do Cravo, situada no Senhor das Almas, e provar o famoso néctar de Baco da Zona Demarcada do Vinho do Dão. Depois de comprar um bom Dão, deve levar uma boa merenda e dirigir-se ao Parque Merendeiro do Senhor das Almas, numa zona recentemente arborizada e de onde se avista as Serras da Estrela, Caramulo e do Açor.
Fonte oficial: www.cm-oliveiradohospital.ptCOPYRIGHT AuToCaRaVaNiStA
by jbmendes
Nota AuToCaRaVaNiStA:
Embora não conste grandes descrições de Galizes, direi apenas pelo que observei, que é uma localidade com muitos anos de história, com casario originalmente em granito, e onde se destaca a Casa da Família Tinoco, datada de 1743, é uma habitação tradicional Beirã, em granito, que sofreu algumas remodelações, como curiosidade refira-se que passaram férias de Verão nesta casa algumas famílias e figuras ilustres, como, por exemplo, o Mestre Almada Negreiros, que desenhou a lareira da residência, uma casa solar muito bonita, pena a sua degradação. de salientar o património religioso também bastante antigo já que remonta a 1670.Mas como Galizes faz parte integrante da história de Nogueira do Cravo ambas pertencentes a Holiveira do Hospital, e por falta de informação aquí vai de seguida o que está disponivel On-line:
NOGUEIRA DO CRAVO
UM POUCO DE HISTÓRIA
A freguesia de Nogueira do Cravo, ocupando uma área de cerca de 14,92 Km², situa-se na margem direita do Rio Alva, a cerca de 7 quilómetros da sede de Concelho. Estrategicamente localizada confina com as freguesias de Penalva de Alva, São Sebastião da Feira e Oliveira do Hospital (Sede de concelho), a Nascente; e de Lourosa e Covas (Concelho de Tábua) a Poente; Bobadela e Oliveira do Hospital, a Norte; e de Santa Ovaia, Vila Pouca da Beira, São Sebastião da Feira e Penalva do Alva, a Sul.A antiga Vila de Nogueira, outrora chamada Couto de Nogueira, desde fins do século XVII, Nogueira do Cravo, pertenceu ao Senhorio dos Bispos de Coimbra. Esta é outra das povoações que teve estatuto Municipal, tendo que a 1ª carta foral, data de 1177, tendo o concelho sido extinto em 6 de Novembro de 1836, incorporando-se as suas freguesias no concelho de Oliveira do Hospital. O seu foral episcopal foi dado em Avô, e posteriormente renovado por D. Manuel a 12 de Setembro de 1514. Esta freguesia foi desde tempos longínquos pátria de numerosos pedreiros, que criaram uma característica e pitoresca linguagem própria "Os Verbos dos Arguinas", que permitia o diálogo entre os trabalhadores, sem que o patrão entendesse o que eles diziam. Trata-se de uma gíria que muitos Nogueirenses ainda não esqueceram e que é também falada na freguesia de Santa Ovaia.A Igreja Paroquial, com orago de Nª Sª da Expectação, foi reedificada no princípio do século XIX no típico estilo regional de transição dos séculos XVIII e XIX, com a persistência das tradições setecentistas, e possui estatuária do século XVI. Visita obrigatória. A Igreja da Misericórdia, construída em 1670, foi doada pelo Padre Dr. João Álvares Brandão, natural da povoação, vigário geral do bispado. O edifício conserva a frontaria primitiva, mas a torre, com o corpo e a capela-mor são, de uma reforma do princípio do século XIX. Situa-se em Galizes, a 3 km de Nogueira do Cravo uma outra Capela que deve visitar é da Nª Sr.ª da Conceição, construída em 1758, sendo uma graciosa capela rural com retábulo do século passado e a padroeira em escultura barroca. Situa-se em Vilela, a 5 km de Nogueira do Cravo. Não deixe de passar também pela Capela do Senhor das Almas, situada a 1 km da sede de Freguesia; e a Capela de Stª Luzia, em Aldeia de Nogueira, a 1,5 km de Nogueira do Cravo. O pelourinho de Nogueira do Cravo é do século XVII, estilo Manuelino, e pertence ao grupo de pelourinhos classificados do tipo "mesa". Existem algumas casas com interesse: Casa da Família Tinoco, datada de 1743, é uma habitação tradicional Beirã, em granito, que sofreu algumas remodelações, como curiosidade refira-se que passaram férias de Verão nesta casa algumas famílias e figuras ilustres, como, por exemplo, o Mestre Almada Negreiros, que desenhou a lareira da residência. Uma habitação a que não deverá ficar indiferente é a Casa dos Mouros, notável pelo exotismo da sua localização, no cimo de um penedo. A tradição diz que foi construída pelos mouros numa só noite, e que no interior do penedo está guardado um tesouro. Caso goste de vinho então não deve deixar de ir à Adega Cooperativa de Nogueira do Cravo, situada no Senhor das Almas, e provar o famoso néctar de Baco da Zona Demarcada do Vinho do Dão. Depois de comprar um bom Dão, deve levar uma boa merenda e dirigir-se ao Parque Merendeiro do Senhor das Almas, numa zona recentemente arborizada e de onde se avista as Serras da Estrela, Caramulo e do Açor.
