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AuToCaRaVaNiStA

Portal AuToCaRaVaNiStA http://www.autocaravanista.pt Coordenador jbmendes

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PIA DO URSO - BATALHA


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


A Pia do Urso é uma aldeia tradicional construida com materiais naturais como o xisto e o granito. Um local recatado e de enorme beleza. A Pia do Urso surge totalmente renovado e com excelentes condições de habitabilidade para um Turismo Rural de luxo. Parque temático, está igualmente servido de restauração e parque de merendas. Um lugar a visitar, recomendado pelo AuToCaRaVaNiStA, a poucos kilometros de Fátima e da A.S. da Batalha.
Breves Notas:

A Pia do Urso é um espaço que foi reaproveitado, construindo-se um parque temático / sensorial (adaptado a invisuais), acompanhado de um circuito pedestre. Além da paisagem atractiva e da calma envolvente, o parque é composto por diversas estações interactivas e lúdicas.

Assim, consitui um óptimo local para se passar uma tarde, um dia ou mesmo residir por lá durante uns tempos, pois será possível alugar casas antigas que, também, foram reconstruidas. Ao longo do percurso podem observar-se diversas formações geológicas - as chamadas "pias" - onde, antigamente, os ursos bebiam água; daí a origem do nome deste local: Pia do Urso.
Fonte: http://piadourso.com.sapo.pt

Portal AuToCaRaVaNiStA:
www.autocaravanista.pt.vu - wwww. grupoautocaravanista.webs.com
Copyright AuToCaRaVaNiStA - by jbmendes

PIA DO URSO - BATALHA


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


A Pia do Urso é uma aldeia tradicional construida com materiais naturais como o xisto e o granito. Um local recatado e de enorme beleza. A Pia do Urso surge totalmente renovado e com excelentes condições de habitabilidade para um Turismo Rural de luxo. Parque temático, está igualmente servido de restauração e parque de merendas. Um lugar a visitar, recomendado pelo AuToCaRaVaNiStA, a poucos kilometros de Fátima e da A.S. da Batalha.

Breves Notas:


A Pia do Urso é um espaço que foi reaproveitado, construindo-se um parque temático / sensorial (adaptado a invisuais), acompanhado de um circuito pedestre. Além da paisagem atractiva e da calma envolvente, o parque é composto por diversas estações interactivas e lúdicas.

Assim, consitui um óptimo local para se passar uma tarde, um dia ou mesmo residir por lá durante uns tempos, pois será possível alugar casas antigas que, também, foram reconstruidas. Ao longo do percurso podem observar-se diversas formações geológicas - as chamadas "pias" - onde, antigamente, os ursos bebiam água; daí a origem do nome deste local: Pia do Urso.

Fonte: http://piadourso.com.sapo.pt

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Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


A Pia do Urso é uma aldeia tradicional construida com materiais naturais como o xisto e o granito. Um local recatado e de enorme beleza. A Pia do Urso surge totalmente renovado e com excelentes condições de habitabilidade para um Turismo Rural de luxo. Parque temático, está igualmente servido de restauração e parque de merendas. Um lugar a visitar, recomendado pelo AuToCaRaVaNiStA, a poucos kilometros de Fátima e da A.S. da Batalha.

Breves Notas:


A Pia do Urso é um espaço que foi reaproveitado, construindo-se um parque temático / sensorial (adaptado a invisuais), acompanhado de um circuito pedestre. Além da paisagem atractiva e da calma envolvente, o parque é composto por diversas estações interactivas e lúdicas.

Assim, consitui um óptimo local para se passar uma tarde, um dia ou mesmo residir por lá durante uns tempos, pois será possível alugar casas antigas que, também, foram reconstruidas. Ao longo do percurso podem observar-se diversas formações geológicas - as chamadas "pias" - onde, antigamente, os ursos bebiam água; daí a origem do nome deste local: Pia do Urso.

Fonte: http://piadourso.com.sapo.pt

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BATALHA - PIA DO URSO



Nota AuToCaRaVaNiStA:


Local recatado e de enorme beleza, Pia do Urso surge totalmente renovado e com excelentes condições de habitabilidade para um Turismo Rural de luxo. Parque temático, está igualmente servido de restauração e parque de merendas. Um lugar a visitar, recomendado pelo AuToCaRaVaNiStA a poucos kilometros de Fátima e da A.S. da Batalha.


A Pia do Urso é um espaço que foi reaproveitado, construindo-se um parque temático / sensorial (adaptado a invisuais), acompanhado de um circuito pedestre.

Além da paisagem atractiva e da calma envolvente, o parque é composto por diversas estações interactivas e lúdicas. Assim, consitui um óptimo local para se passar uma tarde, um dia ou mesmo residir por lá durante uns tempos, pois será possível alugar casas antigas que, também, foram reconstruidas.

Ao longo do percurso podem observar-se diversas formações geológicas - as chamadas "pias" - onde, antigamente, os ursos bebiam água; daí a origem do nome deste local: Pia do Urso.


Fonte: http://piadourso.com.sapo.pt


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Nota AuToCaRaVaNiStA:


Local recatado e de enorme beleza, Pia do Urso surge totalmente renovado e com excelentes condições de habitabilidade para um Turismo Rural de luxo. Parque temático, está igualmente servido de restauração e parque de merendas. Um lugar a visitar, recomendado pelo AuToCaRaVaNiStA a poucos kilometros de Fátima e da A.S. da Batalha.


A Pia do Urso é um espaço que foi reaproveitado, construindo-se um parque temático / sensorial (adaptado a invisuais), acompanhado de um circuito pedestre.

Além da paisagem atractiva e da calma envolvente, o parque é composto por diversas estações interactivas e lúdicas. Assim, consitui um óptimo local para se passar uma tarde, um dia ou mesmo residir por lá durante uns tempos, pois será possível alugar casas antigas que, também, foram reconstruidas.

Ao longo do percurso podem observar-se diversas formações geológicas - as chamadas "pias" - onde, antigamente, os ursos bebiam água; daí a origem do nome deste local: Pia do Urso.


Fonte: http://piadourso.com.sapo.pt


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Local recatado e de enorme beleza, Pia do Urso surge totalmente renovado e com excelentes condições de habitabilidade para um Turismo Rural de luxo. Parque temático, está igualmente servido de restauração e parque de merendas. Um lugar a visitar, recomendado pelo AuToCaRaVaNiStA a poucos kilometros de Fátima e da A.S. da Batalha.


A Pia do Urso é um espaço que foi reaproveitado, construindo-se um parque temático / sensorial (adaptado a invisuais), acompanhado de um circuito pedestre.

Além da paisagem atractiva e da calma envolvente, o parque é composto por diversas estações interactivas e lúdicas. Assim, consitui um óptimo local para se passar uma tarde, um dia ou mesmo residir por lá durante uns tempos, pois será possível alugar casas antigas que, também, foram reconstruidas.

Ao longo do percurso podem observar-se diversas formações geológicas - as chamadas "pias" - onde, antigamente, os ursos bebiam água; daí a origem do nome deste local: Pia do Urso.


Fonte: http://piadourso.com.sapo.pt


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Local recatado e de enorme beleza, Pia do Urso surge totalmente renovado e com excelentes condições de habitabilidade para um Turismo Rural de luxo. Parque temático, está igualmente servido de restauração e parque de merendas. Um lugar a visitar, recomendado pelo AuToCaRaVaNiStA a poucos kilometros de Fátima e da A.S. da Batalha.


A Pia do Urso é um espaço que foi reaproveitado, construindo-se um parque temático / sensorial (adaptado a invisuais), acompanhado de um circuito pedestre.

Além da paisagem atractiva e da calma envolvente, o parque é composto por diversas estações interactivas e lúdicas. Assim, consitui um óptimo local para se passar uma tarde, um dia ou mesmo residir por lá durante uns tempos, pois será possível alugar casas antigas que, também, foram reconstruidas.

Ao longo do percurso podem observar-se diversas formações geológicas - as chamadas "pias" - onde, antigamente, os ursos bebiam água; daí a origem do nome deste local: Pia do Urso.


Fonte: http://piadourso.com.sapo.pt


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BATALHA - PIA DO URSO



Nota AuToCaRaVaNiStA:


Local recatado e de enorme beleza, Pia do Urso surge totalmente renovado e com excelentes condições de habitabilidade para um Turismo Rural de luxo. Parque temático, está igualmente servido de restauração e parque de merendas. Um lugar a visitar, recomendado pelo AuToCaRaVaNiStA a poucos kilometros de Fátima e da A.S. da Batalha.


A Pia do Urso é um espaço que foi reaproveitado, construindo-se um parque temático / sensorial (adaptado a invisuais), acompanhado de um circuito pedestre.

Além da paisagem atractiva e da calma envolvente, o parque é composto por diversas estações interactivas e lúdicas. Assim, consitui um óptimo local para se passar uma tarde, um dia ou mesmo residir por lá durante uns tempos, pois será possível alugar casas antigas que, também, foram reconstruidas.

Ao longo do percurso podem observar-se diversas formações geológicas - as chamadas "pias" - onde, antigamente, os ursos bebiam água; daí a origem do nome deste local: Pia do Urso.


Fonte: http://piadourso.com.sapo.pt


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Nota AuToCaRaVaNiStA:


Local recatado e de enorme beleza, Pia do Urso surge totalmente renovado e com excelentes condições de habitabilidade para um Turismo Rural de luxo. Parque temático, está igualmente servido de restauração e parque de merendas. Um lugar a visitar, recomendado pelo AuToCaRaVaNiStA a poucos kilometros de Fátima e da A.S. da Batalha.


A Pia do Urso é um espaço que foi reaproveitado, construindo-se um parque temático / sensorial (adaptado a invisuais), acompanhado de um circuito pedestre.

Além da paisagem atractiva e da calma envolvente, o parque é composto por diversas estações interactivas e lúdicas. Assim, consitui um óptimo local para se passar uma tarde, um dia ou mesmo residir por lá durante uns tempos, pois será possível alugar casas antigas que, também, foram reconstruidas.

Ao longo do percurso podem observar-se diversas formações geológicas - as chamadas "pias" - onde, antigamente, os ursos bebiam água; daí a origem do nome deste local: Pia do Urso.


Fonte: http://piadourso.com.sapo.pt


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BUDHA EDEN - BOMBARRAL


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:
O Buddha Eden Garden, é um lugar mágico, onde se dá a conhecer a arte Oriental seja com materiais tradicionais como os trabalhos em terracota dos quais são feitos os inúmeros soldados enfileirados, sejam as esculturas em pedras nobres ou mesmo madeira. Espaço paradisíaco, simplesmente imperdível já que é um espaço único. Penso que é um local já conhecido pela maioria dos Autocaravanistas Portugueses, no entanto para quem não conhece, nomeadamente os Estrangeiros que nos visitam, o Portal AuToCaRaVaNiStA recomenda.


Apontamento sobre o local:
O Buddha Eden Garden é um espaço com cerca de 35 hectares, idealizado e concebido pelo Comendador José Berardo, em resposta à destruição dos Budas Gigantes de Bamyan, naquele que foi, um dos maiores actos de barbárie cultural, apagando da memória obras primas, do período tardio da Arte de Gandhara. Em 2001, profundamente chocado com a atitude do Governo Talibã, que destruiu, intencionalmente, monumentos únicos do Património da Humanidade, o Comendador Berardo deu início, a mais um, dos seus sonhos, a construção deste extenso jardim oriental. Prestando, de certo modo, homenagem aos colossais Budas esculpidos na rocha do vale de Bamyan, no centro do Afeganistão, e que durante séculos foram referências culturais e espirituais.

Pretende-se, que o Buddha Eden Garden seja um lugar reconciliação. Sem nenhuma tendência religiosa, abrimos as portas, a todas as pessoas, independentemente, da religião, etnia, nacionalidade, sexo, idade, condição cultural ou social, convidando à união, comunicação e meditação, como forma de redescobrir a felicidade. Ambicionamos, assim, percorrer o caminho contrário à destruição do ser humano e disseminar a cultura da paz.

Esta é uma instituição cultural sem fins lucrativos e ao serviço da comunidade nacional e internacional, que tem como missão sensibilizar o visitante para o conhecimento interior, através do seu jardim em diálogo com um vasto património escultórico, vocacionado para a meditação e promoção da interacção social e cultural, conforme os princípios da solidariedade e da dignidade humana. Sendo o Buddha Eden Garden um espaço de livre acesso, solicitamos uma doação, dentro das suas possibilidades, para nos ajudar a manter este sítio de tranquilidade e para, que possamos continuar a facultar entradas gratuitas a todos aqueles, que nos procuram aspirando a paz, força e luz.
Fonte: http://www.buddhaeden.com/about.html
Portal AuToCaRaVaNiStA:
www.autocaravanista.pt.vu - www.grupoautocaravanista.webs.com
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BUDHA EDEN - BOMBARRAL


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


Simplesmente imperdível já que é um espaço único.

O Buddha Eden Garden é um espaço com cerca de 35 hectares, idealizado e concebido pelo Comendador José Berardo, em resposta à destruição dos Budas Gigantes de Bamyan, naquele que foi, um dos maiores actos de barbárie cultural, apagando da memória obras primas, do período tardio da Arte de Gandhara. Em 2001, profundamente chocado com a atitude do Governo Talibã, que destruiu, intencionalmente, monumentos únicos do Património da Humanidade, o Comendador Berardo deu início, a mais um, dos seus sonhos, a construção deste extenso jardim oriental. Prestando, de certo modo, homenagem aos colossais Budas esculpidos na rocha do vale de Bamyan, no centro do Afeganistão, e que durante séculos foram referências culturais e espirituais.


Pretende-se, que o Buddha Eden Garden seja um lugar reconciliação. Sem nenhuma tendência religiosa, abrimos as portas, a todas as pessoas, independentemente, da religião, etnia, nacionalidade, sexo, idade, condição cultural ou social, convidando à união, comunicação e meditação, como forma de redescobrir a felicidade. Ambicionamos, assim, percorrer o caminho contrário à destruição do ser humano e disseminar a cultura da paz.

Esta é uma instituição cultural sem fins lucrativos e ao serviço da comunidade nacional e internacional, que tem como missão sensibilizar o visitante para o conhecimento interior, através do seu jardim em diálogo com um vasto património escultórico, vocacionado para a meditação e promoção da interacção social e cultural, conforme os princípios da solidariedade e da dignidade humana. Sendo o Buddha Eden Garden um espaço de livre acesso, solicitamos uma doação, dentro das suas possibilidades, para nos ajudar a manter este sítio de tranquilidade e para, que possamos continuar a facultar entradas gratuitas a todos aqueles, que nos procuram aspirando a paz, força e luz.

Fonte: http://www.buddhaeden.com/about.html

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BUDHA EDEN - BOMBARRAL


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


Simplesmente imperdível já que é um espaço único.

O Buddha Eden Garden é um espaço com cerca de 35 hectares, idealizado e concebido pelo Comendador José Berardo, em resposta à destruição dos Budas Gigantes de Bamyan, naquele que foi, um dos maiores actos de barbárie cultural, apagando da memória obras primas, do período tardio da Arte de Gandhara. Em 2001, profundamente chocado com a atitude do Governo Talibã, que destruiu, intencionalmente, monumentos únicos do Património da Humanidade, o Comendador Berardo deu início, a mais um, dos seus sonhos, a construção deste extenso jardim oriental. Prestando, de certo modo, homenagem aos colossais Budas esculpidos na rocha do vale de Bamyan, no centro do Afeganistão, e que durante séculos foram referências culturais e espirituais.


Pretende-se, que o Buddha Eden Garden seja um lugar reconciliação. Sem nenhuma tendência religiosa, abrimos as portas, a todas as pessoas, independentemente, da religião, etnia, nacionalidade, sexo, idade, condição cultural ou social, convidando à união, comunicação e meditação, como forma de redescobrir a felicidade. Ambicionamos, assim, percorrer o caminho contrário à destruição do ser humano e disseminar a cultura da paz.

Esta é uma instituição cultural sem fins lucrativos e ao serviço da comunidade nacional e internacional, que tem como missão sensibilizar o visitante para o conhecimento interior, através do seu jardim em diálogo com um vasto património escultórico, vocacionado para a meditação e promoção da interacção social e cultural, conforme os princípios da solidariedade e da dignidade humana. Sendo o Buddha Eden Garden um espaço de livre acesso, solicitamos uma doação, dentro das suas possibilidades, para nos ajudar a manter este sítio de tranquilidade e para, que possamos continuar a facultar entradas gratuitas a todos aqueles, que nos procuram aspirando a paz, força e luz.

Fonte: http://www.buddhaeden.com/about.html

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Simplesmente imperdível já que é um espaço único.


O Buddha Eden Garden é um espaço com cerca de 35 hectares, idealizado e concebido pelo Comendador José Berardo, em resposta à destruição dos Budas Gigantes de Bamyan, naquele que foi, um dos maiores actos de barbárie cultural, apagando da memória obras primas, do período tardio da Arte de Gandhara.

Em 2001, profundamente chocado com a atitude do Governo Talibã, que destruiu, intencionalmente, monumentos únicos do Património da Humanidade, o Comendador Berardo deu início, a mais um, dos seus sonhos, a construção deste extenso jardim oriental. Prestando, de certo modo, homenagem aos colossais Budas esculpidos na rocha do vale de Bamyan, no centro do Afeganistão, e que durante séculos foram referências culturais e espirituais.

