Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

AuToCaRaVaNiStA

Portal AuToCaRaVaNiStA http://www.autocaravanista.pt Coordenador jbmendes

AuToCaRaVaNiStA

Portal AuToCaRaVaNiStA http://www.autocaravanista.pt Coordenador jbmendes

IGREJA MOSTEIRO DE FONTARCADA - PÓVOA LANHOSO



Apontamento AuToCaRaVaNiStA:
A Freguesia de Fontarcada que dá o nome ao seu maior tesouro, o Mosteiro de Fontarcada, templo Românico e Monumento Nacional de elevada riqueza iconográfica do século XI.
Salientamos ainda a importância deste Mosteiro que foi o palco de uma revolta popular muito conhecida, a revolta da Maria da Fonte, ocorrida em 1846. Mais um grande Monumento a acrescentar aos vários monumentos do Românico que o portal tem vindo a divulgar nos últimos tempos.

      HISTÓRIA:
Igreja Românica de Fontarcada
Lugar: Mosteiro
Freguesia: Fontarcada
Cronologia: Século XIII
Tipologia: Arquitectura Religiosa / Igreja
Descrição:
Templo românico do séc. XIII, constitui uma admirável unidade arquitectónica decorativa e simbólica, das austeras tradições beneditinas, representadas pelo ramo de Cister aos explendores de Cluny.
Perfeito exemplar do românico tardio do Minho, tanto no seu interior como exterior, destaca-se a sua riqueza iconográfica, com realce para os símbolos que indicam a presença de Deus.
Segundo José Carlos Leite, o Mosteiro de Fontarcada situa-se num lugar em pleno meio rural, paisagísticamente belo, de modo a oferecer o isolamento propício à contemplação.
As particularidades que a caracterizam são: a nave proporcionalmente mais alta do que o normal e uma ampla e alta capela-mor com uma espacialidade nova e razoável luminosidade, um portal axial com colunas finas, prismáticas e redondas assentes sobre alta sapata corrida e o tipo de representação do Agnus Dei no tímpano. A capela-mor é um excelente exemplo da força e riqueza do românico.
Em 1910 o Mosteiro de Fontarcada é classificado como monumento nacional.
Grau: MN Monumento Nacional
Decreto: 16-06-1910, DG 136 de 23-06-1910

História e Locais de Interesse

Freguesia de Fontarcada dista 2 km da sede do concelho, Póvoa de Lanhoso, tem cerca de 1900 habitantes e é formada pelos lugares de Arrifana, Costa, Cruzeiro, Devesa, Mosteiro, Padim, Paredes, Ponte, Santa Luzia, Simães, Valbom e Várzeas. Nesta Freguesia destaca-se um Monumento Nacional - Mosteiro de Fontarcada, templo Românico de elevada riqueza iconográfica do século XI.
É de ressaltar que este mesmo Mosteiro foi o palco de uma revolta popular muito conhecida, a revolta da Maria da Fonte, ocorrida em 1846.
De elevada riqueza religiosa, esta Freguesia conta também com a existência de várias capelas tais como: capela em honra de S. João (Valbom), capela em honra de Santa Luzia (Santa Luzia), capela em honra de Santo António (Arrifana) e capela em honra de S. Francisco (Simães), onde anualmente são celebradas as festas respeitantes ao Santos referidos.
A actividade nesta Freguesia é constante como podemos constatar pelos vários movimentos existentes como: Associação Cultural Recreativa e Desportiva de Fontarcada, Associação Cultural Recreativa e Desportiva da Juventude de Simães, o Rancho Folclórico Maria da Fonte, o Corpo Nacional de Escutas (Agr. 726), A Associação de Guias de Portugal, o Grupo Fonte Jovem e a Fraternidade Nuno Álvares Pereira.
Existe também a Casa de Trabalho de Fontarcada, que é uma instituição de Solidariedade Social, afamada pelas suas tapeçarias, bordados em linho, feitos de forma artesanal por deficientes.
Fonte: http://www.mun-planhoso.pt

