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SERRA DE SÃO MACÁRIO - S. PEDRO DO SUL

Apontamento AuToCaRaVaNiStA

Nas planícies serranas, e noutros tempos já idos, extraia-se o xisto para construir as casas típicas, temos como exemplo as típicas aldeias da Pena, do Fujaco, de Covas do Monte, ou Covas do Rio, e também pelas centenárias capelas de S. Macário de cima, e a Ermita de S. Macário de baixo. Este maciço de montanhas se chama de "Monte Magaio".



A Serra de S. Macário, está inserida no maciço da serra da Gralheira, que se começa a elevar a partir das margens do rio Barroso, onde se situa o antiquíssimo “Real Mosteiro de S. Cristóvão de Lafões”, remontando a sua origem a um período anterior á fundação da nação.
Começando a trepar, serra acima, chega-se aquela que já foi considerada a aldeia mais portuguesa de Portugal, estamos a falar da aldeia de Manhouce, com todas as suas tradições etnográficas, artísticas, e gastronómicas. Muito apreciado é o cabrito assado da Gralheira. É também muito conhecida a sopa de S. Macário, ou a sopa dos pobres.



              HISTÓRIA:

Actualmente a serra de S. Macário está a ser repovoada aos poucos com vegetação, que infelizmente os sucessivos fogos de verão vão dizimando. É naturalmente habitada por inúmeras cabras que pastam durante o dia na serra, recolhendo no final de cada dia á aldeia. Do alto vê-se as tradicionais aldeias de xisto, de um lado a aldeia da Pena, do outro a aldeia de Covas do Monte. S. Macário, Serra de Portugal Continental que, juntamente com as serras da Arada, da Freita, e do Arestal, faz parte do, designado maciço da Gralheira.


 No seu ponto mais alto, a cerca de 1050 metros de altitude, existe a capela (de S. Macário), rodeada de muros de xisto, onde, no último domingo de Julho, ocorre uma das mais típicas e concorridas romarias populares.Pena as torres de ferro das comunicações, que ferem a vista daquela paisagem. Do topo da serra, pode observar-se uma bonita e abrangente paisagem que inclui as serras de Montemuro e do Caramulo, assim como parte da bacia do rio Vouga.

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SERRA DE SÃO MACÁRIO (S. Pedro do Sul)

HISTÓRIA:

Serra de São Macário

Actualmente a serra está a ser repovoada aos poucos com vegetação, que infelizmente os sucessivos fogos de verão vão dizimando. É naturalmente habitada por inúmeras cabras que pastam durante o dia na serra, recolhendo no final de cada dia á aldeia. Do alto vê-se as tradicionais aldeias de xisto, de um lado a aldeia da Pena, do outro a aldeia de Covas do Monte. S. Macário, Serra de Portugal Continental que, juntamente com as serras da Arada, da Freita, e do Arestal, faz parte do, designado maciço da Gralheira. No seu ponto mais alto, a cerca de 1050 metros de altitude, existe a capela (de S. Macário), rodeada de muros de xisto, onde, no último domingo de Julho, ocorre uma das mais típicas e concorridas romarias populares.Pena as torres de ferro das comunicações, que ferem a vista daquela paisagem. Do topo da serra, pode observar-se uma bonita e abrangente paisagem que inclui as serras de Montemuro e do Caramulo, assim como parte da bacia do rio Vouga.

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S. PEDRO DO SUL

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HISTÒRIA:

