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BUSTELO - MOSTEIRO - PENAFIEL

Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


O Mosteiro de S. Miguel de Bustelo, está situado na Freguesia de Bustelo, pertencente ao Concelho de Penafiel, Distrito do Porto, Portugal. Como grande parte dos Mosteiros e Conventos está situado num local puramente rural. A estrada abriu ao meio o Aqueduto que abastecia a agua ao Mosteiro, que diga-se tem as suas paredes  apenas escoradas, já com placa, para segurar, mas bastante danificado. Pelo andamento não me parece que haja verba tão cedo para reabilitar este espaço. Já a igreja, está restaurada, mas encontrava-se fechada.

             HISTÓRIA:


O Mosteiro de Bustelo, situado na Freguesia do mesmo nome e distando da Cidade de Penafiel apenas 3 km, tem a sua história desconhecida para uma grande parte da população.
De traça barroca, aparece-nos isolado na paisagem campestre, com a Igreja de um lado e, a fazer “L”, o corpo do Mosteiro, bastante degradado, do outro.
Sofrendo profunda reforma no Séc. XVII, fontes há a apontar a existência de um anterior Mosteiro, românico, com fundação em 1065 o qual teria dado origem ao actual Mosteiro.
Estando em permanentes obras até ao início do Séc. XIX, tem a primeira pedra lançada a 13 de Agosto de 1633. Durante a sua existência, o Mosteiro pertenceu à Ordem de São Bento, sendo por isso, habitado por Monges Beneditinos.
A chefia do Mosteiro cabia a um Abade eleito por um triénio, o qual tinha a obrigatoriedade da apresentação do relatório de contas trienal.
Dependendo este Mosteiro directamente do Mosteiro de Tibães em Braga, consegue-se saber da existência de actividade no Mosteiro em 1629, a qual se terá prolongado até 1822, altura em que foi emitido o último relatório.

Entre esta data e 1834, data em que as Ordens Religiosas foram extinguidas, desconhece-se o que se terá passado nestes 12 anos. A partir daí a ruína apoderou-se de uma parte do Mosteiro, tendo chegado ao final do Séc. XX, quase sobrando apenas as paredes.

Felizmente já se prevê a reconstrução, uma difícil caminhada, que o Mosteiro de Bustelo legou às gentes do Séc. XXI.