Portal AuToCaRaVaNiStA:
www.autocaravanista.pt.vu - www.grupoautocaravanista.webs.com
Copyright AuToCaRaVaNiStA - by jbmendes

CALVOS - PÓVOA DO LANHOSO - BRAGA


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:
Calvos é uma pequena freguesia do concelho de Póvoa do Lanhoso, que por coincidencia cruzamo-nos no seu caminho, e ainda bem, porque foi aqui que o grupo assistiu a uma pequena e bonita cerimónia, que por ser diferente o modo da sua celebração, foi um belo inicio desta viagem Pascal, que culminaria na bênção das autocaravanas, que estava programada para Terras do Bouro. 
Vêr neste link: http://autocaravanista.blogspot.pt/2013/04/pascoa-2013-grupo-autocaravanista.html

            HISTÓRIA:

A dois passos da Vila da Póvoa de Lanhoso encontramos a pequena freguesia de Calvos, cuja história se perde no tempo.

Terra onde o verde da natureza se alia ao urbanismo dos tempos modernos, onde o campo e a cidade se conjugam numa beleza impar!
Terra que foi berço dos mais nobres e inteligentes seres do Minho, tais como o Professor Gonçalo Sampaio, o Benemérito António Lopes, filho de Calvenses legítimos e também terra onde o Falso D.Miguel passou!


Terra que vive ao ritmo das notas da sua música, terra que viu nascer, criar, viver e morrer músicos! Terra que sabe fazer música, aldeia que toda ela é um compasso de vida e alegria!
Gente simples, gente humilde, que carrega no rosto um amor profundo à sua terra e aos seus!
Gente que sabe o que é amar a sua terra, as suas gentes! Gente hospitaleira, amável!
Gente que transborda música na sua alma e a transmite de geração em geração!
Gente que, como ninguém, apoia as suas instituições, os seus grupos e preserva o seu património.
Gente que faz a história de um povo duma terra chamada SÃO GENS DE CALVOS!

