Praia Fluvial da Chamusca é uma praia para fazer inveja a muitas praias de mar. Extenso areal branco com instalações à altura, mesas de pic-nic com churrasqueiras, e imagino com bandeira azul no verão.
Uma óptima praia fluvial para férias no Verão, recomendada pelo AuToCaRaVaNiStA.
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Uma Vila pequena e simpática Ribatejana, plantada do lado sul do castelo de Almourol, do qual se vislumbra o seu castelo no meio do leito do rio Tejo, e que faz fronteira com Vila Nova da Barquinha. Pena é o acesso pela velha ponte actualmente desactivada, não se conseguir fazer, o que dá enorme transtorno a quem queira atravessar o rio para a outra margem. É contudo neste tipo de coisas que nos obriga a pensar o que é mais importante para os Portugueses, os acessos indispensáveis, ou o TGV?
História:
Corria o ano de 1449, sob regência de D. Afonso V, as terras de Chamusca e Ulme são doadas a D. Ruy Gomes da Silva, que por essa ocasião aqui fixa a sua residência. A Chamusca, era inicialmente integrada no termo de Santarém, sendo mais tarde elevada a vila e sede de concelho, juntamente com Ulme, por alvará de 1561, na regência de D. Catarina. É testemunho de pertença à famosa "Casa dos Silvas", o leão rampante de púrpura e armado de azul, do seu brasão de família, de meados do século XV até à Restauração. Património que ainda hoje perdura, sendo parte integrante no Brasão de Armas da Vila da Chamusca (aprovado em Maio de 1934 pelo Governo de então). A partir de 1643, após o reinado dos Filipes, passou a integrar o património da Casa das Rainhas, tendo-se mantido nesta situação até à época liberal (1833). Por aqui passaram algumas das mais importantes figuras da história de Portugal, nomeadamente as hostes de D. Afonso Henriques, D. Sancho I e o Rei D. Manuel, entre outros. Dos grandes feitos do povo chamusquense, destaque-se a sua atitude no tempo das "Invasões Francesas" quando, para defender a sua terra, os pescadores queimaram muitos dos seus barcos (cerca de 75 embarcações) para evitar a passagem da tropas Francesas que estavam aquarteladas na outra margem do rio. São famosos os seus vinhos produzidos nas terras da Rainha e muito apreciados na Corte.
Quando o Marquês de Pombal mandou arrancar as Vinhas do Ribatejo, as da Chamusca foram por isso poupadas. A Chamusca teve barcas de passagem em diversos portos ao longo do rio Tejo, dos quais ainda subsiste a que liga o Arripiado a Tancos. Todavia a principal ligação entre as duas margens é assegurada pela Ponte da Chamusca desde 4 de Novembro de 1909, sendo esta, construída por iniciativa do grande benemérito da Vila de Chamusca, o Dr. João Joaquim Isidro dos Reis (1849-1924), no início do Século XX. Intimamente ligada à história de Portugal por numerosas efemérides, a Vila da Chamusca é do ponto de vista urbanístico uma povoação interessante.
Terra branca, preserva alguns edifícios e pormenores apreciáveis e um traçado urbano aliciante que merece uma visita a pé. As vistas sobre a lezíria que se alcançam das colinas da Senhora do Pranto e do Senhor do Bonfim, são das mais vastas e deslumbrantes de Portugal. Sendo um Concelho imenso, a Chamusca integra realidades e paisagens muito diversificadas, desde as ricas terras da Borda d'água, das mais férteis da Europa, até à Charneca na transição para o Alentejo, predominantemente ocupada por floresta. Profundamente ligada ao trabalho da terra e à criação de gado, a Chamusca tem na "Semana da Ascensão" e na festa brava, duas das mais significativas e mais belas expressões da sua identidade rural.
Uma Vila pequena e simpática Ribatejana, plantada do lado sul do castelo de Almourol, do qual se vislumbra o seu castelo no meio do leito do rio Tejo, e que faz fronteira com Vila Nova da Barquinha. Pena é o acesso pela velha ponte actualmente desactivada, não se conseguir fazer, o que dá enorme transtorno a quem queira atravessar o rio para a outra margem. É contudo neste tipo de coisas que nos obriga a pensar o que é mais importante para os Portugueses, os acessos indispensáveis, ou o TGV?
História:
Corria o ano de 1449, sob regência de D. Afonso V, as terras de Chamusca e Ulme são doadas a D. Ruy Gomes da Silva, que por essa ocasião aqui fixa a sua residência. A Chamusca, era inicialmente integrada no termo de Santarém, sendo mais tarde elevada a vila e sede de concelho, juntamente com Ulme, por alvará de 1561, na regência de D. Catarina. É testemunho de pertença à famosa "Casa dos Silvas", o leão rampante de púrpura e armado de azul, do seu brasão de família, de meados do século XV até à Restauração. Património que ainda hoje perdura, sendo parte integrante no Brasão de Armas da Vila da Chamusca (aprovado em Maio de 1934 pelo Governo de então). A partir de 1643, após o reinado dos Filipes, passou a integrar o património da Casa das Rainhas, tendo-se mantido nesta situação até à época liberal (1833). Por aqui passaram algumas das mais importantes figuras da história de Portugal, nomeadamente as hostes de D. Afonso Henriques, D. Sancho I e o Rei D. Manuel, entre outros. Dos grandes feitos do povo chamusquense, destaque-se a sua atitude no tempo das "Invasões Francesas" quando, para defender a sua terra, os pescadores queimaram muitos dos seus barcos (cerca de 75 embarcações) para evitar a passagem da tropas Francesas que estavam aquarteladas na outra margem do rio. São famosos os seus vinhos produzidos nas terras da Rainha e muito apreciados na Corte.