Pretende-se, que o Buddha Eden Garden seja um lugar reconciliação. Sem nenhuma tendência religiosa, abrimos as portas, a todas as pessoas, independentemente, da religião, etnia, nacionalidade, sexo, idade, condição cultural ou social, convidando à união, comunicação e meditação, como forma de redescobrir a felicidade. Ambicionamos, assim, percorrer o caminho contrário à destruição do ser humano e disseminar a cultura da paz.

Esta é uma instituição cultural sem fins lucrativos e ao serviço da comunidade nacional e internacional, que tem como missão sensibilizar o visitante para o conhecimento interior, através do seu jardim em diálogo com um vasto património escultórico, vocacionado para a meditação e promoção da interacção social e cultural, conforme os princípios da solidariedade e da dignidade humana. Sendo o Buddha Eden Garden um espaço de livre acesso, solicitamos uma doação, dentro das suas possibilidades, para nos ajudar a manter este sítio de tranquilidade e para, que possamos continuar a facultar entradas gratuitas a todos aqueles, que nos procuram aspirando a paz, força e luz.


Fonte: http://www.buddhaeden.com/about.html


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Simplesmente imperdível já que é um espaço único.


O Buddha Eden Garden é um espaço com cerca de 35 hectares, idealizado e concebido pelo Comendador José Berardo, em resposta à destruição dos Budas Gigantes de Bamyan, naquele que foi, um dos maiores actos de barbárie cultural, apagando da memória obras primas, do período tardio da Arte de Gandhara.

Em 2001, profundamente chocado com a atitude do Governo Talibã, que destruiu, intencionalmente, monumentos únicos do Património da Humanidade, o Comendador Berardo deu início, a mais um, dos seus sonhos, a construção deste extenso jardim oriental. Prestando, de certo modo, homenagem aos colossais Budas esculpidos na rocha do vale de Bamyan, no centro do Afeganistão, e que durante séculos foram referências culturais e espirituais.

Pretende-se, que o Buddha Eden Garden seja um lugar reconciliação. Sem nenhuma tendência religiosa, abrimos as portas, a todas as pessoas, independentemente, da religião, etnia, nacionalidade, sexo, idade, condição cultural ou social, convidando à união, comunicação e meditação, como forma de redescobrir a felicidade. Ambicionamos, assim, percorrer o caminho contrário à destruição do ser humano e disseminar a cultura da paz.

Esta é uma instituição cultural sem fins lucrativos e ao serviço da comunidade nacional e internacional, que tem como missão sensibilizar o visitante para o conhecimento interior, através do seu jardim em diálogo com um vasto património escultórico, vocacionado para a meditação e promoção da interacção social e cultural, conforme os princípios da solidariedade e da dignidade humana. Sendo o Buddha Eden Garden um espaço de livre acesso, solicitamos uma doação, dentro das suas possibilidades, para nos ajudar a manter este sítio de tranquilidade e para, que possamos continuar a facultar entradas gratuitas a todos aqueles, que nos procuram aspirando a paz, força e luz.


Fonte: http://www.buddhaeden.com/about.html


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Simplesmente imperdível já que é um espaço único.


O Buddha Eden Garden é um espaço com cerca de 35 hectares, idealizado e concebido pelo Comendador José Berardo, em resposta à destruição dos Budas Gigantes de Bamyan, naquele que foi, um dos maiores actos de barbárie cultural, apagando da memória obras primas, do período tardio da Arte de Gandhara.

Em 2001, profundamente chocado com a atitude do Governo Talibã, que destruiu, intencionalmente, monumentos únicos do Património da Humanidade, o Comendador Berardo deu início, a mais um, dos seus sonhos, a construção deste extenso jardim oriental. Prestando, de certo modo, homenagem aos colossais Budas esculpidos na rocha do vale de Bamyan, no centro do Afeganistão, e que durante séculos foram referências culturais e espirituais.

Pretende-se, que o Buddha Eden Garden seja um lugar reconciliação. Sem nenhuma tendência religiosa, abrimos as portas, a todas as pessoas, independentemente, da religião, etnia, nacionalidade, sexo, idade, condição cultural ou social, convidando à união, comunicação e meditação, como forma de redescobrir a felicidade. Ambicionamos, assim, percorrer o caminho contrário à destruição do ser humano e disseminar a cultura da paz.

Esta é uma instituição cultural sem fins lucrativos e ao serviço da comunidade nacional e internacional, que tem como missão sensibilizar o visitante para o conhecimento interior, através do seu jardim em diálogo com um vasto património escultórico, vocacionado para a meditação e promoção da interacção social e cultural, conforme os princípios da solidariedade e da dignidade humana. Sendo o Buddha Eden Garden um espaço de livre acesso, solicitamos uma doação, dentro das suas possibilidades, para nos ajudar a manter este sítio de tranquilidade e para, que possamos continuar a facultar entradas gratuitas a todos aqueles, que nos procuram aspirando a paz, força e luz.


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O Buddha Eden Garden é um espaço com cerca de 35 hectares, idealizado e concebido pelo Comendador José Berardo, em resposta à destruição dos Budas Gigantes de Bamyan, naquele que foi, um dos maiores actos de barbárie cultural, apagando da memória obras primas, do período tardio da Arte de Gandhara.

Em 2001, profundamente chocado com a atitude do Governo Talibã, que destruiu, intencionalmente, monumentos únicos do Património da Humanidade, o Comendador Berardo deu início, a mais um, dos seus sonhos, a construção deste extenso jardim oriental. Prestando, de certo modo, homenagem aos colossais Budas esculpidos na rocha do vale de Bamyan, no centro do Afeganistão, e que durante séculos foram referências culturais e espirituais.

Pretende-se, que o Buddha Eden Garden seja um lugar reconciliação. Sem nenhuma tendência religiosa, abrimos as portas, a todas as pessoas, independentemente, da religião, etnia, nacionalidade, sexo, idade, condição cultural ou social, convidando à união, comunicação e meditação, como forma de redescobrir a felicidade. Ambicionamos, assim, percorrer o caminho contrário à destruição do ser humano e disseminar a cultura da paz.

Esta é uma instituição cultural sem fins lucrativos e ao serviço da comunidade nacional e internacional, que tem como missão sensibilizar o visitante para o conhecimento interior, através do seu jardim em diálogo com um vasto património escultórico, vocacionado para a meditação e promoção da interacção social e cultural, conforme os princípios da solidariedade e da dignidade humana. Sendo o Buddha Eden Garden um espaço de livre acesso, solicitamos uma doação, dentro das suas possibilidades, para nos ajudar a manter este sítio de tranquilidade e para, que possamos continuar a facultar entradas gratuitas a todos aqueles, que nos procuram aspirando a paz, força e luz.


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O Buddha Eden Garden é um espaço com cerca de 35 hectares, idealizado e concebido pelo Comendador José Berardo, em resposta à destruição dos Budas Gigantes de Bamyan, naquele que foi, um dos maiores actos de barbárie cultural, apagando da memória obras primas, do período tardio da Arte de Gandhara.

Em 2001, profundamente chocado com a atitude do Governo Talibã, que destruiu, intencionalmente, monumentos únicos do Património da Humanidade, o Comendador Berardo deu início, a mais um, dos seus sonhos, a construção deste extenso jardim oriental. Prestando, de certo modo, homenagem aos colossais Budas esculpidos na rocha do vale de Bamyan, no centro do Afeganistão, e que durante séculos foram referências culturais e espirituais.

Pretende-se, que o Buddha Eden Garden seja um lugar reconciliação. Sem nenhuma tendência religiosa, abrimos as portas, a todas as pessoas, independentemente, da religião, etnia, nacionalidade, sexo, idade, condição cultural ou social, convidando à união, comunicação e meditação, como forma de redescobrir a felicidade. Ambicionamos, assim, percorrer o caminho contrário à destruição do ser humano e disseminar a cultura da paz.

Esta é uma instituição cultural sem fins lucrativos e ao serviço da comunidade nacional e internacional, que tem como missão sensibilizar o visitante para o conhecimento interior, através do seu jardim em diálogo com um vasto património escultórico, vocacionado para a meditação e promoção da interacção social e cultural, conforme os princípios da solidariedade e da dignidade humana. Sendo o Buddha Eden Garden um espaço de livre acesso, solicitamos uma doação, dentro das suas possibilidades, para nos ajudar a manter este sítio de tranquilidade e para, que possamos continuar a facultar entradas gratuitas a todos aqueles, que nos procuram aspirando a paz, força e luz.


Fonte: http://www.buddhaeden.com/about.html


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Simplesmente imperdível já que é um espaço único.


O Buddha Eden Garden é um espaço com cerca de 35 hectares, idealizado e concebido pelo Comendador José Berardo, em resposta à destruição dos Budas Gigantes de Bamyan, naquele que foi, um dos maiores actos de barbárie cultural, apagando da memória obras primas, do período tardio da Arte de Gandhara.

Em 2001, profundamente chocado com a atitude do Governo Talibã, que destruiu, intencionalmente, monumentos únicos do Património da Humanidade, o Comendador Berardo deu início, a mais um, dos seus sonhos, a construção deste extenso jardim oriental. Prestando, de certo modo, homenagem aos colossais Budas esculpidos na rocha do vale de Bamyan, no centro do Afeganistão, e que durante séculos foram referências culturais e espirituais.

Pretende-se, que o Buddha Eden Garden seja um lugar reconciliação. Sem nenhuma tendência religiosa, abrimos as portas, a todas as pessoas, independentemente, da religião, etnia, nacionalidade, sexo, idade, condição cultural ou social, convidando à união, comunicação e meditação, como forma de redescobrir a felicidade. Ambicionamos, assim, percorrer o caminho contrário à destruição do ser humano e disseminar a cultura da paz.

Esta é uma instituição cultural sem fins lucrativos e ao serviço da comunidade nacional e internacional, que tem como missão sensibilizar o visitante para o conhecimento interior, através do seu jardim em diálogo com um vasto património escultórico, vocacionado para a meditação e promoção da interacção social e cultural, conforme os princípios da solidariedade e da dignidade humana. Sendo o Buddha Eden Garden um espaço de livre acesso, solicitamos uma doação, dentro das suas possibilidades, para nos ajudar a manter este sítio de tranquilidade e para, que possamos continuar a facultar entradas gratuitas a todos aqueles, que nos procuram aspirando a paz, força e luz.


Fonte: http://www.buddhaeden.com/about.html


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S. MARTINHO DO PORTO - ALCOBAÇA

Apontamento AuToCaRaVaNiStA:
Sobre S. Martinho do Porto, apenas digo que é um excelente local para fazer praia e desportos Nauticos.
Breve Nota sobre S. Martinho do Porto:
A vila de S. Martinho do Porto, sede de Freguesia do Concelho de Alcobaça é a mais famosa e importante estância balnear do concelho. A sua lindíssima baía, de características únicas no país e na Europa em forma de concha perfeita, conferem-lhe propriedades únicas para utilização balnear e prática de desportos náuticos.
A baía, situada a 19 quilómetros de Alcobaça e a cerca de 100Km de Lisboa, é o último vestígio do antigo golfo que se estendia até Alfeizerão até ao século XVI. Com os seus 3 quilómetros de areal, esta bacia marítima de forma elíptica e águas calmas possui também uma barra com 250 metros de abertura, entre os Morros de Santana a sul e do Farol a norte. A vila de S. Martinho do Porto desenvolve-se em anfiteatro desde a Capela de Sto. António até ao Cais e à praia, seguindo pela Avenida marginal até às dunas de Salir. Pelas suas características, a baía de São Martinho do Porto foi um dos principais portos do País até finais do século passado, vindo a perder gradualmente a sua importância com o aparecimento dos navios a vapor. Nos dias de hoje trata-se de um importante porto de recreio e centro de recolha de algas submarinas. Em toda a zona é ainda possível observar espécies de aves pouco comuns como andorinhão real, melro azul, peneireiro, rabirruivo, várias espécies de gaivotas, corvos, entre outras.
LOCALIZAÇÃO
A vila São Martinho do Porto está localizada a 19Km da sede de concelho, Alcobaça e a cerca de 100Km da capital, Lisboa. O principal acesso vindo de norte ou sul é a auto-estrada A8, que na zona de Alfeizerão possui uma saída com a indicação de S. M. do Porto. O Acesso pode também ser efectuado através da estrada EN8 e a partir de Alfeizerão através da EN242. Fonte: www.cm-alcobaca.pt
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S. MARTINHO DO PORTO - ALCOBAÇA

Apontamento AuToCaRaVaNiStA:
Sobre S. Martinho do Porto, apenas digo que é um excelente local para fazer praia e desportos Nauticos.
Breve Nota sobre S. Martinho do Porto:
A vila de S. Martinho do Porto, sede de Freguesia do Concelho de Alcobaça é a mais famosa e importante estância balnear do concelho. A sua lindíssima baía, de características únicas no país e na Europa em forma de concha perfeita, conferem-lhe propriedades únicas para utilização balnear e prática de desportos náuticos.
A baía, situada a 19 quilómetros de Alcobaça e a cerca de 100Km de Lisboa, é o último vestígio do antigo golfo que se estendia até Alfeizerão até ao século XVI. Com os seus 3 quilómetros de areal, esta bacia marítima de forma elíptica e águas calmas possui também uma barra com 250 metros de abertura, entre os Morros de Santana a sul e do Farol a norte. A vila de S. Martinho do Porto desenvolve-se em anfiteatro desde a Capela de Sto. António até ao Cais e à praia, seguindo pela Avenida marginal até às dunas de Salir. Pelas suas características, a baía de São Martinho do Porto foi um dos principais portos do País até finais do século passado, vindo a perder gradualmente a sua importância com o aparecimento dos navios a vapor. Nos dias de hoje trata-se de um importante porto de recreio e centro de recolha de algas submarinas. Em toda a zona é ainda possível observar espécies de aves pouco comuns como andorinhão real, melro azul, peneireiro, rabirruivo, várias espécies de gaivotas, corvos, entre outras.
LOCALIZAÇÃO
A vila São Martinho do Porto está localizada a 19Km da sede de concelho, Alcobaça e a cerca de 100Km da capital, Lisboa. O principal acesso vindo de norte ou sul é a auto-estrada A8, que na zona de Alfeizerão possui uma saída com a indicação de S. M. do Porto. O Acesso pode também ser efectuado através da estrada EN8 e a partir de Alfeizerão através da EN242. Fonte: www.cm-alcobaca.pt
COPYRIGHT AuToCaRaVaNiStA
by jbmendes

S. MARTINHO DO PORTO

Nota AuToCaRaVaNiStA:
Sobre S. Martinho do Porto, apenas digo que é um excelente local para fazer praia e desportos Nauticos.
Breve Nota sobre S. Martinho do Porto:
A vila de S. Martinho do Porto, sede de Freguesia do Concelho de Alcobaça é a mais famosa e importante estância balnear do concelho. A sua lindíssima baía, de características únicas no país e na Europa em forma de concha perfeita, conferem-lhe propriedades únicas para utilização balnear e prática de desportos náuticos.
A baía, situada a 19 quilómetros de Alcobaça e a cerca de 100Km de Lisboa, é o último vestígio do antigo golfo que se estendia até Alfeizerão até ao século XVI. Com os seus 3 quilómetros de areal, esta bacia marítima de forma elíptica e águas calmas possui também uma barra com 250 metros de abertura, entre os Morros de Santana a sul e do Farol a norte. A vila de S. Martinho do Porto desenvolve-se em anfiteatro desde a Capela de Sto. António até ao Cais e à praia, seguindo pela Avenida marginal até às dunas de Salir. Pelas suas características, a baía de São Martinho do Porto foi um dos principais portos do País até finais do século passado, vindo a perder gradualmente a sua importância com o aparecimento dos navios a vapor. Nos dias de hoje trata-se de um importante porto de recreio e centro de recolha de algas submarinas. Em toda a zona é ainda possível observar espécies de aves pouco comuns como andorinhão real, melro azul, peneireiro, rabirruivo, várias espécies de gaivotas, corvos, entre outras.
LOCALIZAÇÃO
A vila São Martinho do Porto está localizada a 19Km da sede de concelho, Alcobaça e a cerca de 100Km da capital, Lisboa. O principal acesso vindo de norte ou sul é a auto-estrada A8, que na zona de Alfeizerão possui uma saída com a indicação de S. M. do Porto. O Acesso pode também ser efectuado através da estrada EN8 e a partir de Alfeizerão através da EN242. Fonte: www.cm-alcobaca.pt
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S. MARTINHO DO PORTO

Nota AuToCaRaVaNiStA:
Sobre S. Martinho do Porto, apenas digo que é um excelente local para fazer praia e desportos Nauticos.
Breve Nota sobre S. Martinho do Porto:
A vila de S. Martinho do Porto, sede de Freguesia do Concelho de Alcobaça é a mais famosa e importante estância balnear do concelho. A sua lindíssima baía, de características únicas no país e na Europa em forma de concha perfeita, conferem-lhe propriedades únicas para utilização balnear e prática de desportos náuticos.
A baía, situada a 19 quilómetros de Alcobaça e a cerca de 100Km de Lisboa, é o último vestígio do antigo golfo que se estendia até Alfeizerão até ao século XVI. Com os seus 3 quilómetros de areal, esta bacia marítima de forma elíptica e águas calmas possui também uma barra com 250 metros de abertura, entre os Morros de Santana a sul e do Farol a norte. A vila de S. Martinho do Porto desenvolve-se em anfiteatro desde a Capela de Sto. António até ao Cais e à praia, seguindo pela Avenida marginal até às dunas de Salir. Pelas suas características, a baía de São Martinho do Porto foi um dos principais portos do País até finais do século passado, vindo a perder gradualmente a sua importância com o aparecimento dos navios a vapor. Nos dias de hoje trata-se de um importante porto de recreio e centro de recolha de algas submarinas. Em toda a zona é ainda possível observar espécies de aves pouco comuns como andorinhão real, melro azul, peneireiro, rabirruivo, várias espécies de gaivotas, corvos, entre outras.
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S. MARTINHO DO PORTO 2


Nota AuToCaRaVaNiStA:


Sobre S. Martinho do Porto, apenas digo que é um excelente local para fazer praia e desportos Nauticos.