Nos finais dos anos 50 do passado século XX, A. Guimarães, escreve um artigo sobre o Mosteiro.
É, em muito, com base nesse artigo, que se passa a expor:
“É agradabilíssimo o passeio pelas estradas fora, cheias de sombras acolhedoras.
É de velha usança a realização de casamentos à capucha na antiga Igreja de Bustêlo; nanja que hoje assim seja, pois tudo é de dar nas vistas e por isso os noivos acorrem às igrejas mais frequentadas, para se mostrarem e à comitiva.”.
Fica o vetusto Mosteiro no centro da Freguesia, tendo largo adro no interior do “L” que faz com a Igreja e de onde lindas vistas que prendem até ao horizonte.
Imponente escadaria de pedra, muito ampla e bem lançada, conduz junto ao elegante cruzeiro de granito.
É ali que se realiza uma das mais típicas romarias do Norte; a Nossa Senhora da Saúde, que tem lugar na Segunda-feira de Páscoa.
As raparigas ocorrem de todas as bandas aos milhares e milhares, apinhando-se junto à igreja, estendendo-se a perder de vista pelos campos e montes, com os seus farnéis, toalha branca a «manchar» os verdes garridos.
A romaria prolonga-se desde o dealbar até ser noite fechada em constante animação, com o cantar das novenas à porfia: «A Senhora da Saúde, deita as fita a boar...».
Os cânticos da gente moça das aldeias ecoam noite fora, e grande é a crença das moçoilas pela Santa que ali se venera no seu altar.
É muito velhinho o Mosteiro de Bustelo - já se dera pela sua existência no ano de 1065.
Sendo seu Orago, S. Miguel Arcanjo ali é invocado, e por cima da porta da Igreja, como que a protegê-la, num pétreo nicho está colocado.
S. Bento, é venerado na Igreja cheia de relíquias, onde os folares eram oferecidos, na primeira oitava da Páscoa, pelos habitantes da antiga Arrifana de Sousa.
Assim está nos antigos manuscritos, onde também se pode ler que as Freguesias de Croca, Santa Marta e Melhundes, (assim se chamava na época) à Igreja do Convento de Frades Bentos estavam anexas, sendo que as duas primeiras tinham obrigação de virem assistir à Missa Principal desta Igreja, nas quatro festas do ano.
Abrangendo, a Freguesia de Bustelo, parte das de Croca e Novelas, do Concelho de Penafiel e Meinedo, do Concelho de Lousada, era couto dos Frades locais, sendo o mesmo constituído por 340 fogos e 43 aldeias. O Pároco, tinha sempre de ser um Frade, com direito a Coadjutor - clérigo secular – sendo-lhe atribuído um rendimento anual de cem mil reis.
Sendo donatário do couto o D. Abade do Convento fazia eleger, no primeiro dia de cada ano, um Juiz Ordinário do Civil e Órfãos, podendo haver apelação das decisões para o D. Abade como ouvidor.
As audiências tinham lugar em formosa «casa». Sendo o Porteiro eleito pelo Juiz, já o Procurador, o Meirinho, o Quadrilheiro e mai-lo Jurado eram eleitos, por votação, pelo povo.
No final, todos prestavam juramento nas mãos do D. Abade.
A fundação do Convento de Bustelo segundo velhos alfarrábios, ter-se-ia dado pelos anos de 900, pela mão de um filho de D. Fayão Soares, (fundador de Penafiel), antepassado de marqueses de nomeada, e do famosíssimo Rey Dias de Bivar, o «Cid».
O Séc. XVII, nos seus finais, assiste à reedificação da sumptuosa Igreja de estilo barroco - jesuítico, de artísticas talhas e transepto - cruciforme.
Entre algumas curiosidades que aos arqueólogos dizem respeito, citaremos a existência de uma pedra tumular Visigótica do Séc. VII, em uma das paredes do Claustro.
Outras pedras, a que se atribui incalculável valor, de pórtico romano, foram encontradas agora nas paredes da Igreja e dali retiradas.
Serão, porém, ali guardadas em Museu.
Junto à Igreja, com colunas dóricas estilo renascença e tendo uma taça a erguer-se no seu meio, o Claustro, tendo sido começado pelo lado Poente em 1635 e tendo a sua conclusão com o lado Nascente em 1689, demorou mais de meio século a ser construído.
Este lanço final implicaria a destruição de uma Capela dedicada a São Tiago.
A obra do Claustro ficou completa no triénio de 1777-1780 com a colocação de uma estátua de Hércules e servindo como chafariz as sete bocas das “hidras” sobre as quais se apoia o deus pagão.
De notar ainda que a representação de Hércules é frequentemente confundida pela de São Miguel, seu “sucessor” e Padroeiro da Paróquia de Bustelo, derrotando Lúcifer.
A última grande obra dos Beneditinos no Claustro do Mosteiro, terá sido a reforma de um dos lanços, entre 1816 e 1819, por este ameaçar ruir.
A rematar o lado Norte do Claustro e virado a Sul, com data de colocação desconhecida, um relógio de sol.
Sabe-se que as obras do edifício do Mosteiro foram anteriores às da Igreja. As obras teriam começado pela portaria e galeria estendendo-se depois para o lado Norte.
A porta na fachada do edifício que, do interior do Claustro, dava acesso ao terreiro, fez-se em 1638, tendo a mesma recebido benefícios de assentos de pedra lavrada para os três lados em 1653.
Novas portas lhe são construídas sendo as mesmas substituídas por outras em 1764, ano em que, de cada lado da porta se construíram duas janelas de ferro grandes.
Em 1650, um painel de S. Bento é colocado sobre a portaria e, aproveitando-se as obras, sobre a janela da escada foi colocado um outro de Santa Escolástica, sua irmã.
Finalmente, em 1777 abaixou-se a Portaria do Carro, construindo-se por cima uma varanda com pilares de pedra e uma janela.
A rematar o conjunto, um frontão triangular em cujo tímpano se colocou o brasão de São Bento.
Deste modo se concluiu a frontaria do Mosteiro.
Em 1680 juntamente com as obras do terreiro da portaria construiu-se o Cruzeiro.
A primitiva igreja possuiria apenas uma torre, tendo o frontispício ficado com duas torres laterais como hoje se vêm, após as obras de reedificação.
Sabe-se da sua existência desde 1713 e, devido sobretudo a raios de trovoada sofreram vários consertos, pelo menos até 1800.
Os seus sinos foram colocados em 1716 e, sem que se conheça a data, também um relógio foi colocado numa das torres, conhecendo-se porém parte da sua existência através da data do conserto que sofreu entre 1804 e 1807.
No interior do velhíssimo templo, deparamo-nos à entrada com a Pia Baptismal tendo por fundo uma imagem representativa do Baptismo de Jesus.
Caminhando pela Nave Central logo se nos prende a atenção com o Altar-mor, finamente trabalhado em riquíssima talha dourada.
A influência da talha da Capela-mor da Igreja de Santo Ildefonso de autoria de Nicolau Nazoni é aqui notada.
À sua direita a imagem do Padroeiro S. Miguel, e à esquerda a de S. Bento, fundador da ordem Beneditina.
Do lado do Evangelho, o Altar de Nossa Senhora do Rosário onde, no nicho do meio está a Senhora do Rosário, num dos lados as Santas Mães e no outro a Santa Gertrudes.
Neste corpo, existe saída para o Claustro e uma comunicação com a Sacristia com Altar de Jesus Crucificado. 
Do lado da Epístola, a imagem de São Bento, que dá o nome ao Altar, tendo de um lado Nossa Senhora da Saúde e do outro Santo Amaro.
O outro Altar, também do lado da Epístola, consiste num Sacrário, adornado por dois Anjos, onde se colocou o Coração de Jesus no meio de um resplendor de raios de luz.
No corpo da igreja existem quatro Altares, sendo que um dos do lado da Epístola é em forma, inferior aos outros.
Nele se representam cenas do Purgatório, sem colunas. Actualmente no nicho central está colocado o Senhor dos Passos.
No outro do mesmo lado estaria a imagem de Santa Escolástica e de São Vicente Ferreira. Actualmente está colocada a imagem de Jesus Ressuscitado mostrando o seu Coração.
Do lado do Evangelho, próximo do coro, estaria a imagem do Patriarca São Bento. No outro deste lado colocou-se uma imagem de Nossa Senhora da Piedade e um Santo Cristo Morto.
Situado sobre a porta principal, debaixo das duas torres sineiras, o coro teve como primeira peça nele colocada um quadro de 12 palmos com a imagem de São Bento de pé com o seu báculo na mão, que se situou no centro da parede interna do frontispício.
A par do quadro de São Bento, foram colocados mais 10 telas a óleo, antiquíssimas, e cujo autor não se menciona, que descrevem a vida de São Bento e Santa Escolástica.
Encomendado em 1758 juntamente com um órgão, o cadeiral do coro da Igreja de Bustelo, é referido por Robert Smith como um dos melhores conjuntos em talha ròcòcó do Minho, atribuindo a sua autoria ao mesmo entalhador que trabalhou para o Mosteiro de Tibães mas cuja identificação se desconhece.
Tendo-se construído uma varanda para se assentar o órgão, fez-se outra igual na parte oposta a esta e, para que a mesma fosse aproveitada, construiu-se um Altar novo com um painel de Nossa Senhora da Conceição.
O órgão de tubos, viria a ser levado para a Igreja da Misericórdia em 1834, segundo consta, já que este facto padece de falta de informação.
Só no início deste século se adquiriu um novo órgão de tubos que a igreja tanto merecia.
No decorrer das obras de reparação e restauro, iniciadas em meados do passado Séc XX (1957), ao ser retirado o sarrafão, no arco-cruzeiro, descobriu-se o brazão dos Beneditinos, em cantaria, com castelo, leão, báculo, mitra de Abade dentro de uma coroa.
Para esta obra de restauro, o Prelado transferiu para esta freguesia o rev. Pároco Celestino da Silva Ramos, que vindo de Gôve (Baião), ali dera mostras já do seu espírito empreendedor, e a direcção da mesma foi confiada ao Penafidelense engenheiro António Barbosa de Abreu.
A avaliar pela existência de inúmeros monumentos e valores arqueológicos e arquitectónicos que existem no Concelho de Penafiel, deve-se concluir que este «velho Concelho de Arrifana de Sousa» é, talvez, no género, um dos mais ricos do País.
Fonte: http://www.regional-editora.com


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PENAFIEL - PORTO

Apontamento AuToCaRaVaNiStA:


Penafiel é uma cidade Portuguesa pertencente ao Distrito do Porto. Cidade histórica com inúmeros pontos de atração turística espalhados pelas diversas Freguesias que a compõem através da Rota do Românico, a qual fomos à sua descoberta. Aconselha-se também a sua Gastronomia com destaque para o cabrito no forno a lenha, a sopa seca, entre muitos outros.



          HISTÓRIA:

Um brevíssimo olhar sobre o passado de Penafiel,
por Teresa Soeiro: 


Penafiel, com as suas trinta e oito freguesias distribuídas por 212,82 km2, é uma terra antiga no coração do velho Entre-Douro-e-Minho. Ocupando o interflúvio Sousa/Tâmega/Douro, tem solos essencialmente graníticos, ricos de águas e propícios para a exploração agrícola intensiva, nas últimas décadas valorizados também em função de uma importante indústria de extracção de pedra. A sudoeste, as freguesias integram-se no complexo xisto-grauváquico, tornam-se mais extensas, com importantes parcelas de monte, outrora baldio pastoril, hoje florestado. 