Quando o Marquês de Pombal mandou arrancar as Vinhas do Ribatejo, as da Chamusca foram por isso poupadas. A Chamusca teve barcas de passagem em diversos portos ao longo do rio Tejo, dos quais ainda subsiste a que liga o Arripiado a Tancos. Todavia a principal ligação entre as duas margens é assegurada pela Ponte da Chamusca desde 4 de Novembro de 1909, sendo esta, construída por iniciativa do grande benemérito da Vila de Chamusca, o Dr. João Joaquim Isidro dos Reis (1849-1924), no início do Século XX. Intimamente ligada à história de Portugal por numerosas efemérides, a Vila da Chamusca é do ponto de vista urbanístico uma povoação interessante.
Terra branca, preserva alguns edifícios e pormenores apreciáveis e um traçado urbano aliciante que merece uma visita a pé. As vistas sobre a lezíria que se alcançam das colinas da Senhora do Pranto e do Senhor do Bonfim, são das mais vastas e deslumbrantes de Portugal. Sendo um Concelho imenso, a Chamusca integra realidades e paisagens muito diversificadas, desde as ricas terras da Borda d'água, das mais férteis da Europa, até à Charneca na transição para o Alentejo, predominantemente ocupada por floresta. Profundamente ligada ao trabalho da terra e à criação de gado, a Chamusca tem na "Semana da Ascensão" e na festa brava, duas das mais significativas e mais belas expressões da sua identidade rural.
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Corria o ano de 1449, sob regência de D. Afonso V, as terras de Chamusca e Ulme são doadas a D. Ruy Gomes da Silva, que por essa ocasião aqui fixa a sua residência. A Chamusca, era inicialmente integrada no termo de Santarém, sendo mais tarde elevada a vila e sede de concelho, juntamente com Ulme, por alvará de 1561, na regência de D. Catarina. É testemunho de pertença à famosa "Casa dos Silvas", o leão rampante de púrpura e armado de azul, do seu brasão de família, de meados do século XV até à Restauração. Património que ainda hoje perdura, sendo parte integrante no Brasão de Armas da Vila da Chamusca (aprovado em Maio de 1934 pelo Governo de então). A partir de 1643, após o reinado dos Filipes, passou a integrar o património da Casa das Rainhas, tendo-se mantido nesta situação até à época liberal (1833). Por aqui passaram algumas das mais importantes figuras da história de Portugal, nomeadamente as hostes de D. Afonso Henriques, D. Sancho I e o Rei D. Manuel, entre outros. Dos grandes feitos do povo chamusquense, destaque-se a sua atitude no tempo das "Invasões Francesas" quando, para defender a sua terra, os pescadores queimaram muitos dos seus barcos (cerca de 75 embarcações) para evitar a passagem da tropas Francesas que estavam aquarteladas na outra margem do rio. São famosos os seus vinhos produzidos nas terras da Rainha e muito apreciados na Corte.
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Quando o Marquês de Pombal mandou arrancar as Vinhas do Ribatejo, as da Chamusca foram por isso poupadas. A Chamusca teve barcas de passagem em diversos portos ao longo do rio Tejo, dos quais ainda subsiste a que liga o Arripiado a Tancos. Todavia a principal ligação entre as duas margens é assegurada pela Ponte da Chamusca desde 4 de Novembro de 1909, sendo esta, construída por iniciativa do grande benemérito da Vila de Chamusca, o Dr. João Joaquim Isidro dos Reis (1849-1924), no início do Século XX. Intimamente ligada à história de Portugal por numerosas efemérides, a Vila da Chamusca é do ponto de vista urbanístico uma povoação interessante.
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A partir de 1643, após o reinado dos Filipes, passou a integrar o património da Casa das Rainhas, tendo-se mantido nesta situação até à época liberal (1833). Por aqui passaram algumas das mais importantes figuras da história de Portugal, nomeadamente as hostes de D. Afonso Henriques, D. Sancho I e o Rei D. Manuel, entre outros. Dos grandes feitos do povo chamusquense, destaque-se a sua atitude no tempo das "Invasões Francesas" quando, para defender a sua terra, os pescadores queimaram muitos dos seus barcos (cerca de 75 embarcações) para evitar a passagem da tropas Francesas que estavam aquarteladas na outra margem do rio.
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Todavia a principal ligação entre as duas margens é assegurada pela Ponte da Chamusca desde 4 de Novembro de 1909, sendo esta, construída por iniciativa do grande benemérito da Vila de Chamusca, o Dr. João Joaquim Isidro dos Reis (1849-1924), no início do Século XX. Intimamente ligada à história de Portugal por numerosas efemérides, a Vila da Chamusca é do ponto de vista urbanístico uma povoação interessante. Terra branca, preserva alguns edifícios e pormenores apreciáveis e um traçado urbano aliciante que merece uma visita a pé. As vistas sobre a lezíria que se alcançam das colinas da Senhora do Pranto e do Senhor do Bonfim, são das mais vastas e deslumbrantes de Portugal.