S. Pedro do Sul é uma vila beirã que se situa em pleno vale de Lafões, emoldurada pelos maciços das serras da Arada, Gralheira e S. Macário. Estas serranias com as suas paisagens verdejantes, os seus riachos de água fria e cristalina, as suas aldeias escondidas nos vales e montanhas aliadas ao magnífico pôr e raiar do sol, dos quais se pode desfrutar, constituem um pedaço do mundo que serve de refúgio aos Deuses da inspiração. Do alto da serra do S. Macário o raiar do sol é mais bonito, as cores fortes que se deslumbram, nas paisagens são um regalo para as vistas, todos dizem serem de criação divina. Dos 1054 m. Do monte podem-se avistar as serras do Montemuro, da Estrela e a serra do Caramulo, vê-se todo o verdejante vale de Lafões e em dias de maior nitidez avista-se, no Porto, a Torre dos Clérigos.Nas serranias a vida corre ao sabor da calmaria do tempo e num espaço que chega para que todos vivam em harmonia com a natureza e é desta que se extrai o xisto para construir as casas típicas, das típicas aldeias da Pena, do Fujaco, de Covas do Monte ou Covas do Rio. Aldeias abençoadas pelas centenárias capelas de S. Macário de cima e a ermita S. Macário de baixo. Todo este maciço montanhoso do “Monte Magaio” vive envolto em tradições, rituais, mitos, lendas, crenças de cabras que matam lobos, de serpentes que comem homens e de santos que transportam brasas acesas nas mãos, cujas memórias não se apagaram no correr dos novos tempos.Quem sobe a serra da Arada depara-se com uma sumptuosa simplicidade de fragas e desfiladeiros com pequenas aldeias e águas límpidas a verem-se no verde dos vales, que contrasta com o tom das rochas comuns nas elevações da Arada.A aldeia da Coelheira é marcada pelo magnífico tapete de carqueijal, bem aparado pelos rebanhos de ovelhas, cabras e cabritos que por ali são habituais clientes. Também um lago, num planalto da serra, com as suas trutas saltando e borbulhando, faz parte de um horizonte pastoral e sereno.Mais adiante, seguindo a estrada, fica a aldeia do Candal, com os seus típicos conjuntos rurais. Quem vier pode ficar no parque de campismo da coelheira ou numa das aconchegantes casas de Turismo Rural que também lá existem. Estes são equipamentos de grande procura, pois o turismo de Montanha está a ganhar cada vez mais adeptos, e com montanhas como as do concelho de S. Pedro do Sul vale bem a pena!A serra da Gralheira é um maciço que se começa a elevar a partir das margens do rio Baroso, onde se situa o antiquíssimo “Real Mosteiro de S. Cristóvão de Lafões” , remontando a sua origem a um período anterior á fundação da nação, e num local, onde a proximidade com os elementos da natureza faz estimular as virtudes do espírito.Começando a subir, serra acima, chega-se aquela que já foi a aldeia mais portuguesa de Portugal, estamos a falar da aldeia de Manhouce, com todas as suas tradições etnográficas, artísticas e gastronómicas, muito apreciado é o cabrito assado da Gralheira. Logo, ali perto, fica o Porto, cidade mãe de muitos daqueles que nos visitam e que bons fins de semana passam na chamada “Sintra da Beira”.A gentil franqueza dos povos serranos faz-se notar na fraternidade com que nos obsequeiam, com o bom presunto e broa caseira, a também caseira chouriça e a tradicional aguardente ou o fino copo de vinho verde de Lafões. São pessoas afáveis e sinceras, sempre dispostas a dar preciosas informações acerca da região e dos seus lugares escondidos que merecem uma visita.S. Pedro do Sul, o canteiro mais florido de Lafões, contém em si as paisagens infinitas que os nossos olhos podem ver; povoadas de mil cores e cheiros que as muitas árvores e flores exaltam o suave perfume agreste; de cima das verdes ramagens vê harmoniosas melodias com que os rouxinóis nos saúdam e a fome e a sede podem ser mortas com sabores da serra.Parafraseando um verso do “ Hino de Lafões”, não há maior verdade dizermos que :” Lafões é um jardim e não há no mundo um lugar assim”.

Fonte: Site da C.M.S.P.S.

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HISTÒRIA:

S. Pedro do Sul é uma vila beirã que se situa em pleno vale de Lafões, emoldurada pelos maciços das serras da Arada, Gralheira e S. Macário. Estas serranias com as suas paisagens verdejantes, os seus riachos de água fria e cristalina, as suas aldeias escondidas nos vales e montanhas aliadas ao magnífico pôr e raiar do sol, dos quais se pode desfrutar, constituem um pedaço do mundo que serve de refúgio aos Deuses da inspiração. Do alto da serra do S. Macário o raiar do sol é mais bonito, as cores fortes que se deslumbram, nas paisagens são um regalo para as vistas, todos dizem serem de criação divina. Dos 1054 m. Do monte podem-se avistar as serras do Montemuro, da Estrela e a serra do Caramulo, vê-se todo o verdejante vale de Lafões e em dias de maior nitidez avista-se, no Porto, a Torre dos Clérigos.Nas serranias a vida corre ao sabor da calmaria do tempo e num espaço que chega para que todos vivam em harmonia com a natureza e é desta que se extrai o xisto para construir as casas típicas, das típicas aldeias da Pena, do Fujaco, de Covas do Monte ou Covas do Rio. Aldeias abençoadas pelas centenárias capelas de S. Macário de cima e a ermita S. Macário de baixo. Todo este maciço montanhoso do “Monte Magaio” vive envolto em tradições, rituais, mitos, lendas, crenças de cabras que matam lobos, de serpentes que comem homens e de santos que transportam brasas acesas nas mãos, cujas memórias não se apagaram no correr dos novos tempos.Quem sobe a serra da Arada depara-se com uma sumptuosa simplicidade de fragas e desfiladeiros com pequenas aldeias e águas límpidas a verem-se no verde dos vales, que contrasta com o tom das rochas comuns nas elevações da Arada.A aldeia da Coelheira é marcada pelo magnífico tapete de carqueijal, bem aparado pelos rebanhos de ovelhas, cabras e cabritos que por ali são habituais clientes. Também um lago, num planalto da serra, com as suas trutas saltando e borbulhando, faz parte de um horizonte pastoral e sereno.Mais adiante, seguindo a estrada, fica a aldeia do Candal, com os seus típicos conjuntos rurais. Quem vier pode ficar no parque de campismo da coelheira ou numa das aconchegantes casas de Turismo Rural que também lá existem. Estes são equipamentos de grande procura, pois o turismo de Montanha está a ganhar cada vez mais adeptos, e com montanhas como as do concelho de S. Pedro do Sul vale bem a pena!A serra da Gralheira é um maciço que se começa a elevar a partir das margens do rio Baroso, onde se situa o antiquíssimo “Real Mosteiro de S. Cristóvão de Lafões” , remontando a sua origem a um período anterior á fundação da nação, e num local, onde a proximidade com os elementos da natureza faz estimular as virtudes do espírito.Começando a subir, serra acima, chega-se aquela que já foi a aldeia mais portuguesa de Portugal, estamos a falar da aldeia de Manhouce, com todas as suas tradições etnográficas, artísticas e gastronómicas, muito apreciado é o cabrito assado da Gralheira. Logo, ali perto, fica o Porto, cidade mãe de muitos daqueles que nos visitam e que bons fins de semana passam na chamada “Sintra da Beira”.A gentil franqueza dos povos serranos faz-se notar na fraternidade com que nos obsequeiam, com o bom presunto e broa caseira, a também caseira chouriça e a tradicional aguardente ou o fino copo de vinho verde de Lafões. São pessoas afáveis e sinceras, sempre dispostas a dar preciosas informações acerca da região e dos seus lugares escondidos que merecem uma visita.S. Pedro do Sul, o canteiro mais florido de Lafões, contém em si as paisagens infinitas que os nossos olhos podem ver; povoadas de mil cores e cheiros que as muitas árvores e flores exaltam o suave perfume agreste; de cima das verdes ramagens vê harmoniosas melodias com que os rouxinóis nos saúdam e a fome e a sede podem ser mortas com sabores da serra.Parafraseando um verso do “ Hino de Lafões”, não há maior verdade dizermos que :” Lafões é um jardim e não há no mundo um lugar assim”.

Fonte: Site da C.M.S.P.S.

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HISTÒRIA:

S. Pedro do Sul é uma vila beirã que se situa em pleno vale de Lafões, emoldurada pelos maciços das serras da Arada, Gralheira e S. Macário. Estas serranias com as suas paisagens verdejantes, os seus riachos de água fria e cristalina, as suas aldeias escondidas nos vales e montanhas aliadas ao magnífico pôr e raiar do sol, dos quais se pode desfrutar, constituem um pedaço do mundo que serve de refúgio aos Deuses da inspiração. Do alto da serra do S. Macário o raiar do sol é mais bonito, as cores fortes que se deslumbram, nas paisagens são um regalo para as vistas, todos dizem serem de criação divina. Dos 1054 m. Do monte podem-se avistar as serras do Montemuro, da Estrela e a serra do Caramulo, vê-se todo o verdejante vale de Lafões e em dias de maior nitidez avista-se, no Porto, a Torre dos Clérigos.Nas serranias a vida corre ao sabor da calmaria do tempo e num espaço que chega para que todos vivam em harmonia com a natureza e é desta que se extrai o xisto para construir as casas típicas, das típicas aldeias da Pena, do Fujaco, de Covas do Monte ou Covas do Rio. Aldeias abençoadas pelas centenárias capelas de S. Macário de cima e a ermita S. Macário de baixo. Todo este maciço montanhoso do “Monte Magaio” vive envolto em tradições, rituais, mitos, lendas, crenças de cabras que matam lobos, de serpentes que comem homens e de santos que transportam brasas acesas nas mãos, cujas memórias não se apagaram no correr dos novos tempos.Quem sobe a serra da Arada depara-se com uma sumptuosa simplicidade de fragas e desfiladeiros com pequenas aldeias e águas límpidas a verem-se no verde dos vales, que contrasta com o tom das rochas comuns nas elevações da Arada.A aldeia da Coelheira é marcada pelo magnífico tapete de carqueijal, bem aparado pelos rebanhos de ovelhas, cabras e cabritos que por ali são habituais clientes. Também um lago, num planalto da serra, com as suas trutas saltando e borbulhando, faz parte de um horizonte pastoral e sereno.Mais adiante, seguindo a estrada, fica a aldeia do Candal, com os seus típicos conjuntos rurais. Quem vier pode ficar no parque de campismo da coelheira ou numa das aconchegantes casas de Turismo Rural que também lá existem. Estes são equipamentos de grande procura, pois o turismo de Montanha está a ganhar cada vez mais adeptos, e com montanhas como as do concelho de S. Pedro do Sul vale bem a pena!A serra da Gralheira é um maciço que se começa a elevar a partir das margens do rio Baroso, onde se situa o antiquíssimo “Real Mosteiro de S. Cristóvão de Lafões” , remontando a sua origem a um período anterior á fundação da nação, e num local, onde a proximidade com os elementos da natureza faz estimular as virtudes do espírito.Começando a subir, serra acima, chega-se aquela que já foi a aldeia mais portuguesa de Portugal, estamos a falar da aldeia de Manhouce, com todas as suas tradições etnográficas, artísticas e gastronómicas, muito apreciado é o cabrito assado da Gralheira. Logo, ali perto, fica o Porto, cidade mãe de muitos daqueles que nos visitam e que bons fins de semana passam na chamada “Sintra da Beira”.A gentil franqueza dos povos serranos faz-se notar na fraternidade com que nos obsequeiam, com o bom presunto e broa caseira, a também caseira chouriça e a tradicional aguardente ou o fino copo de vinho verde de Lafões. São pessoas afáveis e sinceras, sempre dispostas a dar preciosas informações acerca da região e dos seus lugares escondidos que merecem uma visita.S. Pedro do Sul, o canteiro mais florido de Lafões, contém em si as paisagens infinitas que os nossos olhos podem ver; povoadas de mil cores e cheiros que as muitas árvores e flores exaltam o suave perfume agreste; de cima das verdes ramagens vê harmoniosas melodias com que os rouxinóis nos saúdam e a fome e a sede podem ser mortas com sabores da serra.Parafraseando um verso do “ Hino de Lafões”, não há maior verdade dizermos que :” Lafões é um jardim e não há no mundo um lugar assim”.