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Embora não conste grandes descrições de Galizes, direi apenas pelo que observei, que é uma localidade com muitos anos de história, com casario originalmente em granito, e onde se destaca a Casa da Família Tinoco, datada de 1743, é uma habitação tradicional Beirã, em granito, que sofreu algumas remodelações, como curiosidade refira-se que passaram férias de Verão nesta casa algumas famílias e figuras ilustres, como, por exemplo, o Mestre Almada Negreiros, que desenhou a lareira da residência, uma casa solar muito bonita, pena a sua degradação. de salientar o património religioso também bastante antigo já que remonta a 1670.Mas como Galizes faz parte integrante da história de Nogueira do Cravo ambas pertencentes a Holiveira do Hospital, e por falta de informação aquí vai de seguida o que está disponivel On-line:
NOGUEIRA DO CRAVO
UM POUCO DE HISTÓRIA
A freguesia de Nogueira do Cravo, ocupando uma área de cerca de 14,92 Km², situa-se na margem direita do Rio Alva, a cerca de 7 quilómetros da sede de Concelho. Estrategicamente localizada confina com as freguesias de Penalva de Alva, São Sebastião da Feira e Oliveira do Hospital (Sede de concelho), a Nascente; e de Lourosa e Covas (Concelho de Tábua) a Poente; Bobadela e Oliveira do Hospital, a Norte; e de Santa Ovaia, Vila Pouca da Beira, São Sebastião da Feira e Penalva do Alva, a Sul.
A antiga Vila de Nogueira, outrora chamada Couto de Nogueira, desde fins do século XVII, Nogueira do Cravo, pertenceu ao Senhorio dos Bispos de Coimbra. Esta é outra das povoações que teve estatuto Municipal, tendo que a 1ª carta foral, data de 1177, tendo o concelho sido extinto em 6 de Novembro de 1836, incorporando-se as suas freguesias no concelho de Oliveira do Hospital.
O seu foral episcopal foi dado em Avô, e posteriormente renovado por D. Manuel a 12 de Setembro de 1514. Esta freguesia foi desde tempos longínquos pátria de numerosos pedreiros, que criaram uma característica e pitoresca linguagem própria "Os Verbos dos Arguinas", que permitia o diálogo entre os trabalhadores, sem que o patrão entendesse o que eles diziam. Trata-se de uma gíria que muitos Nogueirenses ainda não esqueceram e que é também falada na freguesia de Santa Ovaia.
A Igreja Paroquial, com orago de Nª Sª da Expectação, foi reedificada no princípio do século XIX no típico estilo regional de transição dos séculos XVIII e XIX, com a persistência das tradições setecentistas, e possui estatuária do século XVI. Visita obrigatória.
A Igreja da Misericórdia, construída em 1670, foi doada pelo Padre Dr. João Álvares Brandão, natural da povoação, vigário geral do bispado. O edifício conserva a frontaria primitiva, mas a torre, com o corpo e a capela-mor são, de uma reforma do princípio do século XIX. Situa-se em Galizes, a 3 km de Nogueira do Cravo uma outra Capela que deve visitar é da Nª Sr.ª da Conceição, construída em 1758, sendo uma graciosa capela rural com retábulo do século passado e a padroeira em escultura barroca. Situa-se em Vilela, a 5 km de Nogueira do Cravo.