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Corria o ano de 1449, sob regência de D. Afonso V, as terras de Chamusca e Ulme são doadas a D. Ruy Gomes da Silva, que por essa ocasião aqui fixa a sua residência. A Chamusca, era inicialmente integrada no termo de Santarém, sendo mais tarde elevada a vila e sede de concelho, juntamente com Ulme, por alvará de 1561, na regência de D. Catarina.
É testemunho de pertença à famosa "Casa dos Silvas", o leão rampante de púrpura e armado de azul, do seu brasão de família, de meados do século XV até à Restauração. Património que ainda hoje perdura, sendo parte integrante no Brasão de Armas da Vila da Chamusca (aprovado em Maio de 1934 pelo Governo de então).
A partir de 1643, após o reinado dos Filipes, passou a integrar o património da Casa das Rainhas, tendo-se mantido nesta situação até à época liberal (1833). Por aqui passaram algumas das mais importantes figuras da história de Portugal, nomeadamente as hostes de D. Afonso Henriques, D. Sancho I e o Rei D. Manuel, entre outros. Dos grandes feitos do povo chamusquense, destaque-se a sua atitude no tempo das "Invasões Francesas" quando, para defender a sua terra, os pescadores queimaram muitos dos seus barcos (cerca de 75 embarcações) para evitar a passagem da tropas Francesas que estavam aquarteladas na outra margem do rio.
São famosos os seus vinhos produzidos nas terras da Rainha e muito apreciados na Corte. Quando o Marquês de Pombal mandou arrancar as Vinhas do Ribatejo, as da Chamusca foram por isso poupadas. A Chamusca teve barcas de passagem em diversos portos ao longo do rio Tejo, dos quais ainda subsiste a que liga o Arripiado a Tancos.
Todavia a principal ligação entre as duas margens é assegurada pela Ponte da Chamusca desde 4 de Novembro de 1909, sendo esta, construída por iniciativa do grande benemérito da Vila de Chamusca, o Dr. João Joaquim Isidro dos Reis (1849-1924), no início do Século XX. Intimamente ligada à história de Portugal por numerosas efemérides, a Vila da Chamusca é do ponto de vista urbanístico uma povoação interessante. Terra branca, preserva alguns edifícios e pormenores apreciáveis e um traçado urbano aliciante que merece uma visita a pé. As vistas sobre a lezíria que se alcançam das colinas da Senhora do Pranto e do Senhor do Bonfim, são das mais vastas e deslumbrantes de Portugal.
Sendo um Concelho imenso, a Chamusca integra realidades e paisagens muito diversificadas, desde as ricas terras da Borda d'água, das mais férteis da Europa, até à Charneca na transição para o Alentejo, predominantemente ocupada por floresta. Profundamente ligada ao trabalho da terra e à criação de gado, a Chamusca tem na "Semana da Ascensão" e na festa brava, duas das mais significativas e mais belas expressões da sua identidade rural.
Uma Vila pequena e simpática Ribatejana, plantada do lado sul do castelo de Almourol, do qual se vislumbra o seu castelo no meio do leito do rio Tejo, e que faz fronteira com Vila Nova da Barquinha. Pena é o acesso pela velha ponte actualmente desactivada, não se conseguir fazer, o que dá enorme transtorno a quem queira atravessar o rio para a outra margem. É contudo neste tipo de coisas que nos obriga a pensar o que é mais importante para os Portugueses, os acessos indispensáveis, ou o TGV?
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Corria o ano de 1449, sob regência de D. Afonso V, as terras de Chamusca e Ulme são doadas a D. Ruy Gomes da Silva, que por essa ocasião aqui fixa a sua residência. A Chamusca, era inicialmente integrada no termo de Santarém, sendo mais tarde elevada a vila e sede de concelho, juntamente com Ulme, por alvará de 1561, na regência de D. Catarina.
É testemunho de pertença à famosa "Casa dos Silvas", o leão rampante de púrpura e armado de azul, do seu brasão de família, de meados do século XV até à Restauração. Património que ainda hoje perdura, sendo parte integrante no Brasão de Armas da Vila da Chamusca (aprovado em Maio de 1934 pelo Governo de então).
A partir de 1643, após o reinado dos Filipes, passou a integrar o património da Casa das Rainhas, tendo-se mantido nesta situação até à época liberal (1833). Por aqui passaram algumas das mais importantes figuras da história de Portugal, nomeadamente as hostes de D. Afonso Henriques, D. Sancho I e o Rei D. Manuel, entre outros. Dos grandes feitos do povo chamusquense, destaque-se a sua atitude no tempo das "Invasões Francesas" quando, para defender a sua terra, os pescadores queimaram muitos dos seus barcos (cerca de 75 embarcações) para evitar a passagem da tropas Francesas que estavam aquarteladas na outra margem do rio.
São famosos os seus vinhos produzidos nas terras da Rainha e muito apreciados na Corte. Quando o Marquês de Pombal mandou arrancar as Vinhas do Ribatejo, as da Chamusca foram por isso poupadas. A Chamusca teve barcas de passagem em diversos portos ao longo do rio Tejo, dos quais ainda subsiste a que liga o Arripiado a Tancos.