Fonte: Site da C.M.S.P.S.

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HISTÒRIA:


S. Pedro do Sul é uma vila beirã que se situa em pleno vale de Lafões, emoldurada pelos maciços das serras da Arada, Gralheira e S. Macário. Estas serranias com as suas paisagens verdejantes, os seus riachos de água fria e cristalina, as suas aldeias escondidas nos vales e montanhas aliadas ao magnífico pôr e raiar do sol, dos quais se pode desfrutar, constituem um pedaço do mundo que serve de refúgio aos Deuses da inspiração.
Do alto da serra do S. Macário o raiar do sol é mais bonito, as cores fortes que se deslumbram, nas paisagens são um regalo para as vistas, todos dizem serem de criação divina. Dos 1054 m. Do monte podem-se avistar as serras do Montemuro, da Estrela e a serra do Caramulo, vê-se todo o verdejante vale de Lafões e em dias de maior nitidez avista-se, no Porto, a Torre dos Clérigos.

Nas serranias a vida corre ao sabor da calmaria do tempo e num espaço que chega para que todos vivam em harmonia com a natureza e é desta que se extrai o xisto para construir as casas típicas, das típicas aldeias da Pena, do Fujaco, de Covas do Monte ou Covas do Rio. Aldeias abençoadas pelas centenárias capelas de S. Macário de cima e a ermita S. Macário de baixo. Todo este maciço montanhoso do “Monte Magaio” vive envolto em tradições, rituais, mitos, lendas, crenças de cabras que matam lobos, de serpentes que comem homens e de santos que transportam brasas acesas nas mãos, cujas memórias não se apagaram no correr dos novos tempos.

Quem sobe a serra da Arada depara-se com uma sumptuosa simplicidade de fragas e desfiladeiros com pequenas aldeias e águas límpidas a verem-se no verde dos vales, que contrasta com o tom das rochas comuns nas elevações da Arada.
A aldeia da Coelheira é marcada pelo magnífico tapete de carqueijal, bem aparado pelos rebanhos de ovelhas, cabras e cabritos que por ali são habituais clientes. Também um lago, num planalto da serra, com as suas trutas saltando e borbulhando, faz parte de um horizonte pastoral e sereno.
Mais adiante, seguindo a estrada, fica a aldeia do Candal, com os seus típicos conjuntos rurais. Quem vier pode ficar no parque de campismo da coelheira ou numa das aconchegantes casas de Turismo Rural que também lá existem. Estes são equipamentos de grande procura, pois o turismo de Montanha está a ganhar cada vez mais adeptos, e com montanhas como as do concelho de S. Pedro do Sul vale bem a pena!
A serra da Gralheira é um maciço que se começa a elevar a partir das margens do rio Baroso, onde se situa o antiquíssimo “Real Mosteiro de S. Cristóvão de Lafões” , remontando a sua origem a um período anterior á fundação da nação, e num local, onde a proximidade com os elementos da natureza faz estimular as virtudes do espírito.