Breve Nota sobre S. Martinho do Porto:


A vila de S. Martinho do Porto, sede de Freguesia do Concelho de Alcobaça é a mais famosa e importante estância balnear do concelho. A sua lindíssima baía, de características únicas no país e na Europa em forma de concha perfeita, conferem-lhe propriedades únicas para utilização balnear e prática de desportos náuticos.



A baía, situada a 19 quilómetros de Alcobaça e a cerca de 100Km de Lisboa, é o último vestígio do antigo golfo que se estendia até Alfeizerão até ao século XVI.
Com os seus 3 quilómetros de areal, esta bacia marítima de forma elíptica e águas calmas possui também uma barra com 250 metros de abertura, entre os Morros de Santana a sul e do Farol a norte.

A vila de S. Martinho do Porto desenvolve-se em anfiteatro desde a Capela de Sto. António até ao Cais e à praia, seguindo pela Avenida marginal até às dunas de Salir.

Pelas suas características, a baía de São Martinho do Porto foi um dos principais portos do País até finais do século passado, vindo a perder gradualmente a sua importância com o aparecimento dos navios a vapor. Nos dias de hoje trata-se de um importante porto de recreio e centro de recolha de algas submarinas.

Em toda a zona é ainda possível observar espécies de aves pouco comuns como andorinhão real, melro azul, peneireiro, rabirruivo, várias espécies de gaivotas, corvos, entre outras.


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A vila de S. Martinho do Porto, sede de Freguesia do Concelho de Alcobaça é a mais famosa e importante estância balnear do concelho. A sua lindíssima baía, de características únicas no país e na Europa em forma de concha perfeita, conferem-lhe propriedades únicas para utilização balnear e prática de desportos náuticos.



A baía, situada a 19 quilómetros de Alcobaça e a cerca de 100Km de Lisboa, é o último vestígio do antigo golfo que se estendia até Alfeizerão até ao século XVI.
Com os seus 3 quilómetros de areal, esta bacia marítima de forma elíptica e águas calmas possui também uma barra com 250 metros de abertura, entre os Morros de Santana a sul e do Farol a norte.

A vila de S. Martinho do Porto desenvolve-se em anfiteatro desde a Capela de Sto. António até ao Cais e à praia, seguindo pela Avenida marginal até às dunas de Salir.

Pelas suas características, a baía de São Martinho do Porto foi um dos principais portos do País até finais do século passado, vindo a perder gradualmente a sua importância com o aparecimento dos navios a vapor. Nos dias de hoje trata-se de um importante porto de recreio e centro de recolha de algas submarinas.

Em toda a zona é ainda possível observar espécies de aves pouco comuns como andorinhão real, melro azul, peneireiro, rabirruivo, várias espécies de gaivotas, corvos, entre outras.


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A vila São Martinho do Porto está localizada a 19Km da sede de concelho, Alcobaça e a cerca de 100Km da capital, Lisboa.


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Breve Nota sobre S. Martinho do Porto:


A vila de S. Martinho do Porto, sede de Freguesia do Concelho de Alcobaça é a mais famosa e importante estância balnear do concelho. A sua lindíssima baía, de características únicas no país e na Europa em forma de concha perfeita, conferem-lhe propriedades únicas para utilização balnear e prática de desportos náuticos.



A baía, situada a 19 quilómetros de Alcobaça e a cerca de 100Km de Lisboa, é o último vestígio do antigo golfo que se estendia até Alfeizerão até ao século XVI.
Com os seus 3 quilómetros de areal, esta bacia marítima de forma elíptica e águas calmas possui também uma barra com 250 metros de abertura, entre os Morros de Santana a sul e do Farol a norte.

A vila de S. Martinho do Porto desenvolve-se em anfiteatro desde a Capela de Sto. António até ao Cais e à praia, seguindo pela Avenida marginal até às dunas de Salir.

Pelas suas características, a baía de São Martinho do Porto foi um dos principais portos do País até finais do século passado, vindo a perder gradualmente a sua importância com o aparecimento dos navios a vapor. Nos dias de hoje trata-se de um importante porto de recreio e centro de recolha de algas submarinas.

Em toda a zona é ainda possível observar espécies de aves pouco comuns como andorinhão real, melro azul, peneireiro, rabirruivo, várias espécies de gaivotas, corvos, entre outras.


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A baía, situada a 19 quilómetros de Alcobaça e a cerca de 100Km de Lisboa, é o último vestígio do antigo golfo que se estendia até Alfeizerão até ao século XVI.
Com os seus 3 quilómetros de areal, esta bacia marítima de forma elíptica e águas calmas possui também uma barra com 250 metros de abertura, entre os Morros de Santana a sul e do Farol a norte.

A vila de S. Martinho do Porto desenvolve-se em anfiteatro desde a Capela de Sto. António até ao Cais e à praia, seguindo pela Avenida marginal até às dunas de Salir.

Pelas suas características, a baía de São Martinho do Porto foi um dos principais portos do País até finais do século passado, vindo a perder gradualmente a sua importância com o aparecimento dos navios a vapor. Nos dias de hoje trata-se de um importante porto de recreio e centro de recolha de algas submarinas.

Em toda a zona é ainda possível observar espécies de aves pouco comuns como andorinhão real, melro azul, peneireiro, rabirruivo, várias espécies de gaivotas, corvos, entre outras.


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O principal acesso vindo de norte ou sul é a auto-estrada A8, que na zona de Alfeizerão possui uma saída com a indicação de S. M. do Porto. O Acesso pode também ser efectuado através da estrada EN8 e a partir de Alfeizerão através da EN242.

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A vila de S. Martinho do Porto, sede de Freguesia do Concelho de Alcobaça é a mais famosa e importante estância balnear do concelho. A sua lindíssima baía, de características únicas no país e na Europa em forma de concha perfeita, conferem-lhe propriedades únicas para utilização balnear e prática de desportos náuticos.



A baía, situada a 19 quilómetros de Alcobaça e a cerca de 100Km de Lisboa, é o último vestígio do antigo golfo que se estendia até Alfeizerão até ao século XVI.
Com os seus 3 quilómetros de areal, esta bacia marítima de forma elíptica e águas calmas possui também uma barra com 250 metros de abertura, entre os Morros de Santana a sul e do Farol a norte.

A vila de S. Martinho do Porto desenvolve-se em anfiteatro desde a Capela de Sto. António até ao Cais e à praia, seguindo pela Avenida marginal até às dunas de Salir.

Pelas suas características, a baía de São Martinho do Porto foi um dos principais portos do País até finais do século passado, vindo a perder gradualmente a sua importância com o aparecimento dos navios a vapor. Nos dias de hoje trata-se de um importante porto de recreio e centro de recolha de algas submarinas.

Em toda a zona é ainda possível observar espécies de aves pouco comuns como andorinhão real, melro azul, peneireiro, rabirruivo, várias espécies de gaivotas, corvos, entre outras.


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A vila São Martinho do Porto está localizada a 19Km da sede de concelho, Alcobaça e a cerca de 100Km da capital, Lisboa.


O principal acesso vindo de norte ou sul é a auto-estrada A8, que na zona de Alfeizerão possui uma saída com a indicação de S. M. do Porto. O Acesso pode também ser efectuado através da estrada EN8 e a partir de Alfeizerão através da EN242.

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S. MARTINHO DO PORTO 2


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Sobre S. Martinho do Porto, apenas digo que é um excelente local para fazer praia e desportos Nauticos.


Breve Nota sobre S. Martinho do Porto:


A vila de S. Martinho do Porto, sede de Freguesia do Concelho de Alcobaça é a mais famosa e importante estância balnear do concelho. A sua lindíssima baía, de características únicas no país e na Europa em forma de concha perfeita, conferem-lhe propriedades únicas para utilização balnear e prática de desportos náuticos.



A baía, situada a 19 quilómetros de Alcobaça e a cerca de 100Km de Lisboa, é o último vestígio do antigo golfo que se estendia até Alfeizerão até ao século XVI.
Com os seus 3 quilómetros de areal, esta bacia marítima de forma elíptica e águas calmas possui também uma barra com 250 metros de abertura, entre os Morros de Santana a sul e do Farol a norte.

A vila de S. Martinho do Porto desenvolve-se em anfiteatro desde a Capela de Sto. António até ao Cais e à praia, seguindo pela Avenida marginal até às dunas de Salir.

Pelas suas características, a baía de São Martinho do Porto foi um dos principais portos do País até finais do século passado, vindo a perder gradualmente a sua importância com o aparecimento dos navios a vapor. Nos dias de hoje trata-se de um importante porto de recreio e centro de recolha de algas submarinas.

Em toda a zona é ainda possível observar espécies de aves pouco comuns como andorinhão real, melro azul, peneireiro, rabirruivo, várias espécies de gaivotas, corvos, entre outras.


LOCALIZAÇÃO


A vila São Martinho do Porto está localizada a 19Km da sede de concelho, Alcobaça e a cerca de 100Km da capital, Lisboa.


O principal acesso vindo de norte ou sul é a auto-estrada A8, que na zona de Alfeizerão possui uma saída com a indicação de S. M. do Porto. O Acesso pode também ser efectuado através da estrada EN8 e a partir de Alfeizerão através da EN242.

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PENICHE E BALEAL 2

Nota AuToCaRaVaNiStA:

Das várias vezes que já por lá passei, nunca é demais salientar a maneira despreocupada com que os Autocaravanistas Estrangeiros estacionam junto às falésias, alguns só de olhar até arrepia. Um perigo a sar acautelado pelas entidades competentes, antes que aconteça uma desgraça.Sobre Peniche já existe comentários na etiqueta "Peniche" do portefólio AuToCaRaVaNiStA. Fica aquí mais algumas indicações de interesse na região, e a visitar.

FORTALEZA DE PENICHE

Mandada edificar por D. João III em 1557 e concluída em 1645 por D. João IV, que a considerou a principal chave do Reino pela parte do mar, destaca-se na Fortaleza de Peniche, para além da típica traça em estrela, o Baluarte Redondo - primeira fortificação construída na península de Peniche - a Torre de Vigia, e a capela de Santa Bárbara.Este imóvel viu o seu espaço utilizado de forma diversa de acordo com as necessidades e as vicissitudes históricas de cada época. Praça militar de vital importância estratégica até 1897, abrigo de refugiados Boers provenientes da África do Sul no início do séc. XX, residência de prisioneiros alemães e austríacos durante a Primeira Guerra Mundial, prisão política do Estado Novo entre 1934 e 1974, alojamento provisório de famílias portuguesas chegadas das antigas colónias ultramarinas em 1974, e a partir de 1984 albergue do Museu Municipal, a Fortaleza de Peniche assume especial relevância enquanto importante documento de uma diacronia histórica de índole local e nacional. FONTE DO ROSÁRIO Fonte do Rosário Território tradicionalmente deficitário em água potável, a península de Peniche ostenta ainda hoje uma paisagem marcada pela ampla diversidade de fontes e poços, destacando-se destas a Fonte do Rosário.A Fonte do Rosário é uma imponente fonte de mergulho, na qual para maior comodidade de uso, foi construída uma rampa de acesso e um pequeno pátio interior que permitia a inversão do sentido de marcha das carroças e animais que transportavam a preciosa água para a Vila.Provavelmente construída no séc. XVI ou XVII, para atender às necessidades da terra, foi restaurada no séc. XVIII, de acordo com a data de 1717 gravada na pedra central do arco de entrada.(ENCERRADO AO PÚBLICO) GRUTA DA FURNINHA A Gruta da Furninha, localizada na costa Sul da península de Peniche, corresponde a uma cavidade natural ocupada durante o período pré-histórico, tratando-se da mais importante estação pré-histórica do concelho.Hoje localizada junto ao mar, esta gruta foi ocupada entre o Paleolítico Médio e o final do Calcolítico, tendo sido escavada em 1880 pelo estudioso Nery Delgado.Utilizada como abrigo e necrópole, esta estação pré-histórica forneceu um vasto espólio arqueológico, no qual se destacam: vestígios osteológicos de vários hominídeos, nomeadamente do Homo Sapiens (Homem de Neandertal) e de Homo Sapiens Sapiens (Homem actual); vestígios de fauna do período quaternário (peixes e mamíferos); utensílios líticos (bifaces, pontas de seta, machados de pedra polida...); utensílios em osso; e várias peças de cerâmica neolítica (os célebres vasos de suspensão da Gruta da Furninha).Este numeroso espólio encontra-se disseminado por vários museus entre eles o Museu Municipal de Peniche. IGREJA DE S. PEDRO Igreja de S. Pedro A Igreja de S. Pedro localiza-se no coração do centro histórico de Peniche, constituindo o maior templo do concelho.Esta igreja, datada do final do séc. XVI, apresenta-se dividida em três grandes naves. Nas naves laterais pontificam vários altares consagrados a divindades como Nossa Senhora da Boa Viagem, o Senhor do Bonfim, ou S. Pedro de Alcântara. Já na nave central destaca-se a magnificência barroca da capela-mor consagrada a S. Pedro, decorada com talha dourada e ostentando belíssimas colunas dorsas, para além de várias pinturas setecentistas representando cenas da vida do santo padroeiro. Trata-se, sem dúvida, da mais imponente igreja do concelho. IGREJA DA MISERICÓRDIA A Igreja da Misericórdia, data do início do séc. XVII, sendo pertença da Santa Casa da Misericórdia de Peniche. Esta igreja, anexa ao antigo hospital da referida instituição, ostenta no seu interior uma rara beleza decorativa, visível nos painéis azulejares seiscentistas, nas pinturas a óleo, algumas de grande dimensão, que decoram as paredes com cenas alusivas a acontecimentos evangélicos, e no tecto decorado com caixotões, ilustrando cenas da Vida e Paixão de Cristo. SANTUÁRIO DA NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS Santuário Nª Srª dos Remédios A Capela de Nossa Senhora dos Remédios localizada junto à costa no extremo ocidental da península de Peniche, constitui a base de um Santuário consagrado ao culto mariano. Desconhece-se a data de construção desta igreja supondo-se todavia que esta terá sido edificada provavelmente no séc. XVI.Segundo a lenda a imagem de Nossa Senhora terá sido encontrada no séc. XII escondida numa pequena caverna, situada no local onde hoje se ergue a capela, tendo-se iniciado, a partir dessa data, o culto da chamada Senhora dos Remédios.A importância deste culto traduzido em peregrinações anuais, os círios, terá motivado a criação de um santuário no séc. XVII, composto pela referida igreja e por uma praça fronteira orlada de casas nas quais residiam o ermitão e os mordomos, se abrigavam os romeiros, e se implantavam as cavalariças.No que toca a este templo de salientar a capela-mor onde se venera a imagem de Nossa Senhora, os painéis de azulejos setecentistas evocando episódios da Paixão de Cristo, e a chamada capelinha do Senhor Morto, onde se venera uma imagem de Cristo, apelidada de Senhor dos Remédios. FORTE DE S. JOÃO BAPTISTA Forte S. João Baptista O Forte de S. João Baptista, localiza-se na Ilha da Berlenga, tendo sido mandado edificar em 1651, por ordem de D. João IV, e concluído 1656.Construído com a finalidade de impedir a ocupação desta ilha por corsários norte-africanos ou por potências inimigas, viveu em Junho de 1666 o episódio bélico mais célebre da sua história.Nessa data, o Forte de S. João Baptista foi sitiado por uma esquadra espanhola, composta por catorze naus e uma caravela, comandada por D. Diogo Ibarra. Defendida, à altura, por uma pequena guarnição, inferior a vinte homens, e contando com apenas nove peças de artilharia, esta fortificação liderada pelo cabo Avelar Pessoa, conseguiu resistir durante dois dias ao feroz bombardeamento inimigo, bem como provocar importantes baixas nas forças sitiantes, traduzidas num elevado número de mortos, uma nau afundada e duas outras fortemente danificadas, contra um morto e quatro feridos lusos. O esgotamento dos mantimentos e das munições, e a deserção de um dos soldados, que expôs a D. Diogo Ibarra a dramática situação da guarnição portuguesa, motivaram por fim a capitulação do Forte de S. João Baptista. TOURIL ATOUGUIA DA BALEIA Touril Datável possivelmente do séc. XVIII, o Touril, tal como o nome indica, parece corresponder a uma estrutura utilizada, como palco de lides tauromáquicas, porventura pela ociosa família real e nobreza, frequentemente hospedada no vizinho Paço da Serra de El-Rei. Desta estrutura, localizada no largo fronteiro à igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Atouguia da Baleia, ainda se observam vários esteios de pedra, cravados no chão, delimitando a "arena", apresentando os tradicionais três orifícios.O Touril de Atouguia da Baleia corresponde a um dos raros e, simultaneamente, mais antigos exemplares do género existentes em Portugal. IGREJA DE S. LEONARDO - ATOUGUIA DA BALEIA Igreja de S. Leonardo A Igreja de S. Leonardo localizada na antiga vila de Atouguia da Baleia constitui o mais antigo templo cristão do concelho, datando do séc. XII. Esta igreja de estilo gótico, consagrada a S. Leonardo, terá sido edificada, segundo a tradição, utilizando ossos de uma baleia que teria dado à costa. Na sua frontaria apresenta um belíssimo portal em ogiva rematado por capiteis onde figuram representações estilizadas de seres mitológicos. Salienta-se ainda a rosácea, a torre sineira, rematada no coruchéu por duas pirâmides de arestas acogulhadas, e, na parte posterior, uma abside coroada por um renque de merlões. O interior da igreja é dividido em três naves, por uma imponente arcaria ogival. Na capela-mor pontificam os retábulos e as pinturas quinhentistas, para além do túmulo de D. Álvaro Gonçalves de Ataíde, 1º Conde de Atouguia. De referir ainda o soberbo frontal de altar constituído por um baixo-relevo em calcário branco representando a Natividade. IGREJA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO - ATOUGUIA DA BALEIA Igreja de Nª Srª da Conceição A Igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Atouguia da Baleia, datada dos finais séc. XVII, é um templo de estilo barroco, atribuível ao arquitecto João Antunes, construído com as esmolas da população e de algumas figuras da nobreza portuguesa seiscentista, como a rainha D. Maria Sofia Isabel de Neuburgo, segunda mulher de D. Pedro II. No interior, de uma só nave abobadada, destaca-se a capela-mor revestida a mármore, de diversas tonalidades (desde a colunata torsa do retábulo até aos medalhões das paredes laterais e do tecto), o altar de talha dourada, onde se abriga a imagem da padroeira, peça seiscentista, e as pias de água benta, de mármore da Arrábida, esculpidas em forma de concha. FORTE DA CONSOLAÇÃO Forte da Consolação O Forte de Nossa Senhora da Consolação, mandado edificar em 1641 por D. João IV, e concluído em 1645, segundo lápide existente acima do portão principal, insere-se numa ampla política de defesa e fortificação da linha costeira da região de Peniche, com forte implemento após a Restauração. Este reduto edificado sobre o cerro de Nossa Senhora da Consolação, implantando-se sobranceiramente sobre a baía a Sul do istmo de Peniche, tinha na sua potente artilharia, cujo alcance cruzava com o da Fortaleza de Peniche, importante obstáculo a qualquer desembarque hostil nas praias da dita baía, local onde já anteriormente haviam desembarcado em 1589 as tropas inglesas lideradas por D. António, Prior do Crato. Fonte:http://www.cm-peniche.pt/custompages/showpage.aspx?pageid=f8cc6537-67e0-4385-a59f-a45c812d6d4b&m=b56