Todavia a principal ligação entre as duas margens é assegurada pela Ponte da Chamusca desde 4 de Novembro de 1909, sendo esta, construída por iniciativa do grande benemérito da Vila de Chamusca, o Dr. João Joaquim Isidro dos Reis (1849-1924), no início do Século XX. Intimamente ligada à história de Portugal por numerosas efemérides, a Vila da Chamusca é do ponto de vista urbanístico uma povoação interessante. Terra branca, preserva alguns edifícios e pormenores apreciáveis e um traçado urbano aliciante que merece uma visita a pé. As vistas sobre a lezíria que se alcançam das colinas da Senhora do Pranto e do Senhor do Bonfim, são das mais vastas e deslumbrantes de Portugal.
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Corria o ano de 1449, sob regência de D. Afonso V, as terras de Chamusca e Ulme são doadas a D. Ruy Gomes da Silva, que por essa ocasião aqui fixa a sua residência. A Chamusca, era inicialmente integrada no termo de Santarém, sendo mais tarde elevada a vila e sede de concelho, juntamente com Ulme, por alvará de 1561, na regência de D. Catarina.
É testemunho de pertença à famosa "Casa dos Silvas", o leão rampante de púrpura e armado de azul, do seu brasão de família, de meados do século XV até à Restauração. Património que ainda hoje perdura, sendo parte integrante no Brasão de Armas da Vila da Chamusca (aprovado em Maio de 1934 pelo Governo de então).
A partir de 1643, após o reinado dos Filipes, passou a integrar o património da Casa das Rainhas, tendo-se mantido nesta situação até à época liberal (1833). Por aqui passaram algumas das mais importantes figuras da história de Portugal, nomeadamente as hostes de D. Afonso Henriques, D. Sancho I e o Rei D. Manuel, entre outros. Dos grandes feitos do povo chamusquense, destaque-se a sua atitude no tempo das "Invasões Francesas" quando, para defender a sua terra, os pescadores queimaram muitos dos seus barcos (cerca de 75 embarcações) para evitar a passagem da tropas Francesas que estavam aquarteladas na outra margem do rio.
São famosos os seus vinhos produzidos nas terras da Rainha e muito apreciados na Corte. Quando o Marquês de Pombal mandou arrancar as Vinhas do Ribatejo, as da Chamusca foram por isso poupadas. A Chamusca teve barcas de passagem em diversos portos ao longo do rio Tejo, dos quais ainda subsiste a que liga o Arripiado a Tancos.
Todavia a principal ligação entre as duas margens é assegurada pela Ponte da Chamusca desde 4 de Novembro de 1909, sendo esta, construída por iniciativa do grande benemérito da Vila de Chamusca, o Dr. João Joaquim Isidro dos Reis (1849-1924), no início do Século XX. Intimamente ligada à história de Portugal por numerosas efemérides, a Vila da Chamusca é do ponto de vista urbanístico uma povoação interessante. Terra branca, preserva alguns edifícios e pormenores apreciáveis e um traçado urbano aliciante que merece uma visita a pé. As vistas sobre a lezíria que se alcançam das colinas da Senhora do Pranto e do Senhor do Bonfim, são das mais vastas e deslumbrantes de Portugal.
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A partir de 1643, após o reinado dos Filipes, passou a integrar o património da Casa das Rainhas, tendo-se mantido nesta situação até à época liberal (1833). Por aqui passaram algumas das mais importantes figuras da história de Portugal, nomeadamente as hostes de D. Afonso Henriques, D. Sancho I e o Rei D. Manuel, entre outros. Dos grandes feitos do povo chamusquense, destaque-se a sua atitude no tempo das "Invasões Francesas" quando, para defender a sua terra, os pescadores queimaram muitos dos seus barcos (cerca de 75 embarcações) para evitar a passagem da tropas Francesas que estavam aquarteladas na outra margem do rio.
São famosos os seus vinhos produzidos nas terras da Rainha e muito apreciados na Corte. Quando o Marquês de Pombal mandou arrancar as Vinhas do Ribatejo, as da Chamusca foram por isso poupadas. A Chamusca teve barcas de passagem em diversos portos ao longo do rio Tejo, dos quais ainda subsiste a que liga o Arripiado a Tancos.
Todavia a principal ligação entre as duas margens é assegurada pela Ponte da Chamusca desde 4 de Novembro de 1909, sendo esta, construída por iniciativa do grande benemérito da Vila de Chamusca, o Dr. João Joaquim Isidro dos Reis (1849-1924), no início do Século XX. Intimamente ligada à história de Portugal por numerosas efemérides, a Vila da Chamusca é do ponto de vista urbanístico uma povoação interessante. Terra branca, preserva alguns edifícios e pormenores apreciáveis e um traçado urbano aliciante que merece uma visita a pé. As vistas sobre a lezíria que se alcançam das colinas da Senhora do Pranto e do Senhor do Bonfim, são das mais vastas e deslumbrantes de Portugal.
Sendo um Concelho imenso, a Chamusca integra realidades e paisagens muito diversificadas, desde as ricas terras da Borda d'água, das mais férteis da Europa, até à Charneca na transição para o Alentejo, predominantemente ocupada por floresta. Profundamente ligada ao trabalho da terra e à criação de gado, a Chamusca tem na "Semana da Ascensão" e na festa brava, duas das mais significativas e mais belas expressões da sua identidade rural.
