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PRAIA FLUVIAL DO ALFUSQUEIRO - ÁGUEDA - AVEIRO

Apontamento AuToCaRaVaNiStA:

Situado junto à ponte do rio Alfusqueiro, na estrada que liga Macieira de Alcôba a Valongo, é um dos parques fluviais do concelho de Águeda (situado na freguesia de Préstimo e Macieira de Alcôba). Em vários pontos do rio formam-se várias línguas de areia e nas suas margens as árvores proporcionam sombras aos banhistas.




Corresponde à zona serrana do concelho, já na orla da serra do Caramulo. A Junta de Freguesia em parceria com a autarquia fez um investimento que rondou os 20 mil euros na modernização daquele espaço, colocando lugares de sombra, relva natural e areia fina nas margens, colocando assim o espaço com condições únicas para ser disfrutado. O local tem uma grande procura durante o verão e tem capacidade para mais de uma centena de viaturas.

Coordenadas GPS:


N 40°37'29.94"
W 8°21'41.91"



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PRAIA FLUVIAL DE BOLFIAR - ÁGUEDA - AVEIRO

Praia Fluvial de Bolfiar

Apontamento AuToCaRaVaNiStA:
A Praia Fluvial de Bolfiar fica situada na freguesia com o mesmo nome, junto à ponte que une o Rio Alfusqueiro com o Rio Agadão. A 6 Km de Águeda, pela N 230, esta bonita e bem equipada praia fluvial pode ser um excelente local para um pic nic ou churascada, já que está equipada com mesas e churrasqueira, e tem bar de apoio em tempo sazonal. Tem parque de estacionamento, mas no nosso entendimento não serve para pernoita devido ao seu isolamento. Uma praia fluvial recomendada pelo Portal AuToCaRaVaNiStA.


    Apontamento do local.
A gestão é da responsabilidade da Junta de Freguesia de Águeda e Borralha, autora das obras de modernização daquele espaço. Para além do areal, foram ainda colocadas sombras em relvado natural, tendo ainda um bar de apoio totalmente modernizado. Na ponte, juntam-se os rios Alfusqueiro e Águeda e as duas margens estão ligadas, no verão, por uma ponte pedonal em madeira. O local tem parque de estacionamento para cerca de 60 viaturas.








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7º ENCONTRO NACIONAL DE AUTOCARAVANAS-CASTELO DE PAIVA

PROGRAMA:



   
A MAIOR FESTA DO AUTOCARAVANISMO PORTUGUÊS JÁ ESTÁ EM CONTAGEM DECRESCENTE. INTEGRADO NA FEIRA DO VINHO VERDE DO LAVRADOR E GASTRONOMIA. NÃO FALTE. 
O MELHOR VERDE TINTO DO MUNDO À SUA ESPERA. 
IMPERDÍVEL. VEJA AQUÍ A ENTREGA DOS PRÉMIOS:



Na noite de Sexta-feira, a animação estará a cargo dos Ranchos Folclóricos de S. Martinho, para além da actuação do grupo “Postas de Bacalhau ”, da presença das Concertinas Diatónicos, de Tarouca, e da Tuna da Faculdade de Medicina do Porto, registando se o Baile à Moda Antiga com os “Vale do Arda ”, uma actuação do Pião das Nicas, seguindo-se um grande espectáculo musical com o Grupo Maré Alta no palco principal, que vai manter os resistentes a dançar pela madrugada fora.

Já no  Sábado, o melhor da cozinha tradicional paivense volta a estar em evidencia à hora do almoço e jantar, com tempo para as provas dos novos vinhos e espumantes da Sub-região de Paiva, merecendo destaque em matéria de animação, a apresentação do Grupo de Gaitas Daninhas e a actuação dos Ranchos Folclórico de Castelo de Paiva e Grupo de Danças e Cantares do Paraíso, assim como a participação da Tuna Feminina da UCP, do grupo Seca Adegas, para alem do Baile à Moda Antiga com os “ Amigos da Sexta”, terminando a jornada festiva com actuação dos Tanira, uma banda portuguesa de folk rock, e a apresentação, pela noite dentro, do Conjunto Pé de Dança,  para um grande espectáculo musical no principal palco do evento.