Não deixe de passar também pela Capela do Senhor das Almas, situada a 1 km da sede de Freguesia; e a Capela de Stª Luzia, em Aldeia de Nogueira, a 1,5 km de Nogueira do Cravo. O pelourinho de Nogueira do Cravo é do século XVII, estilo Manuelino, e pertence ao grupo de pelourinhos classificados do tipo "mesa".
Existem algumas casas com interesse:
Casa da Família Tinoco, datada de 1743, é uma habitação tradicional Beirã, em granito, que sofreu algumas remodelações, como curiosidade refira-se que passaram férias de Verão nesta casa algumas famílias e figuras ilustres, como, por exemplo, o Mestre Almada Negreiros, que desenhou a lareira da residência. Uma habitação a que não deverá ficar indiferente é a Casa dos Mouros, notável pelo exotismo da sua localização, no cimo de um penedo. A tradição diz que foi construída pelos mouros numa só noite, e que no interior do penedo está guardado um tesouro. Caso goste de vinho então não deve deixar de ir à Adega Cooperativa de Nogueira do Cravo, situada no Senhor das Almas, e provar o famoso néctar de Baco da Zona Demarcada do Vinho do Dão. Depois de comprar um bom Dão, deve levar uma boa merenda e dirigir-se ao Parque Merendeiro do Senhor das Almas, numa zona recentemente arborizada e de onde se avista as Serras da Estrela, Caramulo e do Açor.
Fonte oficial: www.cm-oliveiradohospital.pt
COPYRIGHT AuToCaRaVaNiStA
by jbmendes
Nota AuToCaRaVaNiStA:
Embora não conste grandes descrições de Galizes, direi apenas pelo que observei, que é uma localidade com muitos anos de história, com casario originalmente em granito, e onde se destaca a Casa da Família Tinoco, datada de 1743, é uma habitação tradicional Beirã, em granito, que sofreu algumas remodelações, como curiosidade refira-se que passaram férias de Verão nesta casa algumas famílias e figuras ilustres, como, por exemplo, o Mestre Almada Negreiros, que desenhou a lareira da residência, uma casa solar muito bonita, pena a sua degradação. de salientar o património religioso também bastante antigo já que remonta a 1670.Mas como Galizes faz parte integrante da história de Nogueira do Cravo ambas pertencentes a Holiveira do Hospital, e por falta de informação aquí vai de seguida o que está disponivel On-line:
NOGUEIRA DO CRAVO
UM POUCO DE HISTÓRIA
A freguesia de Nogueira do Cravo, ocupando uma área de cerca de 14,92 Km², situa-se na margem direita do Rio Alva, a cerca de 7 quilómetros da sede de Concelho. Estrategicamente localizada confina com as freguesias de Penalva de Alva, São Sebastião da Feira e Oliveira do Hospital (Sede de concelho), a Nascente; e de Lourosa e Covas (Concelho de Tábua) a Poente; Bobadela e Oliveira do Hospital, a Norte; e de Santa Ovaia, Vila Pouca da Beira, São Sebastião da Feira e Penalva do Alva, a Sul.
A antiga Vila de Nogueira, outrora chamada Couto de Nogueira, desde fins do século XVII, Nogueira do Cravo, pertenceu ao Senhorio dos Bispos de Coimbra. Esta é outra das povoações que teve estatuto Municipal, tendo que a 1ª carta foral, data de 1177, tendo o concelho sido extinto em 6 de Novembro de 1836, incorporando-se as suas freguesias no concelho de Oliveira do Hospital.
O seu foral episcopal foi dado em Avô, e posteriormente renovado por D. Manuel a 12 de Setembro de 1514. Esta freguesia foi desde tempos longínquos pátria de numerosos pedreiros, que criaram uma característica e pitoresca linguagem própria "Os Verbos dos Arguinas", que permitia o diálogo entre os trabalhadores, sem que o patrão entendesse o que eles diziam. Trata-se de uma gíria que muitos Nogueirenses ainda não esqueceram e que é também falada na freguesia de Santa Ovaia.
A Igreja Paroquial, com orago de Nª Sª da Expectação, foi reedificada no princípio do século XIX no típico estilo regional de transição dos séculos XVIII e XIX, com a persistência das tradições setecentistas, e possui estatuária do século XVI. Visita obrigatória.