       Actividades de Lazer

Calvos é uma aldeia multifacetada, onde você pode encontrar tudo o que anseia!
Depois de chegar a Calvos por via da Vila, você entra no lugar da Confraria, primeiro lugar da Freguesia, local bem situado e airoso, mas não deixe de passar pela Avenida da Chã, bem lá no alto! Aí veja a panorâmica da Vila da Póvoa de Lanhoso.
Segue em direcção ao Café Restaurante de Calvos, localizado no centro da freguesia, o ponto de encontro das nossas gentes. Tome aí o seu pequeno almoço.
Sobe em direcção à Santa Marta, onde pode encontrar a capela dedicada a esta Santa, mas que teve como primeiro Orago São Tiago. Fruto de um projecto de recuperação, a capela e zona envolventes são dignas de uma visita sua.
Desce pela Rua da Santiaga até à Rua do Fundão onde vai encontrar casas simplesmente belas, onde o antigo se alia à modernidade!
Deixe-se ficar pela Quinta Maria da Fonte, antiga Casa Senhorial, onde gerações e gerações de Calvenses passaram , trabalhando os seus campos. 
Entre nos espaços da quinta e observe a grandiosidade dos espaços. Faça aí o seu almoço e experimente um passeio equestre de charrete, ou aulas em picadeiro. Os passeios a cavalo como os de charrete apresentam itinerários pelas freguesias de Calvos e Fontarcada, onde poderá desfrutar de uma paisagem rural tipicamente minhota com os campos verdejantes acompanhados pelas vinhas. Um ponto de referência é sem dúvida o Carvalho Secular, o mais antigo da Península Ibérica, assim como todo o espaço envolvente. Os percursos também se estendem até à vila da Póvoa de Lanhoso. Também é possível andar a cavalo e de charrete pela propriedade do Hotel. Caso seja necessário poderá ser acompanhado pelo monitor.
Mas antes disso, vá pela Rua da Amareira, em direção ao Carvalho de Calvos, o nosso maior ex-libris, e juntamente com a sua família observe a imponência do carvalho secular.
Não deixe de subir a Avenida da Igreja, passando pela Escola Primária, junto a um braço do Rio Ave, apreciando a beleza das suas margens!
Ao fundo, já começa a ver a nossa imponente Igreja Paroquial, que pela sua posição, altaneira e sobranceira, é uma das mais vistosas do concelho!
A seus pés, tem a parte baixa da Freguesia!
Lá perto, visite as Boticas de Cima e de Baixo, com as suas casas antigas, e infelizmente abandonadas!
Passe pela calçada Romana e imagine-se naqueles tempos. Quando tiver oportunidade faça o Itinerário Pedestre “Via Romana XVII”
Em direcção a Fontarcada, visite os lugares de Paredes e Picoto. Quando tiver oportunidade faça o Itinerário Pedestre “Maria da Fonte”
Em direcção a Serzedelo, deslumbre-se com a beleza do lugar da Quinta do Sol e siga até Nasce, onde pode encontrar um bonito vale, todo ele recheado de boas gentes.
Se tem o vício da caça, dê um saltinho ao campo de tiro e queime lá uns cartuchos e depois aprecie os bons petiscos e vinho do restaurante.
Em Nasce, nasceu a Banda dos Bravos, hoje Banda de Calvos, que leva o nome da Freguesia, mundo fora!
Por isso, este povo de Nasce sabe tão bem apreciar e acarinhar a sua Banda!
Acabe a sua visita no Torrão, descendo à Capela de Nossa Senhora da Encarnação, situada entre inúmeras árvores que lhe fazem uma sombra ímpar.
Lá, deixe-se relaxar apreciando a natureza e o chilrear dos pássaros.
Faça o caminho inverso e vá até ao Carvalho de Calvos. Aprecie a sua longevidade e imponência. Aproveite a sombra de um dia de calor. Se a sede apertar, tem o Bar do Carvalho à sua disposição decorado com elementos musicais, símbolo e orgulho desta terra com gerações de músicos. Enquanto os seus filhos se divertem no parque infantil, também pode apreciar o pôr do sol ou fazer exercícios na pista de manutenção.
Se a estadia for demorada, passe a noite no Hotel Rural e sinta o prazer do acordar numa aldeia minhota.
Quem por aqui passa, passa a fazer parte desta terra. Boa estadia e boas memórias futuras.
Fonte: www.freguesiadecalvos.pt

Portal AuToCaRaVaNiStA:
www.autocaravanista.pt.vu - www.grupoautocaravanista.webs.com
Copyright AuToCaRaVaNiStA - by jbmendes

MUSEU DO OURO - TRAVASSOS - PÓVOA LANHOSO


Apontamento AuToCaRaVaNiStA:

A Freguesia de Travassos pertence ao Concelho de Póvoa do Lanhoso, e é conhecido pelo seu Museu do Ouro. No mesmo complexo funciona simultaneamente uma casa destinada a turismo rural. Este museu do ouro, destina-se sobretudo a explicar o trabalho e as técnicas da filigrana e do trabalho minucioso do ouro. Destaca-se também uma exposição de diversos artefactos em ouro. Visitamos ainda a igreja matriz de Travassos, por estarmos na semana Santa, e porque o nosso roteiro a ela dedicada assim o permitia, já que as igrejas estavam todas abertas e decoradas para a celebração da Páscoa.

             HISTÓRIA:
O Museu do Ouro, foi criado em 2001 na freguesia de Travassos, Póvoa de Lanhoso (considerada a capital da filigrana), é um espaço de visualização dedicado à valorização e dignificação do trabalho artesanal do ouro. Nesta freguesia de Travassos conservam-se ainda em funcionamento diversas oficinas artesanais. Para além de um importante espólio documental (resultando do trabalho e pesquisa do ourives Francisco de Carvalho e Sousa), o museu promove diversas actividades alusivas a esta arte.