No Domingo, ultimo dia da feira, o certame abre de manha cedo com os Bombos Independentes de Meixomil, e habituais provas de vinhos e as jornadas gastronómicas vão ser animadas com a presença do Rancho Folclórico de Bairros, assim como o 2º Encontro de Concertinas, para além de uma actuação dos Sinfo Dixie, e o bailarico popular com o Agrupamento Musical Karisma, com Ricardo Ramalho a animar o convívio de encerramento, denominado como baile dos resistentes.

Neste evento, e que marca também a VII Concentração de Autocaravanas, localizada no Parque da Feira, vão estar presentes 12 produtores de marca e 7 produtores individuais, para além de seis restaurantes ( Malhadoura, Pinhal, ANCRA, Churrasqueira Ideal, Alambique e Flor do Paraíso ) e diversos espaços dedicados ao sector do fumeiro e dos enchidos, bem como à doçaria regional paivense, e artesanato...Fonte: Castelo de Paiva On-line

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COUTO MINEIRO EM FESTA 1ª EDIÇÃO - PEDORIDO, RAIVA, PARAÍSO.



Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


A convite da União de Juntas de Pedorido, Raiva, Paraíso, a Confraria da Panela de Ferro, do Grupo AuToCaRaVaNiStA Português fez-se representar nesta que foi, a primeira edição do Couto Mineiro em Festa, realizada no Monte de S. Domingos. 


Este local emblemático do Concelho de Castelo de Paiva, tem no seu miradouro sobre o Douro, uma das mais espectaculares vistas paisagísticas sobre o Rio Douro, e toda a sua envolvencia num horizonte bastante largo.

Neste local, ergue-se a Capela de S. Domingos, que tem por altura das festas em sua honra, em meados de Agosto, o seu ponto mais alto no que diz respeito à devoção ao Santo, e que se traduz, em peregrinações, e promessas. 



O certificado de presença, passado ao Grupo AuToCaRaVaNiStA Português representado pela sua Confraria, foi-nos entregue pelo Ex.mo Sr. Presidente da Câmara Municipal de Castelo de Paiva, Dr. Gonçalo Rocha. 

Este certificado tem especial valor para os Confrades que estiveram presentes, bem como alguns companheiros autocaravanistas que aceitaram o convite de participação do Portal AuTocaRaVaNiStA - Grupo AuToCaRaVaNiStA Português. Aos participantes neste evento, a Direção agradece a presença.

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FORNOS DE ALGODRES - VISEU



Apontamento AuToCaRaVaNiStA:
Fornos de Algodres, é Sede de Concelho, pertencente ao Distrito da Guarda, Portugal. Destaca-se o seu Pelourinho em frente à sede da Junta de Freguesia, Igreja e Capelas, bem como as suas casas brasonadas, e fontanários.
O topónimo principal ALGODRES, tem origem Árabe "Al Godor" que provém do plural de "GADIR" que significa lagoa, ou ribeiro. 


As povoações na hora de se instalarem, e criarem raízes, era fundamental que fosse perto de água. Não é por acaso que as grandes cidades do mundo estejam quase todas elas junto a grandes rios. Veja-se aqui, Porto e Lisboa, e exemplos como Nova York, Paris, Londres, etc.
A humanidade ao longo dos tempos, sempre permaneceu com este mesmo objectivo de vida, o mais perto da água possivel, e penso que esta é uma escolha intemporal, e incontornável. Fornos de
Algodres é banhado pelo rio mondego, e destaca-se a praia fluvial de Junqueira. Água é vida.


HISTÓRIA:

Na Idade Média dava-se o nome genérico de "Terras" a certas regiões mais ou menos extensas, a que correspondia uma circunscrição jurisdicional, compreendendo povoações mais ou menos próximas umas das outras, ligadas entre si por laços morais de interesses, fóros, tradições e costumes. Assim se dizia Terras de Riba Côa, Terras da Beira, Terras de além do Monte, etc.

As Terras de Algodres ou Região de Algodres abrangia o concelho do mesmo nome, vila e termo; Matança, vila e termo; o de Fornos, vila e termo; o de Figueiró da Granja, vila e termo; e ainda as vilas e termos de Infias e Casal do Monte.

O primeiro administrador do novo concelho unificado foi José Coelho de Albuquerque, nomeado por portaria de 24 de Fevereiro de 1836, seguiu-se António Bernardo da Silva Cabral, e depois foram-no Francisco de Melo e Sá, com o seu substituto Agostinho Pedroso de Magalhães.