A Igreja da Misericórdia, construída em 1670, foi doada pelo Padre Dr. João Álvares Brandão, natural da povoação, vigário geral do bispado. O edifício conserva a frontaria primitiva, mas a torre, com o corpo e a capela-mor são, de uma reforma do princípio do século XIX. Situa-se em Galizes, a 3 km de Nogueira do Cravo uma outra Capela que deve visitar é da Nª Sr.ª da Conceição, construída em 1758, sendo uma graciosa capela rural com retábulo do século passado e a padroeira em escultura barroca. Situa-se em Vilela, a 5 km de Nogueira do Cravo.
Não deixe de passar também pela Capela do Senhor das Almas, situada a 1 km da sede de Freguesia; e a Capela de Stª Luzia, em Aldeia de Nogueira, a 1,5 km de Nogueira do Cravo. O pelourinho de Nogueira do Cravo é do século XVII, estilo Manuelino, e pertence ao grupo de pelourinhos classificados do tipo "mesa".
Existem algumas casas com interesse:
Casa da Família Tinoco, datada de 1743, é uma habitação tradicional Beirã, em granito, que sofreu algumas remodelações, como curiosidade refira-se que passaram férias de Verão nesta casa algumas famílias e figuras ilustres, como, por exemplo, o Mestre Almada Negreiros, que desenhou a lareira da residência. Uma habitação a que não deverá ficar indiferente é a Casa dos Mouros, notável pelo exotismo da sua localização, no cimo de um penedo. A tradição diz que foi construída pelos mouros numa só noite, e que no interior do penedo está guardado um tesouro. Caso goste de vinho então não deve deixar de ir à Adega Cooperativa de Nogueira do Cravo, situada no Senhor das Almas, e provar o famoso néctar de Baco da Zona Demarcada do Vinho do Dão. Depois de comprar um bom Dão, deve levar uma boa merenda e dirigir-se ao Parque Merendeiro do Senhor das Almas, numa zona recentemente arborizada e de onde se avista as Serras da Estrela, Caramulo e do Açor.
Fonte oficial: www.cm-oliveiradohospital.pt
COPYRIGHT AuToCaRaVaNiStA
by jbmendes
Nota AuToCaRaVaNiStA:
Embora não conste grandes descrições de Galizes, direi apenas pelo que observei, que é uma localidade com muitos anos de história, com casario originalmente em granito, e onde se destaca a Casa da Família Tinoco, datada de 1743, é uma habitação tradicional Beirã, em granito, que sofreu algumas remodelações, como curiosidade refira-se que passaram férias de Verão nesta casa algumas famílias e figuras ilustres, como, por exemplo, o Mestre Almada Negreiros, que desenhou a lareira da residência, uma casa solar muito bonita, pena a sua degradação. de salientar o património religioso também bastante antigo já que remonta a 1670.Mas como Galizes faz parte integrante da história de Nogueira do Cravo ambas pertencentes a Holiveira do Hospital, e por falta de informação aquí vai de seguida o que está disponivel On-line:
NOGUEIRA DO CRAVO
UM POUCO DE HISTÓRIA
A freguesia de Nogueira do Cravo, ocupando uma área de cerca de 14,92 Km², situa-se na margem direita do Rio Alva, a cerca de 7 quilómetros da sede de Concelho. Estrategicamente localizada confina com as freguesias de Penalva de Alva, São Sebastião da Feira e Oliveira do Hospital (Sede de concelho), a Nascente; e de Lourosa e Covas (Concelho de Tábua) a Poente; Bobadela e Oliveira do Hospital, a Norte; e de Santa Ovaia, Vila Pouca da Beira, São Sebastião da Feira e Penalva do Alva, a Sul.
A antiga Vila de Nogueira, outrora chamada Couto de Nogueira, desde fins do século XVII, Nogueira do Cravo, pertenceu ao Senhorio dos Bispos de Coimbra. Esta é outra das povoações que teve estatuto Municipal, tendo que a 1ª carta foral, data de 1177, tendo o concelho sido extinto em 6 de Novembro de 1836, incorporando-se as suas freguesias no concelho de Oliveira do Hospital.