Portal AuToCaRaVaNiStA:
www.autocaravanista.pt.vu - www.grupoautocaravanista.webs.com
Copyright AuToCaRaVaNiStA - by jbmendes

PÓVOA DO LANHOSO

HISTÓRIA

O Castelo de Lanhoso, também denominado como Castelo de Póvoa de Lanhoso, localiza-se na Freguesia e Concelho de Póvoa de Lanhoso, Distrito de Braga, em Portugal.Embora bastante descaracterizado, é um dos mais imponentes castelos portugueses, contabilizando a expressiva marca de 100 mil visitantes entre 1996 e 2006, um destaque no circuito turístico regional.Erguido no topo do Monte do Pilar - o maior monólito granítico de Portugal -, isolado na divisa dos vales dos rios Ave e Cávado, dentro dos seus muros foi erguido um santuário seiscentista, utilizando a própria pedra das antigas muralhas. A meia encosta, no seu acesso, podem ser apreciados os vestígios de um antigo castro romanizado. A tradição refere que neste castelo se refugiou, por duas vezes, D. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques (1112-1185).O santuário de Nossa Senhora do PilarCom o início da Idade Moderna, consolidadas as fronteiras do reino, o castelo perdeu progressivamente a sua importância estratégica, vindo a conhecer o abandono e a ruína. Esse processo seria acentuado a partir do final do século XVII, quando André da Silva Machado, um comerciante abastado do Porto decidiu erguer uma réplica do Santuário do Bom Jesus de Braga. Para esse fim, obteve autorização para demolir o antigo castelo e reaproveitar a pedra para edificar um santuário sob a invocação de Nossa Senhora do Pilar (1680). Iniciou-se assim o desmonte de parte da barbacã e das muralhas, edificando-se no interior do recinto uma igreja, a escadaria e as capelas de peregrinação: o Santuário de Nossa Senhora do Pilar.As obras do santuário prosseguiam ainda em 1724, ao passo que Craesbeeck (Memórias Ressuscitadas da Província de Entre Douro e Minho no ano de 1726) descreve o estado de ruína do castelo, visão corroborada pelo reitor Paulo Antunes Alonso (Memórias Paroquiais, 1758), ao referir que dele restava apenas a Torre de Menagem, cujo cunhal sudoeste se apresentava danificado pela queda de um raio

PÓVOA DO LANHOSO

HISTÓRIA

O Castelo de Lanhoso, também denominado como Castelo de Póvoa de Lanhoso, localiza-se na Freguesia e Concelho de Póvoa de Lanhoso, Distrito de Braga, em Portugal.Embora bastante descaracterizado, é um dos mais imponentes castelos portugueses, contabilizando a expressiva marca de 100 mil visitantes entre 1996 e 2006, um destaque no circuito turístico regional.Erguido no topo do Monte do Pilar - o maior monólito granítico de Portugal -, isolado na divisa dos vales dos rios Ave e Cávado, dentro dos seus muros foi erguido um santuário seiscentista, utilizando a própria pedra das antigas muralhas. A meia encosta, no seu acesso, podem ser apreciados os vestígios de um antigo castro romanizado. A tradição refere que neste castelo se refugiou, por duas vezes, D. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques (1112-1185).O santuário de Nossa Senhora do PilarCom o início da Idade Moderna, consolidadas as fronteiras do reino, o castelo perdeu progressivamente a sua importância estratégica, vindo a conhecer o abandono e a ruína. Esse processo seria acentuado a partir do final do século XVII, quando André da Silva Machado, um comerciante abastado do Porto decidiu erguer uma réplica do Santuário do Bom Jesus de Braga. Para esse fim, obteve autorização para demolir o antigo castelo e reaproveitar a pedra para edificar um santuário sob a invocação de Nossa Senhora do Pilar (1680). Iniciou-se assim o desmonte de parte da barbacã e das muralhas, edificando-se no interior do recinto uma igreja, a escadaria e as capelas de peregrinação: o Santuário de Nossa Senhora do Pilar.As obras do santuário prosseguiam ainda em 1724, ao passo que Craesbeeck (Memórias Ressuscitadas da Província de Entre Douro e Minho no ano de 1726) descreve o estado de ruína do castelo, visão corroborada pelo reitor Paulo Antunes Alonso (Memórias Paroquiais, 1758), ao referir que dele restava apenas a Torre de Menagem, cujo cunhal sudoeste se apresentava danificado pela queda de um raio

PÓVOA DO LANHOSO



HISTÓRIA


O Castelo de Lanhoso, também denominado como Castelo de Póvoa de Lanhoso, localiza-se na Freguesia e Concelho de Póvoa de Lanhoso, Distrito de Braga, em Portugal.