A primeira Câmara do novo concelho de Fornos, já ampliado, foi composta do presidente Anacleto José de Magalhães Taveira Mosqueira, presidente interino José Coelho de Albuquerque, e vogais Francisco Ferreira de Abreu, António José do Carmo e José António Clemente.


Ora foi com as povoações e área do concelho de Algodres e concelhos limítrofes que, se constituiu em 1836, o concelho de Fornos de Algodres, depois acrescentado, em 1898, com as freguesias de Além-Mondego, Juncais e Vila Ruiva. Desceram, pois, os antigos concelhos à condição de simples freguesias e as cinco vilas de Algodres, Figueiró, Matança, Infias e Casais do Monte passaram, daí em diante, a ser designadas por ex-vilas.
Que ela emprestasse o nome às povoações do seu termo, era natural, mas a velha vila, como mais importante entre todas as da região, exercia a sua hegemonia e emprestava o seu nome ainda às outras terras e povoações que assentavam nas proximidades do seu termo, sem fazerem parte dele. Assim a vila de Fornos, apesar de viver e se administrar sobre si, com câmara e julgado próprios, viu-se, e vê-se ainda hoje, forçada, para se distinguir de outras terras com o mesmo nome, a adoptar o designativo regional de Algodres.
O concelho de Algodres compreendia oito paróquias, que lhe formavam o termo, a saber, a sede, Casal Vasco, Ramirão, Cortiçô, Vila Chã, Muxagata, Fuínhas, Sobral Pichorro e Maceira, e a todas elas, como é natural, se adicionava o determinativo de Algodres, «Cortiçô de Algodres», «Vila Chã de Algodres», «Muxagata de Algodres».
Mais tarde a designação de Terras foi substituída pela de Termo com significação mais restrita, aplicando-se este nome, como sinónimo de distrito e alfoz, a mais reduzidas circunscrições, a que se chamava concelhos. Essas circunscrições territoriais, em geral demarcadas por limites naturais, montes ou rios, subdividiam-se em sub-regiões que ainda também conservavam a mesma designação de Terras, como Terra de Alafões, Terra de Tavares, Terra de Azurara, nome genérico da sub-região, às vezes sem corresponder a nenhuma povoação, antes tomando estas aquele sobrenome, como Chãs de Tavares, Quintela de Azurara, etc., outras vezes adoptando o nome de uma povoação mais importante da área, como Terra de Algodres, Terra de Aguiar, Terra de Linhares, etc.
Fonte: www.terralusa.net

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INAUGURAÇÃO DA A.S.A. DA VILA DO CORONADO - TROFA


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


O Portal AuToCaRaVaNiStA - Grupo AuToCaRaVaNiStA Português, agradece a todo o executivo da Junta de Freguesia da Vila do Coronado, em especial ao Sr. Presidente Dr. José Ferreira, toda a colaboração, carinho e simpatia, oferecida em doses bastantes generosas, a todos os autocaravanistas presentes, não só pela disponibilidade de equipar a Vila do Coronado - Trofa, com esta excelente Área de Serviço para Autocaravanas com estacionamento para pernoita, entre outros equipamentos, mas também pela excelente receção no salão nobre das excelentes instalações da junta, com um Porto de Honra, oferecido a todos os autocaravanistas, presentes. 
Uma menção honrosa ao anfitrião da nossa Organização, Joaquim Ferreira, o qual não teria sido possivel a construção deste equipamento. O Grande Porto, está agora até esta data, equipado com 3 A.S.A.s públicas gratuitas de apoio ao turismo itinerante. Esperamos através, e a partir desta A.S.A., por mais oportunidades neste Distrito, tão deficitário relativamente a outros Distritos Portugueses. 

Ficou também assente no discurso da inauguração por vontade do nosso anfitrião Joaquim Ferreira, e aceite pelo presidente Dr. José Ferreira, da realização anual de um Picnicão com porco no espeto entre outros componentes a designar aquando da sua realização que ficou marcada para data semelhante a esta da inauguração, ou seja, no primeiro fim de semana de Junho. Até lá.
A todos muitos parabéns, e bem hajam pela colaboração.