O seu foral episcopal foi dado em Avô, e posteriormente renovado por D. Manuel a 12 de Setembro de 1514. Esta freguesia foi desde tempos longínquos pátria de numerosos pedreiros, que criaram uma característica e pitoresca linguagem própria "Os Verbos dos Arguinas", que permitia o diálogo entre os trabalhadores, sem que o patrão entendesse o que eles diziam. Trata-se de uma gíria que muitos Nogueirenses ainda não esqueceram e que é também falada na freguesia de Santa Ovaia.
A Igreja Paroquial, com orago de Nª Sª da Expectação, foi reedificada no princípio do século XIX no típico estilo regional de transição dos séculos XVIII e XIX, com a persistência das tradições setecentistas, e possui estatuária do século XVI. Visita obrigatória.
A Igreja da Misericórdia, construída em 1670, foi doada pelo Padre Dr. João Álvares Brandão, natural da povoação, vigário geral do bispado. O edifício conserva a frontaria primitiva, mas a torre, com o corpo e a capela-mor são, de uma reforma do princípio do século XIX. Situa-se em Galizes, a 3 km de Nogueira do Cravo uma outra Capela que deve visitar é da Nª Sr.ª da Conceição, construída em 1758, sendo uma graciosa capela rural com retábulo do século passado e a padroeira em escultura barroca. Situa-se em Vilela, a 5 km de Nogueira do Cravo.
Não deixe de passar também pela Capela do Senhor das Almas, situada a 1 km da sede de Freguesia; e a Capela de Stª Luzia, em Aldeia de Nogueira, a 1,5 km de Nogueira do Cravo. O pelourinho de Nogueira do Cravo é do século XVII, estilo Manuelino, e pertence ao grupo de pelourinhos classificados do tipo "mesa".
Existem algumas casas com interesse:
Casa da Família Tinoco, datada de 1743, é uma habitação tradicional Beirã, em granito, que sofreu algumas remodelações, como curiosidade refira-se que passaram férias de Verão nesta casa algumas famílias e figuras ilustres, como, por exemplo, o Mestre Almada Negreiros, que desenhou a lareira da residência. Uma habitação a que não deverá ficar indiferente é a Casa dos Mouros, notável pelo exotismo da sua localização, no cimo de um penedo. A tradição diz que foi construída pelos mouros numa só noite, e que no interior do penedo está guardado um tesouro. Caso goste de vinho então não deve deixar de ir à Adega Cooperativa de Nogueira do Cravo, situada no Senhor das Almas, e provar o famoso néctar de Baco da Zona Demarcada do Vinho do Dão. Depois de comprar um bom Dão, deve levar uma boa merenda e dirigir-se ao Parque Merendeiro do Senhor das Almas, numa zona recentemente arborizada e de onde se avista as Serras da Estrela, Caramulo e do Açor.
Fonte oficial: www.cm-oliveiradohospital.pt
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Embora não conste grandes descrições de Galizes, direi apenas pelo que observei, que é uma localidade com muitos anos de história, com casario originalmente em granito, e onde se destaca a Casa da Família Tinoco, datada de 1743, é uma habitação tradicional Beirã, em granito, que sofreu algumas remodelações, como curiosidade refira-se que passaram férias de Verão nesta casa algumas famílias e figuras ilustres, como, por exemplo, o Mestre Almada Negreiros, que desenhou a lareira da residência, uma casa solar muito bonita, pena a sua degradação. de salientar o património religioso também bastante antigo já que remonta a 1670.Mas como Galizes faz parte integrante da história de Nogueira do Cravo ambas pertencentes a Holiveira do Hospital, e por falta de informação aquí vai de seguida o que está disponivel On-line:
NOGUEIRA DO CRAVO
UM POUCO DE HISTÓRIA
A freguesia de Nogueira do Cravo, ocupando uma área de cerca de 14,92 Km², situa-se na margem direita do Rio Alva, a cerca de 7 quilómetros da sede de Concelho. Estrategicamente localizada confina com as freguesias de Penalva de Alva, São Sebastião da Feira e Oliveira do Hospital (Sede de concelho), a Nascente; e de Lourosa e Covas (Concelho de Tábua) a Poente; Bobadela e Oliveira do Hospital, a Norte; e de Santa Ovaia, Vila Pouca da Beira, São Sebastião da Feira e Penalva do Alva, a Sul.