Uma Vila pequena e simpática Ribatejana, plantada do lado sul do castelo de Almourol, do qual se vislumbra o seu castelo no meio do leito do rio Tejo, e que faz fronteira com Vila Nova da Barquinha. Pena é o acesso pela velha ponte actualmente desactivada, não se conseguir fazer, o que dá enorme transtorno a quem queira atravessar o rio para a outra margem. É contudo neste tipo de coisas que nos obriga a pensar o que é mais importante para os Portugueses, os acessos indispensáveis, ou o TGV?
História:
Corria o ano de 1449, sob regência de D. Afonso V, as terras de Chamusca e Ulme são doadas a D. Ruy Gomes da Silva, que por essa ocasião aqui fixa a sua residência. A Chamusca, era inicialmente integrada no termo de Santarém, sendo mais tarde elevada a vila e sede de concelho, juntamente com Ulme, por alvará de 1561, na regência de D. Catarina.
É testemunho de pertença à famosa "Casa dos Silvas", o leão rampante de púrpura e armado de azul, do seu brasão de família, de meados do século XV até à Restauração. Património que ainda hoje perdura, sendo parte integrante no Brasão de Armas da Vila da Chamusca (aprovado em Maio de 1934 pelo Governo de então).
A partir de 1643, após o reinado dos Filipes, passou a integrar o património da Casa das Rainhas, tendo-se mantido nesta situação até à época liberal (1833). Por aqui passaram algumas das mais importantes figuras da história de Portugal, nomeadamente as hostes de D. Afonso Henriques, D. Sancho I e o Rei D. Manuel, entre outros. Dos grandes feitos do povo chamusquense, destaque-se a sua atitude no tempo das "Invasões Francesas" quando, para defender a sua terra, os pescadores queimaram muitos dos seus barcos (cerca de 75 embarcações) para evitar a passagem da tropas Francesas que estavam aquarteladas na outra margem do rio.
São famosos os seus vinhos produzidos nas terras da Rainha e muito apreciados na Corte. Quando o Marquês de Pombal mandou arrancar as Vinhas do Ribatejo, as da Chamusca foram por isso poupadas. A Chamusca teve barcas de passagem em diversos portos ao longo do rio Tejo, dos quais ainda subsiste a que liga o Arripiado a Tancos.
Todavia a principal ligação entre as duas margens é assegurada pela Ponte da Chamusca desde 4 de Novembro de 1909, sendo esta, construída por iniciativa do grande benemérito da Vila de Chamusca, o Dr. João Joaquim Isidro dos Reis (1849-1924), no início do Século XX. Intimamente ligada à história de Portugal por numerosas efemérides, a Vila da Chamusca é do ponto de vista urbanístico uma povoação interessante. Terra branca, preserva alguns edifícios e pormenores apreciáveis e um traçado urbano aliciante que merece uma visita a pé. As vistas sobre a lezíria que se alcançam das colinas da Senhora do Pranto e do Senhor do Bonfim, são das mais vastas e deslumbrantes de Portugal.
Sendo um Concelho imenso, a Chamusca integra realidades e paisagens muito diversificadas, desde as ricas terras da Borda d'água, das mais férteis da Europa, até à Charneca na transição para o Alentejo, predominantemente ocupada por floresta. Profundamente ligada ao trabalho da terra e à criação de gado, a Chamusca tem na "Semana da Ascensão" e na festa brava, duas das mais significativas e mais belas expressões da sua identidade rural.
Mais uma Feira do Cavalo Lusitano, na Mítica Golegã, a meca dos cavalos e dos cavaleiros, por alí a crise passa apenas pelo nome, ou pelo menos é o que aparenta. A classe Monarquica Portuguesa, passeia-se com orgulho e distinção à margem do Portugal recente e decadente.Uma classe Aristocrata ilustre e distinta, a debitar muita riqueza superficial à maioria dos visitantes. Ou será que nós é que ganhamos pouco! Penso eu de que...
Feira Internacional do Cavalo Lusitano. Realiza-se em meados de Novembro, pela altura das festas do S. Martinho. Esta Feira é única no nosso País, e arrisco-me a dizer na Europa. É diferente de tudo o que se faz tradicionalmente nas festas populares em Portugal, e transporta-nos para o velho Oeste Americano. É recomendável a todos os que ainda não a visitaram. Um bom espectáculo ao vivo e a côres.
HISTÓRIA:
Breve descrição histórica e corográfica dêste Concelho O Concelho da Golegã, situado de montante para juzante na margem direita do Tejo, numa vasta planicie rodeada pelos mais dilatados e férteis campos que dele recebem o valioso beneficio de os alagar com os seus explêndidos e fecundantes nateiros é constituido por uma antiga Vila de que se ignora a data certa da sua fundação e, actualmente por duas lindas freguesias de 2ª ordem; a da Azinhaga, com cêrca de 1500 habitantes, e a da Senhora da Conceição sede do Concelho com cêrca de 4900 habitantes É' tradição corroboradas pelo seu antigo brazão, que consistia num escudo com urna mulher segurando na mão um infusa, sobre chão escuro em campo verde, que foi sua fundadora uma mulher da Galiza que e em tempos remotos, se estabeleceu com urna estalagem em ponto indeterminado hoje da encantadora planicie que constitui actualmente este tipico Concelho Que a povoação existia já no Século XV, parece não restar, duvida bem como, depois de se haver estabelecido nela a dita galega ter passado a ser denominada Vila da Galega. Parece não restar dúvida, tambem, que, mais tarde foi esta designação que, por corrupção, veio s converter-se em Golegã.