Zona intermédia de contacto do litoral com a montanha, em todos os tempos por aqui passavam importantes vias de comunicação inter-regional, terrestres e fluviais. Exemplo das primeiras seria a estrada real que desde a Idade Média ligava o Porto a Trás-os-Montes, geradora do actual centro urbano que, a um dia de viagem, desempenhava papel fulcral no apoio ao trânsito de passageiros e mercadorias. O Douro surgia como indispensável via fluvial de penetração para o interior, com papel mais relevante à medida que nas encostas do Alto Douro se expandia a produção do vinho generoso, que descia nos rabelos até ao Porto. Entre-os-Rios, também a um dia de viagem, cumpria aqui papel idêntico ao da cidade, no apoio aos viajantes e como centro de redistribuição de mercadorias.



Bastante povoado desde a pré-história, como testemunham dezenas de monumentos megalíticos e alguns povoados, no território penafidelense não faltam também sítios castrejos. Monte Mozinho (Oldrões/Galegos), povoado fortificado erguido no dealbar da nossa era será, pela sua extensão e relevância material, um primeiro centro, que, após trinta anos de escavações arqueológicas merece bem uma visita atenta.
Com a consolidação da integração no mundo romano, veremos a população organizar-se em novas formas de habitar, tipificadas em lugares abertos e concentrados, rodeados por terras de lavoura, ou em casais dispersos na paisagem agrícola como ilustram as casas postas a descoberto na Bouça do Ouro (Boelhe). As termas romanas de S. Vicente do Pinheiro, surgidas no início do século XX aquando da construção do actual estabelecimento termal, já destinadas a fins medicinais, podem dar-nos uma imagem dessa permanência milenar da capacidade para identificar e aproveitar os recursos naturais. Também os filões de ouro existentes nos xistos e quartzitos foram explorados na época romana. Um intenso comércio e a circulação de uma moeda comum trouxe a todos estes núcleos grande quantidade e diversidade de produtos artesanais, que materializam a integração cultural, reafirmada por valores fundamentais como a adopção da língua e das formas de ser e de estar da romanidade. 
No século IX a vivência do território é outra, pontificando como nova centralidade a Civitas Anegia, instalada num cabeço sobranceiro à confluência do Tâmega com o Douro, que dominaria extensas terras nas duas margens daqueles rios. A esta Civitas pertencia a futura terra ou tenência de Penafiel de Canas que, no século XI, desmembrada a anterior organização, assumirá por sua vez a capitalidade de um espaço mais reduzido, embrião do actual município.

Neste mundo românico, retratado pelas Inquirições de 1258, deparámos com muitas das actuais paróquias, imersas numa economia agro-pecuária e piscatória que foi longamente dominante. Dos grandes senhorios eclesiásticos destacamos, porque aqui sedeados, os mosteiros beneditinos de Paço de Sousa e de Bustelo, o primeiro ostentando ainda uma magnifica arquitectura românica e dando guarida ao cenotáfio historiado de Egas Moniz de Ribadouro, aio de Afonso Henriques, o segundo profundamente transformado ao gosto barroco, de uma riqueza e monumentalidade ímpar. As casas fidalgas de raiz medieva podem bem ser representadas pela Honra de Barbosa (Rans), com a sua torre sobranceira às terras de cultura, ou pela mais transformada Torre de Coreixas (Irivo).
Os templos românicos de Boelhe, esse divino brinquedo como lhe chamou Miguel Torga, ou o de S. Salvador da Gândara onde se venerava uma cabeça santa muito milagrosa, procurada pelos peregrinos, o de Abragão ou o mais tardio de S. Miguel da Eja, no qual se anuncia já o gótico, o memorial funerário de Ermida (Irivo) são monumentos nacionais.
Por este tempo emergia no território penafidelense uma nova realidade. Na freguesia de Moazares, de cuja igreja românica (Santa Luzia) temos ainda a cabeceira, rodeada por sepulturas escavadas na rocha, surgiu um segundo núcleo forte, instalado à margem da estrada que vinha do Porto e, passado o rio Sousa na medieva ponte de Cepeda, ascendia pela Costeira até atingir o alto. Aqui estaria o local ideal para crescer um aglomerado urbano especializado em serviços aos viandantes, na artesania e venda de manufacturas, no estabelecimento de uma grande feira. Arrifana de Sousa foi o nome escolhido.
Este era um lugar arruado, disposto em banda ao longo da estrada, onde João Correia, um rico mercador da praça do Porto com trato na Flandres, cristão novo ao que se diz, faria erguer a manuelina capela do Espírito Santo, na cabeceira da qual alojou o próprio túmulo, coberto por uma bela placa de bronze lavrado com o seu vulto, trabalho flamengo que fez vir ainda em vida, nos anos iniciais do século XVI faltando por isso completar na gravação da data fúnebre.
Em crescimento, Arrifana assumiu a paróquia, com o orago S. Martinho, e construirá nas décadas de 50 e 60 do século XVI um novo templo, sobre a capela de João Correia, no modelo de igreja-salão com fachada retábulo maneirista. Apesar desta pujança, a terra continuava na dependência administrativa do Porto desde que D. João I a dera àquela cidade como agradecimento pela ajuda à sua causa.
Durante toda a Idade Moderna Arrifana de Sousa cresceu como centro de serviços e terra de muitas indústrias, com uma importante feira anual no S. Martinho, e ampliou a mancha urbana que se estendia já para cotas mais elevadas onde, no início do século XVII, a Misericórdia, uma das mais antigas do país, fará construir a sua monumental igreja. A fidalguia, no entanto, mantinha-se fora da urbe, preferindo habitar os solares ancestrais, que a acumulação de recursos provenientes do aumento da rentabilidade das terras e dos negócios de além-mar permitirá reformar e monumentalizar.
Apenas em 1741, depois de uma persistente insistência junto do poder, a que o Porto sempre se oporá, Arrifana de Sousa ascende à categoria de vila e concelho, composto por duas freguesias, a própria e a vizinha Santiago de Sub Arrifana. Pouco viável, mas orgulhosa da sua autonomia duramente conquistada, a população e a Câmara serão, em 1770, surpreendias pela elevação a cidade, sede de um vasto concelho. Não o haviam pedido, nem sequer foram atempadamente informados desta benesse, atribuída por D. José a 3 de Março, para que aqui se pudesse fixar a sede de um novo bispado que a política pombalina queria destacar do território da poderosa mitra portuense. Mais ainda, por esta determinação régia, Arrifana perderia o seu nome para adoptar o de Penafiel, até então reservado ao concelho cujas justiças estavam ainda formalmente no castelo medieval.