Começando a subir, serra acima, chega-se aquela que já foi a aldeia mais portuguesa de Portugal, estamos a falar da aldeia de Manhouce, com todas as suas tradições etnográficas, artísticas e gastronómicas, muito apreciado é o cabrito assado da Gralheira. Logo, ali perto, fica o Porto, cidade mãe de muitos daqueles que nos visitam e que bons fins de semana passam na chamada “Sintra da Beira”.
A gentil franqueza dos povos serranos faz-se notar na fraternidade com que nos obsequeiam, com o bom presunto e broa caseira, a também caseira chouriça e a tradicional aguardente ou o fino copo de vinho verde de Lafões. São pessoas afáveis e sinceras, sempre dispostas a dar preciosas informações acerca da região e dos seus lugares escondidos que merecem uma visita.
S. Pedro do Sul, o canteiro mais florido de Lafões, contém em si as paisagens infinitas que os nossos olhos podem ver; povoadas de mil cores e cheiros que as muitas árvores e flores exaltam o suave perfume agreste; de cima das verdes ramagens vê harmoniosas melodias com que os rouxinóis nos saúdam e a fome e a sede podem ser mortas com sabores da serra.

Parafraseando um verso do “ Hino de Lafões”, não há maior verdade dizermos que :” Lafões é um jardim e não há no mundo um lugar assim”.


Fonte: Site da C.M.S.P.S.

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HISTÒRIA:


S. Pedro do Sul é uma vila beirã que se situa em pleno vale de Lafões, emoldurada pelos maciços das serras da Arada, Gralheira e S. Macário. Estas serranias com as suas paisagens verdejantes, os seus riachos de água fria e cristalina, as suas aldeias escondidas nos vales e montanhas aliadas ao magnífico pôr e raiar do sol, dos quais se pode desfrutar, constituem um pedaço do mundo que serve de refúgio aos Deuses da inspiração.
Do alto da serra do S. Macário o raiar do sol é mais bonito, as cores fortes que se deslumbram, nas paisagens são um regalo para as vistas, todos dizem serem de criação divina. Dos 1054 m. Do monte podem-se avistar as serras do Montemuro, da Estrela e a serra do Caramulo, vê-se todo o verdejante vale de Lafões e em dias de maior nitidez avista-se, no Porto, a Torre dos Clérigos.

Nas serranias a vida corre ao sabor da calmaria do tempo e num espaço que chega para que todos vivam em harmonia com a natureza e é desta que se extrai o xisto para construir as casas típicas, das típicas aldeias da Pena, do Fujaco, de Covas do Monte ou Covas do Rio. Aldeias abençoadas pelas centenárias capelas de S. Macário de cima e a ermita S. Macário de baixo. Todo este maciço montanhoso do “Monte Magaio” vive envolto em tradições, rituais, mitos, lendas, crenças de cabras que matam lobos, de serpentes que comem homens e de santos que transportam brasas acesas nas mãos, cujas memórias não se apagaram no correr dos novos tempos.

Quem sobe a serra da Arada depara-se com uma sumptuosa simplicidade de fragas e desfiladeiros com pequenas aldeias e águas límpidas a verem-se no verde dos vales, que contrasta com o tom das rochas comuns nas elevações da Arada.
A aldeia da Coelheira é marcada pelo magnífico tapete de carqueijal, bem aparado pelos rebanhos de ovelhas, cabras e cabritos que por ali são habituais clientes. Também um lago, num planalto da serra, com as suas trutas saltando e borbulhando, faz parte de um horizonte pastoral e sereno.
Mais adiante, seguindo a estrada, fica a aldeia do Candal, com os seus típicos conjuntos rurais. Quem vier pode ficar no parque de campismo da coelheira ou numa das aconchegantes casas de Turismo Rural que também lá existem. Estes são equipamentos de grande procura, pois o turismo de Montanha está a ganhar cada vez mais adeptos, e com montanhas como as do concelho de S. Pedro do Sul vale bem a pena!
A serra da Gralheira é um maciço que se começa a elevar a partir das margens do rio Baroso, onde se situa o antiquíssimo “Real Mosteiro de S. Cristóvão de Lafões” , remontando a sua origem a um período anterior á fundação da nação, e num local, onde a proximidade com os elementos da natureza faz estimular as virtudes do espírito.