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PENICHE E BALEAL 2

Nota AuToCaRaVaNiStA:

Das várias vezes que já por lá passei, nunca é demais salientar a maneira despreocupada com que os Autocaravanistas Estrangeiros estacionam junto às falésias, alguns só de olhar até arrepia. Um perigo a sar acautelado pelas entidades competentes, antes que aconteça uma desgraça.Sobre Peniche já existe comentários na etiqueta "Peniche" do portefólio AuToCaRaVaNiStA. Fica aquí mais algumas indicações de interesse na região, e a visitar.

FORTALEZA DE PENICHE

Mandada edificar por D. João III em 1557 e concluída em 1645 por D. João IV, que a considerou a principal chave do Reino pela parte do mar, destaca-se na Fortaleza de Peniche, para além da típica traça em estrela, o Baluarte Redondo - primeira fortificação construída na península de Peniche - a Torre de Vigia, e a capela de Santa Bárbara.Este imóvel viu o seu espaço utilizado de forma diversa de acordo com as necessidades e as vicissitudes históricas de cada época. Praça militar de vital importância estratégica até 1897, abrigo de refugiados Boers provenientes da África do Sul no início do séc. XX, residência de prisioneiros alemães e austríacos durante a Primeira Guerra Mundial, prisão política do Estado Novo entre 1934 e 1974, alojamento provisório de famílias portuguesas chegadas das antigas colónias ultramarinas em 1974, e a partir de 1984 albergue do Museu Municipal, a Fortaleza de Peniche assume especial relevância enquanto importante documento de uma diacronia histórica de índole local e nacional. FONTE DO ROSÁRIO Fonte do Rosário Território tradicionalmente deficitário em água potável, a península de Peniche ostenta ainda hoje uma paisagem marcada pela ampla diversidade de fontes e poços, destacando-se destas a Fonte do Rosário.A Fonte do Rosário é uma imponente fonte de mergulho, na qual para maior comodidade de uso, foi construída uma rampa de acesso e um pequeno pátio interior que permitia a inversão do sentido de marcha das carroças e animais que transportavam a preciosa água para a Vila.Provavelmente construída no séc. XVI ou XVII, para atender às necessidades da terra, foi restaurada no séc. XVIII, de acordo com a data de 1717 gravada na pedra central do arco de entrada.(ENCERRADO AO PÚBLICO) GRUTA DA FURNINHA A Gruta da Furninha, localizada na costa Sul da península de Peniche, corresponde a uma cavidade natural ocupada durante o período pré-histórico, tratando-se da mais importante estação pré-histórica do concelho.Hoje localizada junto ao mar, esta gruta foi ocupada entre o Paleolítico Médio e o final do Calcolítico, tendo sido escavada em 1880 pelo estudioso Nery Delgado.Utilizada como abrigo e necrópole, esta estação pré-histórica forneceu um vasto espólio arqueológico, no qual se destacam: vestígios osteológicos de vários hominídeos, nomeadamente do Homo Sapiens (Homem de Neandertal) e de Homo Sapiens Sapiens (Homem actual); vestígios de fauna do período quaternário (peixes e mamíferos); utensílios líticos (bifaces, pontas de seta, machados de pedra polida...); utensílios em osso; e várias peças de cerâmica neolítica (os célebres vasos de suspensão da Gruta da Furninha).Este numeroso espólio encontra-se disseminado por vários museus entre eles o Museu Municipal de Peniche. IGREJA DE S. PEDRO Igreja de S. Pedro A Igreja de S. Pedro localiza-se no coração do centro histórico de Peniche, constituindo o maior templo do concelho.Esta igreja, datada do final do séc. XVI, apresenta-se dividida em três grandes naves. Nas naves laterais pontificam vários altares consagrados a divindades como Nossa Senhora da Boa Viagem, o Senhor do Bonfim, ou S. Pedro de Alcântara. Já na nave central destaca-se a magnificência barroca da capela-mor consagrada a S. Pedro, decorada com talha dourada e ostentando belíssimas colunas dorsas, para além de várias pinturas setecentistas representando cenas da vida do santo padroeiro. Trata-se, sem dúvida, da mais imponente igreja do concelho. IGREJA DA MISERICÓRDIA A Igreja da Misericórdia, data do início do séc. XVII, sendo pertença da Santa Casa da Misericórdia de Peniche. Esta igreja, anexa ao antigo hospital da referida instituição, ostenta no seu interior uma rara beleza decorativa, visível nos painéis azulejares seiscentistas, nas pinturas a óleo, algumas de grande dimensão, que decoram as paredes com cenas alusivas a acontecimentos evangélicos, e no tecto decorado com caixotões, ilustrando cenas da Vida e Paixão de Cristo. SANTUÁRIO DA NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS Santuário Nª Srª dos Remédios A Capela de Nossa Senhora dos Remédios localizada junto à costa no extremo ocidental da península de Peniche, constitui a base de um Santuário consagrado ao culto mariano. Desconhece-se a data de construção desta igreja supondo-se todavia que esta terá sido edificada provavelmente no séc. XVI.Segundo a lenda a imagem de Nossa Senhora terá sido encontrada no séc. XII escondida numa pequena caverna, situada no local onde hoje se ergue a capela, tendo-se iniciado, a partir dessa data, o culto da chamada Senhora dos Remédios.A importância deste culto traduzido em peregrinações anuais, os círios, terá motivado a criação de um santuário no séc. XVII, composto pela referida igreja e por uma praça fronteira orlada de casas nas quais residiam o ermitão e os mordomos, se abrigavam os romeiros, e se implantavam as cavalariças.No que toca a este templo de salientar a capela-mor onde se venera a imagem de Nossa Senhora, os painéis de azulejos setecentistas evocando episódios da Paixão de Cristo, e a chamada capelinha do Senhor Morto, onde se venera uma imagem de Cristo, apelidada de Senhor dos Remédios. FORTE DE S. JOÃO BAPTISTA Forte S. João Baptista O Forte de S. João Baptista, localiza-se na Ilha da Berlenga, tendo sido mandado edificar em 1651, por ordem de D. João IV, e concluído 1656.Construído com a finalidade de impedir a ocupação desta ilha por corsários norte-africanos ou por potências inimigas, viveu em Junho de 1666 o episódio bélico mais célebre da sua história.Nessa data, o Forte de S. João Baptista foi sitiado por uma esquadra espanhola, composta por catorze naus e uma caravela, comandada por D. Diogo Ibarra. Defendida, à altura, por uma pequena guarnição, inferior a vinte homens, e contando com apenas nove peças de artilharia, esta fortificação liderada pelo cabo Avelar Pessoa, conseguiu resistir durante dois dias ao feroz bombardeamento inimigo, bem como provocar importantes baixas nas forças sitiantes, traduzidas num elevado número de mortos, uma nau afundada e duas outras fortemente danificadas, contra um morto e quatro feridos lusos. O esgotamento dos mantimentos e das munições, e a deserção de um dos soldados, que expôs a D. Diogo Ibarra a dramática situação da guarnição portuguesa, motivaram por fim a capitulação do Forte de S. João Baptista. TOURIL ATOUGUIA DA BALEIA Touril Datável possivelmente do séc. XVIII, o Touril, tal como o nome indica, parece corresponder a uma estrutura utilizada, como palco de lides tauromáquicas, porventura pela ociosa família real e nobreza, frequentemente hospedada no vizinho Paço da Serra de El-Rei. Desta estrutura, localizada no largo fronteiro à igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Atouguia da Baleia, ainda se observam vários esteios de pedra, cravados no chão, delimitando a "arena", apresentando os tradicionais três orifícios.O Touril de Atouguia da Baleia corresponde a um dos raros e, simultaneamente, mais antigos exemplares do género existentes em Portugal. IGREJA DE S. LEONARDO - ATOUGUIA DA BALEIA Igreja de S. Leonardo A Igreja de S. Leonardo localizada na antiga vila de Atouguia da Baleia constitui o mais antigo templo cristão do concelho, datando do séc. XII. Esta igreja de estilo gótico, consagrada a S. Leonardo, terá sido edificada, segundo a tradição, utilizando ossos de uma baleia que teria dado à costa. Na sua frontaria apresenta um belíssimo portal em ogiva rematado por capiteis onde figuram representações estilizadas de seres mitológicos. Salienta-se ainda a rosácea, a torre sineira, rematada no coruchéu por duas pirâmides de arestas acogulhadas, e, na parte posterior, uma abside coroada por um renque de merlões. O interior da igreja é dividido em três naves, por uma imponente arcaria ogival. Na capela-mor pontificam os retábulos e as pinturas quinhentistas, para além do túmulo de D. Álvaro Gonçalves de Ataíde, 1º Conde de Atouguia. De referir ainda o soberbo frontal de altar constituído por um baixo-relevo em calcário branco representando a Natividade. IGREJA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO - ATOUGUIA DA BALEIA Igreja de Nª Srª da Conceição A Igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Atouguia da Baleia, datada dos finais séc. XVII, é um templo de estilo barroco, atribuível ao arquitecto João Antunes, construído com as esmolas da população e de algumas figuras da nobreza portuguesa seiscentista, como a rainha D. Maria Sofia Isabel de Neuburgo, segunda mulher de D. Pedro II. No interior, de uma só nave abobadada, destaca-se a capela-mor revestida a mármore, de diversas tonalidades (desde a colunata torsa do retábulo até aos medalhões das paredes laterais e do tecto), o altar de talha dourada, onde se abriga a imagem da padroeira, peça seiscentista, e as pias de água benta, de mármore da Arrábida, esculpidas em forma de concha. FORTE DA CONSOLAÇÃO Forte da Consolação O Forte de Nossa Senhora da Consolação, mandado edificar em 1641 por D. João IV, e concluído em 1645, segundo lápide existente acima do portão principal, insere-se numa ampla política de defesa e fortificação da linha costeira da região de Peniche, com forte implemento após a Restauração. Este reduto edificado sobre o cerro de Nossa Senhora da Consolação, implantando-se sobranceiramente sobre a baía a Sul do istmo de Peniche, tinha na sua potente artilharia, cujo alcance cruzava com o da Fortaleza de Peniche, importante obstáculo a qualquer desembarque hostil nas praias da dita baía, local onde já anteriormente haviam desembarcado em 1589 as tropas inglesas lideradas por D. António, Prior do Crato. Fonte:http://www.cm-peniche.pt/custompages/showpage.aspx?pageid=f8cc6537-67e0-4385-a59f-a45c812d6d4b&m=b56

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by jbmendes

PENICHE E BALEAL 2

Nota AuToCaRaVaNiStA:

Das várias vezes que já por lá passei, nunca é demais salientar a maneira despreocupada com que os Autocaravanistas Estrangeiros estacionam junto às falésias, alguns só de olhar até arrepia. Um perigo a sar acautelado pelas entidades competentes, antes que aconteça uma desgraça.Sobre Peniche já existe comentários na etiqueta "Peniche" do portefólio AuToCaRaVaNiStA. Fica aquí mais algumas indicações de interesse na região, e a visitar.