Vila, cidade, sede de comarca e de bispado em menos de trinta anos, foram significativas mudanças que exponenciaram o crescimento desta terra, atingindo ponto alto de prestígio, riqueza e desenvolvimento na segunda metade de setecentos. Depois vieram os tempos conturbados da guerra peninsular, e Penafiel esteve sucessivamente ocupada pelos exércitos francês e luso-britânico, e da guerra civil. Recomposta destes pesadelos, a cidade (cerca de 10% do total da população) e o seu município, agora com a composição territorial definitiva, entrarão, na segunda metade de oitocentos, em novo período de crescimento, assumindo as promessas do progresso fontista. É nesta fase que se fixa o urbanismo que ainda hoje reconhecemos nas ruas, avenidas e praças, com todas as peças prestigiantes como o quartel militar, o cemitério, o jardim público, a praça do mercado, o matadouro, a casa das repartições, o teatro, as escolas, etc., e mesmo o início de um proeminente santuário sobranceiro à cidade, com o seu parque. 
Fonte: www.cm-penafiel.pt

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PENAFIEL

SAMEIRO - PENAFIEL

Proeminente sobre a cidade e o Vale do Sousa, foi construído nos finais do séc. XIX, início do séc. XX, aquando da construção do Santuário a Nossa Senhora da Piedade e Santos Passos, o Parque Zeferino de Oliveira, mais conhecido por Jardim do Sameiro. Seguindo a estrada principal em direcção a Amarante, ao longe avista-se a imponente fachada que surge isolada, dominando os terraços ajardinados que esculpem a paisagem. Percorremos uma pequena avenida pavimentada em cubos de granito, que sobe ligeiramente até à encosta que antecede o Santuário. A composição é imponente e atraem-nos os grandes degraus cinzentos, limitados por um invulgar murete ondulado, que nos levam até ao patamar da igreja.A mestria da composição da encosta permitiu que todos os elementos - o santuário, a escadaria, os canteiros, a fonte - fossem dispostos em sucessão perfeita dignificando o espaço.A escadaria dá acesso ao parque, mas o trajecto tem ainda que aguardar, pois mais forte é a vista que se desvenda dali. Uma admirável panorâmica da cidade e do Vale do Sousa.O som da água vem de uma fonte talhada no muro em alvenaria. Mais ao lado, uma outra, deita pequenos fios de água para um lago ondulado. Relativamente ao jardim, o Parque do Sameiro é um exemplo da escolha perfeita do lugar. A sua construção estratégica tira partido das melhores vistas, revelando a mestria dos nossos antepassados na arte de projectar jardins.Implantado num espaço baldio, com uma presença quase cenográfica sobre a paisagem arborizada, o santuário, muito comum na época, tira grande partido da vista. A fachada principal abre-se sobre a paisagem envolvente de todo o vale. Observando a cidade a partir do adro, surge em primeiro plano o jardim. O jardim desenvolve-se ao longo de vários patamares, acessível por escadas que nos conduzem até canteiros bem mantidos, limitados por sebes de buxo topiado (Buxus sempervirens). No interior dos canteiros, as plantas anuais dão cor e alegria ao cenário verde do buxo e das sebes em ligustro (Ligustrum ovalifolium) que contornam a escadaria principal e uma panóplia de herbáceas e arbustos, tais como rosas, azáleas, rododendros e camélias compõem os canteiros.Ao desenvolver-se na encosta, a composição em terraços permitiu uma distinção de espaços. É assim que também se encontra distribuída a área a nascente do Santuário, onde vamos encontrar uma espécie de bosque.Seguindo por um dos caminhos que parte da avenida ao fundo da escadaria principal, entramos no parque, onde a água cristalina que brota de uma fonte e alimenta o lago, vem novamente marcar a sua presença.Continuando o percurso, somos surpreendidos pelos contrastes da luz e da sombra de árvores centenárias. A riqueza florística das plantas exóticas é bem patente neste jardim onde se destacam alguns exemplares de, Platanus hybrida, Tilia platyphylos, Washingtonia robusta, Camelia japonica entre outras árvores de grande porte e algumas topiárias de buxo, ciprestes e ligustro.Estes exemplares, juntamente com espécies da flora mediterrânea, como o carvalho (Quercus), o bordo (Acer), servem de enquadramento a um cenário de jardim romântico com influência nitidamente inglesa. Continuando o trajecto para o interior do parque podemos desfrutar de estruturas construídas mais imponentes como: mirantes, namoradeiras, bancos em pedra, dois coretos em alvenaria e um grande lago ondulado. Inserido harmoniosamente na paisagem, encontra-se no centro do jardim, na margem do lago um bar. O Bar do Lago é um edifício de linhas arquitectónicas modernas, com estruturas em granito, aço e vidro que assumem uma ligação espacial intensa com o exterior. Este local tem uma forte ligação às tradições do concelho. Num passado não muito distante, o lago era o palco da famosa Festa do Lago que atraía milhares de jovens ao local.Os jardins têm vindo a ser mantidos ao longo dos anos, no entanto, alguns espaços foram recentemente sujeitos a um projecto de recuperação, fazendo parte dessa intervenção, a manutenção dos jardins e um arranjo urbanístico. Neste sentido, foram construídas novas zonas de aparcamento, efectuado o melhoramento da iluminação pública, colocado mobiliário urbano e construído um espelho de água.

