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UCANHA



CONCELHO DE TAROUCA


HISTÓRIA:


Situada no centro-norte, na margem direita do rio Varosa, é uma das 10 freguesias do concelho e a vila mais antiga.
Ucanha tem os seus limites do lado nascente pela freguesia de Granja Nova até S. Pedro, ponto de encontro das quatro freguesias - Salzedas, Ucanha, Granja Nova e Cimbres, esta já do concelho de Armamar; do lado sul, pela freguesia de Mondim da Beira, onde fica a povoação, também muito antiga, de Valdevez; do lado poente, pela margem direita do rio Varosa, até Torno; e do lado norte, pela margem esquerda da ribeira do Galhosa, desde S. Pedro até Torno, onde se encontra com o rio Varosa.



Foi sede de concelho que se extinguiu em 1836, data em que se anexou - com as suas 5 freguesias - ao concelho de Mondim, que se extinguiu mais tarde também.
Inicialmente, chamou-se Vila da Ponte, Cucanha que evoluiu para Ucanha por dissimilição. É provável que no século XII-XIII já fosse Vila porque consta da doação que D. Afonso Henriques fez a D. Teresa Afonso.
Ex-Iibris da freguesia e do concelho é a sua Ponte Fortificada de Ucanha, notável construção medieval, referenciada como de origem romana. Na verdade, passava aqui uma das vias da romanização, de Braga aos Transcudanos. Em todo o caso, a subsistente é já seguramente obra medieval, substituta da primitiva.
A prova da antiguidade da ponte de Ucanha - refere-se no "Levantamento Arquitectónico e Artesanal do Concelho de Tarouca" -" é ser citada como antiga já antes de 1146, na carta de doação de Gouviães por D. Afonso Henriques ao seu monteiro Paio Cortês; só depois, sem dúvida no século XII, quando Egas Moniz era dono de Argeriz - que chegava aqui (...) - ou quando a sua viúva ficou dona da metade de Argeriz e de todo o couto - feito para ela pelo rei em 1152) ou, enfim, quando este couto passou ao mosteiro (...), ou seja, de qualquer modo no século XII, foi construído na testa da margem direita - onde hoje é a povoação da Ucanha, então chamada "vila' da Ponte, sendo Ucanha o sítio que aí se começou a povoar, originando uma povoação - um arco, provido da sua porta, e, sobre ele, um edifício para armazenar as portagens cobradas nesse arco pelo senhorio do couto - o mosteiro, desde 1155 - 1156) aos que nele entravam, seguindo a via romana de Lamego, o que tudo ainda se lembrava no século XVIII."
Acrescenta o citado "Levantamento Arquitectónico e Artesanal do Concelho de Tarouca": "A torre foi erecta (...) sobre um arco de portagem: percebe-se perfeitamente, ainda, a sua função; e a História confirma-a. Por um lado, tratava-se de uma passagem obrigatória, em que o azo da portagem - imposto de passagem - era flagrante, até porque a via passava a seguir pelo interior de um domínio senhorial; por outro lado, porque, de facto, ficou a existir em 1155-1156 o outro domínio, ou seja, o couto do Mosteiro de Salzedas, que limitava o rio, e os monges não podiam deixar de colher rendimentos da passagem.»



Texto retirado do site da C. Tarouca





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