FORTALEZA DE PENICHE

Mandada edificar por D. João III em 1557 e concluída em 1645 por D. João IV, que a considerou a principal chave do Reino pela parte do mar, destaca-se na Fortaleza de Peniche, para além da típica traça em estrela, o Baluarte Redondo - primeira fortificação construída na península de Peniche - a Torre de Vigia, e a capela de Santa Bárbara.Este imóvel viu o seu espaço utilizado de forma diversa de acordo com as necessidades e as vicissitudes históricas de cada época. Praça militar de vital importância estratégica até 1897, abrigo de refugiados Boers provenientes da África do Sul no início do séc. XX, residência de prisioneiros alemães e austríacos durante a Primeira Guerra Mundial, prisão política do Estado Novo entre 1934 e 1974, alojamento provisório de famílias portuguesas chegadas das antigas colónias ultramarinas em 1974, e a partir de 1984 albergue do Museu Municipal, a Fortaleza de Peniche assume especial relevância enquanto importante documento de uma diacronia histórica de índole local e nacional. FONTE DO ROSÁRIO Fonte do Rosário Território tradicionalmente deficitário em água potável, a península de Peniche ostenta ainda hoje uma paisagem marcada pela ampla diversidade de fontes e poços, destacando-se destas a Fonte do Rosário.A Fonte do Rosário é uma imponente fonte de mergulho, na qual para maior comodidade de uso, foi construída uma rampa de acesso e um pequeno pátio interior que permitia a inversão do sentido de marcha das carroças e animais que transportavam a preciosa água para a Vila.Provavelmente construída no séc. XVI ou XVII, para atender às necessidades da terra, foi restaurada no séc. XVIII, de acordo com a data de 1717 gravada na pedra central do arco de entrada.(ENCERRADO AO PÚBLICO) GRUTA DA FURNINHA A Gruta da Furninha, localizada na costa Sul da península de Peniche, corresponde a uma cavidade natural ocupada durante o período pré-histórico, tratando-se da mais importante estação pré-histórica do concelho.Hoje localizada junto ao mar, esta gruta foi ocupada entre o Paleolítico Médio e o final do Calcolítico, tendo sido escavada em 1880 pelo estudioso Nery Delgado.Utilizada como abrigo e necrópole, esta estação pré-histórica forneceu um vasto espólio arqueológico, no qual se destacam: vestígios osteológicos de vários hominídeos, nomeadamente do Homo Sapiens (Homem de Neandertal) e de Homo Sapiens Sapiens (Homem actual); vestígios de fauna do período quaternário (peixes e mamíferos); utensílios líticos (bifaces, pontas de seta, machados de pedra polida...); utensílios em osso; e várias peças de cerâmica neolítica (os célebres vasos de suspensão da Gruta da Furninha).Este numeroso espólio encontra-se disseminado por vários museus entre eles o Museu Municipal de Peniche. IGREJA DE S. PEDRO Igreja de S. Pedro A Igreja de S. Pedro localiza-se no coração do centro histórico de Peniche, constituindo o maior templo do concelho.Esta igreja, datada do final do séc. XVI, apresenta-se dividida em três grandes naves. Nas naves laterais pontificam vários altares consagrados a divindades como Nossa Senhora da Boa Viagem, o Senhor do Bonfim, ou S. Pedro de Alcântara. Já na nave central destaca-se a magnificência barroca da capela-mor consagrada a S. Pedro, decorada com talha dourada e ostentando belíssimas colunas dorsas, para além de várias pinturas setecentistas representando cenas da vida do santo padroeiro. Trata-se, sem dúvida, da mais imponente igreja do concelho. IGREJA DA MISERICÓRDIA A Igreja da Misericórdia, data do início do séc. XVII, sendo pertença da Santa Casa da Misericórdia de Peniche. Esta igreja, anexa ao antigo hospital da referida instituição, ostenta no seu interior uma rara beleza decorativa, visível nos painéis azulejares seiscentistas, nas pinturas a óleo, algumas de grande dimensão, que decoram as paredes com cenas alusivas a acontecimentos evangélicos, e no tecto decorado com caixotões, ilustrando cenas da Vida e Paixão de Cristo. SANTUÁRIO DA NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS Santuário Nª Srª dos Remédios A Capela de Nossa Senhora dos Remédios localizada junto à costa no extremo ocidental da península de Peniche, constitui a base de um Santuário consagrado ao culto mariano. Desconhece-se a data de construção desta igreja supondo-se todavia que esta terá sido edificada provavelmente no séc. XVI.Segundo a lenda a imagem de Nossa Senhora terá sido encontrada no séc. XII escondida numa pequena caverna, situada no local onde hoje se ergue a capela, tendo-se iniciado, a partir dessa data, o culto da chamada Senhora dos Remédios.A importância deste culto traduzido em peregrinações anuais, os círios, terá motivado a criação de um santuário no séc. XVII, composto pela referida igreja e por uma praça fronteira orlada de casas nas quais residiam o ermitão e os mordomos, se abrigavam os romeiros, e se implantavam as cavalariças.No que toca a este templo de salientar a capela-mor onde se venera a imagem de Nossa Senhora, os painéis de azulejos setecentistas evocando episódios da Paixão de Cristo, e a chamada capelinha do Senhor Morto, onde se venera uma imagem de Cristo, apelidada de Senhor dos Remédios. FORTE DE S. JOÃO BAPTISTA Forte S. João Baptista O Forte de S. João Baptista, localiza-se na Ilha da Berlenga, tendo sido mandado edificar em 1651, por ordem de D. João IV, e concluído 1656.Construído com a finalidade de impedir a ocupação desta ilha por corsários norte-africanos ou por potências inimigas, viveu em Junho de 1666 o episódio bélico mais célebre da sua história.Nessa data, o Forte de S. João Baptista foi sitiado por uma esquadra espanhola, composta por catorze naus e uma caravela, comandada por D. Diogo Ibarra. Defendida, à altura, por uma pequena guarnição, inferior a vinte homens, e contando com apenas nove peças de artilharia, esta fortificação liderada pelo cabo Avelar Pessoa, conseguiu resistir durante dois dias ao feroz bombardeamento inimigo, bem como provocar importantes baixas nas forças sitiantes, traduzidas num elevado número de mortos, uma nau afundada e duas outras fortemente danificadas, contra um morto e quatro feridos lusos. O esgotamento dos mantimentos e das munições, e a deserção de um dos soldados, que expôs a D. Diogo Ibarra a dramática situação da guarnição portuguesa, motivaram por fim a capitulação do Forte de S. João Baptista. TOURIL ATOUGUIA DA BALEIA Touril Datável possivelmente do séc. XVIII, o Touril, tal como o nome indica, parece corresponder a uma estrutura utilizada, como palco de lides tauromáquicas, porventura pela ociosa família real e nobreza, frequentemente hospedada no vizinho Paço da Serra de El-Rei. Desta estrutura, localizada no largo fronteiro à igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Atouguia da Baleia, ainda se observam vários esteios de pedra, cravados no chão, delimitando a "arena", apresentando os tradicionais três orifícios.O Touril de Atouguia da Baleia corresponde a um dos raros e, simultaneamente, mais antigos exemplares do género existentes em Portugal. IGREJA DE S. LEONARDO - ATOUGUIA DA BALEIA Igreja de S. Leonardo A Igreja de S. Leonardo localizada na antiga vila de Atouguia da Baleia constitui o mais antigo templo cristão do concelho, datando do séc. XII. Esta igreja de estilo gótico, consagrada a S. Leonardo, terá sido edificada, segundo a tradição, utilizando ossos de uma baleia que teria dado à costa. Na sua frontaria apresenta um belíssimo portal em ogiva rematado por capiteis onde figuram representações estilizadas de seres mitológicos. Salienta-se ainda a rosácea, a torre sineira, rematada no coruchéu por duas pirâmides de arestas acogulhadas, e, na parte posterior, uma abside coroada por um renque de merlões. O interior da igreja é dividido em três naves, por uma imponente arcaria ogival. Na capela-mor pontificam os retábulos e as pinturas quinhentistas, para além do túmulo de D. Álvaro Gonçalves de Ataíde, 1º Conde de Atouguia. De referir ainda o soberbo frontal de altar constituído por um baixo-relevo em calcário branco representando a Natividade. IGREJA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO - ATOUGUIA DA BALEIA Igreja de Nª Srª da Conceição A Igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Atouguia da Baleia, datada dos finais séc. XVII, é um templo de estilo barroco, atribuível ao arquitecto João Antunes, construído com as esmolas da população e de algumas figuras da nobreza portuguesa seiscentista, como a rainha D. Maria Sofia Isabel de Neuburgo, segunda mulher de D. Pedro II. No interior, de uma só nave abobadada, destaca-se a capela-mor revestida a mármore, de diversas tonalidades (desde a colunata torsa do retábulo até aos medalhões das paredes laterais e do tecto), o altar de talha dourada, onde se abriga a imagem da padroeira, peça seiscentista, e as pias de água benta, de mármore da Arrábida, esculpidas em forma de concha. FORTE DA CONSOLAÇÃO Forte da Consolação O Forte de Nossa Senhora da Consolação, mandado edificar em 1641 por D. João IV, e concluído em 1645, segundo lápide existente acima do portão principal, insere-se numa ampla política de defesa e fortificação da linha costeira da região de Peniche, com forte implemento após a Restauração. Este reduto edificado sobre o cerro de Nossa Senhora da Consolação, implantando-se sobranceiramente sobre a baía a Sul do istmo de Peniche, tinha na sua potente artilharia, cujo alcance cruzava com o da Fortaleza de Peniche, importante obstáculo a qualquer desembarque hostil nas praias da dita baía, local onde já anteriormente haviam desembarcado em 1589 as tropas inglesas lideradas por D. António, Prior do Crato. Fonte:http://www.cm-peniche.pt/custompages/showpage.aspx?pageid=f8cc6537-67e0-4385-a59f-a45c812d6d4b&m=b56

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by jbmendes

PENICHE E BALEAL 2



Nota AuToCaRaVaNiStA:


Das várias vezes que já por lá passei, nunca é demais salientar a maneira despreocupada com que os Autocaravanistas Estrangeiros estacionam junto às falésias, alguns só de olhar até arrepia. Um perigo a sar acautelado pelas entidades competentes, antes que aconteça uma desgraça.
Sobre Peniche já existe comentários na etiqueta "Peniche" do portefólio AuToCaRaVaNiStA. Fica aquí mais algumas indicações de interesse na região, e a visitar.



FORTALEZA DE PENICHE



Mandada edificar por D. João III em 1557 e concluída em 1645 por D. João IV, que a considerou a principal chave do Reino pela parte do mar, destaca-se na Fortaleza de Peniche, para além da típica traça em estrela, o Baluarte Redondo - primeira fortificação construída na península de Peniche - a Torre de Vigia, e a capela de Santa Bárbara.

Este imóvel viu o seu espaço utilizado de forma diversa de acordo com as necessidades e as vicissitudes históricas de cada época. Praça militar de vital importância estratégica até 1897, abrigo de refugiados Boers provenientes da África do Sul no início do séc. XX, residência de prisioneiros alemães e austríacos durante a Primeira Guerra Mundial, prisão política do Estado Novo entre 1934 e 1974, alojamento provisório de famílias portuguesas chegadas das antigas colónias ultramarinas em 1974, e a partir de 1984 albergue do Museu Municipal, a Fortaleza de Peniche assume especial relevância enquanto importante documento de uma diacronia histórica de índole local e nacional.


FONTE DO ROSÁRIO


Fonte do Rosário

Território tradicionalmente deficitário em água potável, a península de Peniche ostenta ainda hoje uma paisagem marcada pela ampla diversidade de fontes e poços, destacando-se destas a Fonte do Rosário.

A Fonte do Rosário é uma imponente fonte de mergulho, na qual para maior comodidade de uso, foi construída uma rampa de acesso e um pequeno pátio interior que permitia a inversão do sentido de marcha das carroças e animais que transportavam a preciosa água para a Vila.

Provavelmente construída no séc. XVI ou XVII, para atender às necessidades da terra, foi restaurada no séc. XVIII, de acordo com a data de 1717 gravada na pedra central do arco de entrada.

(ENCERRADO AO PÚBLICO)



GRUTA DA FURNINHA

A Gruta da Furninha, localizada na costa Sul da península de Peniche, corresponde a uma cavidade natural ocupada durante o período pré-histórico, tratando-se da mais importante estação pré-histórica do concelho.

Hoje localizada junto ao mar, esta gruta foi ocupada entre o Paleolítico Médio e o final do Calcolítico, tendo sido escavada em 1880 pelo estudioso Nery Delgado.

Utilizada como abrigo e necrópole, esta estação pré-histórica forneceu um vasto espólio arqueológico, no qual se destacam: vestígios osteológicos de vários hominídeos, nomeadamente do Homo Sapiens (Homem de Neandertal) e de Homo Sapiens Sapiens (Homem actual); vestígios de fauna do período quaternário (peixes e mamíferos); utensílios líticos (bifaces, pontas de seta, machados de pedra polida...); utensílios em osso; e várias peças de cerâmica neolítica (os célebres vasos de suspensão da Gruta da Furninha).

Este numeroso espólio encontra-se disseminado por vários museus entre eles o Museu Municipal de Peniche.




IGREJA DE S. PEDRO


Igreja de S. Pedro
A Igreja de S. Pedro localiza-se no coração do centro histórico de Peniche, constituindo o maior templo do concelho.

Esta igreja, datada do final do séc. XVI, apresenta-se dividida em três grandes naves. Nas naves laterais pontificam vários altares consagrados a divindades como Nossa Senhora da Boa Viagem, o Senhor do Bonfim, ou S. Pedro de Alcântara. Já na nave central destaca-se a magnificência barroca da capela-mor consagrada a S. Pedro, decorada com talha dourada e ostentando belíssimas colunas dorsas, para além de várias pinturas setecentistas representando cenas da vida do santo padroeiro.

Trata-se, sem dúvida, da mais imponente igreja do concelho.





IGREJA DA MISERICÓRDIA

A Igreja da Misericórdia, data do início do séc. XVII, sendo pertença da Santa Casa da Misericórdia de Peniche.

Esta igreja, anexa ao antigo hospital da referida instituição, ostenta no seu interior uma rara beleza decorativa, visível nos painéis azulejares seiscentistas, nas pinturas a óleo, algumas de grande dimensão, que decoram as paredes com cenas alusivas a acontecimentos evangélicos, e no tecto decorado com caixotões, ilustrando cenas da Vida e Paixão de Cristo.



SANTUÁRIO DA NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS



Santuário Nª Srª dos Remédios
A Capela de Nossa Senhora dos Remédios localizada junto à costa no extremo ocidental da península de Peniche, constitui a base de um Santuário consagrado ao culto mariano. Desconhece-se a data de construção desta igreja supondo-se todavia que esta terá sido edificada provavelmente no séc. XVI.

Segundo a lenda a imagem de Nossa Senhora terá sido encontrada no séc. XII escondida numa pequena caverna, situada no local onde hoje se ergue a capela, tendo-se iniciado, a partir dessa data, o culto da chamada Senhora dos Remédios.

A importância deste culto traduzido em peregrinações anuais, os círios, terá motivado a criação de um santuário no séc. XVII, composto pela referida igreja e por uma praça fronteira orlada de casas nas quais residiam o ermitão e os mordomos, se abrigavam os romeiros, e se implantavam as cavalariças.

No que toca a este templo de salientar a capela-mor onde se venera a imagem de Nossa Senhora, os painéis de azulejos setecentistas evocando episódios da Paixão de Cristo, e a chamada capelinha do Senhor Morto, onde se venera uma imagem de Cristo, apelidada de Senhor dos Remédios.



FORTE DE S. JOÃO BAPTISTA


Forte S. João Baptista
O Forte de S. João Baptista, localiza-se na Ilha da Berlenga, tendo sido mandado edificar em 1651, por ordem de D. João IV, e concluído 1656.

Construído com a finalidade de impedir a ocupação desta ilha por corsários norte-africanos ou por potências inimigas, viveu em Junho de 1666 o episódio bélico mais célebre da sua história.

Nessa data, o Forte de S. João Baptista foi sitiado por uma esquadra espanhola, composta por catorze naus e uma caravela, comandada por D. Diogo Ibarra. Defendida, à altura, por uma pequena guarnição, inferior a vinte homens, e contando com apenas nove peças de artilharia, esta fortificação liderada pelo cabo Avelar Pessoa, conseguiu resistir durante dois dias ao feroz bombardeamento inimigo, bem como provocar importantes baixas nas forças sitiantes, traduzidas num elevado número de mortos, uma nau afundada e duas outras fortemente danificadas, contra um morto e quatro feridos lusos. O esgotamento dos mantimentos e das munições, e a deserção de um dos soldados, que expôs a D. Diogo Ibarra a dramática situação da guarnição portuguesa, motivaram por fim a capitulação do Forte de S. João Baptista.



TOURIL ATOUGUIA DA BALEIA


Touril
Datável possivelmente do séc. XVIII, o Touril, tal como o nome indica, parece corresponder a uma estrutura utilizada, como palco de lides tauromáquicas, porventura pela ociosa família real e nobreza, frequentemente hospedada no vizinho Paço da Serra de El-Rei.


Desta estrutura, localizada no largo fronteiro à igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Atouguia da Baleia, ainda se observam vários esteios de pedra, cravados no chão, delimitando a "arena", apresentando os tradicionais três orifícios.

O Touril de Atouguia da Baleia corresponde a um dos raros e, simultaneamente, mais antigos exemplares do género existentes em Portugal.



IGREJA DE S. LEONARDO - ATOUGUIA DA BALEIA


Igreja de S. Leonardo
A Igreja de S. Leonardo localizada na antiga vila de Atouguia da Baleia constitui o mais antigo templo cristão do concelho, datando do séc. XII.

Esta igreja de estilo gótico, consagrada a S. Leonardo, terá sido edificada, segundo a tradição, utilizando ossos de uma baleia que teria dado à costa.

Na sua frontaria apresenta um belíssimo portal em ogiva rematado por capiteis onde figuram representações estilizadas de seres mitológicos. Salienta-se ainda a rosácea, a torre sineira, rematada no coruchéu por duas pirâmides de arestas acogulhadas, e, na parte posterior, uma abside coroada por um renque de merlões.

O interior da igreja é dividido em três naves, por uma imponente arcaria ogival. Na capela-mor pontificam os retábulos e as pinturas quinhentistas, para além do túmulo de D. Álvaro Gonçalves de Ataíde, 1º Conde de Atouguia. De referir ainda o soberbo frontal de altar constituído por um baixo-relevo em calcário branco representando a Natividade.



IGREJA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO - ATOUGUIA DA BALEIA


Igreja de Nª Srª da Conceição
A Igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Atouguia da Baleia, datada dos finais séc. XVII, é um templo de estilo barroco, atribuível ao arquitecto João Antunes, construído com as esmolas da população e de algumas figuras da nobreza portuguesa seiscentista, como a rainha D. Maria Sofia Isabel de Neuburgo, segunda mulher de D. Pedro II.

No interior, de uma só nave abobadada, destaca-se a capela-mor revestida a mármore, de diversas tonalidades (desde a colunata torsa do retábulo até aos medalhões das paredes laterais e do tecto), o altar de talha dourada, onde se abriga a imagem da padroeira, peça seiscentista, e as pias de água benta, de mármore da Arrábida, esculpidas em forma de concha.



FORTE DA CONSOLAÇÃO


Forte da Consolação
O Forte de Nossa Senhora da Consolação, mandado edificar em 1641 por D. João IV, e concluído em 1645, segundo lápide existente acima do portão principal, insere-se numa ampla política de defesa e fortificação da linha costeira da região de Peniche, com forte implemento após a Restauração.

Este reduto edificado sobre o cerro de Nossa Senhora da Consolação, implantando-se sobranceiramente sobre a baía a Sul do istmo de Peniche, tinha na sua potente artilharia, cujo alcance cruzava com o da Fortaleza de Peniche, importante obstáculo a qualquer desembarque hostil nas praias da dita baía, local onde já anteriormente haviam desembarcado em 1589 as tropas inglesas lideradas por D. António, Prior do Crato.

Fonte:http://www.cm-peniche.pt/custompages/showpage.aspx?pageid=f8cc6537-67e0-4385-a59f-a45c812d6d4b&m=b56


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PENICHE E BALEAL 2



Nota AuToCaRaVaNiStA:


Das várias vezes que já por lá passei, nunca é demais salientar a maneira despreocupada com que os Autocaravanistas Estrangeiros estacionam junto às falésias, alguns só de olhar até arrepia. Um perigo a sar acautelado pelas entidades competentes, antes que aconteça uma desgraça.
Sobre Peniche já existe comentários na etiqueta "Peniche" do portefólio AuToCaRaVaNiStA. Fica aquí mais algumas indicações de interesse na região, e a visitar.