A Vila da Golegã, forma hoje um concelho rural de 2ª ordem do Distrito de Santarém Provincia do Ribatejo da qual e uma das regiões que mais Ihe conserva o cunho tipico, tão português e regional, com os interessantes e garridos trajes s dos campinos das suas lezirias e do; lindos cantos entoados pelos córos mixtos dos seus ranchos agricolas, que tão profundamente enternecem os que teem o prazer inolvidável de escutá-los O Concelho dista 5,5 km. de Santarem 3,4 km. da estação de Torres Novas, 7 km. do Entroncamento e 9,5 km. de Mato do Miranda e as estações que lhe ficam mais proximas são as de Torres Novas, {Norte e Leste) a 4 km e Entroncamento a 6 km D Manuel deu-lhe foral e mandou construir a sua egreja paroquial, e parece dever-se, tambem, a este monarca s construção dos antigos templos da matriz e duma das duas misericordias que possue, a da sede da Vila, pois tem ainda uma outra na freguezia da Azinhaga, de muito menor movimento do que tem aquela havendo, contudo, quem afirme que; é mais remota a sua fundação ou edificação e, bem assim, a de outros edificios antiquissimos que igualmente possue.
Pela alegria e beleza das suas admiraveis e verdejantes campinas e pela sua explêndida situação na margem do Rio Tejo; pela fertilidade do seu abençoado sólo que ele tantas vezes, nas suas cheias, vai beijar deixando-o ensopado no fecundante lambusa dos seus ramoráveis beijos, o Concelho da Golegã que incontestavelmente te constitui uma joia de maior valia do lindo aderêce que constitui a opulenta Provincia do Ribatejo produz, em abundância trigo , milho, centeio, legumes, arroz, queijo, manteiga, aguardente vinicola, vinho, azeite. Gado. lãs, palha, massa de tomate, etc. artigos estes que constituem o seu principal comércio Sendo um dos concelhos mais pequenos do País, visto têr cêrca de 16 quilómetros de comprido por 7 de largo apesar da sua população ser aproximadamente de 6400 habitantes, numeros redondos, ele é contudo, dos mais ricos e férteis do Distrito de Santarem devido a receber, das cheias do Tejo, os seus afamados nateiros que tanto o valorisam , e ás extraordinarias faculdades de trabalho dos seus habitantes. Admiravelmente servido de electricidade, cuja rêde é abastecida pela empreendedora e prestimosa Hidro Electrica do Alto Alentejo, pena é que não tenha ainda água canalisada, com o que tanto desejariam vê-lo dotado os seus habitantes O Concelho que é constituido por terras de aluvião ubérrimas e cultivado por gente pobre, como o é a quaisi totalidade da sua população talvez por não residirem nele os proprietários das antiquissimas e excelentes propriedades em que está dividido todas elas plétóricas de arvore ou cobertas de cereais em que é abundantissima a região da Golegã como o é, de resto, quasi todo o Ribatejo sendo notaveis entre eles, as da Cardiga, a de Miranda, as dos Alamos, a de Inez, as do Paúl, as da Brôa, as de Melharada, as do Saltador, as denominadas as «Praias» que acompanham as margens do Tejo nalguns quilómetros e as designadas dos «.Lazaros» «Requeixado» «Peneira» o «Cordas» a montante da Estrada da Azinhaga Golegã
O Concelho da Golegã possue vários e importantes lagares de azeite (mais da vinte) importantes arrozais de olivais, grandes e competentes creadores do gado cavalar, muar e taurino que se espalha em ampla liberdade pelas suas belas lezirias optimos rebanhos de gado lanígero e excelentes varas do gado suino, (cerca de cincoenta negociantes do referido gado), lavradores, agricultores, fabricantes do massa de tomate de queijos e manteiga, a cêrca de trinta vinicultores, quatro negociantes de peixe fresco, sete salchicheiros e um talho cinco vacarias, seis padarias, quinze negociantes do fazendas, diversos produtores de arroz, três distilações de aguardente vinicola, quatro automoveis de aluguer três emprezas do carros para transporte de mercadoria; uma delegação de Federação Nacional dos Trigos, e outra da Junta Nacional do Vinho, um sindicato agricola, Casa do Povo, três marcenarias, quatro advogados, cinco médicos. duas misericórdias, um hospital, etc.. etc. o que comprova bem o seu valor.
Por deliberação da Câmara, e em homenagem á indole dos seus habitantes, trabalhadores como os que o são o feriado do Concelho é no dia 1º de Maio. Golegã que tem, com serviço permanente, estação de telefone e telégrafo postal de 1ª classe com serviço de valores declarados, encomendas postais, cobranças de títulos, letras e vales, etc. possue, apenas, uma corporação particular de bombeiros, na Quinta da Cardiga. Mas, a atestar as qualidades afectivas dos seus naturais e o seu espirito associativo, além da Casa do Povo da Golegã, que seria já elemento bastante para tais qualidades e espirito se afirmarem, possue, ainda, o Sindicato Agricola da Golegã e os Montepios Popular e Goleganense os clubs desportivos Sporting Club Coleganense a Sociedade Columbófila Goleganense e o Club Desportivo Azinhaguense; as filarmónicas, Sociedade Filarmónia 1º de Janeiro, Sociedade Filarmónica Instrução Popular e Sociedade Filarmónica Azinhaguense e as sociedades de recreio, Club Goleganense Grémio Agricola Goleganense o Centro Instrução e Recreio. Realisam-se neste Concelho, anualmente, duas feiras muito concorridas que compreendem gado cavalar, bovino, e outro com diferentes barracas para venda de quinquilharias uma no primeiro domingo de Maio e outra em Novembro, habitualmente do 10 a 25.