Organização: Portal AuToCaRaVaNiStA - Grupo AuToCaRaVaNiStA Português

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Apontamento AuToCaRaVaNiStA:

Inauguração da Área de Serviço para Autocaravanas da Vila do Coronado - TROFA
Pernoita - Sexta, 5 de Junho no complexo da Junta de Freguesia (para quem puder)
Inauguração - Sábado 6 de Junho pelas 16H00 (com a presença das entidades oficiais)

Anfitreão do Staff AuToCaRaVaNiStA - Joaquim Ferreira (mentor desta A.S.A.)

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InfoAuToCaRaVaNiStA:

O aparcamento das autocaravanas, para quem puder ir já pernoitar na Sexta Feira, faz-se dentro das instalações da junta de freguesia, em parque fechado, junto da A.S.A..
O local está inserido dentro de uma grande quinta com zonas de sombra, parque de merendas, parque desportivo, parque infantil, bar, etc.
Está localizado a poucos metros do centro, onde existem vários restaurantes, churrascarias, pizarias, com take away. 
Passe um bom fim de semana connosco.

COMPAREÇA - APOIE O AUTOCARAVANISMO.

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INAUGURAÇÃO DA ÁREA DE SERVIÇO DE OLIVEIRA DE AZEMÉIS


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:
Obrigado Filipe Barata pelas imagens cedidas através do Drone, e pelo apoio ao Autocaravanismo. Um agradecimento também ao esforço do Tiago Silva, pela disponibilidade em alguma reportagem aqui exposta. Obrigado a todos quantos colaboraram de alguma forma no exito desta missão. Em 2015 não enchemos todo o recinto, apesar de nesta altura das filmagens ainda não estarem estacionadas todas as autocaravanas, mesmo assim ainda havia espaço para mais algumas.
Para 2016 temos a certeza de que este espaço, apesar de estar em obras e a ocupar algum espaço de estacionamento, não vai ser suficiente. Para o ano teremos que arranjar estacionamento suplementar, ali mesmo ao lado nos parques das piscinas. Os Encontros Nacionais organizados pelo Portal AuToCaRaVaNiStA - Grupo AuToCaRaVaNiStA Português, são sempre em crescendo, e todos eles com ótimas parcerias e grandes Festas, grandes Eventos, os maiores  e os melhores a nível Nacional. O apoio que recebemos dos autocaravanistas com a sua presença assídua e interessada, obrigam-nos a querer sempre mais e sempre melhor, e ao melhor preço, ou seja, tudo grátis e sem trabalho nenhum para os autocaravanistas.  Apoiamos o Autocaravanismo Nacional. SEJA UM DE NÓS. Só PRECISAMOS DO SEU APOIO.


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:

O Portal AuToCaRaVaNiStA - Grupo AuToCaRaVaNiStA Português, orgulha-se de fazer parte dos parceiros turísticos de Oliveira de Azeméis, ao qual muito agradecemos ao Município de Oliveira de Azeméis, nomeadamente ao Sr Presidente Hermínio Loureiro. São várias as razões de satisfação da nossa organização, pela excelente receção e disponibilidade, e principalmente pela plataforma de apoio ao autocaravanismo, através da construção da Área de Serviço para Autocaravanas, inaugurada no Domingo pelas 11H00, com a presença do Edil de Oliveira de Azeméis, Dr. Hermínio Loureiro, o Vice Presidente, Dr. Ricardo Tavares, o Sr. Eng. António Castanheira, o Sr. Presidente da Junta, Carlos Silva, e restantes convidados.
A organização logística autocaravanista, ficou a cargo do Portal AuToCaRaVaNiStA - Grupo AuToCaRaVaNiStA Português. O Anfitreão do Staff AuToCaRaVaNiStA do Evento em Oliveira de Azeméis, esteve a cargo de Domingos Oliveira, que tudo fez para que todo este êxito se tornasse numa realidade acima das expetativas. Um bem haja também para ele, pelo esforço em prol da modalidade. 
Ficou já registado o próximo Encontro Nacional integrado no XX Mercado à Moda Antiga. Antes disso fomos já convidados pelo Sr. Presidente a participar no "À FESTA NA ALDEIA" uma espécie de Mercado à moda Antiga em ponto mais reduzido, mas com um espaço mais apelativo, já que se realiza na zona do complexo molinológico, e do rio UL, terra do famoso e genuíno pão de Ul, e da regueifa com canela, um doce originário e tradicional de Ul, entre muitas outras coisas ligada à rica gastronomia, da qual destacamos os Rojões, as Papas de S. Miguel, o Peixe Frito,etc, entre muita outra gastronomia e doçaria tradicional.