Começando a subir, serra acima, chega-se aquela que já foi a aldeia mais portuguesa de Portugal, estamos a falar da aldeia de Manhouce, com todas as suas tradições etnográficas, artísticas e gastronómicas, muito apreciado é o cabrito assado da Gralheira. Logo, ali perto, fica o Porto, cidade mãe de muitos daqueles que nos visitam e que bons fins de semana passam na chamada “Sintra da Beira”.
A gentil franqueza dos povos serranos faz-se notar na fraternidade com que nos obsequeiam, com o bom presunto e broa caseira, a também caseira chouriça e a tradicional aguardente ou o fino copo de vinho verde de Lafões. São pessoas afáveis e sinceras, sempre dispostas a dar preciosas informações acerca da região e dos seus lugares escondidos que merecem uma visita.
S. Pedro do Sul, o canteiro mais florido de Lafões, contém em si as paisagens infinitas que os nossos olhos podem ver; povoadas de mil cores e cheiros que as muitas árvores e flores exaltam o suave perfume agreste; de cima das verdes ramagens vê harmoniosas melodias com que os rouxinóis nos saúdam e a fome e a sede podem ser mortas com sabores da serra.

Parafraseando um verso do “ Hino de Lafões”, não há maior verdade dizermos que :” Lafões é um jardim e não há no mundo um lugar assim”.


Fonte: Site da C.M.S.P.S.

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HISTÒRIA:


S. Pedro do Sul é uma vila beirã que se situa em pleno vale de Lafões, emoldurada pelos maciços das serras da Arada, Gralheira e S. Macário. Estas serranias com as suas paisagens verdejantes, os seus riachos de água fria e cristalina, as suas aldeias escondidas nos vales e montanhas aliadas ao magnífico pôr e raiar do sol, dos quais se pode desfrutar, constituem um pedaço do mundo que serve de refúgio aos Deuses da inspiração.
Do alto da serra do S. Macário o raiar do sol é mais bonito, as cores fortes que se deslumbram, nas paisagens são um regalo para as vistas, todos dizem serem de criação divina. Dos 1054 m. Do monte podem-se avistar as serras do Montemuro, da Estrela e a serra do Caramulo, vê-se todo o verdejante vale de Lafões e em dias de maior nitidez avista-se, no Porto, a Torre dos Clérigos.

Nas serranias a vida corre ao sabor da calmaria do tempo e num espaço que chega para que todos vivam em harmonia com a natureza e é desta que se extrai o xisto para construir as casas típicas, das típicas aldeias da Pena, do Fujaco, de Covas do Monte ou Covas do Rio. Aldeias abençoadas pelas centenárias capelas de S. Macário de cima e a ermita S. Macário de baixo. Todo este maciço montanhoso do “Monte Magaio” vive envolto em tradições, rituais, mitos, lendas, crenças de cabras que matam lobos, de serpentes que comem homens e de santos que transportam brasas acesas nas mãos, cujas memórias não se apagaram no correr dos novos tempos.

Quem sobe a serra da Arada depara-se com uma sumptuosa simplicidade de fragas e desfiladeiros com pequenas aldeias e águas límpidas a verem-se no verde dos vales, que contrasta com o tom das rochas comuns nas elevações da Arada.
A aldeia da Coelheira é marcada pelo magnífico tapete de carqueijal, bem aparado pelos rebanhos de ovelhas, cabras e cabritos que por ali são habituais clientes. Também um lago, num planalto da serra, com as suas trutas saltando e borbulhando, faz parte de um horizonte pastoral e sereno.
Mais adiante, seguindo a estrada, fica a aldeia do Candal, com os seus típicos conjuntos rurais. Quem vier pode ficar no parque de campismo da coelheira ou numa das aconchegantes casas de Turismo Rural que também lá existem. Estes são equipamentos de grande procura, pois o turismo de Montanha está a ganhar cada vez mais adeptos, e com montanhas como as do concelho de S. Pedro do Sul vale bem a pena!
A serra da Gralheira é um maciço que se começa a elevar a partir das margens do rio Baroso, onde se situa o antiquíssimo “Real Mosteiro de S. Cristóvão de Lafões” , remontando a sua origem a um período anterior á fundação da nação, e num local, onde a proximidade com os elementos da natureza faz estimular as virtudes do espírito.

Começando a subir, serra acima, chega-se aquela que já foi a aldeia mais portuguesa de Portugal, estamos a falar da aldeia de Manhouce, com todas as suas tradições etnográficas, artísticas e gastronómicas, muito apreciado é o cabrito assado da Gralheira. Logo, ali perto, fica o Porto, cidade mãe de muitos daqueles que nos visitam e que bons fins de semana passam na chamada “Sintra da Beira”.
A gentil franqueza dos povos serranos faz-se notar na fraternidade com que nos obsequeiam, com o bom presunto e broa caseira, a também caseira chouriça e a tradicional aguardente ou o fino copo de vinho verde de Lafões. São pessoas afáveis e sinceras, sempre dispostas a dar preciosas informações acerca da região e dos seus lugares escondidos que merecem uma visita.
S. Pedro do Sul, o canteiro mais florido de Lafões, contém em si as paisagens infinitas que os nossos olhos podem ver; povoadas de mil cores e cheiros que as muitas árvores e flores exaltam o suave perfume agreste; de cima das verdes ramagens vê harmoniosas melodias com que os rouxinóis nos saúdam e a fome e a sede podem ser mortas com sabores da serra.