A antiga Vila de Nogueira, outrora chamada Couto de Nogueira, desde fins do século XVII, Nogueira do Cravo, pertenceu ao Senhorio dos Bispos de Coimbra. Esta é outra das povoações que teve estatuto Municipal, tendo que a 1ª carta foral, data de 1177, tendo o concelho sido extinto em 6 de Novembro de 1836, incorporando-se as suas freguesias no concelho de Oliveira do Hospital.
O seu foral episcopal foi dado em Avô, e posteriormente renovado por D. Manuel a 12 de Setembro de 1514. Esta freguesia foi desde tempos longínquos pátria de numerosos pedreiros, que criaram uma característica e pitoresca linguagem própria "Os Verbos dos Arguinas", que permitia o diálogo entre os trabalhadores, sem que o patrão entendesse o que eles diziam. Trata-se de uma gíria que muitos Nogueirenses ainda não esqueceram e que é também falada na freguesia de Santa Ovaia.
A Igreja Paroquial, com orago de Nª Sª da Expectação, foi reedificada no princípio do século XIX no típico estilo regional de transição dos séculos XVIII e XIX, com a persistência das tradições setecentistas, e possui estatuária do século XVI. Visita obrigatória.
A Igreja da Misericórdia, construída em 1670, foi doada pelo Padre Dr. João Álvares Brandão, natural da povoação, vigário geral do bispado. O edifício conserva a frontaria primitiva, mas a torre, com o corpo e a capela-mor são, de uma reforma do princípio do século XIX. Situa-se em Galizes, a 3 km de Nogueira do Cravo uma outra Capela que deve visitar é da Nª Sr.ª da Conceição, construída em 1758, sendo uma graciosa capela rural com retábulo do século passado e a padroeira em escultura barroca. Situa-se em Vilela, a 5 km de Nogueira do Cravo.
Não deixe de passar também pela Capela do Senhor das Almas, situada a 1 km da sede de Freguesia; e a Capela de Stª Luzia, em Aldeia de Nogueira, a 1,5 km de Nogueira do Cravo. O pelourinho de Nogueira do Cravo é do século XVII, estilo Manuelino, e pertence ao grupo de pelourinhos classificados do tipo "mesa".
Existem algumas casas com interesse:
Casa da Família Tinoco, datada de 1743, é uma habitação tradicional Beirã, em granito, que sofreu algumas remodelações, como curiosidade refira-se que passaram férias de Verão nesta casa algumas famílias e figuras ilustres, como, por exemplo, o Mestre Almada Negreiros, que desenhou a lareira da residência. Uma habitação a que não deverá ficar indiferente é a Casa dos Mouros, notável pelo exotismo da sua localização, no cimo de um penedo. A tradição diz que foi construída pelos mouros numa só noite, e que no interior do penedo está guardado um tesouro. Caso goste de vinho então não deve deixar de ir à Adega Cooperativa de Nogueira do Cravo, situada no Senhor das Almas, e provar o famoso néctar de Baco da Zona Demarcada do Vinho do Dão. Depois de comprar um bom Dão, deve levar uma boa merenda e dirigir-se ao Parque Merendeiro do Senhor das Almas, numa zona recentemente arborizada e de onde se avista as Serras da Estrela, Caramulo e do Açor.
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Embora não conste grandes descrições de Galizes, direi apenas pelo que observei, que é uma localidade com muitos anos de história, com casario originalmente em granito, e onde se destaca a Casa da Família Tinoco, datada de 1743, é uma habitação tradicional Beirã, em granito, que sofreu algumas remodelações, como curiosidade refira-se que passaram férias de Verão nesta casa algumas famílias e figuras ilustres, como, por exemplo, o Mestre Almada Negreiros, que desenhou a lareira da residência, uma casa solar muito bonita, pena a sua degradação. de salientar o património religioso também bastante antigo já que remonta a 1670.Mas como Galizes faz parte integrante da história de Nogueira do Cravo ambas pertencentes a Holiveira do Hospital, e por falta de informação aquí vai de seguida o que está disponivel On-line:
NOGUEIRA DO CRAVO
UM POUCO DE HISTÓRIA
A freguesia de Nogueira do Cravo, ocupando uma área de cerca de 14,92 Km², situa-se na margem direita do Rio Alva, a cerca de 7 quilómetros da sede de Concelho. Estrategicamente localizada confina com as freguesias de Penalva de Alva, São Sebastião da Feira e Oliveira do Hospital (Sede de concelho), a Nascente; e de Lourosa e Covas (Concelho de Tábua) a Poente; Bobadela e Oliveira do Hospital, a Norte; e de Santa Ovaia, Vila Pouca da Beira, São Sebastião da Feira e Penalva do Alva, a Sul.