Embora bastante descaracterizado, é um dos mais imponentes castelos portugueses, contabilizando a expressiva marca de 100 mil visitantes entre 1996 e 2006, um destaque no circuito turístico regional.

Erguido no topo do Monte do Pilar - o maior monólito granítico de Portugal -, isolado na divisa dos vales dos rios Ave e Cávado, dentro dos seus muros foi erguido um santuário seiscentista, utilizando a própria pedra das antigas muralhas. A meia encosta, no seu acesso, podem ser apreciados os vestígios de um antigo castro romanizado. A tradição refere que neste castelo se refugiou, por duas vezes, D. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques (1112-1185).
O santuário de Nossa Senhora do Pilar
Com o início da Idade Moderna, consolidadas as fronteiras do reino, o castelo perdeu progressivamente a sua importância estratégica, vindo a conhecer o abandono e a ruína. Esse processo seria acentuado a partir do final do século XVII, quando André da Silva Machado, um comerciante abastado do Porto decidiu erguer uma réplica do Santuário do Bom Jesus de Braga. Para esse fim, obteve autorização para demolir o antigo castelo e reaproveitar a pedra para edificar um santuário sob a invocação de Nossa Senhora do Pilar (1680). Iniciou-se assim o desmonte de parte da barbacã e das muralhas, edificando-se no interior do recinto uma igreja, a escadaria e as capelas de peregrinação: o Santuário de Nossa Senhora do Pilar.

As obras do santuário prosseguiam ainda em 1724, ao passo que Craesbeeck (Memórias Ressuscitadas da Província de Entre Douro e Minho no ano de 1726) descreve o estado de ruína do castelo, visão corroborada pelo reitor Paulo Antunes Alonso (Memórias Paroquiais, 1758), ao referir que dele restava apenas a Torre de Menagem, cujo cunhal sudoeste se apresentava danificado pela queda de um raio

PÓVOA DO LANHOSO



HISTÓRIA


O Castelo de Lanhoso, também denominado como Castelo de Póvoa de Lanhoso, localiza-se na Freguesia e Concelho de Póvoa de Lanhoso, Distrito de Braga, em Portugal.

Embora bastante descaracterizado, é um dos mais imponentes castelos portugueses, contabilizando a expressiva marca de 100 mil visitantes entre 1996 e 2006, um destaque no circuito turístico regional.

Erguido no topo do Monte do Pilar - o maior monólito granítico de Portugal -, isolado na divisa dos vales dos rios Ave e Cávado, dentro dos seus muros foi erguido um santuário seiscentista, utilizando a própria pedra das antigas muralhas. A meia encosta, no seu acesso, podem ser apreciados os vestígios de um antigo castro romanizado. A tradição refere que neste castelo se refugiou, por duas vezes, D. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques (1112-1185).
O santuário de Nossa Senhora do Pilar
Com o início da Idade Moderna, consolidadas as fronteiras do reino, o castelo perdeu progressivamente a sua importância estratégica, vindo a conhecer o abandono e a ruína. Esse processo seria acentuado a partir do final do século XVII, quando André da Silva Machado, um comerciante abastado do Porto decidiu erguer uma réplica do Santuário do Bom Jesus de Braga. Para esse fim, obteve autorização para demolir o antigo castelo e reaproveitar a pedra para edificar um santuário sob a invocação de Nossa Senhora do Pilar (1680). Iniciou-se assim o desmonte de parte da barbacã e das muralhas, edificando-se no interior do recinto uma igreja, a escadaria e as capelas de peregrinação: o Santuário de Nossa Senhora do Pilar.