Um evento a não perder. Fiquem atentos ao Portal, porque em altura própria daremos Feed Back deste evento, que conta com parque reservado à nossa organização AuToCaRaVaNiStA.



Muito obrigado a todos os intervenientes neste 1º Encontro Nacional, na certeza de que foi do agrado de todos, uma experiência a repetir, e sobretudo um excelente cartão de visita através do Mercado à Moda Antiga para o município de Oliveira de Azeméis.


Estamos convictos de que, em 2016, no 2º Encontro, vamos ter que arranjar espaço suplementar para outros que quererão concerteza participar. 
VER AQUI 2015:
ATÉ LÁ.
P'lo coordenador jbmendes



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1º ENCONTRO NACIONAL DE AUTOCARAVANAS DE OLª. DE AZEMÉIS

Adicionar legenda

1º ENCONTRO NACIONAL DE AUTOCARAVANAS DE OLIVEIRA DE AZEMÉIS
De 15 a 17 de MAIO 2015

Integrado na:
XIX EDIÇÃO DO MERCADO À MODA ANTIGA DE OLIVEIRA DE AZEMÉIS.

PARQUE: GPS: N 40º 50' 20 - W 08º 28' 50"

Alterado para o parque das Escolas, com maior capacidade, próximo destas coordenadas.


Parque fechado reservado para autocaravanas, no parque das escolas a pouco mais de 100 m do Centro Histórico, onde se desenrola o evento. Este novo espaço proposto, tem mais capacidade de aparcamento, e mais privacidade.


Para pernoita será também mais favorável, pelo que se optou por este novo espaço, Haverá informação no local anterior, que não fica muito distante do anterior, e perfeitamente acessivel ao centro Histórico. No percurso aconselhamos um cafezito no Pata Negra.
O parque começará a ser disponibilizado para as autocaravanas a partir de sexta feira de manhã. haverá um funcionário da Câmara a dar informações no local, que terá também informação estática. O nosso membro do Staff, e Anfitreão deste evento, Domingos Oliveira, também andará pelo local.

A Área de Serviço para Autocaravanas no Parque La Salette, irá ficar funcional para a realização deste Evento. A.S.A ver aqui:
Não esquecer de fazer valer os Princípios Básicos de um AuToCaRaVaNiStA GOLD   (Versão para imprimir) 

A Inauguração da A.S.A será no Domingo 17 de Maio, da parte da manhã cerca das 11H00.
Com a presença do Ex.mo Sr. Presidente da Câmara Municipal de Olª. de Azeméis, Dr. Hermínio Loureiro. Estacionamento no Parque de Eventos (ex parque de campismo) em frente à A.S.A.

A.S.A. GPS: 

N 40º50'38" - W 08º28'00"


Veja o artigo da Página Oficial do Evento "CLICK AQUI"

Anfitreão do Staff  do Grupo AuToCaRaVaNiStA Português para este Evento - Domingos Oliveira 
APOIOS: F.A.M.O.A - Federação das Associações do Município de Olª de Azeméis, e Azeméis é Vida - C.M. Oliveira de Azeméis

       HISTÓRIA:

O Mercado à Moda Antiga é um evento de referência regional e nacional na categoria das recriações históricas.

São recriados usos e costumes do final do Séc. XIX, início do Séc. XX, proporcionando aos visitantes e turistas uma experiência única na vivência dos costumes locais.

O Mercado à Moda Antiga assenta o desenvolvimento dos conteúdos programáticos nos usos e costumes mais relevantes do município de Oliveira de Azeméis. 

Numa história com mais de 200 anos, existem relatos de um mercado que acontecia todos os Domingos na Praça dos Vales, na então vila de Oliveira de Azeméis.

Neste mercado, cujo início documentado remonta ao último quartel do século XIX, reuniam-se vendedores de todo o concelho e dos concelhos vizinhos para ali fazerem as suas vendas e trocas. Este era um dia que atraía também a Oliveira de Azeméis artesãos e artífices das mais diversas áreas, como são exemplo os tanoeiros, sapateiros, oleiros, moleiros, entre outras artes, ocorrendo ali também actividades lúdicas espontâneas bem como apontamentos relacionados com a gastronomia, como era patente com a presença das vendedeiras de peixe frito e o Pão de Ul. Era também um espaço de reunião e convívio das principais personalidades da região.