FORTALEZA DE PENICHE



Mandada edificar por D. João III em 1557 e concluída em 1645 por D. João IV, que a considerou a principal chave do Reino pela parte do mar, destaca-se na Fortaleza de Peniche, para além da típica traça em estrela, o Baluarte Redondo - primeira fortificação construída na península de Peniche - a Torre de Vigia, e a capela de Santa Bárbara.

Este imóvel viu o seu espaço utilizado de forma diversa de acordo com as necessidades e as vicissitudes históricas de cada época. Praça militar de vital importância estratégica até 1897, abrigo de refugiados Boers provenientes da África do Sul no início do séc. XX, residência de prisioneiros alemães e austríacos durante a Primeira Guerra Mundial, prisão política do Estado Novo entre 1934 e 1974, alojamento provisório de famílias portuguesas chegadas das antigas colónias ultramarinas em 1974, e a partir de 1984 albergue do Museu Municipal, a Fortaleza de Peniche assume especial relevância enquanto importante documento de uma diacronia histórica de índole local e nacional.


FONTE DO ROSÁRIO


Fonte do Rosário

Território tradicionalmente deficitário em água potável, a península de Peniche ostenta ainda hoje uma paisagem marcada pela ampla diversidade de fontes e poços, destacando-se destas a Fonte do Rosário.

A Fonte do Rosário é uma imponente fonte de mergulho, na qual para maior comodidade de uso, foi construída uma rampa de acesso e um pequeno pátio interior que permitia a inversão do sentido de marcha das carroças e animais que transportavam a preciosa água para a Vila.

Provavelmente construída no séc. XVI ou XVII, para atender às necessidades da terra, foi restaurada no séc. XVIII, de acordo com a data de 1717 gravada na pedra central do arco de entrada.

(ENCERRADO AO PÚBLICO)



GRUTA DA FURNINHA

A Gruta da Furninha, localizada na costa Sul da península de Peniche, corresponde a uma cavidade natural ocupada durante o período pré-histórico, tratando-se da mais importante estação pré-histórica do concelho.

Hoje localizada junto ao mar, esta gruta foi ocupada entre o Paleolítico Médio e o final do Calcolítico, tendo sido escavada em 1880 pelo estudioso Nery Delgado.

Utilizada como abrigo e necrópole, esta estação pré-histórica forneceu um vasto espólio arqueológico, no qual se destacam: vestígios osteológicos de vários hominídeos, nomeadamente do Homo Sapiens (Homem de Neandertal) e de Homo Sapiens Sapiens (Homem actual); vestígios de fauna do período quaternário (peixes e mamíferos); utensílios líticos (bifaces, pontas de seta, machados de pedra polida...); utensílios em osso; e várias peças de cerâmica neolítica (os célebres vasos de suspensão da Gruta da Furninha).

Este numeroso espólio encontra-se disseminado por vários museus entre eles o Museu Municipal de Peniche.




IGREJA DE S. PEDRO


Igreja de S. Pedro
A Igreja de S. Pedro localiza-se no coração do centro histórico de Peniche, constituindo o maior templo do concelho.

Esta igreja, datada do final do séc. XVI, apresenta-se dividida em três grandes naves. Nas naves laterais pontificam vários altares consagrados a divindades como Nossa Senhora da Boa Viagem, o Senhor do Bonfim, ou S. Pedro de Alcântara. Já na nave central destaca-se a magnificência barroca da capela-mor consagrada a S. Pedro, decorada com talha dourada e ostentando belíssimas colunas dorsas, para além de várias pinturas setecentistas representando cenas da vida do santo padroeiro.

Trata-se, sem dúvida, da mais imponente igreja do concelho.





IGREJA DA MISERICÓRDIA

A Igreja da Misericórdia, data do início do séc. XVII, sendo pertença da Santa Casa da Misericórdia de Peniche.

Esta igreja, anexa ao antigo hospital da referida instituição, ostenta no seu interior uma rara beleza decorativa, visível nos painéis azulejares seiscentistas, nas pinturas a óleo, algumas de grande dimensão, que decoram as paredes com cenas alusivas a acontecimentos evangélicos, e no tecto decorado com caixotões, ilustrando cenas da Vida e Paixão de Cristo.



SANTUÁRIO DA NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS



Santuário Nª Srª dos Remédios
A Capela de Nossa Senhora dos Remédios localizada junto à costa no extremo ocidental da península de Peniche, constitui a base de um Santuário consagrado ao culto mariano. Desconhece-se a data de construção desta igreja supondo-se todavia que esta terá sido edificada provavelmente no séc. XVI.

Segundo a lenda a imagem de Nossa Senhora terá sido encontrada no séc. XII escondida numa pequena caverna, situada no local onde hoje se ergue a capela, tendo-se iniciado, a partir dessa data, o culto da chamada Senhora dos Remédios.

A importância deste culto traduzido em peregrinações anuais, os círios, terá motivado a criação de um santuário no séc. XVII, composto pela referida igreja e por uma praça fronteira orlada de casas nas quais residiam o ermitão e os mordomos, se abrigavam os romeiros, e se implantavam as cavalariças.

No que toca a este templo de salientar a capela-mor onde se venera a imagem de Nossa Senhora, os painéis de azulejos setecentistas evocando episódios da Paixão de Cristo, e a chamada capelinha do Senhor Morto, onde se venera uma imagem de Cristo, apelidada de Senhor dos Remédios.



FORTE DE S. JOÃO BAPTISTA


Forte S. João Baptista
O Forte de S. João Baptista, localiza-se na Ilha da Berlenga, tendo sido mandado edificar em 1651, por ordem de D. João IV, e concluído 1656.

Construído com a finalidade de impedir a ocupação desta ilha por corsários norte-africanos ou por potências inimigas, viveu em Junho de 1666 o episódio bélico mais célebre da sua história.

Nessa data, o Forte de S. João Baptista foi sitiado por uma esquadra espanhola, composta por catorze naus e uma caravela, comandada por D. Diogo Ibarra. Defendida, à altura, por uma pequena guarnição, inferior a vinte homens, e contando com apenas nove peças de artilharia, esta fortificação liderada pelo cabo Avelar Pessoa, conseguiu resistir durante dois dias ao feroz bombardeamento inimigo, bem como provocar importantes baixas nas forças sitiantes, traduzidas num elevado número de mortos, uma nau afundada e duas outras fortemente danificadas, contra um morto e quatro feridos lusos. O esgotamento dos mantimentos e das munições, e a deserção de um dos soldados, que expôs a D. Diogo Ibarra a dramática situação da guarnição portuguesa, motivaram por fim a capitulação do Forte de S. João Baptista.



TOURIL ATOUGUIA DA BALEIA


Touril
Datável possivelmente do séc. XVIII, o Touril, tal como o nome indica, parece corresponder a uma estrutura utilizada, como palco de lides tauromáquicas, porventura pela ociosa família real e nobreza, frequentemente hospedada no vizinho Paço da Serra de El-Rei.


Desta estrutura, localizada no largo fronteiro à igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Atouguia da Baleia, ainda se observam vários esteios de pedra, cravados no chão, delimitando a "arena", apresentando os tradicionais três orifícios.

O Touril de Atouguia da Baleia corresponde a um dos raros e, simultaneamente, mais antigos exemplares do género existentes em Portugal.



IGREJA DE S. LEONARDO - ATOUGUIA DA BALEIA


Igreja de S. Leonardo
A Igreja de S. Leonardo localizada na antiga vila de Atouguia da Baleia constitui o mais antigo templo cristão do concelho, datando do séc. XII.

Esta igreja de estilo gótico, consagrada a S. Leonardo, terá sido edificada, segundo a tradição, utilizando ossos de uma baleia que teria dado à costa.

Na sua frontaria apresenta um belíssimo portal em ogiva rematado por capiteis onde figuram representações estilizadas de seres mitológicos. Salienta-se ainda a rosácea, a torre sineira, rematada no coruchéu por duas pirâmides de arestas acogulhadas, e, na parte posterior, uma abside coroada por um renque de merlões.

O interior da igreja é dividido em três naves, por uma imponente arcaria ogival. Na capela-mor pontificam os retábulos e as pinturas quinhentistas, para além do túmulo de D. Álvaro Gonçalves de Ataíde, 1º Conde de Atouguia. De referir ainda o soberbo frontal de altar constituído por um baixo-relevo em calcário branco representando a Natividade.



IGREJA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO - ATOUGUIA DA BALEIA


Igreja de Nª Srª da Conceição
A Igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Atouguia da Baleia, datada dos finais séc. XVII, é um templo de estilo barroco, atribuível ao arquitecto João Antunes, construído com as esmolas da população e de algumas figuras da nobreza portuguesa seiscentista, como a rainha D. Maria Sofia Isabel de Neuburgo, segunda mulher de D. Pedro II.

No interior, de uma só nave abobadada, destaca-se a capela-mor revestida a mármore, de diversas tonalidades (desde a colunata torsa do retábulo até aos medalhões das paredes laterais e do tecto), o altar de talha dourada, onde se abriga a imagem da padroeira, peça seiscentista, e as pias de água benta, de mármore da Arrábida, esculpidas em forma de concha.



FORTE DA CONSOLAÇÃO


Forte da Consolação
O Forte de Nossa Senhora da Consolação, mandado edificar em 1641 por D. João IV, e concluído em 1645, segundo lápide existente acima do portão principal, insere-se numa ampla política de defesa e fortificação da linha costeira da região de Peniche, com forte implemento após a Restauração.

Este reduto edificado sobre o cerro de Nossa Senhora da Consolação, implantando-se sobranceiramente sobre a baía a Sul do istmo de Peniche, tinha na sua potente artilharia, cujo alcance cruzava com o da Fortaleza de Peniche, importante obstáculo a qualquer desembarque hostil nas praias da dita baía, local onde já anteriormente haviam desembarcado em 1589 as tropas inglesas lideradas por D. António, Prior do Crato.

Fonte:http://www.cm-peniche.pt/custompages/showpage.aspx?pageid=f8cc6537-67e0-4385-a59f-a45c812d6d4b&m=b56


COPYRIGHT AuToCaRaVaNiStA


by jbmendes

PENICHE E BALEAL 2



Nota AuToCaRaVaNiStA:


Das várias vezes que já por lá passei, nunca é demais salientar a maneira despreocupada com que os Autocaravanistas Estrangeiros estacionam junto às falésias, alguns só de olhar até arrepia. Um perigo a sar acautelado pelas entidades competentes, antes que aconteça uma desgraça.
Sobre Peniche já existe comentários na etiqueta "Peniche" do portefólio AuToCaRaVaNiStA. Fica aquí mais algumas indicações de interesse na região, e a visitar.



FORTALEZA DE PENICHE



Mandada edificar por D. João III em 1557 e concluída em 1645 por D. João IV, que a considerou a principal chave do Reino pela parte do mar, destaca-se na Fortaleza de Peniche, para além da típica traça em estrela, o Baluarte Redondo - primeira fortificação construída na península de Peniche - a Torre de Vigia, e a capela de Santa Bárbara.

Este imóvel viu o seu espaço utilizado de forma diversa de acordo com as necessidades e as vicissitudes históricas de cada época. Praça militar de vital importância estratégica até 1897, abrigo de refugiados Boers provenientes da África do Sul no início do séc. XX, residência de prisioneiros alemães e austríacos durante a Primeira Guerra Mundial, prisão política do Estado Novo entre 1934 e 1974, alojamento provisório de famílias portuguesas chegadas das antigas colónias ultramarinas em 1974, e a partir de 1984 albergue do Museu Municipal, a Fortaleza de Peniche assume especial relevância enquanto importante documento de uma diacronia histórica de índole local e nacional.


FONTE DO ROSÁRIO


Fonte do Rosário

Território tradicionalmente deficitário em água potável, a península de Peniche ostenta ainda hoje uma paisagem marcada pela ampla diversidade de fontes e poços, destacando-se destas a Fonte do Rosário.

A Fonte do Rosário é uma imponente fonte de mergulho, na qual para maior comodidade de uso, foi construída uma rampa de acesso e um pequeno pátio interior que permitia a inversão do sentido de marcha das carroças e animais que transportavam a preciosa água para a Vila.

Provavelmente construída no séc. XVI ou XVII, para atender às necessidades da terra, foi restaurada no séc. XVIII, de acordo com a data de 1717 gravada na pedra central do arco de entrada.

(ENCERRADO AO PÚBLICO)



GRUTA DA FURNINHA

A Gruta da Furninha, localizada na costa Sul da península de Peniche, corresponde a uma cavidade natural ocupada durante o período pré-histórico, tratando-se da mais importante estação pré-histórica do concelho.

Hoje localizada junto ao mar, esta gruta foi ocupada entre o Paleolítico Médio e o final do Calcolítico, tendo sido escavada em 1880 pelo estudioso Nery Delgado.

Utilizada como abrigo e necrópole, esta estação pré-histórica forneceu um vasto espólio arqueológico, no qual se destacam: vestígios osteológicos de vários hominídeos, nomeadamente do Homo Sapiens (Homem de Neandertal) e de Homo Sapiens Sapiens (Homem actual); vestígios de fauna do período quaternário (peixes e mamíferos); utensílios líticos (bifaces, pontas de seta, machados de pedra polida...); utensílios em osso; e várias peças de cerâmica neolítica (os célebres vasos de suspensão da Gruta da Furninha).

Este numeroso espólio encontra-se disseminado por vários museus entre eles o Museu Municipal de Peniche.




IGREJA DE S. PEDRO


Igreja de S. Pedro
A Igreja de S. Pedro localiza-se no coração do centro histórico de Peniche, constituindo o maior templo do concelho.

Esta igreja, datada do final do séc. XVI, apresenta-se dividida em três grandes naves. Nas naves laterais pontificam vários altares consagrados a divindades como Nossa Senhora da Boa Viagem, o Senhor do Bonfim, ou S. Pedro de Alcântara. Já na nave central destaca-se a magnificência barroca da capela-mor consagrada a S. Pedro, decorada com talha dourada e ostentando belíssimas colunas dorsas, para além de várias pinturas setecentistas representando cenas da vida do santo padroeiro.

Trata-se, sem dúvida, da mais imponente igreja do concelho.





IGREJA DA MISERICÓRDIA

A Igreja da Misericórdia, data do início do séc. XVII, sendo pertença da Santa Casa da Misericórdia de Peniche.

Esta igreja, anexa ao antigo hospital da referida instituição, ostenta no seu interior uma rara beleza decorativa, visível nos painéis azulejares seiscentistas, nas pinturas a óleo, algumas de grande dimensão, que decoram as paredes com cenas alusivas a acontecimentos evangélicos, e no tecto decorado com caixotões, ilustrando cenas da Vida e Paixão de Cristo.



SANTUÁRIO DA NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS



Santuário Nª Srª dos Remédios
A Capela de Nossa Senhora dos Remédios localizada junto à costa no extremo ocidental da península de Peniche, constitui a base de um Santuário consagrado ao culto mariano. Desconhece-se a data de construção desta igreja supondo-se todavia que esta terá sido edificada provavelmente no séc. XVI.

Segundo a lenda a imagem de Nossa Senhora terá sido encontrada no séc. XII escondida numa pequena caverna, situada no local onde hoje se ergue a capela, tendo-se iniciado, a partir dessa data, o culto da chamada Senhora dos Remédios.

A importância deste culto traduzido em peregrinações anuais, os círios, terá motivado a criação de um santuário no séc. XVII, composto pela referida igreja e por uma praça fronteira orlada de casas nas quais residiam o ermitão e os mordomos, se abrigavam os romeiros, e se implantavam as cavalariças.

No que toca a este templo de salientar a capela-mor onde se venera a imagem de Nossa Senhora, os painéis de azulejos setecentistas evocando episódios da Paixão de Cristo, e a chamada capelinha do Senhor Morto, onde se venera uma imagem de Cristo, apelidada de Senhor dos Remédios.



FORTE DE S. JOÃO BAPTISTA


Forte S. João Baptista
O Forte de S. João Baptista, localiza-se na Ilha da Berlenga, tendo sido mandado edificar em 1651, por ordem de D. João IV, e concluído 1656.

Construído com a finalidade de impedir a ocupação desta ilha por corsários norte-africanos ou por potências inimigas, viveu em Junho de 1666 o episódio bélico mais célebre da sua história.

Nessa data, o Forte de S. João Baptista foi sitiado por uma esquadra espanhola, composta por catorze naus e uma caravela, comandada por D. Diogo Ibarra. Defendida, à altura, por uma pequena guarnição, inferior a vinte homens, e contando com apenas nove peças de artilharia, esta fortificação liderada pelo cabo Avelar Pessoa, conseguiu resistir durante dois dias ao feroz bombardeamento inimigo, bem como provocar importantes baixas nas forças sitiantes, traduzidas num elevado número de mortos, uma nau afundada e duas outras fortemente danificadas, contra um morto e quatro feridos lusos. O esgotamento dos mantimentos e das munições, e a deserção de um dos soldados, que expôs a D. Diogo Ibarra a dramática situação da guarnição portuguesa, motivaram por fim a capitulação do Forte de S. João Baptista.



TOURIL ATOUGUIA DA BALEIA


Touril
Datável possivelmente do séc. XVIII, o Touril, tal como o nome indica, parece corresponder a uma estrutura utilizada, como palco de lides tauromáquicas, porventura pela ociosa família real e nobreza, frequentemente hospedada no vizinho Paço da Serra de El-Rei.