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SAMEIRO - PENAFIEL

Proeminente sobre a cidade e o Vale do Sousa, foi construído nos finais do séc. XIX, início do séc. XX, aquando da construção do Santuário a Nossa Senhora da Piedade e Santos Passos, o Parque Zeferino de Oliveira, mais conhecido por Jardim do Sameiro. Seguindo a estrada principal em direcção a Amarante, ao longe avista-se a imponente fachada que surge isolada, dominando os terraços ajardinados que esculpem a paisagem. Percorremos uma pequena avenida pavimentada em cubos de granito, que sobe ligeiramente até à encosta que antecede o Santuário. A composição é imponente e atraem-nos os grandes degraus cinzentos, limitados por um invulgar murete ondulado, que nos levam até ao patamar da igreja.A mestria da composição da encosta permitiu que todos os elementos - o santuário, a escadaria, os canteiros, a fonte - fossem dispostos em sucessão perfeita dignificando o espaço.A escadaria dá acesso ao parque, mas o trajecto tem ainda que aguardar, pois mais forte é a vista que se desvenda dali. Uma admirável panorâmica da cidade e do Vale do Sousa.O som da água vem de uma fonte talhada no muro em alvenaria. Mais ao lado, uma outra, deita pequenos fios de água para um lago ondulado. Relativamente ao jardim, o Parque do Sameiro é um exemplo da escolha perfeita do lugar. A sua construção estratégica tira partido das melhores vistas, revelando a mestria dos nossos antepassados na arte de projectar jardins.Implantado num espaço baldio, com uma presença quase cenográfica sobre a paisagem arborizada, o santuário, muito comum na época, tira grande partido da vista. A fachada principal abre-se sobre a paisagem envolvente de todo o vale. Observando a cidade a partir do adro, surge em primeiro plano o jardim. O jardim desenvolve-se ao longo de vários patamares, acessível por escadas que nos conduzem até canteiros bem mantidos, limitados por sebes de buxo topiado (Buxus sempervirens). No interior dos canteiros, as plantas anuais dão cor e alegria ao cenário verde do buxo e das sebes em ligustro (Ligustrum ovalifolium) que contornam a escadaria principal e uma panóplia de herbáceas e arbustos, tais como rosas, azáleas, rododendros e camélias compõem os canteiros.Ao desenvolver-se na encosta, a composição em terraços permitiu uma distinção de espaços. É assim que também se encontra distribuída a área a nascente do Santuário, onde vamos encontrar uma espécie de bosque.Seguindo por um dos caminhos que parte da avenida ao fundo da escadaria principal, entramos no parque, onde a água cristalina que brota de uma fonte e alimenta o lago, vem novamente marcar a sua presença.Continuando o percurso, somos surpreendidos pelos contrastes da luz e da sombra de árvores centenárias. A riqueza florística das plantas exóticas é bem patente neste jardim onde se destacam alguns exemplares de, Platanus hybrida, Tilia platyphylos, Washingtonia robusta, Camelia japonica entre outras árvores de grande porte e algumas topiárias de buxo, ciprestes e ligustro.Estes exemplares, juntamente com espécies da flora mediterrânea, como o carvalho (Quercus), o bordo (Acer), servem de enquadramento a um cenário de jardim romântico com influência nitidamente inglesa. Continuando o trajecto para o interior do parque podemos desfrutar de estruturas construídas mais imponentes como: mirantes, namoradeiras, bancos em pedra, dois coretos em alvenaria e um grande lago ondulado. Inserido harmoniosamente na paisagem, encontra-se no centro do jardim, na margem do lago um bar. O Bar do Lago é um edifício de linhas arquitectónicas modernas, com estruturas em granito, aço e vidro que assumem uma ligação espacial intensa com o exterior. Este local tem uma forte ligação às tradições do concelho. Num passado não muito distante, o lago era o palco da famosa Festa do Lago que atraía milhares de jovens ao local.Os jardins têm vindo a ser mantidos ao longo dos anos, no entanto, alguns espaços foram recentemente sujeitos a um projecto de recuperação, fazendo parte dessa intervenção, a manutenção dos jardins e um arranjo urbanístico. Neste sentido, foram construídas novas zonas de aparcamento, efectuado o melhoramento da iluminação pública, colocado mobiliário urbano e construído um espelho de água.

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SAMEIRO - PENAFIEL

Proeminente sobre a cidade e o Vale do Sousa, foi construído nos finais do séc. XIX, início do séc. XX, aquando da construção do Santuário a Nossa Senhora da Piedade e Santos Passos, o Parque Zeferino de Oliveira, mais conhecido por Jardim do Sameiro. Seguindo a estrada principal em direcção a Amarante, ao longe avista-se a imponente fachada que surge isolada, dominando os terraços ajardinados que esculpem a paisagem. Percorremos uma pequena avenida pavimentada em cubos de granito, que sobe ligeiramente até à encosta que antecede o Santuário. A composição é imponente e atraem-nos os grandes degraus cinzentos, limitados por um invulgar murete ondulado, que nos levam até ao patamar da igreja.A mestria da composição da encosta permitiu que todos os elementos - o santuário, a escadaria, os canteiros, a fonte - fossem dispostos em sucessão perfeita dignificando o espaço.A escadaria dá acesso ao parque, mas o trajecto tem ainda que aguardar, pois mais forte é a vista que se desvenda dali. Uma admirável panorâmica da cidade e do Vale do Sousa.O som da água vem de uma fonte talhada no muro em alvenaria. Mais ao lado, uma outra, deita pequenos fios de água para um lago ondulado. Relativamente ao jardim, o Parque do Sameiro é um exemplo da escolha perfeita do lugar. A sua construção estratégica tira partido das melhores vistas, revelando a mestria dos nossos antepassados na arte de projectar jardins.Implantado num espaço baldio, com uma presença quase cenográfica sobre a paisagem arborizada, o santuário, muito comum na época, tira grande partido da vista. A fachada principal abre-se sobre a paisagem envolvente de todo o vale. Observando a cidade a partir do adro, surge em primeiro plano o jardim. O jardim desenvolve-se ao longo de vários patamares, acessível por escadas que nos conduzem até canteiros bem mantidos, limitados por sebes de buxo topiado (Buxus sempervirens). No interior dos canteiros, as plantas anuais dão cor e alegria ao cenário verde do buxo e das sebes em ligustro (Ligustrum ovalifolium) que contornam a escadaria principal e uma panóplia de herbáceas e arbustos, tais como rosas, azáleas, rododendros e camélias compõem os canteiros.Ao desenvolver-se na encosta, a composição em terraços permitiu uma distinção de espaços. É assim que também se encontra distribuída a área a nascente do Santuário, onde vamos encontrar uma espécie de bosque.Seguindo por um dos caminhos que parte da avenida ao fundo da escadaria principal, entramos no parque, onde a água cristalina que brota de uma fonte e alimenta o lago, vem novamente marcar a sua presença.Continuando o percurso, somos surpreendidos pelos contrastes da luz e da sombra de árvores centenárias. A riqueza florística das plantas exóticas é bem patente neste jardim onde se destacam alguns exemplares de, Platanus hybrida, Tilia platyphylos, Washingtonia robusta, Camelia japonica entre outras árvores de grande porte e algumas topiárias de buxo, ciprestes e ligustro.Estes exemplares, juntamente com espécies da flora mediterrânea, como o carvalho (Quercus), o bordo (Acer), servem de enquadramento a um cenário de jardim romântico com influência nitidamente inglesa. Continuando o trajecto para o interior do parque podemos desfrutar de estruturas construídas mais imponentes como: mirantes, namoradeiras, bancos em pedra, dois coretos em alvenaria e um grande lago ondulado. Inserido harmoniosamente na paisagem, encontra-se no centro do jardim, na margem do lago um bar. O Bar do Lago é um edifício de linhas arquitectónicas modernas, com estruturas em granito, aço e vidro que assumem uma ligação espacial intensa com o exterior. Este local tem uma forte ligação às tradições do concelho. Num passado não muito distante, o lago era o palco da famosa Festa do Lago que atraía milhares de jovens ao local.Os jardins têm vindo a ser mantidos ao longo dos anos, no entanto, alguns espaços foram recentemente sujeitos a um projecto de recuperação, fazendo parte dessa intervenção, a manutenção dos jardins e um arranjo urbanístico. Neste sentido, foram construídas novas zonas de aparcamento, efectuado o melhoramento da iluminação pública, colocado mobiliário urbano e construído um espelho de água.

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Proeminente sobre a cidade e o Vale do Sousa, foi construído nos finais do séc. XIX, início do séc. XX, aquando da construção do Santuário a Nossa Senhora da Piedade e Santos Passos, o Parque Zeferino de Oliveira, mais conhecido por Jardim do Sameiro.






Seguindo a estrada principal em direcção a Amarante, ao longe avista-se a imponente fachada que surge isolada, dominando os terraços ajardinados que esculpem a paisagem.