Mais uma Feira do Cavalo Lusitano, na Mítica Golegã, a meca dos cavalos e dos cavaleiros, por alí a crise passa apenas pelo nome, ou pelo menos é o que aparenta. A classe Monarquica Portuguesa, passeia-se com orgulho e distinção à margem do Portugal recente e decadente.Uma classe Aristocrata ilustre e distinta, a debitar muita riqueza superficial à maioria dos visitantes. Ou será que nós é que ganhamos pouco! Penso eu de que...
Feira Internacional do Cavalo Lusitano. Realiza-se em meados de Novembro, pela altura das festas do S. Martinho. Esta Feira é única no nosso País, e arrisco-me a dizer na Europa. É diferente de tudo o que se faz tradicionalmente nas festas populares em Portugal, e transporta-nos para o velho Oeste Americano. É recomendável a todos os que ainda não a visitaram. Um bom espectáculo ao vivo e a côres.
HISTÓRIA:
Breve descrição histórica e corográfica dêste Concelho O Concelho da Golegã, situado de montante para juzante na margem direita do Tejo, numa vasta planicie rodeada pelos mais dilatados e férteis campos que dele recebem o valioso beneficio de os alagar com os seus explêndidos e fecundantes nateiros é constituido por uma antiga Vila de que se ignora a data certa da sua fundação e, actualmente por duas lindas freguesias de 2ª ordem; a da Azinhaga, com cêrca de 1500 habitantes, e a da Senhora da Conceição sede do Concelho com cêrca de 4900 habitantes É' tradição corroboradas pelo seu antigo brazão, que consistia num escudo com urna mulher segurando na mão um infusa, sobre chão escuro em campo verde, que foi sua fundadora uma mulher da Galiza que e em tempos remotos, se estabeleceu com urna estalagem em ponto indeterminado hoje da encantadora planicie que constitui actualmente este tipico Concelho Que a povoação existia já no Século XV, parece não restar, duvida bem como, depois de se haver estabelecido nela a dita galega ter passado a ser denominada Vila da Galega. Parece não restar dúvida, tambem, que, mais tarde foi esta designação que, por corrupção, veio s converter-se em Golegã.
A Vila da Golegã, forma hoje um concelho rural de 2ª ordem do Distrito de Santarém Provincia do Ribatejo da qual e uma das regiões que mais Ihe conserva o cunho tipico, tão português e regional, com os interessantes e garridos trajes s dos campinos das suas lezirias e do; lindos cantos entoados pelos córos mixtos dos seus ranchos agricolas, que tão profundamente enternecem os que teem o prazer inolvidável de escutá-los O Concelho dista 5,5 km. de Santarem 3,4 km. da estação de Torres Novas, 7 km. do Entroncamento e 9,5 km. de Mato do Miranda e as estações que lhe ficam mais proximas são as de Torres Novas, {Norte e Leste) a 4 km e Entroncamento a 6 km D Manuel deu-lhe foral e mandou construir a sua egreja paroquial, e parece dever-se, tambem, a este monarca s construção dos antigos templos da matriz e duma das duas misericordias que possue, a da sede da Vila, pois tem ainda uma outra na freguezia da Azinhaga, de muito menor movimento do que tem aquela havendo, contudo, quem afirme que; é mais remota a sua fundação ou edificação e, bem assim, a de outros edificios antiquissimos que igualmente possue.