As obras do santuário prosseguiam ainda em 1724, ao passo que Craesbeeck (Memórias Ressuscitadas da Província de Entre Douro e Minho no ano de 1726) descreve o estado de ruína do castelo, visão corroborada pelo reitor Paulo Antunes Alonso (Memórias Paroquiais, 1758), ao referir que dele restava apenas a Torre de Menagem, cujo cunhal sudoeste se apresentava danificado pela queda de um raio

PÓVOA DO LANHOSO



HISTÓRIA


O Castelo de Lanhoso, também denominado como Castelo de Póvoa de Lanhoso, localiza-se na Freguesia e Concelho de Póvoa de Lanhoso, Distrito de Braga, em Portugal.

Embora bastante descaracterizado, é um dos mais imponentes castelos portugueses, contabilizando a expressiva marca de 100 mil visitantes entre 1996 e 2006, um destaque no circuito turístico regional.

Erguido no topo do Monte do Pilar - o maior monólito granítico de Portugal -, isolado na divisa dos vales dos rios Ave e Cávado, dentro dos seus muros foi erguido um santuário seiscentista, utilizando a própria pedra das antigas muralhas. A meia encosta, no seu acesso, podem ser apreciados os vestígios de um antigo castro romanizado. A tradição refere que neste castelo se refugiou, por duas vezes, D. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques (1112-1185).
O santuário de Nossa Senhora do Pilar
Com o início da Idade Moderna, consolidadas as fronteiras do reino, o castelo perdeu progressivamente a sua importância estratégica, vindo a conhecer o abandono e a ruína. Esse processo seria acentuado a partir do final do século XVII, quando André da Silva Machado, um comerciante abastado do Porto decidiu erguer uma réplica do Santuário do Bom Jesus de Braga. Para esse fim, obteve autorização para demolir o antigo castelo e reaproveitar a pedra para edificar um santuário sob a invocação de Nossa Senhora do Pilar (1680). Iniciou-se assim o desmonte de parte da barbacã e das muralhas, edificando-se no interior do recinto uma igreja, a escadaria e as capelas de peregrinação: o Santuário de Nossa Senhora do Pilar.

As obras do santuário prosseguiam ainda em 1724, ao passo que Craesbeeck (Memórias Ressuscitadas da Província de Entre Douro e Minho no ano de 1726) descreve o estado de ruína do castelo, visão corroborada pelo reitor Paulo Antunes Alonso (Memórias Paroquiais, 1758), ao referir que dele restava apenas a Torre de Menagem, cujo cunhal sudoeste se apresentava danificado pela queda de um raio

PÓVOA DO LANHOSO



HISTÓRIA


O Castelo de Lanhoso, também denominado como Castelo de Póvoa de Lanhoso, localiza-se na Freguesia e Concelho de Póvoa de Lanhoso, Distrito de Braga, em Portugal.

Embora bastante descaracterizado, é um dos mais imponentes castelos portugueses, contabilizando a expressiva marca de 100 mil visitantes entre 1996 e 2006, um destaque no circuito turístico regional.

Erguido no topo do Monte do Pilar - o maior monólito granítico de Portugal -, isolado na divisa dos vales dos rios Ave e Cávado, dentro dos seus muros foi erguido um santuário seiscentista, utilizando a própria pedra das antigas muralhas. A meia encosta, no seu acesso, podem ser apreciados os vestígios de um antigo castro romanizado. A tradição refere que neste castelo se refugiou, por duas vezes, D. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques (1112-1185).
O santuário de Nossa Senhora do Pilar
Com o início da Idade Moderna, consolidadas as fronteiras do reino, o castelo perdeu progressivamente a sua importância estratégica, vindo a conhecer o abandono e a ruína. Esse processo seria acentuado a partir do final do século XVII, quando André da Silva Machado, um comerciante abastado do Porto decidiu erguer uma réplica do Santuário do Bom Jesus de Braga. Para esse fim, obteve autorização para demolir o antigo castelo e reaproveitar a pedra para edificar um santuário sob a invocação de Nossa Senhora do Pilar (1680). Iniciou-se assim o desmonte de parte da barbacã e das muralhas, edificando-se no interior do recinto uma igreja, a escadaria e as capelas de peregrinação: o Santuário de Nossa Senhora do Pilar.