Percorremos uma pequena avenida pavimentada em cubos de granito, que sobe ligeiramente até à encosta que antecede o Santuário. A composição é imponente e atraem-nos os grandes degraus cinzentos, limitados por um invulgar murete ondulado, que nos levam até ao patamar da igreja.

A mestria da composição da encosta permitiu que todos os elementos - o santuário, a escadaria, os canteiros, a fonte - fossem dispostos em sucessão perfeita dignificando o espaço.

A escadaria dá acesso ao parque, mas o trajecto tem ainda que aguardar, pois mais forte é a vista que se desvenda dali. Uma admirável panorâmica da cidade e do Vale do Sousa.

O som da água vem de uma fonte talhada no muro em alvenaria. Mais ao lado, uma outra, deita pequenos fios de água para um lago ondulado.


Relativamente ao jardim, o Parque do Sameiro é um exemplo da escolha perfeita do lugar. A sua construção estratégica tira partido das melhores vistas, revelando a mestria dos nossos antepassados na arte de projectar jardins.

Implantado num espaço baldio, com uma presença quase cenográfica sobre a paisagem arborizada, o santuário, muito comum na época, tira grande partido da vista. A fachada principal abre-se sobre a paisagem envolvente de todo o vale. Observando a cidade a partir do adro, surge em primeiro plano o jardim.
O jardim desenvolve-se ao longo de vários patamares, acessível por escadas que nos conduzem até canteiros bem mantidos, limitados por sebes de buxo topiado (Buxus sempervirens). No interior dos canteiros, as plantas anuais dão cor e alegria ao cenário verde do buxo e das sebes em ligustro (Ligustrum ovalifolium) que contornam a escadaria principal e uma panóplia de herbáceas e arbustos, tais como rosas, azáleas, rododendros e camélias compõem os canteiros.
Ao desenvolver-se na encosta, a composição em terraços permitiu uma distinção de espaços. É assim que também se encontra distribuída a área a nascente do Santuário, onde vamos encontrar uma espécie de bosque.

Seguindo por um dos caminhos que parte da avenida ao fundo da escadaria principal, entramos no parque, onde a água cristalina que brota de uma fonte e alimenta o lago, vem novamente marcar a sua presença.






Continuando o percurso, somos surpreendidos pelos contrastes da luz e da sombra de árvores centenárias. A riqueza florística das plantas exóticas é bem patente neste jardim onde se destacam alguns exemplares de, Platanus hybrida, Tilia platyphylos, Washingtonia robusta, Camelia japonica entre outras árvores de grande porte e algumas topiárias de buxo, ciprestes e ligustro.

Estes exemplares, juntamente com espécies da flora mediterrânea, como o carvalho (Quercus), o bordo (Acer), servem de enquadramento a um cenário de jardim romântico com influência nitidamente inglesa. Continuando o trajecto para o interior do parque podemos desfrutar de estruturas construídas mais imponentes como: mirantes, namoradeiras, bancos em pedra, dois coretos em alvenaria e um grande lago ondulado.

Inserido harmoniosamente na paisagem, encontra-se no centro do jardim, na margem do lago um bar. O Bar do Lago é um edifício de linhas arquitectónicas modernas, com estruturas em granito, aço e vidro que assumem uma ligação espacial intensa com o exterior.



Este local tem uma forte ligação às tradições do concelho. Num passado não muito distante, o lago era o palco da famosa Festa do Lago que atraía milhares de jovens ao local.

Os jardins têm vindo a ser mantidos ao longo dos anos, no entanto, alguns espaços foram recentemente sujeitos a um projecto de recuperação, fazendo parte dessa intervenção, a manutenção dos jardins e um arranjo urbanístico. Neste sentido, foram construídas novas zonas de aparcamento, efectuado o melhoramento da iluminação pública, colocado mobiliário urbano e construído um espelho de água.

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Proeminente sobre a cidade e o Vale do Sousa, foi construído nos finais do séc. XIX, início do séc. XX, aquando da construção do Santuário a Nossa Senhora da Piedade e Santos Passos, o Parque Zeferino de Oliveira, mais conhecido por Jardim do Sameiro.






Seguindo a estrada principal em direcção a Amarante, ao longe avista-se a imponente fachada que surge isolada, dominando os terraços ajardinados que esculpem a paisagem.

Percorremos uma pequena avenida pavimentada em cubos de granito, que sobe ligeiramente até à encosta que antecede o Santuário. A composição é imponente e atraem-nos os grandes degraus cinzentos, limitados por um invulgar murete ondulado, que nos levam até ao patamar da igreja.

A mestria da composição da encosta permitiu que todos os elementos - o santuário, a escadaria, os canteiros, a fonte - fossem dispostos em sucessão perfeita dignificando o espaço.

A escadaria dá acesso ao parque, mas o trajecto tem ainda que aguardar, pois mais forte é a vista que se desvenda dali. Uma admirável panorâmica da cidade e do Vale do Sousa.

O som da água vem de uma fonte talhada no muro em alvenaria. Mais ao lado, uma outra, deita pequenos fios de água para um lago ondulado.


Relativamente ao jardim, o Parque do Sameiro é um exemplo da escolha perfeita do lugar. A sua construção estratégica tira partido das melhores vistas, revelando a mestria dos nossos antepassados na arte de projectar jardins.

Implantado num espaço baldio, com uma presença quase cenográfica sobre a paisagem arborizada, o santuário, muito comum na época, tira grande partido da vista. A fachada principal abre-se sobre a paisagem envolvente de todo o vale. Observando a cidade a partir do adro, surge em primeiro plano o jardim.
O jardim desenvolve-se ao longo de vários patamares, acessível por escadas que nos conduzem até canteiros bem mantidos, limitados por sebes de buxo topiado (Buxus sempervirens). No interior dos canteiros, as plantas anuais dão cor e alegria ao cenário verde do buxo e das sebes em ligustro (Ligustrum ovalifolium) que contornam a escadaria principal e uma panóplia de herbáceas e arbustos, tais como rosas, azáleas, rododendros e camélias compõem os canteiros.
Ao desenvolver-se na encosta, a composição em terraços permitiu uma distinção de espaços. É assim que também se encontra distribuída a área a nascente do Santuário, onde vamos encontrar uma espécie de bosque.

Seguindo por um dos caminhos que parte da avenida ao fundo da escadaria principal, entramos no parque, onde a água cristalina que brota de uma fonte e alimenta o lago, vem novamente marcar a sua presença.






Continuando o percurso, somos surpreendidos pelos contrastes da luz e da sombra de árvores centenárias. A riqueza florística das plantas exóticas é bem patente neste jardim onde se destacam alguns exemplares de, Platanus hybrida, Tilia platyphylos, Washingtonia robusta, Camelia japonica entre outras árvores de grande porte e algumas topiárias de buxo, ciprestes e ligustro.