Pela alegria e beleza das suas admiraveis e verdejantes campinas e pela sua explêndida situação na margem do Rio Tejo; pela fertilidade do seu abençoado sólo que ele tantas vezes, nas suas cheias, vai beijar deixando-o ensopado no fecundante lambusa dos seus ramoráveis beijos, o Concelho da Golegã que incontestavelmente te constitui uma joia de maior valia do lindo aderêce que constitui a opulenta Provincia do Ribatejo produz, em abundância trigo , milho, centeio, legumes, arroz, queijo, manteiga, aguardente vinicola, vinho, azeite. Gado. lãs, palha, massa de tomate, etc. artigos estes que constituem o seu principal comércio Sendo um dos concelhos mais pequenos do País, visto têr cêrca de 16 quilómetros de comprido por 7 de largo apesar da sua população ser aproximadamente de 6400 habitantes, numeros redondos, ele é contudo, dos mais ricos e férteis do Distrito de Santarem devido a receber, das cheias do Tejo, os seus afamados nateiros que tanto o valorisam , e ás extraordinarias faculdades de trabalho dos seus habitantes. Admiravelmente servido de electricidade, cuja rêde é abastecida pela empreendedora e prestimosa Hidro Electrica do Alto Alentejo, pena é que não tenha ainda água canalisada, com o que tanto desejariam vê-lo dotado os seus habitantes O Concelho que é constituido por terras de aluvião ubérrimas e cultivado por gente pobre, como o é a quaisi totalidade da sua população talvez por não residirem nele os proprietários das antiquissimas e excelentes propriedades em que está dividido todas elas plétóricas de arvore ou cobertas de cereais em que é abundantissima a região da Golegã como o é, de resto, quasi todo o Ribatejo sendo notaveis entre eles, as da Cardiga, a de Miranda, as dos Alamos, a de Inez, as do Paúl, as da Brôa, as de Melharada, as do Saltador, as denominadas as «Praias» que acompanham as margens do Tejo nalguns quilómetros e as designadas dos «.Lazaros» «Requeixado» «Peneira» o «Cordas» a montante da Estrada da Azinhaga Golegã
O Concelho da Golegã possue vários e importantes lagares de azeite (mais da vinte) importantes arrozais de olivais, grandes e competentes creadores do gado cavalar, muar e taurino que se espalha em ampla liberdade pelas suas belas lezirias optimos rebanhos de gado lanígero e excelentes varas do gado suino, (cerca de cincoenta negociantes do referido gado), lavradores, agricultores, fabricantes do massa de tomate de queijos e manteiga, a cêrca de trinta vinicultores, quatro negociantes de peixe fresco, sete salchicheiros e um talho cinco vacarias, seis padarias, quinze negociantes do fazendas, diversos produtores de arroz, três distilações de aguardente vinicola, quatro automoveis de aluguer três emprezas do carros para transporte de mercadoria; uma delegação de Federação Nacional dos Trigos, e outra da Junta Nacional do Vinho, um sindicato agricola, Casa do Povo, três marcenarias, quatro advogados, cinco médicos. duas misericórdias, um hospital, etc.. etc. o que comprova bem o seu valor.
Por deliberação da Câmara, e em homenagem á indole dos seus habitantes, trabalhadores como os que o são o feriado do Concelho é no dia 1º de Maio. Golegã que tem, com serviço permanente, estação de telefone e telégrafo postal de 1ª classe com serviço de valores declarados, encomendas postais, cobranças de títulos, letras e vales, etc. possue, apenas, uma corporação particular de bombeiros, na Quinta da Cardiga. Mas, a atestar as qualidades afectivas dos seus naturais e o seu espirito associativo, além da Casa do Povo da Golegã, que seria já elemento bastante para tais qualidades e espirito se afirmarem, possue, ainda, o Sindicato Agricola da Golegã e os Montepios Popular e Goleganense os clubs desportivos Sporting Club Coleganense a Sociedade Columbófila Goleganense e o Club Desportivo Azinhaguense; as filarmónicas, Sociedade Filarmónia 1º de Janeiro, Sociedade Filarmónica Instrução Popular e Sociedade Filarmónica Azinhaguense e as sociedades de recreio, Club Goleganense Grémio Agricola Goleganense o Centro Instrução e Recreio. Realisam-se neste Concelho, anualmente, duas feiras muito concorridas que compreendem gado cavalar, bovino, e outro com diferentes barracas para venda de quinquilharias uma no primeiro domingo de Maio e outra em Novembro, habitualmente do 10 a 25.
Mais uma Feira do Cavalo Lusitano, na meca dos cavalos e dos cavaleiros, por alí a crise passa apenas pelo nome, ou pelo menos é o que aparenta. A classe Monarquica Portuguesa, passeia-se com orgulho e distinção à margem do Portugal recente e decadente.Uma classe Aristocrata ilustre e distinta, a debitar muita riqueza superficial. Ou será que nós é que ganhamos pouco! Penso eu de que...
Mais uma Feira do Cavalo Lusitano, na meca dos cavalos e dos cavaleiros, por alí a crise passa apenas pelo nome, ou pelo menos é o que aparenta. A classe Monarquica Portuguesa, passeia-se com orgulho e distinção à margem do Portugal recente e decadente.Uma classe Aristocrata ilustre e distinta, a debitar muita riqueza superficial. Ou será que nós é que ganhamos pouco! Penso eu de que...
Mais uma Feira do Cavalo Lusitano, na meca dos cavalos e dos cavaleiros, por alí a crise passa apenas pelo nome, ou pelo menos é o que aparenta. A classe Monarquica Portuguesa, passeia-se com orgulho e distinção à margem do Portugal recente e decadente.Uma classe Aristocrata ilustre e distinta, a debitar muita riqueza superficial. Ou será que nós é que ganhamos pouco! Penso eu de que...
Mais uma Feira do Cavalo Lusitano, na meca dos cavalos e dos cavaleiros, por alí a crise passa apenas pelo nome, ou pelo menos é o que aparenta. A classe Monarquica Portuguesa, passeia-se com orgulho e distinção à margem do Portugal recente e decadente.Uma classe Aristocrata ilustre e distinta, a debitar muita riqueza superficial. Ou será que nós é que ganhamos pouco! Penso eu de que...
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Mais uma Feira do Cavalo Lusitano, na meca dos cavalos e dos cavaleiros, por alí a crise passa apenas pelo nome, ou pelo menos é o que aparenta. A classe Monarquica Portuguesa, passeia-se com orgulho e distinção à margem do Portugal recente e decadente.Uma classe Aristocrata ilustre e distinta, a debitar muita riqueza superficial. Ou será que nós é que ganhamos pouco! Penso eu de que...