A antiga Vila de Nogueira, outrora chamada Couto de Nogueira, desde fins do século XVII, Nogueira do Cravo, pertenceu ao Senhorio dos Bispos de Coimbra. Esta é outra das povoações que teve estatuto Municipal, tendo que a 1ª carta foral, data de 1177, tendo o concelho sido extinto em 6 de Novembro de 1836, incorporando-se as suas freguesias no concelho de Oliveira do Hospital.
O seu foral episcopal foi dado em Avô, e posteriormente renovado por D. Manuel a 12 de Setembro de 1514. Esta freguesia foi desde tempos longínquos pátria de numerosos pedreiros, que criaram uma característica e pitoresca linguagem própria "Os Verbos dos Arguinas", que permitia o diálogo entre os trabalhadores, sem que o patrão entendesse o que eles diziam. Trata-se de uma gíria que muitos Nogueirenses ainda não esqueceram e que é também falada na freguesia de Santa Ovaia.
A Igreja Paroquial, com orago de Nª Sª da Expectação, foi reedificada no princípio do século XIX no típico estilo regional de transição dos séculos XVIII e XIX, com a persistência das tradições setecentistas, e possui estatuária do século XVI. Visita obrigatória.
A Igreja da Misericórdia, construída em 1670, foi doada pelo Padre Dr. João Álvares Brandão, natural da povoação, vigário geral do bispado. O edifício conserva a frontaria primitiva, mas a torre, com o corpo e a capela-mor são, de uma reforma do princípio do século XIX. Situa-se em Galizes, a 3 km de Nogueira do Cravo uma outra Capela que deve visitar é da Nª Sr.ª da Conceição, construída em 1758, sendo uma graciosa capela rural com retábulo do século passado e a padroeira em escultura barroca. Situa-se em Vilela, a 5 km de Nogueira do Cravo.
Não deixe de passar também pela Capela do Senhor das Almas, situada a 1 km da sede de Freguesia; e a Capela de Stª Luzia, em Aldeia de Nogueira, a 1,5 km de Nogueira do Cravo. O pelourinho de Nogueira do Cravo é do século XVII, estilo Manuelino, e pertence ao grupo de pelourinhos classificados do tipo "mesa".
Existem algumas casas com interesse:
Casa da Família Tinoco, datada de 1743, é uma habitação tradicional Beirã, em granito, que sofreu algumas remodelações, como curiosidade refira-se que passaram férias de Verão nesta casa algumas famílias e figuras ilustres, como, por exemplo, o Mestre Almada Negreiros, que desenhou a lareira da residência. Uma habitação a que não deverá ficar indiferente é a Casa dos Mouros, notável pelo exotismo da sua localização, no cimo de um penedo. A tradição diz que foi construída pelos mouros numa só noite, e que no interior do penedo está guardado um tesouro. Caso goste de vinho então não deve deixar de ir à Adega Cooperativa de Nogueira do Cravo, situada no Senhor das Almas, e provar o famoso néctar de Baco da Zona Demarcada do Vinho do Dão. Depois de comprar um bom Dão, deve levar uma boa merenda e dirigir-se ao Parque Merendeiro do Senhor das Almas, numa zona recentemente arborizada e de onde se avista as Serras da Estrela, Caramulo e do Açor.