Estes exemplares, juntamente com espécies da flora mediterrânea, como o carvalho (Quercus), o bordo (Acer), servem de enquadramento a um cenário de jardim romântico com influência nitidamente inglesa. Continuando o trajecto para o interior do parque podemos desfrutar de estruturas construídas mais imponentes como: mirantes, namoradeiras, bancos em pedra, dois coretos em alvenaria e um grande lago ondulado.

Inserido harmoniosamente na paisagem, encontra-se no centro do jardim, na margem do lago um bar. O Bar do Lago é um edifício de linhas arquitectónicas modernas, com estruturas em granito, aço e vidro que assumem uma ligação espacial intensa com o exterior.



Este local tem uma forte ligação às tradições do concelho. Num passado não muito distante, o lago era o palco da famosa Festa do Lago que atraía milhares de jovens ao local.

Os jardins têm vindo a ser mantidos ao longo dos anos, no entanto, alguns espaços foram recentemente sujeitos a um projecto de recuperação, fazendo parte dessa intervenção, a manutenção dos jardins e um arranjo urbanístico. Neste sentido, foram construídas novas zonas de aparcamento, efectuado o melhoramento da iluminação pública, colocado mobiliário urbano e construído um espelho de água.

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Proeminente sobre a cidade e o Vale do Sousa, foi construído nos finais do séc. XIX, início do séc. XX, aquando da construção do Santuário a Nossa Senhora da Piedade e Santos Passos, o Parque Zeferino de Oliveira, mais conhecido por Jardim do Sameiro.






Seguindo a estrada principal em direcção a Amarante, ao longe avista-se a imponente fachada que surge isolada, dominando os terraços ajardinados que esculpem a paisagem.

Percorremos uma pequena avenida pavimentada em cubos de granito, que sobe ligeiramente até à encosta que antecede o Santuário. A composição é imponente e atraem-nos os grandes degraus cinzentos, limitados por um invulgar murete ondulado, que nos levam até ao patamar da igreja.

A mestria da composição da encosta permitiu que todos os elementos - o santuário, a escadaria, os canteiros, a fonte - fossem dispostos em sucessão perfeita dignificando o espaço.

A escadaria dá acesso ao parque, mas o trajecto tem ainda que aguardar, pois mais forte é a vista que se desvenda dali. Uma admirável panorâmica da cidade e do Vale do Sousa.

O som da água vem de uma fonte talhada no muro em alvenaria. Mais ao lado, uma outra, deita pequenos fios de água para um lago ondulado.


Relativamente ao jardim, o Parque do Sameiro é um exemplo da escolha perfeita do lugar. A sua construção estratégica tira partido das melhores vistas, revelando a mestria dos nossos antepassados na arte de projectar jardins.

Implantado num espaço baldio, com uma presença quase cenográfica sobre a paisagem arborizada, o santuário, muito comum na época, tira grande partido da vista. A fachada principal abre-se sobre a paisagem envolvente de todo o vale. Observando a cidade a partir do adro, surge em primeiro plano o jardim.
O jardim desenvolve-se ao longo de vários patamares, acessível por escadas que nos conduzem até canteiros bem mantidos, limitados por sebes de buxo topiado (Buxus sempervirens). No interior dos canteiros, as plantas anuais dão cor e alegria ao cenário verde do buxo e das sebes em ligustro (Ligustrum ovalifolium) que contornam a escadaria principal e uma panóplia de herbáceas e arbustos, tais como rosas, azáleas, rododendros e camélias compõem os canteiros.
Ao desenvolver-se na encosta, a composição em terraços permitiu uma distinção de espaços. É assim que também se encontra distribuída a área a nascente do Santuário, onde vamos encontrar uma espécie de bosque.

Seguindo por um dos caminhos que parte da avenida ao fundo da escadaria principal, entramos no parque, onde a água cristalina que brota de uma fonte e alimenta o lago, vem novamente marcar a sua presença.






Continuando o percurso, somos surpreendidos pelos contrastes da luz e da sombra de árvores centenárias. A riqueza florística das plantas exóticas é bem patente neste jardim onde se destacam alguns exemplares de, Platanus hybrida, Tilia platyphylos, Washingtonia robusta, Camelia japonica entre outras árvores de grande porte e algumas topiárias de buxo, ciprestes e ligustro.

Estes exemplares, juntamente com espécies da flora mediterrânea, como o carvalho (Quercus), o bordo (Acer), servem de enquadramento a um cenário de jardim romântico com influência nitidamente inglesa. Continuando o trajecto para o interior do parque podemos desfrutar de estruturas construídas mais imponentes como: mirantes, namoradeiras, bancos em pedra, dois coretos em alvenaria e um grande lago ondulado.

Inserido harmoniosamente na paisagem, encontra-se no centro do jardim, na margem do lago um bar. O Bar do Lago é um edifício de linhas arquitectónicas modernas, com estruturas em granito, aço e vidro que assumem uma ligação espacial intensa com o exterior.



Este local tem uma forte ligação às tradições do concelho. Num passado não muito distante, o lago era o palco da famosa Festa do Lago que atraía milhares de jovens ao local.

Os jardins têm vindo a ser mantidos ao longo dos anos, no entanto, alguns espaços foram recentemente sujeitos a um projecto de recuperação, fazendo parte dessa intervenção, a manutenção dos jardins e um arranjo urbanístico. Neste sentido, foram construídas novas zonas de aparcamento, efectuado o melhoramento da iluminação pública, colocado mobiliário urbano e construído um espelho de água.

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Proeminente sobre a cidade e o Vale do Sousa, foi construído nos finais do séc. XIX, início do séc. XX, aquando da construção do Santuário a Nossa Senhora da Piedade e Santos Passos, o Parque Zeferino de Oliveira, mais conhecido por Jardim do Sameiro.






Seguindo a estrada principal em direcção a Amarante, ao longe avista-se a imponente fachada que surge isolada, dominando os terraços ajardinados que esculpem a paisagem.

Percorremos uma pequena avenida pavimentada em cubos de granito, que sobe ligeiramente até à encosta que antecede o Santuário. A composição é imponente e atraem-nos os grandes degraus cinzentos, limitados por um invulgar murete ondulado, que nos levam até ao patamar da igreja.

A mestria da composição da encosta permitiu que todos os elementos - o santuário, a escadaria, os canteiros, a fonte - fossem dispostos em sucessão perfeita dignificando o espaço.

A escadaria dá acesso ao parque, mas o trajecto tem ainda que aguardar, pois mais forte é a vista que se desvenda dali. Uma admirável panorâmica da cidade e do Vale do Sousa.

O som da água vem de uma fonte talhada no muro em alvenaria. Mais ao lado, uma outra, deita pequenos fios de água para um lago ondulado.


Relativamente ao jardim, o Parque do Sameiro é um exemplo da escolha perfeita do lugar. A sua construção estratégica tira partido das melhores vistas, revelando a mestria dos nossos antepassados na arte de projectar jardins.