A RTP 1 vai estar mais uma vez presente no Mercado à Moda Antiga, com um vasto programa de variedades em direto.

"VER AQUI EM 2014"



O XIX Mercado à Moda Antiga 2015 de Olª. de Azeméis conjuntamente com o 1º Encontro Nacional de Autocaravanas, vista na medida do possivel, pela objetiva da máquina fotográfica do: 


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O A organização já está integrada nas 3 maiores festas do Autocaravanismo Português - Castelo de Paiva - Arouca - Oliveira de Azeméis - e Fátima que é um encontro do outro mundo.






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PONTE DA BARCA - VIANA DO CASTELO


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:
Ponte da Barca é uma Vila Portuguesa, pertencente ao Distrito de Viana do Castelo.
Vila Monhota, muito agradável, para praticar autocaravanismo, tem infraestruturas de lazer muito agradáveis, quer para aparcar, quer para passear, fazer sessões gastronómicas, etc. Dotada de algum património edificado, como o pelourinho, o mercado medieval, as pontes que lhe dá o nome com destaque para a ponte Romana integrada no parque, as casas brasonadas, as capelas e fontes. O espaço verde adjacente ao rio lima, é ideal para a prática de exercícios físicos, a pé, ou de bicicleta, ou através dos diversos dispositivos mecânicos dispersos pelo parque, ou simplesmente para um pic-nic.
O restaurante O Moinho integrado nesta infraestrutura, oferece um quadro único paisagístico, com a sua cascata, enquanto se delicia com a boa gastronomia. Preços médio/alto. Vai da Lampreia ao marisco, ou do cabrito, ao naco. A escolha é sua. Não muito longe dali, a cerca de 3 ou 4 Kms, tem a Vila de Arcos de Valdevês, que em matéria de gastronomia não fica nada atrás, podendo mesmo ter mais opções de oferta, recomenda-se no local a Pousada do Vêz, e o seu Restaurante Grill, preços méd./alto. Ou o Pote, mais acessível. Boa estadia, e boa viagem.

                 HISTÓRIA:

Ponte da Barca, concelho montanhoso, ladeado da parte esquerda pelo rio Lima, eixo regional de comércio na direcção do litoral com as rotas do interior.
À semelhança da maioria das Terras portuguesas, Ponte da Barca tem origens muito remotas que devem corresponder a uma
circunscrição pré-romana ou, pelo menos, romana, mas já era habitada desde os tempos pré-históricos como provam os achados arqueológicos.


Dos vestígios da ocupação romana por estas Terras, destacam-se várias peças de cerâmica, moedas e esculturas, encontradas maioritariamente na área da Serra Amarela. Mas de certo que, de todos os achados, o principal destaque vai para a Pedra dos Namorados encontrada na freguesia da Ermida. Trata-se da figura de um homem e de uma mulher em baixo relevo, que deve datar de uma época de plena Romanização do Noroeste Hispânico, que em 1903 foi levada para o actual Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto, voltando de novo, em 1986, para o Museu da freguesia da Ermida, onde se encontra exposta.

Em tempos medievais, a região era conhecida como «Terra da Nóbrega», antepassado do concelho de Ponte da Barca, e circunscrição medieval que no século IX possuía já limites aproximados aos do actual concelho. 

Esta Terra era uma das muitas circunscrições territoriais em que o nosso país estava dividido para fins administrativos, judiciais, militares e também religiosos. Correspondiam, em geral, a circunscrições romanas e os seus limites identificavam-se, na maioria das vezes, com os acidentes geográficos.

O nome, Nóbrega, de provável origem celta, indica local fortificado e veio-lhe do altaneiro castro que lhe servia de reduto defensivo, situado no maciço rochoso, na freguesia de Sampriz. Mais tarde, Ourigo Ourigues que, provavelmente, foi o primeiro governador da Terra da Nóbrega, (re)edificou o Castelo da Nóbrega sobre as ruínas do velho castro.

Nos séculos XII e XIII, o povoamento começa a descer às margens dos rios, sendo assim fundada aquela que viria a ser a vila de Ponte da Barca. Esta, é marcada por um cruzamento de dois caminhos de ligação a Santiago de Compostela, um no sentido Norte-Sul (atravessando o rio), outro no sentido Poente-Nascente (ao longo do rio).