Parafraseando um verso do “ Hino de Lafões”, não há maior verdade dizermos que :” Lafões é um jardim e não há no mundo um lugar assim”.


Fonte: Site da C.M.S.P.S.

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HISTÒRIA:


S. Pedro do Sul é uma vila beirã que se situa em pleno vale de Lafões, emoldurada pelos maciços das serras da Arada, Gralheira e S. Macário. Estas serranias com as suas paisagens verdejantes, os seus riachos de água fria e cristalina, as suas aldeias escondidas nos vales e montanhas aliadas ao magnífico pôr e raiar do sol, dos quais se pode desfrutar, constituem um pedaço do mundo que serve de refúgio aos Deuses da inspiração.
Do alto da serra do S. Macário o raiar do sol é mais bonito, as cores fortes que se deslumbram, nas paisagens são um regalo para as vistas, todos dizem serem de criação divina. Dos 1054 m. Do monte podem-se avistar as serras do Montemuro, da Estrela e a serra do Caramulo, vê-se todo o verdejante vale de Lafões e em dias de maior nitidez avista-se, no Porto, a Torre dos Clérigos.

Nas serranias a vida corre ao sabor da calmaria do tempo e num espaço que chega para que todos vivam em harmonia com a natureza e é desta que se extrai o xisto para construir as casas típicas, das típicas aldeias da Pena, do Fujaco, de Covas do Monte ou Covas do Rio. Aldeias abençoadas pelas centenárias capelas de S. Macário de cima e a ermita S. Macário de baixo. Todo este maciço montanhoso do “Monte Magaio” vive envolto em tradições, rituais, mitos, lendas, crenças de cabras que matam lobos, de serpentes que comem homens e de santos que transportam brasas acesas nas mãos, cujas memórias não se apagaram no correr dos novos tempos.

Quem sobe a serra da Arada depara-se com uma sumptuosa simplicidade de fragas e desfiladeiros com pequenas aldeias e águas límpidas a verem-se no verde dos vales, que contrasta com o tom das rochas comuns nas elevações da Arada.
A aldeia da Coelheira é marcada pelo magnífico tapete de carqueijal, bem aparado pelos rebanhos de ovelhas, cabras e cabritos que por ali são habituais clientes. Também um lago, num planalto da serra, com as suas trutas saltando e borbulhando, faz parte de um horizonte pastoral e sereno.
Mais adiante, seguindo a estrada, fica a aldeia do Candal, com os seus típicos conjuntos rurais. Quem vier pode ficar no parque de campismo da coelheira ou numa das aconchegantes casas de Turismo Rural que também lá existem. Estes são equipamentos de grande procura, pois o turismo de Montanha está a ganhar cada vez mais adeptos, e com montanhas como as do concelho de S. Pedro do Sul vale bem a pena!
A serra da Gralheira é um maciço que se começa a elevar a partir das margens do rio Baroso, onde se situa o antiquíssimo “Real Mosteiro de S. Cristóvão de Lafões” , remontando a sua origem a um período anterior á fundação da nação, e num local, onde a proximidade com os elementos da natureza faz estimular as virtudes do espírito.

Começando a subir, serra acima, chega-se aquela que já foi a aldeia mais portuguesa de Portugal, estamos a falar da aldeia de Manhouce, com todas as suas tradições etnográficas, artísticas e gastronómicas, muito apreciado é o cabrito assado da Gralheira. Logo, ali perto, fica o Porto, cidade mãe de muitos daqueles que nos visitam e que bons fins de semana passam na chamada “Sintra da Beira”.
A gentil franqueza dos povos serranos faz-se notar na fraternidade com que nos obsequeiam, com o bom presunto e broa caseira, a também caseira chouriça e a tradicional aguardente ou o fino copo de vinho verde de Lafões. São pessoas afáveis e sinceras, sempre dispostas a dar preciosas informações acerca da região e dos seus lugares escondidos que merecem uma visita.
S. Pedro do Sul, o canteiro mais florido de Lafões, contém em si as paisagens infinitas que os nossos olhos podem ver; povoadas de mil cores e cheiros que as muitas árvores e flores exaltam o suave perfume agreste; de cima das verdes ramagens vê harmoniosas melodias com que os rouxinóis nos saúdam e a fome e a sede podem ser mortas com sabores da serra.