Desta estrutura, localizada no largo fronteiro à igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Atouguia da Baleia, ainda se observam vários esteios de pedra, cravados no chão, delimitando a "arena", apresentando os tradicionais três orifícios.

O Touril de Atouguia da Baleia corresponde a um dos raros e, simultaneamente, mais antigos exemplares do género existentes em Portugal.



IGREJA DE S. LEONARDO - ATOUGUIA DA BALEIA


Igreja de S. Leonardo
A Igreja de S. Leonardo localizada na antiga vila de Atouguia da Baleia constitui o mais antigo templo cristão do concelho, datando do séc. XII.

Esta igreja de estilo gótico, consagrada a S. Leonardo, terá sido edificada, segundo a tradição, utilizando ossos de uma baleia que teria dado à costa.

Na sua frontaria apresenta um belíssimo portal em ogiva rematado por capiteis onde figuram representações estilizadas de seres mitológicos. Salienta-se ainda a rosácea, a torre sineira, rematada no coruchéu por duas pirâmides de arestas acogulhadas, e, na parte posterior, uma abside coroada por um renque de merlões.

O interior da igreja é dividido em três naves, por uma imponente arcaria ogival. Na capela-mor pontificam os retábulos e as pinturas quinhentistas, para além do túmulo de D. Álvaro Gonçalves de Ataíde, 1º Conde de Atouguia. De referir ainda o soberbo frontal de altar constituído por um baixo-relevo em calcário branco representando a Natividade.



IGREJA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO - ATOUGUIA DA BALEIA


Igreja de Nª Srª da Conceição
A Igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Atouguia da Baleia, datada dos finais séc. XVII, é um templo de estilo barroco, atribuível ao arquitecto João Antunes, construído com as esmolas da população e de algumas figuras da nobreza portuguesa seiscentista, como a rainha D. Maria Sofia Isabel de Neuburgo, segunda mulher de D. Pedro II.

No interior, de uma só nave abobadada, destaca-se a capela-mor revestida a mármore, de diversas tonalidades (desde a colunata torsa do retábulo até aos medalhões das paredes laterais e do tecto), o altar de talha dourada, onde se abriga a imagem da padroeira, peça seiscentista, e as pias de água benta, de mármore da Arrábida, esculpidas em forma de concha.



FORTE DA CONSOLAÇÃO


Forte da Consolação
O Forte de Nossa Senhora da Consolação, mandado edificar em 1641 por D. João IV, e concluído em 1645, segundo lápide existente acima do portão principal, insere-se numa ampla política de defesa e fortificação da linha costeira da região de Peniche, com forte implemento após a Restauração.

Este reduto edificado sobre o cerro de Nossa Senhora da Consolação, implantando-se sobranceiramente sobre a baía a Sul do istmo de Peniche, tinha na sua potente artilharia, cujo alcance cruzava com o da Fortaleza de Peniche, importante obstáculo a qualquer desembarque hostil nas praias da dita baía, local onde já anteriormente haviam desembarcado em 1589 as tropas inglesas lideradas por D. António, Prior do Crato.

Fonte:http://www.cm-peniche.pt/custompages/showpage.aspx?pageid=f8cc6537-67e0-4385-a59f-a45c812d6d4b&m=b56


COPYRIGHT AuToCaRaVaNiStA


by jbmendes

PENICHE E BALEAL 2



Nota AuToCaRaVaNiStA:


Das várias vezes que já por lá passei, nunca é demais salientar a maneira despreocupada com que os Autocaravanistas Estrangeiros estacionam junto às falésias, alguns só de olhar até arrepia. Um perigo a sar acautelado pelas entidades competentes, antes que aconteça uma desgraça.
Sobre Peniche já existe comentários na etiqueta "Peniche" do portefólio AuToCaRaVaNiStA. Fica aquí mais algumas indicações de interesse na região, e a visitar.



FORTALEZA DE PENICHE



Mandada edificar por D. João III em 1557 e concluída em 1645 por D. João IV, que a considerou a principal chave do Reino pela parte do mar, destaca-se na Fortaleza de Peniche, para além da típica traça em estrela, o Baluarte Redondo - primeira fortificação construída na península de Peniche - a Torre de Vigia, e a capela de Santa Bárbara.

Este imóvel viu o seu espaço utilizado de forma diversa de acordo com as necessidades e as vicissitudes históricas de cada época. Praça militar de vital importância estratégica até 1897, abrigo de refugiados Boers provenientes da África do Sul no início do séc. XX, residência de prisioneiros alemães e austríacos durante a Primeira Guerra Mundial, prisão política do Estado Novo entre 1934 e 1974, alojamento provisório de famílias portuguesas chegadas das antigas colónias ultramarinas em 1974, e a partir de 1984 albergue do Museu Municipal, a Fortaleza de Peniche assume especial relevância enquanto importante documento de uma diacronia histórica de índole local e nacional.


FONTE DO ROSÁRIO


Fonte do Rosário

Território tradicionalmente deficitário em água potável, a península de Peniche ostenta ainda hoje uma paisagem marcada pela ampla diversidade de fontes e poços, destacando-se destas a Fonte do Rosário.

A Fonte do Rosário é uma imponente fonte de mergulho, na qual para maior comodidade de uso, foi construída uma rampa de acesso e um pequeno pátio interior que permitia a inversão do sentido de marcha das carroças e animais que transportavam a preciosa água para a Vila.

Provavelmente construída no séc. XVI ou XVII, para atender às necessidades da terra, foi restaurada no séc. XVIII, de acordo com a data de 1717 gravada na pedra central do arco de entrada.

(ENCERRADO AO PÚBLICO)



GRUTA DA FURNINHA

A Gruta da Furninha, localizada na costa Sul da península de Peniche, corresponde a uma cavidade natural ocupada durante o período pré-histórico, tratando-se da mais importante estação pré-histórica do concelho.

Hoje localizada junto ao mar, esta gruta foi ocupada entre o Paleolítico Médio e o final do Calcolítico, tendo sido escavada em 1880 pelo estudioso Nery Delgado.

Utilizada como abrigo e necrópole, esta estação pré-histórica forneceu um vasto espólio arqueológico, no qual se destacam: vestígios osteológicos de vários hominídeos, nomeadamente do Homo Sapiens (Homem de Neandertal) e de Homo Sapiens Sapiens (Homem actual); vestígios de fauna do período quaternário (peixes e mamíferos); utensílios líticos (bifaces, pontas de seta, machados de pedra polida...); utensílios em osso; e várias peças de cerâmica neolítica (os célebres vasos de suspensão da Gruta da Furninha).

Este numeroso espólio encontra-se disseminado por vários museus entre eles o Museu Municipal de Peniche.




IGREJA DE S. PEDRO


Igreja de S. Pedro
A Igreja de S. Pedro localiza-se no coração do centro histórico de Peniche, constituindo o maior templo do concelho.

Esta igreja, datada do final do séc. XVI, apresenta-se dividida em três grandes naves. Nas naves laterais pontificam vários altares consagrados a divindades como Nossa Senhora da Boa Viagem, o Senhor do Bonfim, ou S. Pedro de Alcântara. Já na nave central destaca-se a magnificência barroca da capela-mor consagrada a S. Pedro, decorada com talha dourada e ostentando belíssimas colunas dorsas, para além de várias pinturas setecentistas representando cenas da vida do santo padroeiro.

Trata-se, sem dúvida, da mais imponente igreja do concelho.





IGREJA DA MISERICÓRDIA

A Igreja da Misericórdia, data do início do séc. XVII, sendo pertença da Santa Casa da Misericórdia de Peniche.

Esta igreja, anexa ao antigo hospital da referida instituição, ostenta no seu interior uma rara beleza decorativa, visível nos painéis azulejares seiscentistas, nas pinturas a óleo, algumas de grande dimensão, que decoram as paredes com cenas alusivas a acontecimentos evangélicos, e no tecto decorado com caixotões, ilustrando cenas da Vida e Paixão de Cristo.



SANTUÁRIO DA NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS



Santuário Nª Srª dos Remédios
A Capela de Nossa Senhora dos Remédios localizada junto à costa no extremo ocidental da península de Peniche, constitui a base de um Santuário consagrado ao culto mariano. Desconhece-se a data de construção desta igreja supondo-se todavia que esta terá sido edificada provavelmente no séc. XVI.

Segundo a lenda a imagem de Nossa Senhora terá sido encontrada no séc. XII escondida numa pequena caverna, situada no local onde hoje se ergue a capela, tendo-se iniciado, a partir dessa data, o culto da chamada Senhora dos Remédios.

A importância deste culto traduzido em peregrinações anuais, os círios, terá motivado a criação de um santuário no séc. XVII, composto pela referida igreja e por uma praça fronteira orlada de casas nas quais residiam o ermitão e os mordomos, se abrigavam os romeiros, e se implantavam as cavalariças.

No que toca a este templo de salientar a capela-mor onde se venera a imagem de Nossa Senhora, os painéis de azulejos setecentistas evocando episódios da Paixão de Cristo, e a chamada capelinha do Senhor Morto, onde se venera uma imagem de Cristo, apelidada de Senhor dos Remédios.



FORTE DE S. JOÃO BAPTISTA


Forte S. João Baptista
O Forte de S. João Baptista, localiza-se na Ilha da Berlenga, tendo sido mandado edificar em 1651, por ordem de D. João IV, e concluído 1656.

Construído com a finalidade de impedir a ocupação desta ilha por corsários norte-africanos ou por potências inimigas, viveu em Junho de 1666 o episódio bélico mais célebre da sua história.

Nessa data, o Forte de S. João Baptista foi sitiado por uma esquadra espanhola, composta por catorze naus e uma caravela, comandada por D. Diogo Ibarra. Defendida, à altura, por uma pequena guarnição, inferior a vinte homens, e contando com apenas nove peças de artilharia, esta fortificação liderada pelo cabo Avelar Pessoa, conseguiu resistir durante dois dias ao feroz bombardeamento inimigo, bem como provocar importantes baixas nas forças sitiantes, traduzidas num elevado número de mortos, uma nau afundada e duas outras fortemente danificadas, contra um morto e quatro feridos lusos. O esgotamento dos mantimentos e das munições, e a deserção de um dos soldados, que expôs a D. Diogo Ibarra a dramática situação da guarnição portuguesa, motivaram por fim a capitulação do Forte de S. João Baptista.



TOURIL ATOUGUIA DA BALEIA


Touril
Datável possivelmente do séc. XVIII, o Touril, tal como o nome indica, parece corresponder a uma estrutura utilizada, como palco de lides tauromáquicas, porventura pela ociosa família real e nobreza, frequentemente hospedada no vizinho Paço da Serra de El-Rei.


Desta estrutura, localizada no largo fronteiro à igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Atouguia da Baleia, ainda se observam vários esteios de pedra, cravados no chão, delimitando a "arena", apresentando os tradicionais três orifícios.

O Touril de Atouguia da Baleia corresponde a um dos raros e, simultaneamente, mais antigos exemplares do género existentes em Portugal.



IGREJA DE S. LEONARDO - ATOUGUIA DA BALEIA


Igreja de S. Leonardo
A Igreja de S. Leonardo localizada na antiga vila de Atouguia da Baleia constitui o mais antigo templo cristão do concelho, datando do séc. XII.

Esta igreja de estilo gótico, consagrada a S. Leonardo, terá sido edificada, segundo a tradição, utilizando ossos de uma baleia que teria dado à costa.

Na sua frontaria apresenta um belíssimo portal em ogiva rematado por capiteis onde figuram representações estilizadas de seres mitológicos. Salienta-se ainda a rosácea, a torre sineira, rematada no coruchéu por duas pirâmides de arestas acogulhadas, e, na parte posterior, uma abside coroada por um renque de merlões.

O interior da igreja é dividido em três naves, por uma imponente arcaria ogival. Na capela-mor pontificam os retábulos e as pinturas quinhentistas, para além do túmulo de D. Álvaro Gonçalves de Ataíde, 1º Conde de Atouguia. De referir ainda o soberbo frontal de altar constituído por um baixo-relevo em calcário branco representando a Natividade.



IGREJA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO - ATOUGUIA DA BALEIA


Igreja de Nª Srª da Conceição
A Igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Atouguia da Baleia, datada dos finais séc. XVII, é um templo de estilo barroco, atribuível ao arquitecto João Antunes, construído com as esmolas da população e de algumas figuras da nobreza portuguesa seiscentista, como a rainha D. Maria Sofia Isabel de Neuburgo, segunda mulher de D. Pedro II.

No interior, de uma só nave abobadada, destaca-se a capela-mor revestida a mármore, de diversas tonalidades (desde a colunata torsa do retábulo até aos medalhões das paredes laterais e do tecto), o altar de talha dourada, onde se abriga a imagem da padroeira, peça seiscentista, e as pias de água benta, de mármore da Arrábida, esculpidas em forma de concha.



FORTE DA CONSOLAÇÃO


Forte da Consolação
O Forte de Nossa Senhora da Consolação, mandado edificar em 1641 por D. João IV, e concluído em 1645, segundo lápide existente acima do portão principal, insere-se numa ampla política de defesa e fortificação da linha costeira da região de Peniche, com forte implemento após a Restauração.

Este reduto edificado sobre o cerro de Nossa Senhora da Consolação, implantando-se sobranceiramente sobre a baía a Sul do istmo de Peniche, tinha na sua potente artilharia, cujo alcance cruzava com o da Fortaleza de Peniche, importante obstáculo a qualquer desembarque hostil nas praias da dita baía, local onde já anteriormente haviam desembarcado em 1589 as tropas inglesas lideradas por D. António, Prior do Crato.

Fonte:http://www.cm-peniche.pt/custompages/showpage.aspx?pageid=f8cc6537-67e0-4385-a59f-a45c812d6d4b&m=b56


COPYRIGHT AuToCaRaVaNiStA


by jbmendes

PENICHE E BALEAL 2



Nota AuToCaRaVaNiStA:


Das várias vezes que já por lá passei, nunca é demais salientar a maneira despreocupada com que os Autocaravanistas Estrangeiros estacionam junto às falésias, alguns só de olhar até arrepia. Um perigo a sar acautelado pelas entidades competentes, antes que aconteça uma desgraça.
Sobre Peniche já existe comentários na etiqueta "Peniche" do portefólio AuToCaRaVaNiStA. Fica aquí mais algumas indicações de interesse na região, e a visitar.



FORTALEZA DE PENICHE



Mandada edificar por D. João III em 1557 e concluída em 1645 por D. João IV, que a considerou a principal chave do Reino pela parte do mar, destaca-se na Fortaleza de Peniche, para além da típica traça em estrela, o Baluarte Redondo - primeira fortificação construída na península de Peniche - a Torre de Vigia, e a capela de Santa Bárbara.

Este imóvel viu o seu espaço utilizado de forma diversa de acordo com as necessidades e as vicissitudes históricas de cada época. Praça militar de vital importância estratégica até 1897, abrigo de refugiados Boers provenientes da África do Sul no início do séc. XX, residência de prisioneiros alemães e austríacos durante a Primeira Guerra Mundial, prisão política do Estado Novo entre 1934 e 1974, alojamento provisório de famílias portuguesas chegadas das antigas colónias ultramarinas em 1974, e a partir de 1984 albergue do Museu Municipal, a Fortaleza de Peniche assume especial relevância enquanto importante documento de uma diacronia histórica de índole local e nacional.


FONTE DO ROSÁRIO


Fonte do Rosário

Território tradicionalmente deficitário em água potável, a península de Peniche ostenta ainda hoje uma paisagem marcada pela ampla diversidade de fontes e poços, destacando-se destas a Fonte do Rosário.

A Fonte do Rosário é uma imponente fonte de mergulho, na qual para maior comodidade de uso, foi construída uma rampa de acesso e um pequeno pátio interior que permitia a inversão do sentido de marcha das carroças e animais que transportavam a preciosa água para a Vila.

Provavelmente construída no séc. XVI ou XVII, para atender às necessidades da terra, foi restaurada no séc. XVIII, de acordo com a data de 1717 gravada na pedra central do arco de entrada.

(ENCERRADO AO PÚBLICO)



GRUTA DA FURNINHA

A Gruta da Furninha, localizada na costa Sul da península de Peniche, corresponde a uma cavidade natural ocupada durante o período pré-histórico, tratando-se da mais importante estação pré-histórica do concelho.

Hoje localizada junto ao mar, esta gruta foi ocupada entre o Paleolítico Médio e o final do Calcolítico, tendo sido escavada em 1880 pelo estudioso Nery Delgado.

Utilizada como abrigo e necrópole, esta estação pré-histórica forneceu um vasto espólio arqueológico, no qual se destacam: vestígios osteológicos de vários hominídeos, nomeadamente do Homo Sapiens (Homem de Neandertal) e de Homo Sapiens Sapiens (Homem actual); vestígios de fauna do período quaternário (peixes e mamíferos); utensílios líticos (bifaces, pontas de seta, machados de pedra polida...); utensílios em osso; e várias peças de cerâmica neolítica (os célebres vasos de suspensão da Gruta da Furninha).

Este numeroso espólio encontra-se disseminado por vários museus entre eles o Museu Municipal de Peniche.




IGREJA DE S. PEDRO


Igreja de S. Pedro
A Igreja de S. Pedro localiza-se no coração do centro histórico de Peniche, constituindo o maior templo do concelho.