Implantado num espaço baldio, com uma presença quase cenográfica sobre a paisagem arborizada, o santuário, muito comum na época, tira grande partido da vista. A fachada principal abre-se sobre a paisagem envolvente de todo o vale. Observando a cidade a partir do adro, surge em primeiro plano o jardim.
O jardim desenvolve-se ao longo de vários patamares, acessível por escadas que nos conduzem até canteiros bem mantidos, limitados por sebes de buxo topiado (Buxus sempervirens). No interior dos canteiros, as plantas anuais dão cor e alegria ao cenário verde do buxo e das sebes em ligustro (Ligustrum ovalifolium) que contornam a escadaria principal e uma panóplia de herbáceas e arbustos, tais como rosas, azáleas, rododendros e camélias compõem os canteiros.
Ao desenvolver-se na encosta, a composição em terraços permitiu uma distinção de espaços. É assim que também se encontra distribuída a área a nascente do Santuário, onde vamos encontrar uma espécie de bosque.

Seguindo por um dos caminhos que parte da avenida ao fundo da escadaria principal, entramos no parque, onde a água cristalina que brota de uma fonte e alimenta o lago, vem novamente marcar a sua presença.






Continuando o percurso, somos surpreendidos pelos contrastes da luz e da sombra de árvores centenárias. A riqueza florística das plantas exóticas é bem patente neste jardim onde se destacam alguns exemplares de, Platanus hybrida, Tilia platyphylos, Washingtonia robusta, Camelia japonica entre outras árvores de grande porte e algumas topiárias de buxo, ciprestes e ligustro.

Estes exemplares, juntamente com espécies da flora mediterrânea, como o carvalho (Quercus), o bordo (Acer), servem de enquadramento a um cenário de jardim romântico com influência nitidamente inglesa. Continuando o trajecto para o interior do parque podemos desfrutar de estruturas construídas mais imponentes como: mirantes, namoradeiras, bancos em pedra, dois coretos em alvenaria e um grande lago ondulado.

Inserido harmoniosamente na paisagem, encontra-se no centro do jardim, na margem do lago um bar. O Bar do Lago é um edifício de linhas arquitectónicas modernas, com estruturas em granito, aço e vidro que assumem uma ligação espacial intensa com o exterior.



Este local tem uma forte ligação às tradições do concelho. Num passado não muito distante, o lago era o palco da famosa Festa do Lago que atraía milhares de jovens ao local.

Os jardins têm vindo a ser mantidos ao longo dos anos, no entanto, alguns espaços foram recentemente sujeitos a um projecto de recuperação, fazendo parte dessa intervenção, a manutenção dos jardins e um arranjo urbanístico. Neste sentido, foram construídas novas zonas de aparcamento, efectuado o melhoramento da iluminação pública, colocado mobiliário urbano e construído um espelho de água.

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Proeminente sobre a cidade e o Vale do Sousa, foi construído nos finais do séc. XIX, início do séc. XX, aquando da construção do Santuário a Nossa Senhora da Piedade e Santos Passos, o Parque Zeferino de Oliveira, mais conhecido por Jardim do Sameiro.






Seguindo a estrada principal em direcção a Amarante, ao longe avista-se a imponente fachada que surge isolada, dominando os terraços ajardinados que esculpem a paisagem.

Percorremos uma pequena avenida pavimentada em cubos de granito, que sobe ligeiramente até à encosta que antecede o Santuário. A composição é imponente e atraem-nos os grandes degraus cinzentos, limitados por um invulgar murete ondulado, que nos levam até ao patamar da igreja.

A mestria da composição da encosta permitiu que todos os elementos - o santuário, a escadaria, os canteiros, a fonte - fossem dispostos em sucessão perfeita dignificando o espaço.

A escadaria dá acesso ao parque, mas o trajecto tem ainda que aguardar, pois mais forte é a vista que se desvenda dali. Uma admirável panorâmica da cidade e do Vale do Sousa.

O som da água vem de uma fonte talhada no muro em alvenaria. Mais ao lado, uma outra, deita pequenos fios de água para um lago ondulado.


Relativamente ao jardim, o Parque do Sameiro é um exemplo da escolha perfeita do lugar. A sua construção estratégica tira partido das melhores vistas, revelando a mestria dos nossos antepassados na arte de projectar jardins.

Implantado num espaço baldio, com uma presença quase cenográfica sobre a paisagem arborizada, o santuário, muito comum na época, tira grande partido da vista. A fachada principal abre-se sobre a paisagem envolvente de todo o vale. Observando a cidade a partir do adro, surge em primeiro plano o jardim.
O jardim desenvolve-se ao longo de vários patamares, acessível por escadas que nos conduzem até canteiros bem mantidos, limitados por sebes de buxo topiado (Buxus sempervirens). No interior dos canteiros, as plantas anuais dão cor e alegria ao cenário verde do buxo e das sebes em ligustro (Ligustrum ovalifolium) que contornam a escadaria principal e uma panóplia de herbáceas e arbustos, tais como rosas, azáleas, rododendros e camélias compõem os canteiros.
Ao desenvolver-se na encosta, a composição em terraços permitiu uma distinção de espaços. É assim que também se encontra distribuída a área a nascente do Santuário, onde vamos encontrar uma espécie de bosque.

Seguindo por um dos caminhos que parte da avenida ao fundo da escadaria principal, entramos no parque, onde a água cristalina que brota de uma fonte e alimenta o lago, vem novamente marcar a sua presença.






Continuando o percurso, somos surpreendidos pelos contrastes da luz e da sombra de árvores centenárias. A riqueza florística das plantas exóticas é bem patente neste jardim onde se destacam alguns exemplares de, Platanus hybrida, Tilia platyphylos, Washingtonia robusta, Camelia japonica entre outras árvores de grande porte e algumas topiárias de buxo, ciprestes e ligustro.

Estes exemplares, juntamente com espécies da flora mediterrânea, como o carvalho (Quercus), o bordo (Acer), servem de enquadramento a um cenário de jardim romântico com influência nitidamente inglesa. Continuando o trajecto para o interior do parque podemos desfrutar de estruturas construídas mais imponentes como: mirantes, namoradeiras, bancos em pedra, dois coretos em alvenaria e um grande lago ondulado.

Inserido harmoniosamente na paisagem, encontra-se no centro do jardim, na margem do lago um bar. O Bar do Lago é um edifício de linhas arquitectónicas modernas, com estruturas em granito, aço e vidro que assumem uma ligação espacial intensa com o exterior.



Este local tem uma forte ligação às tradições do concelho. Num passado não muito distante, o lago era o palco da famosa Festa do Lago que atraía milhares de jovens ao local.

Os jardins têm vindo a ser mantidos ao longo dos anos, no entanto, alguns espaços foram recentemente sujeitos a um projecto de recuperação, fazendo parte dessa intervenção, a manutenção dos jardins e um arranjo urbanístico. Neste sentido, foram construídas novas zonas de aparcamento, efectuado o melhoramento da iluminação pública, colocado mobiliário urbano e construído um espelho de água.

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