Parafraseando um verso do “ Hino de Lafões”, não há maior verdade dizermos que :” Lafões é um jardim e não há no mundo um lugar assim”.


Fonte: Site da C.M.S.P.S.

S. PEDRO DO SUL



COPYRIGHT AuToCaRaVaNiStA


HISTÒRIA:


S. Pedro do Sul é uma vila beirã que se situa em pleno vale de Lafões, emoldurada pelos maciços das serras da Arada, Gralheira e S. Macário. Estas serranias com as suas paisagens verdejantes, os seus riachos de água fria e cristalina, as suas aldeias escondidas nos vales e montanhas aliadas ao magnífico pôr e raiar do sol, dos quais se pode desfrutar, constituem um pedaço do mundo que serve de refúgio aos Deuses da inspiração.
Do alto da serra do S. Macário o raiar do sol é mais bonito, as cores fortes que se deslumbram, nas paisagens são um regalo para as vistas, todos dizem serem de criação divina. Dos 1054 m. Do monte podem-se avistar as serras do Montemuro, da Estrela e a serra do Caramulo, vê-se todo o verdejante vale de Lafões e em dias de maior nitidez avista-se, no Porto, a Torre dos Clérigos.

Nas serranias a vida corre ao sabor da calmaria do tempo e num espaço que chega para que todos vivam em harmonia com a natureza e é desta que se extrai o xisto para construir as casas típicas, das típicas aldeias da Pena, do Fujaco, de Covas do Monte ou Covas do Rio. Aldeias abençoadas pelas centenárias capelas de S. Macário de cima e a ermita S. Macário de baixo. Todo este maciço montanhoso do “Monte Magaio” vive envolto em tradições, rituais, mitos, lendas, crenças de cabras que matam lobos, de serpentes que comem homens e de santos que transportam brasas acesas nas mãos, cujas memórias não se apagaram no correr dos novos tempos.

Quem sobe a serra da Arada depara-se com uma sumptuosa simplicidade de fragas e desfiladeiros com pequenas aldeias e águas límpidas a verem-se no verde dos vales, que contrasta com o tom das rochas comuns nas elevações da Arada.
A aldeia da Coelheira é marcada pelo magnífico tapete de carqueijal, bem aparado pelos rebanhos de ovelhas, cabras e cabritos que por ali são habituais clientes. Também um lago, num planalto da serra, com as suas trutas saltando e borbulhando, faz parte de um horizonte pastoral e sereno.
Mais adiante, seguindo a estrada, fica a aldeia do Candal, com os seus típicos conjuntos rurais. Quem vier pode ficar no parque de campismo da coelheira ou numa das aconchegantes casas de Turismo Rural que também lá existem. Estes são equipamentos de grande procura, pois o turismo de Montanha está a ganhar cada vez mais adeptos, e com montanhas como as do concelho de S. Pedro do Sul vale bem a pena!
A serra da Gralheira é um maciço que se começa a elevar a partir das margens do rio Baroso, onde se situa o antiquíssimo “Real Mosteiro de S. Cristóvão de Lafões” , remontando a sua origem a um período anterior á fundação da nação, e num local, onde a proximidade com os elementos da natureza faz estimular as virtudes do espírito.

Começando a subir, serra acima, chega-se aquela que já foi a aldeia mais portuguesa de Portugal, estamos a falar da aldeia de Manhouce, com todas as suas tradições etnográficas, artísticas e gastronómicas, muito apreciado é o cabrito assado da Gralheira. Logo, ali perto, fica o Porto, cidade mãe de muitos daqueles que nos visitam e que bons fins de semana passam na chamada “Sintra da Beira”.
A gentil franqueza dos povos serranos faz-se notar na fraternidade com que nos obsequeiam, com o bom presunto e broa caseira, a também caseira chouriça e a tradicional aguardente ou o fino copo de vinho verde de Lafões. São pessoas afáveis e sinceras, sempre dispostas a dar preciosas informações acerca da região e dos seus lugares escondidos que merecem uma visita.
S. Pedro do Sul, o canteiro mais florido de Lafões, contém em si as paisagens infinitas que os nossos olhos podem ver; povoadas de mil cores e cheiros que as muitas árvores e flores exaltam o suave perfume agreste; de cima das verdes ramagens vê harmoniosas melodias com que os rouxinóis nos saúdam e a fome e a sede podem ser mortas com sabores da serra.

Parafraseando um verso do “ Hino de Lafões”, não há maior verdade dizermos que :” Lafões é um jardim e não há no mundo um lugar assim”.


Fonte: Site da C.M.S.P.S.

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