A história desta vila prende-se com o atravessamento do rio Lima, tendo sido primeiro denominada de Barca, porque o atravessamento era feito na época somente por uma barca, e passado posteriormente para Ponte da Barca, aquando da construção da sua primeira ponte, provavelmente, em meados do século XIV. Com a construção da ponte, a localidade reforça a sua importância no domínio comercial, constituindo um forte ponto de passagem, centro e eixo regional na direcção do litoral.

O Património monumental do concelho é igualmente de grande riqueza. Em Ponte da Barca, a ponte ocupa lugar de relevo por se tratar de uma das mais importantes pontes medievais do país, da primeira metade do século XV. Pelo concelho, é possível encontrar casas senhoriais, o Castelo e os Espigueiros do Lindoso, a Igreja Matriz, o Pelourinho, o Mercado Pombalino, as Igrejas dos Mosteiros de Bravães, Crasto e Vila Nova de Muía entre muitos mais exemplares, do património edificado existente no concelho.
Fonte: http://www.cmpb.pt/


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REFÓIOS DO LIMA - PONTE DE LIMA - V. DO CASTELO


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:
O Mosteiro de Santa Maria de Refóios do Lima foi construído inicialmente para os Cónegos Regrantes de Santo Agostinho em 1124 (séc XII). A evolução da construção existente até aos nossos dias terminou somente no séc XVIII. O ano da extinção das ordens religiosas em 1874 foi a machadada final no extenso património religioso que Portugal possuía, que através de inúmeros exemplos que temos um pouco por todo o País, (ex. flagrante Mosteiro de Tarouca) ficou a saque, e muito do riquíssimo Património Religioso, nomeadamente o edificado que orgulhosamente possuíamos, foi destruído e roubado.

Atualmente serve de sede à Escola Superior Agrária das terras do Lima. A crítica que fazemos à recuperação do Mosteiro e Igreja é a não preservação e manutenção do que é genuinamente original! Um cancro espalhado um pouco por todo o nosso Património edificado, e a distorção de tudo o que genuinamente foi construído como original, cobrem-se os materiais nobres, como a pedra, e o xisto com cimento e tinta, e assim os edifícios passam de coisas belas construídas no passado, a aberrações no presente. Enfim! Ninguém é responsabilizado por estes atentados ao património?! - Pois já estamos habituados!

              HISTÓRIA:


Cronologia : Séc. 12 - D. Afonso Ansemondes funda Mosteiro para Clérigos da Regra Santo Agostinho; 1124 - estando de passagem por Refóios, o Cardeal D. Jacinto, legado apostólico em Espanha do Papa Calisto II, o fundador cede os seus direitos sobre o mosteiro aos cónegos regrantes; o 1º prior, Pedro Mendo, filho do fundador, a quem D. Afonso Henriques fizera mercê do Condado de Refóios, não tendo descendência, doa o seu condado ao mosteiro; 


1154 - Bispo de Tuy isenta o mosteiro e suas igrejas anexas, dando direito de visita ao prior do Mosteiro; 1163 - Alexandre III fá-lo imediato à Santa Sé eximindo-o da submissão a qualquer outra diocese; 1564 - uniu-se ao convento de Santa Cruz de Coimbra, estando então muito arruinado; 1571 - data na cornija do claustro; 1581 - início da reedificação da igreja; 1582 - deslocação da sepultura de D. Mendo, do adro da igreja para o mosteiro; séc. 17 - altar-mor da igreja; 1683 - data da fonte do claustro; séc. 18 -
reforma da zona conventual; 1711 - sacristia; 1769 / 1770 - extinção do mosteiro; 1834 - após extinção das Ordens religiosas, a igreja passou a Matriz da freguesia e vendeu-se a zona conventual e quinta a particular; 1874 - abertura de vão para acesso ao claustro, aquando do casamento da filha do proprietário; 1986 - data do projecto do Arq. Fernando Távora para adaptação do mosteiro a Escola Superior Agrária; 1987 - a Câmara Municipal, que o adquirira por 70 mil contos, doa-o ao Estado para instalação da Escola; 1992, Fev. - inauguração oficial da Escola Superior Agrária. 
Fonte: http://refoiosdolima.no.sapo.pt


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