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Embora não conste grandes descrições de Galizes, direi apenas pelo que observei, que é uma localidade com muitos anos de história, com casario originalmente em granito, e onde se destaca a Casa da Família Tinoco, datada de 1743, é uma habitação tradicional Beirã, em granito, que sofreu algumas remodelações, como curiosidade refira-se que passaram férias de Verão nesta casa algumas famílias e figuras ilustres, como, por exemplo, o Mestre Almada Negreiros, que desenhou a lareira da residência, uma casa solar muito bonita, pena a sua degradação. de salientar o património religioso também bastante antigo já que remonta a 1670.Mas como Galizes faz parte integrante da história de Nogueira do Cravo ambas pertencentes a Holiveira do Hospital, e por falta de informação aquí vai de seguida o que está disponivel On-line:
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UM POUCO DE HISTÓRIA
A freguesia de Nogueira do Cravo, ocupando uma área de cerca de 14,92 Km², situa-se na margem direita do Rio Alva, a cerca de 7 quilómetros da sede de Concelho. Estrategicamente localizada confina com as freguesias de Penalva de Alva, São Sebastião da Feira e Oliveira do Hospital (Sede de concelho), a Nascente; e de Lourosa e Covas (Concelho de Tábua) a Poente; Bobadela e Oliveira do Hospital, a Norte; e de Santa Ovaia, Vila Pouca da Beira, São Sebastião da Feira e Penalva do Alva, a Sul.
A antiga Vila de Nogueira, outrora chamada Couto de Nogueira, desde fins do século XVII, Nogueira do Cravo, pertenceu ao Senhorio dos Bispos de Coimbra. Esta é outra das povoações que teve estatuto Municipal, tendo que a 1ª carta foral, data de 1177, tendo o concelho sido extinto em 6 de Novembro de 1836, incorporando-se as suas freguesias no concelho de Oliveira do Hospital.
O seu foral episcopal foi dado em Avô, e posteriormente renovado por D. Manuel a 12 de Setembro de 1514. Esta freguesia foi desde tempos longínquos pátria de numerosos pedreiros, que criaram uma característica e pitoresca linguagem própria "Os Verbos dos Arguinas", que permitia o diálogo entre os trabalhadores, sem que o patrão entendesse o que eles diziam. Trata-se de uma gíria que muitos Nogueirenses ainda não esqueceram e que é também falada na freguesia de Santa Ovaia.
A Igreja Paroquial, com orago de Nª Sª da Expectação, foi reedificada no princípio do século XIX no típico estilo regional de transição dos séculos XVIII e XIX, com a persistência das tradições setecentistas, e possui estatuária do século XVI. Visita obrigatória.
A Igreja da Misericórdia, construída em 1670, foi doada pelo Padre Dr. João Álvares Brandão, natural da povoação, vigário geral do bispado. O edifício conserva a frontaria primitiva, mas a torre, com o corpo e a capela-mor são, de uma reforma do princípio do século XIX. Situa-se em Galizes, a 3 km de Nogueira do Cravo uma outra Capela que deve visitar é da Nª Sr.ª da Conceição, construída em 1758, sendo uma graciosa capela rural com retábulo do século passado e a padroeira em escultura barroca. Situa-se em Vilela, a 5 km de Nogueira do Cravo.
Não deixe de passar também pela Capela do Senhor das Almas, situada a 1 km da sede de Freguesia; e a Capela de Stª Luzia, em Aldeia de Nogueira, a 1,5 km de Nogueira do Cravo. O pelourinho de Nogueira do Cravo é do século XVII, estilo Manuelino, e pertence ao grupo de pelourinhos classificados do tipo "mesa".
Existem algumas casas com interesse:
Casa da Família Tinoco, datada de 1743, é uma habitação tradicional Beirã, em granito, que sofreu algumas remodelações, como curiosidade refira-se que passaram férias de Verão nesta casa algumas famílias e figuras ilustres, como, por exemplo, o Mestre Almada Negreiros, que desenhou a lareira da residência. Uma habitação a que não deverá ficar indiferente é a Casa dos Mouros, notável pelo exotismo da sua localização, no cimo de um penedo. A tradição diz que foi construída pelos mouros numa só noite, e que no interior do penedo está guardado um tesouro. Caso goste de vinho então não deve deixar de ir à Adega Cooperativa de Nogueira do Cravo, situada no Senhor das Almas, e provar o famoso néctar de Baco da Zona Demarcada do Vinho do Dão. Depois de comprar um bom Dão, deve levar uma boa merenda e dirigir-se ao Parque Merendeiro do Senhor das Almas, numa zona recentemente arborizada e de onde se avista as Serras da Estrela, Caramulo e do Açor.
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