Esta igreja, datada do final do séc. XVI, apresenta-se dividida em três grandes naves. Nas naves laterais pontificam vários altares consagrados a divindades como Nossa Senhora da Boa Viagem, o Senhor do Bonfim, ou S. Pedro de Alcântara. Já na nave central destaca-se a magnificência barroca da capela-mor consagrada a S. Pedro, decorada com talha dourada e ostentando belíssimas colunas dorsas, para além de várias pinturas setecentistas representando cenas da vida do santo padroeiro.

Trata-se, sem dúvida, da mais imponente igreja do concelho.





IGREJA DA MISERICÓRDIA

A Igreja da Misericórdia, data do início do séc. XVII, sendo pertença da Santa Casa da Misericórdia de Peniche.

Esta igreja, anexa ao antigo hospital da referida instituição, ostenta no seu interior uma rara beleza decorativa, visível nos painéis azulejares seiscentistas, nas pinturas a óleo, algumas de grande dimensão, que decoram as paredes com cenas alusivas a acontecimentos evangélicos, e no tecto decorado com caixotões, ilustrando cenas da Vida e Paixão de Cristo.



SANTUÁRIO DA NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS



Santuário Nª Srª dos Remédios
A Capela de Nossa Senhora dos Remédios localizada junto à costa no extremo ocidental da península de Peniche, constitui a base de um Santuário consagrado ao culto mariano. Desconhece-se a data de construção desta igreja supondo-se todavia que esta terá sido edificada provavelmente no séc. XVI.

Segundo a lenda a imagem de Nossa Senhora terá sido encontrada no séc. XII escondida numa pequena caverna, situada no local onde hoje se ergue a capela, tendo-se iniciado, a partir dessa data, o culto da chamada Senhora dos Remédios.

A importância deste culto traduzido em peregrinações anuais, os círios, terá motivado a criação de um santuário no séc. XVII, composto pela referida igreja e por uma praça fronteira orlada de casas nas quais residiam o ermitão e os mordomos, se abrigavam os romeiros, e se implantavam as cavalariças.

No que toca a este templo de salientar a capela-mor onde se venera a imagem de Nossa Senhora, os painéis de azulejos setecentistas evocando episódios da Paixão de Cristo, e a chamada capelinha do Senhor Morto, onde se venera uma imagem de Cristo, apelidada de Senhor dos Remédios.



FORTE DE S. JOÃO BAPTISTA


Forte S. João Baptista
O Forte de S. João Baptista, localiza-se na Ilha da Berlenga, tendo sido mandado edificar em 1651, por ordem de D. João IV, e concluído 1656.

Construído com a finalidade de impedir a ocupação desta ilha por corsários norte-africanos ou por potências inimigas, viveu em Junho de 1666 o episódio bélico mais célebre da sua história.

Nessa data, o Forte de S. João Baptista foi sitiado por uma esquadra espanhola, composta por catorze naus e uma caravela, comandada por D. Diogo Ibarra. Defendida, à altura, por uma pequena guarnição, inferior a vinte homens, e contando com apenas nove peças de artilharia, esta fortificação liderada pelo cabo Avelar Pessoa, conseguiu resistir durante dois dias ao feroz bombardeamento inimigo, bem como provocar importantes baixas nas forças sitiantes, traduzidas num elevado número de mortos, uma nau afundada e duas outras fortemente danificadas, contra um morto e quatro feridos lusos. O esgotamento dos mantimentos e das munições, e a deserção de um dos soldados, que expôs a D. Diogo Ibarra a dramática situação da guarnição portuguesa, motivaram por fim a capitulação do Forte de S. João Baptista.



TOURIL ATOUGUIA DA BALEIA


Touril
Datável possivelmente do séc. XVIII, o Touril, tal como o nome indica, parece corresponder a uma estrutura utilizada, como palco de lides tauromáquicas, porventura pela ociosa família real e nobreza, frequentemente hospedada no vizinho Paço da Serra de El-Rei.


Desta estrutura, localizada no largo fronteiro à igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Atouguia da Baleia, ainda se observam vários esteios de pedra, cravados no chão, delimitando a "arena", apresentando os tradicionais três orifícios.

O Touril de Atouguia da Baleia corresponde a um dos raros e, simultaneamente, mais antigos exemplares do género existentes em Portugal.



IGREJA DE S. LEONARDO - ATOUGUIA DA BALEIA


Igreja de S. Leonardo
A Igreja de S. Leonardo localizada na antiga vila de Atouguia da Baleia constitui o mais antigo templo cristão do concelho, datando do séc. XII.

Esta igreja de estilo gótico, consagrada a S. Leonardo, terá sido edificada, segundo a tradição, utilizando ossos de uma baleia que teria dado à costa.

Na sua frontaria apresenta um belíssimo portal em ogiva rematado por capiteis onde figuram representações estilizadas de seres mitológicos. Salienta-se ainda a rosácea, a torre sineira, rematada no coruchéu por duas pirâmides de arestas acogulhadas, e, na parte posterior, uma abside coroada por um renque de merlões.

O interior da igreja é dividido em três naves, por uma imponente arcaria ogival. Na capela-mor pontificam os retábulos e as pinturas quinhentistas, para além do túmulo de D. Álvaro Gonçalves de Ataíde, 1º Conde de Atouguia. De referir ainda o soberbo frontal de altar constituído por um baixo-relevo em calcário branco representando a Natividade.



IGREJA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO - ATOUGUIA DA BALEIA


Igreja de Nª Srª da Conceição
A Igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Atouguia da Baleia, datada dos finais séc. XVII, é um templo de estilo barroco, atribuível ao arquitecto João Antunes, construído com as esmolas da população e de algumas figuras da nobreza portuguesa seiscentista, como a rainha D. Maria Sofia Isabel de Neuburgo, segunda mulher de D. Pedro II.

No interior, de uma só nave abobadada, destaca-se a capela-mor revestida a mármore, de diversas tonalidades (desde a colunata torsa do retábulo até aos medalhões das paredes laterais e do tecto), o altar de talha dourada, onde se abriga a imagem da padroeira, peça seiscentista, e as pias de água benta, de mármore da Arrábida, esculpidas em forma de concha.



FORTE DA CONSOLAÇÃO


Forte da Consolação
O Forte de Nossa Senhora da Consolação, mandado edificar em 1641 por D. João IV, e concluído em 1645, segundo lápide existente acima do portão principal, insere-se numa ampla política de defesa e fortificação da linha costeira da região de Peniche, com forte implemento após a Restauração.

Este reduto edificado sobre o cerro de Nossa Senhora da Consolação, implantando-se sobranceiramente sobre a baía a Sul do istmo de Peniche, tinha na sua potente artilharia, cujo alcance cruzava com o da Fortaleza de Peniche, importante obstáculo a qualquer desembarque hostil nas praias da dita baía, local onde já anteriormente haviam desembarcado em 1589 as tropas inglesas lideradas por D. António, Prior do Crato.

Fonte:http://www.cm-peniche.pt/custompages/showpage.aspx?pageid=f8cc6537-67e0-4385-a59f-a45c812d6d4b&m=b56


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PENICHE E BALEAL 2



Nota AuToCaRaVaNiStA:


Das várias vezes que já por lá passei, nunca é demais salientar a maneira despreocupada com que os Autocaravanistas Estrangeiros estacionam junto às falésias, alguns só de olhar até arrepia. Um perigo a sar acautelado pelas entidades competentes, antes que aconteça uma desgraça.
Sobre Peniche já existe comentários na etiqueta "Peniche" do portefólio AuToCaRaVaNiStA. Fica aquí mais algumas indicações de interesse na região, e a visitar.



FORTALEZA DE PENICHE



Mandada edificar por D. João III em 1557 e concluída em 1645 por D. João IV, que a considerou a principal chave do Reino pela parte do mar, destaca-se na Fortaleza de Peniche, para além da típica traça em estrela, o Baluarte Redondo - primeira fortificação construída na península de Peniche - a Torre de Vigia, e a capela de Santa Bárbara.

Este imóvel viu o seu espaço utilizado de forma diversa de acordo com as necessidades e as vicissitudes históricas de cada época. Praça militar de vital importância estratégica até 1897, abrigo de refugiados Boers provenientes da África do Sul no início do séc. XX, residência de prisioneiros alemães e austríacos durante a Primeira Guerra Mundial, prisão política do Estado Novo entre 1934 e 1974, alojamento provisório de famílias portuguesas chegadas das antigas colónias ultramarinas em 1974, e a partir de 1984 albergue do Museu Municipal, a Fortaleza de Peniche assume especial relevância enquanto importante documento de uma diacronia histórica de índole local e nacional.


FONTE DO ROSÁRIO


Fonte do Rosário

Território tradicionalmente deficitário em água potável, a península de Peniche ostenta ainda hoje uma paisagem marcada pela ampla diversidade de fontes e poços, destacando-se destas a Fonte do Rosário.

A Fonte do Rosário é uma imponente fonte de mergulho, na qual para maior comodidade de uso, foi construída uma rampa de acesso e um pequeno pátio interior que permitia a inversão do sentido de marcha das carroças e animais que transportavam a preciosa água para a Vila.

Provavelmente construída no séc. XVI ou XVII, para atender às necessidades da terra, foi restaurada no séc. XVIII, de acordo com a data de 1717 gravada na pedra central do arco de entrada.

(ENCERRADO AO PÚBLICO)



GRUTA DA FURNINHA

A Gruta da Furninha, localizada na costa Sul da península de Peniche, corresponde a uma cavidade natural ocupada durante o período pré-histórico, tratando-se da mais importante estação pré-histórica do concelho.

Hoje localizada junto ao mar, esta gruta foi ocupada entre o Paleolítico Médio e o final do Calcolítico, tendo sido escavada em 1880 pelo estudioso Nery Delgado.

Utilizada como abrigo e necrópole, esta estação pré-histórica forneceu um vasto espólio arqueológico, no qual se destacam: vestígios osteológicos de vários hominídeos, nomeadamente do Homo Sapiens (Homem de Neandertal) e de Homo Sapiens Sapiens (Homem actual); vestígios de fauna do período quaternário (peixes e mamíferos); utensílios líticos (bifaces, pontas de seta, machados de pedra polida...); utensílios em osso; e várias peças de cerâmica neolítica (os célebres vasos de suspensão da Gruta da Furninha).

Este numeroso espólio encontra-se disseminado por vários museus entre eles o Museu Municipal de Peniche.




IGREJA DE S. PEDRO


Igreja de S. Pedro
A Igreja de S. Pedro localiza-se no coração do centro histórico de Peniche, constituindo o maior templo do concelho.

Esta igreja, datada do final do séc. XVI, apresenta-se dividida em três grandes naves. Nas naves laterais pontificam vários altares consagrados a divindades como Nossa Senhora da Boa Viagem, o Senhor do Bonfim, ou S. Pedro de Alcântara. Já na nave central destaca-se a magnificência barroca da capela-mor consagrada a S. Pedro, decorada com talha dourada e ostentando belíssimas colunas dorsas, para além de várias pinturas setecentistas representando cenas da vida do santo padroeiro.

Trata-se, sem dúvida, da mais imponente igreja do concelho.





IGREJA DA MISERICÓRDIA

A Igreja da Misericórdia, data do início do séc. XVII, sendo pertença da Santa Casa da Misericórdia de Peniche.

Esta igreja, anexa ao antigo hospital da referida instituição, ostenta no seu interior uma rara beleza decorativa, visível nos painéis azulejares seiscentistas, nas pinturas a óleo, algumas de grande dimensão, que decoram as paredes com cenas alusivas a acontecimentos evangélicos, e no tecto decorado com caixotões, ilustrando cenas da Vida e Paixão de Cristo.



SANTUÁRIO DA NOSSA SENHORA DOS REMÉDIOS



Santuário Nª Srª dos Remédios
A Capela de Nossa Senhora dos Remédios localizada junto à costa no extremo ocidental da península de Peniche, constitui a base de um Santuário consagrado ao culto mariano. Desconhece-se a data de construção desta igreja supondo-se todavia que esta terá sido edificada provavelmente no séc. XVI.

Segundo a lenda a imagem de Nossa Senhora terá sido encontrada no séc. XII escondida numa pequena caverna, situada no local onde hoje se ergue a capela, tendo-se iniciado, a partir dessa data, o culto da chamada Senhora dos Remédios.

A importância deste culto traduzido em peregrinações anuais, os círios, terá motivado a criação de um santuário no séc. XVII, composto pela referida igreja e por uma praça fronteira orlada de casas nas quais residiam o ermitão e os mordomos, se abrigavam os romeiros, e se implantavam as cavalariças.

No que toca a este templo de salientar a capela-mor onde se venera a imagem de Nossa Senhora, os painéis de azulejos setecentistas evocando episódios da Paixão de Cristo, e a chamada capelinha do Senhor Morto, onde se venera uma imagem de Cristo, apelidada de Senhor dos Remédios.



FORTE DE S. JOÃO BAPTISTA


Forte S. João Baptista
O Forte de S. João Baptista, localiza-se na Ilha da Berlenga, tendo sido mandado edificar em 1651, por ordem de D. João IV, e concluído 1656.

Construído com a finalidade de impedir a ocupação desta ilha por corsários norte-africanos ou por potências inimigas, viveu em Junho de 1666 o episódio bélico mais célebre da sua história.

Nessa data, o Forte de S. João Baptista foi sitiado por uma esquadra espanhola, composta por catorze naus e uma caravela, comandada por D. Diogo Ibarra. Defendida, à altura, por uma pequena guarnição, inferior a vinte homens, e contando com apenas nove peças de artilharia, esta fortificação liderada pelo cabo Avelar Pessoa, conseguiu resistir durante dois dias ao feroz bombardeamento inimigo, bem como provocar importantes baixas nas forças sitiantes, traduzidas num elevado número de mortos, uma nau afundada e duas outras fortemente danificadas, contra um morto e quatro feridos lusos. O esgotamento dos mantimentos e das munições, e a deserção de um dos soldados, que expôs a D. Diogo Ibarra a dramática situação da guarnição portuguesa, motivaram por fim a capitulação do Forte de S. João Baptista.



TOURIL ATOUGUIA DA BALEIA


Touril
Datável possivelmente do séc. XVIII, o Touril, tal como o nome indica, parece corresponder a uma estrutura utilizada, como palco de lides tauromáquicas, porventura pela ociosa família real e nobreza, frequentemente hospedada no vizinho Paço da Serra de El-Rei.


Desta estrutura, localizada no largo fronteiro à igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Atouguia da Baleia, ainda se observam vários esteios de pedra, cravados no chão, delimitando a "arena", apresentando os tradicionais três orifícios.

O Touril de Atouguia da Baleia corresponde a um dos raros e, simultaneamente, mais antigos exemplares do género existentes em Portugal.



IGREJA DE S. LEONARDO - ATOUGUIA DA BALEIA


Igreja de S. Leonardo
A Igreja de S. Leonardo localizada na antiga vila de Atouguia da Baleia constitui o mais antigo templo cristão do concelho, datando do séc. XII.

Esta igreja de estilo gótico, consagrada a S. Leonardo, terá sido edificada, segundo a tradição, utilizando ossos de uma baleia que teria dado à costa.

Na sua frontaria apresenta um belíssimo portal em ogiva rematado por capiteis onde figuram representações estilizadas de seres mitológicos. Salienta-se ainda a rosácea, a torre sineira, rematada no coruchéu por duas pirâmides de arestas acogulhadas, e, na parte posterior, uma abside coroada por um renque de merlões.

O interior da igreja é dividido em três naves, por uma imponente arcaria ogival. Na capela-mor pontificam os retábulos e as pinturas quinhentistas, para além do túmulo de D. Álvaro Gonçalves de Ataíde, 1º Conde de Atouguia. De referir ainda o soberbo frontal de altar constituído por um baixo-relevo em calcário branco representando a Natividade.



IGREJA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO - ATOUGUIA DA BALEIA


Igreja de Nª Srª da Conceição
A Igreja de Nossa Senhora da Conceição, em Atouguia da Baleia, datada dos finais séc. XVII, é um templo de estilo barroco, atribuível ao arquitecto João Antunes, construído com as esmolas da população e de algumas figuras da nobreza portuguesa seiscentista, como a rainha D. Maria Sofia Isabel de Neuburgo, segunda mulher de D. Pedro II.

No interior, de uma só nave abobadada, destaca-se a capela-mor revestida a mármore, de diversas tonalidades (desde a colunata torsa do retábulo até aos medalhões das paredes laterais e do tecto), o altar de talha dourada, onde se abriga a imagem da padroeira, peça seiscentista, e as pias de água benta, de mármore da Arrábida, esculpidas em forma de concha.



FORTE DA CONSOLAÇÃO


Forte da Consolação
O Forte de Nossa Senhora da Consolação, mandado edificar em 1641 por D. João IV, e concluído em 1645, segundo lápide existente acima do portão principal, insere-se numa ampla política de defesa e fortificação da linha costeira da região de Peniche, com forte implemento após a Restauração.

Este reduto edificado sobre o cerro de Nossa Senhora da Consolação, implantando-se sobranceiramente sobre a baía a Sul do istmo de Peniche, tinha na sua potente artilharia, cujo alcance cruzava com o da Fortaleza de Peniche, importante obstáculo a qualquer desembarque hostil nas praias da dita baía, local onde já anteriormente haviam desembarcado em 1589 as tropas inglesas lideradas por D. António, Prior do Crato.

Fonte:http://www.cm-peniche.pt/custompages/showpage.aspx?pageid=f8cc6537-67e0-4385-a59f-a45c812d6d4b&m=b56


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