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CALDAS DE AREGOS - RESENDE

Apontamento AuToCaRaVaNiStA:

Caldas de Aregos tal como o nome indica é fundamentalmente umas Termas de águas sulfurosas e quentes para tratamentos de determinadas doenças, ou simplesmente para relaxar. Este espaço à beira Rio Douro implantado, está dotado de cais de embarque e marina. Tem também um refrescante parque de lazer anexo, do outro lado da estrada.



              HISTÓRIA:
A antiquíssima vila e a importantíssima estância termal de Caldas de Aregos, situadas à beira do rio, na histórica região de Ribadouro, merecem um lugar à parte na História de Portugal. O povoado, qual ninfa sonhadora e encantada debruçada sobre o Douro, nas suas ruelas estreitas, tortuosas e íngremes, não deixa dúvidas sobre as suas raízes medievais. A capelinha de Santa Maria Madalena, na sua singeleza e antiguidade, é uma flor tardia do roseiral de amor que a primeira rainha de Portugal ali plantou. As termas, nos «milagres» incontáveis que as suas quentes águas fizeram a tanta gente que ao longo dos séculos nelas procurou a cura dos seus males, lá continuam brotando com a mesma força natural e oferecendo-se como uma dádiva divina.
A vila medieval de Aregos, dividida pelo ribeiro da Cesta, que lhe passa ao meio, entre as freguesias de Anreade e de Miomães, tem um passado histórico muito interessante.


Povoada desde tempos pré-históricos, como se pode concluir do nome Aregos (Arecos), o nome Caldas (do latim Calidas = quentes águas) indica dominação romana.
Sabemos, por documentos, que Aregos foi um concelho medieval. Recebeu foral de D. Afonso Henriques em 1183, mas, lendo este foral, conclui-se que o concelho já existia no tempo de D. Teresa.
Consta que tinha pelourinho e até castelo. Tais monumentos, porém, desapareceram com o tempo e com o descuido.
O concelho abrangia as freguesias medievais de Anreade, Santa Maria de Freigil e S. Paio de Ovadas. Destas 3 freguesias desmembraram-se, mais tarde, S. Romão, Miomães, S. Cipriano e Panchorra.
Antes de, no século XII, se constituir a Honra de Resende, em favor de Egas Moniz, Cárquere, Felgueiras e Resende estariam incluídas, administrativamente, na terra de Aregos.
Para lá de 3 cartas de foro dadas a Aregos por D. Dinis, D. Manuel I concedeu de novo a Aregos privilégio de vila e novo foral, em 1 de Setembro de 1523.
O julgado de Aregos foi extinto por decreto de 28 de Dezembro de 1840 e incorporado na comarca de Resende e o concelho foi extinto e incorporado também no de Resende, em 24 de Agosto de 1855, quando os liberais quiseram dar ao país uma nova organização administrativa.»
DUARTE, Joaquim Correia - Guia do Visitante de Caldas de Aregos, Ed. da Câmara de Resende, 1992.
Cais Turístico Fluvial de Caldas de Aregos


O Cais Turístico - Fluvial de Caldas de Aregos é um investimento de 2 milhões de euros, suportado pela Câmara Municipal de Resende e pelo Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos (IPTM).

Numa primeira fase, a obra prevê a construção de um cais acostável, com cerca de 120 metros, para embarcações de recreio e de turismo, plataformas flutuantes com lugar para cerca de 100 embarcações e quebra-mar flutuante.
Em curso encontram-se, também, as obras de contenção marginal, rampa de varar, passeio marginal, zona de recreio balnear e rampa de apoio a actividades desportivas e fluviais.
Numa segunda fase, está prevista a criação de acessos a partir da Estrada Nacional 222, pavimentação e tratamento de todo o espaço do cais, requalificação do mobiliário urbano e dos equipamentos de apoio às actividades náuticas, nomeadamente armazém de barcos, oficinas e posto de socorro a náufragos.
A obra contempla ainda a construção de uma piscina fluvial e a edificação das instalações do Clube Náutico, um campo de vólei de praia com bancada desmontável, um restuarante-bar, uma esplanada coberta e um parque de estacionamento destinado a automóveis ligeiros e autocarros.
fonte:C.M.Resende

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