As obras do santuário prosseguiam ainda em 1724, ao passo que Craesbeeck (Memórias Ressuscitadas da Província de Entre Douro e Minho no ano de 1726) descreve o estado de ruína do castelo, visão corroborada pelo reitor Paulo Antunes Alonso (Memórias Paroquiais, 1758), ao referir que dele restava apenas a Torre de Menagem, cujo cunhal sudoeste se apresentava danificado pela queda de um raio

PÓVOA DO LANHOSO



HISTÓRIA


O Castelo de Lanhoso, também denominado como Castelo de Póvoa de Lanhoso, localiza-se na Freguesia e Concelho de Póvoa de Lanhoso, Distrito de Braga, em Portugal.

Embora bastante descaracterizado, é um dos mais imponentes castelos portugueses, contabilizando a expressiva marca de 100 mil visitantes entre 1996 e 2006, um destaque no circuito turístico regional.

Erguido no topo do Monte do Pilar - o maior monólito granítico de Portugal -, isolado na divisa dos vales dos rios Ave e Cávado, dentro dos seus muros foi erguido um santuário seiscentista, utilizando a própria pedra das antigas muralhas. A meia encosta, no seu acesso, podem ser apreciados os vestígios de um antigo castro romanizado. A tradição refere que neste castelo se refugiou, por duas vezes, D. Teresa, mãe de D. Afonso Henriques (1112-1185).
O santuário de Nossa Senhora do Pilar
Com o início da Idade Moderna, consolidadas as fronteiras do reino, o castelo perdeu progressivamente a sua importância estratégica, vindo a conhecer o abandono e a ruína. Esse processo seria acentuado a partir do final do século XVII, quando André da Silva Machado, um comerciante abastado do Porto decidiu erguer uma réplica do Santuário do Bom Jesus de Braga. Para esse fim, obteve autorização para demolir o antigo castelo e reaproveitar a pedra para edificar um santuário sob a invocação de Nossa Senhora do Pilar (1680). Iniciou-se assim o desmonte de parte da barbacã e das muralhas, edificando-se no interior do recinto uma igreja, a escadaria e as capelas de peregrinação: o Santuário de Nossa Senhora do Pilar.

As obras do santuário prosseguiam ainda em 1724, ao passo que Craesbeeck (Memórias Ressuscitadas da Província de Entre Douro e Minho no ano de 1726) descreve o estado de ruína do castelo, visão corroborada pelo reitor Paulo Antunes Alonso (Memórias Paroquiais, 1758), ao referir que dele restava apenas a Torre de Menagem, cujo cunhal sudoeste se apresentava danificado pela queda de um raio

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Mais visitados

    Arquivo

    1. 2015
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    14. 2014
    15. J
    16. F
    17. M
    18. A
    19. M
    20. J
    21. J
    22. A
    23. S
    24. O
    25. N
    26. D
    27. 2013
    28. J
    29. F
    30. M
    31. A
    32. M
    33. J
    34. J
    35. A
    36. S
    37. O
    38. N
    39. D
    40. 2012
    41. J
    42. F
    43. M
    44. A
    45. M
    46. J
    47. J
    48. A
    49. S
    50. O
    51. N
    52. D
    53. 2011
    54. J
    55. F
    56. M
    57. A
    58. M
    59. J
    60. J
    61. A
    62. S
    63. O
    64. N
    65. D
    66. 2010
    67. J
    68. F
    69. M
    70. A
    71. M
    72. J
    73. J
    74. A
    75. S
    76. O
    77. N
    78. D
    79. 2009
    80. J
    81. F
    82. M
    83. A
    84. M
    85. J
    86. J
    87. A
    88. S
    89. O
    90. N
    91. D
    92. 2008
    93. J
    94. F
    95. M
    96. A
    97. M
    98. J
    99. J
    100. A
    101. S
    102. O
    103. N
    104. D
    105. 2007
    106. J
    107. F
    108. M
    109. A
    110. M
    111. J
    112. J
    113. A
    114. S
    115. O
    116. N
    117. D
    118. 2006
    119. J
    120. F
    121. M
    122. A
    123. M
    124. J
    125. J
    126. A
    127. S
    128. O
    129. N
    130. D